Fazenda vaquinha manhosa - Armano prova a nova eguinha

Um conto erótico de ~
Categoria: Sadomasoquismo
Contém 1201 palavras
Data: 02/05/2026 23:00:02

Capítulo 2

Armano não podia reclamar de um trabalho que lhe oferecia todas as comodidades que um homem precisava, mulher à vontade, sem responsabilidade alguma, além de devolver no final do dia, podia descansar, e ainda recebia um bom dinheiro. O sujeito que trabalhava em um negócio como aquele só poderia sofrer se fosse veado, como não era seu caso.

Aquela eguinha nova, por exemplo, o padrasto havia dominado a bichinha de um jeito que a mulher viera o caminho quase todo sem remédio para dormir, viera de boa vontade. Segundo o padrasto, estava de vacina tomada, então Armano podia ficar a vontade para aproveitar bastante antes de entregar aos cuidados da fazenda.

Quando aquele belezinha começaria a procriar pelo menos um bezerrinho por ano, se fosse das boas parideiras, seria até dois por ano, ia ficar o bagaço em pouco tempo, o que era uma pena.

O homem avaliou a mulher. Era linda, nariz fino, olhos bem formados, verdes, cabeço fino embora estivesse cortado apenas com um “puxador” uma franja grande na frente como a crina de uma égua mesmo. O corpo liso macio ao toque fazia o pau da gente latejar só de tocar naquela carne tenra de mulher fresca, nova ainda. Ele havia deslizado a palma da mão desde o cuzinho dela até a boceta, e vira o estrago, estava bem larga. E, para espanto do peão, molhadinha!

Ele não podia resistir a levá-la para sua choupana que ficava a alguns quilômetros da fazenda central. E o patrão, o dono de tudo não importava que os funcionários usassem as eguinhas e vaquinhas, desde que já fosse maturadas, a lei da fazenda era muito clara: só podia foder as éguas já desmamadas e suficientemente graúdas para aguentar homem.

Armano era um dos responsáveis por manter essas leis bem frescas nas cabeças dos cuidadores que eram os que lidavam diretamente no trato das vaquinhas e eguinhas reprodutoras.

Armano colocou a eguinha no chão, colocou água em um pote, e ns pedaços de frutas em outra.

Aferrou a coleira dela ao gancho que tinha naparede da sala, e o trancou. Entrou no banheiro, tomou um banho, rápido e saiu pelado em direção a nova eguinha da Fazenda Vaquinha Manhosa, a vaquinha ficou olhando para seu pau, faminta!

Ele não demorou a dar o que olhos olhos dela tanto pediam, e se abaixou um pouco para que a cabeça da eguinha alcançasse seu pau, e fudeu aquela boca macia cravando até o fundo. Ela era treinada e engoliu de uma vez só, o peão quase gozou na mesma hora!

- Rameira de primeira linha!

Ele a pressionou contra a parede e segurando sua boca enfiou a rola até a garganta dela fodendo de cima para baixo. A moleca engasgou mais logo estava de boca aberta e língua para fora babando o queixo o peito. Que Armano apertava sem cerimonia, ele soltou a guia da eqguinha e a trouxe par o centro da sala, arregaçou as pernas da ninfeta e meteu a rola, segurando os pés da cachorra, e metendo a rola, movendo o quadril com força.

Ela gania gemendo com desenvoltura. O padrasto havia treinado bem aquela delícia. A safada estava com as tetas duras, e rebolava embaixo do seu homem, era um animal de primeira linha aquela cachorra!

Armano fodia como se não houvesse amanhã e a felação ecoava pelos quatro cantos da casa. Ele estava transpirando, enquanto fodia aquela xoxota engolindo seu pau inteiro.

Ele tirou o pau de uma vez e forçou para entrar no cuzinho dela, temendo que machucasse foi com mais calma mas a safada rebolou engolindo o caralho de Armano de uma vez só pelo cuzão que parecia uma segunda boceta. Ela gemia toda assanhada a pele arrepiada.

Ele estapeou a cachorra, e continou a fodê-la, segurando suas pernas, e deitando em cima dela, a cachorra direcionava o cacete de Armano que deslizava hora par dentro do rabo, hora dentro da xota.

Armano segurou os braços dela para trás e a colocando de quatro cravou mais uma vez a rola inteira dentro dela.

- Toma cachorra! Toma safada!

Ele não aguentou segurar e gozou dentro da boceta!

Era noite quando despertou e viu a putinha abaixada de quatro com a cara dentro do pote de água. O patrão dera sorte, aquela cachorra seria uma excelente escrava. Em nenhum momento a viu chorando de saudades do dono antigo.

Não falava uma palavra e obedecia sem qualquer questionamento, por um momento, Armano se perguntou o que se passava na cabeça daquela eguinha? Porque ela dera para ele como se não houvesse amanhã.

- Preciso concordar com o velho Barnabé, tem umas que nascem para isso mesmo - disse já sentindo o caralho engordar.

Mesmo com o pau duro, levou a eguinha para um banho, e depois a levou pela coleira para o lado de fora para que fizesse as necessidades. Ela era tão bem treinada que logo ficou de cócoras, mijou e defecou, esperando que ele desse o papel para ela se limpar.

Armano a colocou para mamar ali mesmo no tempo. A eguinha engoliu seu pau e não parou de mamar quando Armano começou a mijar na boca dela, que bebia tudo com desenvoltura.

Ele gozou mais uma vez, dessa na goela dela, e a colocou para dentro. Com o saco vazio mas ainda de rola meia bomba, deixou a eguinha descansar e foi preparar alguma coisa para comer. Avisou ao chefe que estava com a eguinha nova em casa ainda.

Armano lembrou das palavras de Hector e resolveu colocar a prova, veio com um naco de carne, e ofereceu a eguinha que recusou. Mas quando ele colocou no pratinho dela, cenoura cozida, batata e alfafa a animalzinho comeu tudo e depois deitou como uma cachorrinha mesmo, em cima das patas. Era lindo de se ver.

Ele assistiu um pouco de tevê e foi acordar a eguinha para trepar mais um pouco porque no outro dia, com certeza Barnabé, gerente da fazenda viria atrás da nova aquisição do chefe.

A fazenda que sempre trabalhou com reprodução estava enfrentando uma dificuldade as éguas nascidas em cativeiro, que nunca tinham visto nada nem ninguém além da fazendo, vacas e éguas cujas mães eram éguas e vacas, assim como elas há muitos anos já, estavam nascendo sem conseguir reproduzir. Os médicos que acompanhavam a fazenda, não sabia o por quê, o chefe então decidiu voltar a trazer éguas de fora, criadas por donos de fora.

Aquela seria mais uma das outras quatro que já estavam prenhas nas baias. Armano puxou a eguinha para o centro de suas pernas, e a colocou para mamar, ergueu os braços para trás da cabeça e curtiu a boca de veludo, se esforçando como se a vida dela dependesse daquele boquete.

Armano a colocou para cavalgar em seu pau e não se arrependeu, ela segurava no peitoral de Armano enquanto ele na cintura dela que se movia e quicava com vontade, arreganhando a boca e sacudindo as tetas!

Gozou fartamente dentro daquela xoxota sem conseguir resistir!

Ele dormiu no sofá mesmo e a cadela aos pés, no tapete, era manhã já quando levantou e colocou um café no fogo, assim que despejou no xícara, o buggy de Barnebé estacionou.

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