Minha namorada, Daniela (20 anos), era bem dada com as pessoas, com frequência fazia amizades muito fácil. Se a pessoa tivesse o papo certo, se batesse o santo, ela se abria, às vezes, até demais. Já eu, Marcelo (25 anos), era mais na minha, até tinha facilidade para amizades, mas nem se comparava a ela.
A questão era que Dani não era somente comunicativa, era, muitas vezes, permissiva. Muitas pessoas acabavam sacando essa característica e viam uma chance pra tirar proveito, uma casquinha que fosse, porém, em alguns momentos, isso ia além.
E não faltavam motivações, pois minha namorada era uma cavala: coxas grossas, seios realmente fartos, uma baita duma raba grande, redonda e durinha, e um rosto bonito, emoldurado por um cabelo castanho ondulado com mechas loiras. Acrescente algumas tatuagens, roupas eventualmente provocantes e pronto: todo mundo queria comer a boazuda ou qualquer aproximação que fosse possível.
No começo, eu ficava incomodado, inseguro, com ciúmes, mas com o tempo, esses sentimentos foram se misturando com outra coisa, comecei a sentir tudo isso misturado a um prazer, uma excitação, minha mente começou a viajar, eu desenvolvi uma vontade de ver minha namorada sendo tocada, beijada, lambida, chupada, fodida.
Comecei a falar sobre o assunto, ela parecia se animar com a ideia, mas sempre deixava meio no ar, não dava pra saber se toparia ou não, perceptivelmente sua criação moralista por uma família religiosa fez com que ela tivesse certas travas quando se tratava de assumir suas vontades e fantasias, mas aos poucos as conversas, os sorrisinhos e olhares devassos, me fizeram entender que ali dentro da Dani, tinha uma verdadeira piranha, mas que eu precisaria incentivar e ajudá-la a pôr pra fora esse lado reprimido que estava louco pra se libertar.
Comecei a sair mais pra festas, bares e baladas com ela, também a incentivei a começar a sair sozinha. E logo os resultados do “investimento” começaram a aparecer.
Certa vez, decidimos de última hora fazer uma viagem, era um trajeto longo, com algumas paradas na estrada, um tipo de excursão e, como tínhamos deixado pra comprar as passagens no último instante, acabamos chegando quase na saída do ônibus e ficando em poltronas separadas. Ela ficou numa poltrona em uma janela e eu fiquei numa poltrona de corredor na fileira oposta, um assento para trás, tendo assim uma visão diagonal dela. Era tarde no momento da saída do ônibus de uma noite quente de verão, Daniela estava usando um vestido de alcinha preto com estampa de flores, soltinho, curtinho e bem decotado. A roupa era provocante, destacava sua raba grande, suas coxas opulentas e seus seios generosos que tanto de frente, como na lateral do vestido ficavam, em boa parte, à mostra. Inevitavelmente despertou olhares de alguns passageiros quando entrou, principalmente do cara que ocupava o assento ao lado do dela. Este teve que se encolher para que ela passasse e se sentasse. Ela teve que passar com a bunda enorme praticamente na cara dele que imediatamente ficou estupefato com o calibre da potranca.
Como ficamos separados mantínhamos contato pelo whatsapp, o ônibus já estava todo escuro, somente a luz dos postes da estrada iluminavam o interior, notei que o passageiro do lado começou a puxar papo com minha namorada. Se tratava de um cara chamado Nelson, branco, barba no estilo cavanhaque bem desenhada, cabelo na régua, um corpo atlético, mas não exagerado. Tinha um jeito meio de pagodeiro pegador. O papo foi desenrolando animado, ouvia risos e cochichos. No whatsapp:
Eu: – Achou um amigo novo aí?
Dani: – Cê viu, tá todo comunicativo aqui. E mal consegue disfarçar que não tira os olhos dos meus peitos.
Eu: – Também, uns peitão desse, até eu. kkk
Dani: – Pois é, começou com uma conversa mole, agora tá quase que praticamente me xavecando.
Eu: – Olha que safado!
Dani: – Que que eu faço?
Eu: – Dá corda, vamos zuar um pouco com ele.
Dani: – Lá vem você com suas putaria. kkk
Eu: – Eu?! Magina!
Dani: – O safadinho já tá conversando colocando a mão na minha coxa! Como se fossemos super íntimos. Que descarado.
Eu: – Aposto que você tá gostando.
Dani: – Que nada.
Eu: – Fala a verdade. Sei que você é uma piranha.
Dani: – Ah, ele é bonitão…dá até um tesãozinho.
Eu: – Sabia, sua putinha.
Dani: – Eu sei que você gosta que eu seja uma vadia.
Eu: – Adoro.
Dani: – Agora, do nada, entrou uns papo aqui de sexo, o sujeito é cara de pau mesmo.
Eu: – Tem pinta de atacante.
Dani: – Tá falando que o pau dele é grande, que algumas mulheres nem aguentam. kkk
Eu: – Fala que quer pegar pra ver se é tudo isso mesmo.
Dani: – Você é safado demais. kkk Mas tá bom, vou brincar um pouco com ele aqui. Acompanha daí.
Sem que ele percebesse, Daniela colocou o celular em ligação de uma maneira que eu podia acompanhar a conversa:
Dani: – Então, seu pau é grande? Será que é mesmo?
Nelson: – Tô falando, a mulherada, quando vê, já pira. Quando senta então…
Dani: – Não sei…parece conversa pra impressionar.
Nelson: – Tô falando sério, pô.
Dani: – Então, deixa eu pegar pra ver se é isso mesmo.
Quando Dani falou isso, o carinha levou até um pequeno susto, ele acostumado a ser o “caçador” do rolê, não esperava aquela atitude dela, ficou levemente intimidado. Mas não perdeu a pose:
Nelson: – Demorou, pode pegar, então. - Disse desafiador.
Daniela colocou a mão no pau dele sobre a calça e começou a apertar meio que massageando, sentiu que tinha um tamanho bom, mas conforme ela o tocava, obviamente, o pau dele começou a ficar duro, e aí sim, ela pode perceber que era grosso e grande, exatamente como prometido na propaganda. Com essa ação, Nelson soube que Daniela era uma piranha, não pensou duas vezes e foi pra cima lascando um beijo, socando a língua dentro da boca dela ao mesmo tempo que encheu a mão nos seus peitos apertando-os com vontade. Os amassos foram evoluindo e Nelson desceu sua mão direita já enfiando dentro da calcinha de Dani por baixo de seu vestido, encontrou a buceta dela bem molhadinha e começou a dedar. Minha namorada começou a gemer baixinho, ficou difícil disfarçar o tesão. Ela fechava os olhos e levantava a cabeça, seu corpo se enrijecia, seu melzinho melava suas coxas e a mão do predador voraz sobre ela. Não resistiu e gozou penetrada pelos dedos do tarado, tendo espasmos maravilhosos. Em seguida, ele disse:
– Minha vez, vadia.
Colocou o pau pra fora puxando a cabeça dela pra chupar. Dani agarrou aquele pau grosso e começou a lamber a cabeça, depois foi chupando devagar até engolir tudo. Ela brincava com o pau do vizinho de poltrona, ora com lambidinhas ora com abocanhadas vorazes. Nelson ficou excitadíssimo, não demorou e acabou gozando, enchendo a boca da minha namorada de leite.
Foi o tempo exato antes da nossa próxima parada…
PS: obrigado por ler. Votem, comentem, deem sugestões e me ajudem a melhorar e ter mais ideias. :D
