50 anos, 25 anos (partes 15 e 16 de 40)

Da série 50 anos, 25 anos
Um conto erótico de Eloi e Marcelo
Categoria: Gay
Contém 2630 palavras
Data: 23/05/2026 23:36:32
Assuntos: Gay

15. Dia 14 (segunda) - Eloi

Eu tentei! Tentei! Eu tentei!

Tirar o cabaço de Tina foi a coisa mais gay que fiz na vida, até hoje a noite. Ela me fez chupar, falava do tesão que estava sentindo em dois machos peludos e parrudos, altos e bem viris que por acaso são dois gays e que somos suas testemunhas de casamento, para eu poder fechar a venda de um imóvel, ou seja, dois homens desconhecidos e, apesar de gays, machos pra caralho, estavam sendo usados para eu tomar coragem e comer uma boceta, e eu devo dizer que ela é gostosa, mas eu prefiro cu. Os dois usados para me excitar, ela formando imagens de eu dando o rabo e chupando caralho.

E eu fiquei excitado como nunca, depois, por mais que eu tentasse, eu não consegui me afastar da fantasia de ser um putinho de ambos, deles me fodendo e me comendo gostoso, pensei em eles me chamando de sodomita, ri, quem chama alguém de sodomita fora da igreja, iam me chamar de veado, minha vida sendo revista, começo a pensar se sou homem, se sou um bom cristão, começo a ver putaria gay na internet, começo a querer foder Tina dando na cara dela, xingando ela de vadia e biscate, ela reage, ri e se ajoelha concordando comigo e perguntando o que eu quero de sua biscate, nunca sei, quero que ela chupe meu pau, que lamba meu cu, que deixe eu colocar meus dedos em sua garganta ou chupar seus peitos com quem quer tirar leite deles imediatamente. Quero a aprovação de dois caras.

É me masturbando e fingindo estar com problemas no banheiro do escritório que o vídeo de um twink como eu sendo fodido por dois caras um pouco mais velhos, mas muito maiores que ele e quase gozando e morrendo de culpa que recebo a ligação deles nos convidando a dividir a casa com eles por uns dias e aproveitá-la sozinho com Tina por mais de uma semana, tudo na minha cabeça diz não e eu digo sim.

Passo o dia em casa para onde volto para arrumar nossas coisas, informo, não pergunto, informo a Tina que vamos passar uma semana com o casal e que dessa forma vamos ter mais tempo pra dormir. Ela ri, diz que vai ser divertido, ela me beija de um jeito meio distante e me diz que precisa de um banho, estava muito cansada. Logo estamos no ônibus, tento não lembrar da vergonha que estou sentindo de mim mesmo por ter ouvido a voz de Felipe pela segunda vez num mesmo dia, imagino que eu estou apenas contente com a ida para uma casa confortável, desestressar dessa coisa de todos os móveis no mesmo ambiente, essa falta de parede. Tina dorme com a testa no vidro do ônibus.

Chegamos e Felipe está enrolado em uma toalha, que corpo grande, bonito, o peito largo, a barriga peluda os pelos pingando de cima a baixo, a bunda redonda e carnuda quando ele se afasta. Tina diz que eu estou fascinado, digo que a amo, que gosto de mulher, ela diz que eu também gosto de mulher, ela sempre soube, todo mundo percebe, menos eu, era hora de me dar ao direito de experimentar, mesmo pra dizer que não era minha praia, ela discursava e não me deixava falar, falou que realmente estava com dor de cabeça, ia me deixar ‘ficar com os dois’ aquela noite.

Jantamos, ela saiu, os dois me ouviram falar de mim e de minha história, de Tina, se beijaram em minha frente e eu queria um beijo de qualquer um dos dois. Filme pornô amador com eles? Sim, eles envergonhados com minha vontade de ver a putaria. Eu achando o amigo deles muito bonito, caramba, era o outro coroa que estava com eles e eu havia apagado da memória. A surra de pica e chicote que ele levava era horrível, o prazer que ele demonstrava era de dar inveja, Felipe passa pela minha frente e manda eu olhar pra frente, eu tento, mas ele ia fazer um boquete no marido. Ao meu lado. E eu nervoso querendo desviar o olhar para o meu lado, mas eu ouvia, sentia o calção de Marcelo descer, bem ao meu lado. Caralho, caralho.

Mão grossa e firme no meu pescoço me puxando para um beijo. O primeiro homem a me beijar na vida foi Marcelo, ele me segurava pelo pescoço com uma mão e com a outra alisava meu rosto, eu segurava seu peito musculoso com uma e com a outra avisava sua barba cheia e macia. Sem aviso ele interrompe o beijo me dá dois tapas na cara e diz que eu sou seu lindinho, volta a me beijar. Pronto, eu sabia que não ia adiantar lutar, eu faria tudo o que me fosse mandado. Felipe manda eu ir até onde ele estava, ia me ensinar a chupar o caralho de um macho.

Eu estava fora da realidade, um tipo de sonho mais real que a realidade, Felipe deu no outro lado da minha cara, me beijou e disse que esse gosto bom em sua boca era sabor de pica. Deu orientações básicas e mostrou como ele fazia o marido dele se contorcer de prazer, me deu espaço e eu acho que fiz tudo errado, Marcelo disse para eu fazer o básico, era a primeira vez de seu boqueteiro (eu), haveriam outras vezes, que eu aproveitasse com calma, lambi como se fosse um picolé, ele aprovava com um sorriso, Felipe bate com aquele pau branco na minha testa, eu tendo dois, um claro e um escuro, pensei se seria inapropriado pedir que me fodessem já naquele momento, Marcelo disse que iam me fazer evoluir até merecer receber as picas deles no cuzinho, implorar e agradecer, eu sorri, eles podiam abusar de mim como o amigo deles era abusado no vídeo que ainda rolava. Ambos ficam de pé e me mandam abrir bem a boca porque iam fazer ela de boceta.

Mamei. Ouvi eles me autorizarem a chamar eles de meus machos, meus donos e meus senhores, eu não lembrei que na prática sou casado, eles perguntam se eu queria ser o escravinho deles e servir meus senhores em troca de nada, eu iria sentir alegria e propósito ao realizar as vontades deles, iria servir de esporro e de depósito de porra, deram cusparadas em meu rosto e me mandaram recolher e engolir, lamber seus pés, prometeram respeitar meus limites, exigiram fidelidade absoluta, obediência total e sinceridade sempre, mas eles nunca me deveriam as mesmas coisas. Puxado pelo cabelo fui erguido e beijado, mordido e lambido por ambos, esperavam uma resposta e eu disse sim. Nem lembrei que era casado. Eles lembraram.

Mandaram eu ajoelhar para tomar meu leitinho. Eles estavam lindos vistos de baixo pra cima, abri a boca estirei a língua, Marcelo foi o primeiro, foram quatro dentro de minha boca, o gosto era como eu esperava, mas a textura, a viscosidade… me deu ânsia, ele percebeu, mas foi benevolente, disse que eu ia adorar depois da terceira ou quarta vez, desta vez não fui punido, embora merecesse, depois foi Felipe, o gosto era diferente, mais líquida e em maior quantidade, claro que saboreei bochechando de um lado para outro na boca e depois engoli, lambi o cacete de ambos deixando limpíssimos, limpei os respindos em suas pernas, lambi seus pés onde por desleixo meu deixei que a porra deles caisse, lambi o chão. Sentaram e me puseram em seu colo, ora sendo mimado por um, ora por outro, ambos apertando meus mamilos com muita força e depois chupando meu peitinho dolorido, Felipe repassa as regras, eu concordo, depois de ele me beijar ele diz que talvez me aceitassem como putinho exclusivo deles, ressaltam que se eu for infiel, vou morrer na porrada, aceito; o convite não se estende a Tina. Como? Dois dias pra pensar. Só estão pensei que sou casado.

16. Dia 17 (quinta) - Marcelo

Estamos dormindo no nosso apartamento pela primeira vez, só meu marido e eu, um espaço para dois, pensado e executado para dois, Felipe disse que a gente tinha de mudar o mais rápido possível, sem cortinas, sem conforto, assim que montaram o guarda-roupas e chegou a cama… ele até aceita usar a casa alugada como apoio, mas para ele já estava excelente, um lugar para preparar a comida, banheiro organizado e quarto também, chega, todo o resto vem com o tempo.

Comi Felipe de pé na varanda, apoiado no vaso sanitário do banheiro social, deitado com a barriga pra cima no chão da cozinha, ele me empurrava e dizia para eu sair, queria que eu o comesse em todos os cantinhos, chupava meu caralho, me beijava e perguntava se eu ia gostar de foder seu rabo por toda a vida. Eu mordia a orelha dele, o beijava como dava, ele de olhos fechados e sorriso aberto, deitado com a barriga para baixo no vazio total de nossa sala, ele dizia que ia sentir falta desse vazio em nossa casa, dava pra ouvir o eco de nossa respiração, dos gemidos que escapavam.

Felipe piscava o cu em minha rola, girava o quadril como se estivesse usando meu pau para misturar algo dentro de seu cu, depois facilitava tudo e empurrava o quadril pra frente e pra trás como se fodesse o chão, eu sei o que ele ia falar e tampei a boca dele com força, empurrei fundo meu caralho dentro, gozei, cada esporrada dentro dele veio com uma dor em mim, disse que nunca amei tanto alguém assim, que eu podia suportar tudo o que ele fizesse, traições, humilhações, dor, ser seu mascote, um fardo, mas não me deixasse, nunca ficasse muito tempo sem me beijar, sem dizer que gosta de mim, mesmo que fosse mentira, que ficasse comigo por misericórdia, por pena, mas não me abandonasse jamais, ele sentiu minhas lágrimas em seu rosto, caindo dentro de seu ouvido e amplificando o silêncio.

Alguns anos de minha vida com Helena foram ruins, a maior parte da vida de Helena comigo foi péssima, exceto por sua doença, nunca uma necessidade dela veio antes de uma vontade minha, ela esteve casada comigo por tanto tempo por nossas filhas, por um certo comodismo dela, talvez medo de não conseguir se sustentar sozinha como sua mãe não conseguiu, por vergonha de admitir para as pessoas que viam o casal perfeito que eu a frustrava, que ela poderia ter sido mais que apenas uma esposa e mãe, menos mulher ao longo da vida, também para não me frustrar, eu nunca havia sido leviano, irresponsável ou violento, que mesmo nos piores momentos eu sempre havia sido seu melhor amigo, um amigo que não a ouvia.

Falei esse desabafo dela, de minha ex mulher para meu atual marido, ele se vira um pouco e percebo que ele também havia gozado, diz que tem medo de me perder aparentemente tanto quanto eu tinha de perdê-lo, ele diz que mesmo em nosso maior afastamento era um ao outro o que tínhamos, e vamos morrer tendo um ao outro, e lá do outro lado quem chegar primeiro espera pelo outro de pau duro. Ele não me deixa levantar, diz que estava procurando um trabalho pra mim, diz que eu estava muito dona de casa. A gente fica se olhando, ele ri quando lembra como foi a reação de Eloi quando Cristina disse estar grávida de quase quatro meses, que o pai da sua filha era o chefe de Eloi, e que a raiva de seu chefe era porque Cristina só queria se separar do seu namorado/amigo quando ele estivesse bem, e de joelhos lambendo a porra que caiu parecia que ele estava bem.

Ele tentando arrumar desculpas, ela dizendo que só aceitou namorar com ele porque ele é gay, mas o macho dela, o que estava prometendo abandonar ela se ela não se desvencilhasse de Eloi, estava a caminho, estava vindo conversar com ele. E veio, falou que estava noivo, rompeu o noivado porque Tina não era puta dele, sabia que Eloi nunca tocou nela por conta da religião e tudo mais. Eloi sorriu de cantinho e disse que esse detalhe ele podia deixar escondido de todo mundo, o chefe e futuro pai, inflou o peito e concedeu esse favor. Mulher é tudo piranha. Recordar isso fez nós dois morrermos de ris, nós beijando, nossa primeira noite na nossa casa.

A terça foi com uma folga de Eloi no trabalho, a gente iria passar no casebre de fundo de quinta onde ele se protegiam do frio, aquilo não é lar, e nunca seria morada, ele disse que estava nesse trabalho havia pouco tempo, de vez em quando ficava desempregado, então… economizava sempre para ter reserva e não passar necessidade. Ok, mas fomos a uma clínica de depilação, agendamos para sábado a depilação da pitoquinha e do cu dele, passei o dia com ele, ensinei como ele iria manter o cuzinho sempre limpinho e pronto para seus machos, eu mesmo depilei Eloi, passei a lâmina ao redor de seu cuzinho e na sua virilha, no seu pauzinho, gravei para Lipe se deliciar, pela entrega e confiança total que ele deu seu corpo à lâmina de barbearia que usei nele… mereceu um boquete, da metade para o fim fiquei dando uns beijinhos nele, punhetando ele e mandando ele agradecer se estivesse gostando, encostei meu dedo nas suas preguinhas e ele esporrou em todo lugar, fiz cara de pouco contente, disse que ele ia ter de ser domesticado e controlar o gozo e só gozar quando eu deixasse, duvido que alguém consiga, mas ele crê, chorou envergonhado, umas lagrimazinhas e eu aproveitei para mandar ele lamber aquela porra de moleque em mim.

Ele fez detestando o próprio gosto, depois que sentei mandei ele deitar com a barriga em minhas pernas, comecei a dar palmadas em sua bunda, dei quarenta, fiz ele contar em voz alta, depois vendo a bunda toda marcada dele, me senti mais poderoso do que sou, passei meu rosto naquela bunda, abri e lambi, chupei e beijei seu anelzinho, ele em êxtase, pedia para apanhar mais, eu disse que se ele estava debochando da minha capacidade de decidir quando começar e parar com sua correção era bom me falar, o pânico, ele me chamando de mestre e senhor, dizia que o perdoasse, eu disse que se ele fosse um bom garoto meu marido ia deixar ele lhe dar um banho quando chegasse, e ele ia deixar meu homem, limpo e perfumado para mim, o veado só de pensar nisso fica nervoso, quer gozar, proíbo que pegue no pauzinho, ele se contorce e o cu pisca enlouquecido.

À noite vamos ver um estúdio de Pilates perto de nosso apartamento, a dona não quer mais convencermos o instrutor a nos atender à noite, três, assim conhecemos Nino, garoto legal. A primeira aula foi ótima e saímos para comer um sanduíche, inclusive com o professor. Falei no ouvido de Lipe para a gente juntar nosso putinho com o veadinho do Pilates, ele abriu o sorrisão. Isso ia prevenir um problema posterior, Eloi apegado a gente e a gente à ele, ele deve continuar nosso, mas não o tempo todo, o tempo todo sou de meu marido e ele, meu.

Felipe estava cansado, adorou o sofá que comprei, ainda estamos pensando se vamos ou não termos televisão e onde colocaríamos, ele se vira e diz que quer me sentir novamente, mas mais eu, mandão e violento, bem milico. Detesto ser chamado de milico, a gente se beija, o beijo vai de bicotinhas nos lábios, a chupões na língua daquele safado, mordida no lábio, minha pica o invade, estou quase sentado e ele com os pés em meu peito. Ele sabe que o amo.

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