Professora Puta- O Sobrinho- Aniversário

Um conto erótico de Carla Professora
Categoria: Heterossexual
Contém 1907 palavras
Data: 24/05/2026 08:45:50

Matheus ainda estava com as mãos no meu cabelo, o pau meio mole saindo da minha boca devagar, um fio grosso de porra e saliva ligando meus lábios inchados à cabeça dele. Eu engoli o resto que tinha na garganta, sentindo o gosto forte e quente dele descer. Meu queixo e meus seios estavam melados. Eu olhei para cima, ofegante, e sorri.

Ele estava boquiaberto.

— Tia… você é louca… — murmurou, ainda recuperando o fôlego.

Eu me levantei devagar, limpei o canto da boca com o dedo e lambi. Não disse nada. Só passei por ele, saindo do quarto com as pernas trêmulas.

Mas aquilo não foi um erro isolado.

Duas semanas depois, Pedro me mandou uma mensagem curta: “Professora, consegui o estágio em Porto Alegre. Vou embora no fim de semana. Foi foda enquanto durou.”

Eu li a mensagem no banheiro, sentada na privada, e senti um alívio estranho. A adrenalina com ele e com a Lara tinha sido intensa demais. Arriscada demais. Eu precisava de algo mais… perto. Mais controlável.

E o Matheus estava ali. Dentro da minha casa. Dormindo no quarto ao lado. Tomando café na minha cozinha. Tomando banho no meu banheiro.

Ele virou meu amante.

Foi natural. Fácil. Perigoso pra caralho.

Quase todos os dias, quando o Paulo saía para o trabalho e as crianças estavam na escola, Matheus aparecia. Às vezes eu estava na cozinha lavando louça e ele simplesmente chegava por trás, levantava meu vestido e metia sem dizer uma palavra. Às vezes eu estava no quarto dobrando roupa e ele me jogava na cama. E eu deixava. Eu queria.

O que mais me viciou nele foi o pau.

O pau do Matheus era perceptivelmente mais grosso que o do Pedro. Mais encorpado. Mais pesado. Quando ele entrava em mim, eu sentia cada centímetro esticando minhas paredes, abrindo-me de um jeito que me fazia gemer mais alto do que eu conseguia controlar. Era uma sensação cheia, quase incômoda no começo… depois deliciosa.

Naquela tarde de quinta, por exemplo, eu estava sozinha em casa. Matheus chegou do treino, suado, entrou no meu quarto sem bater e fechou a porta.

— Tira a calcinha, tia — ele disse, já abaixando o short.

Eu obedeci. Tirei o vestido inteiro, fiquei só de sutiã, e me ajoelhei na frente dele como da primeira vez. Mas agora eu já sabia exatamente o que ele gostava.

Segurei aquele pau grosso com as duas mãos, lambi da base até a cabeça, e depois abri a boca o máximo que consegui. Ele segurou minha cabeça e empurrou devagar, mas firme. O grossor dele ainda me fazia engasgar um pouco no começo, mas eu relaxava a garganta e engolia tudo. Ele gemeu alto quando sentiu minha garganta apertando em volta da cabeça.

— Porra, tia… esse seu boquete é viciante… você chupa melhor que qualquer mina da minha idade.

Ele começou a meter na minha boca com mais força, usando minha garganta como um buraco. Eu babava, engolia, olhava para cima com os olhos molhados. Ele adorava isso.

Depois ele me virou de quatro na cama, abriu minhas pernas e meteu tudo de uma vez. O pau grosso dele me abriu inteira. Eu mordi o travesseiro para não gritar.

— Isso… toma esse pau grosso da tia… — ele grunhia, segurando minha cintura e metendo fundo. Cada estocada fazia meus seios balançarem pesados. — Sua buceta aperta tanto… parece que foi feita pra mim.

Eu gozei duas vezes antes dele. Quando ele estava quase lá, ele puxou meu cabelo, me fez virar o rosto e gozou de novo na minha garganta, segurando minha cabeça travada enquanto descarregava tudo.

Eu engoli tudo. De novo.

Depois, deitada ao lado dele na cama desarrumada, suada e com o gosto dele ainda na boca, eu pensei:

Isso é loucura. Ele é meu sobrinho. Mora na minha casa. Meu marido pode chegar a qualquer momento.

Mas eu não conseguia parar.

Era fácil demais.

E o pau dele era grosso demais.

Era o aniversário de 24 anos do Matheus. Ele estava morando conosco há quase um mês e meio, mas o Paulo vivia repetindo que “isso é temporário, ele não mora aqui de verdade”. Quando eu comentei, animada, que queria dar um presente bem especial para o meu sobrinho, meu marido franziu a testa e disse seco:

— Não exagera, Carla. Ele não é filho nosso. Um jantar já tá bom.

Eu sorri por fora, mas por dentro senti uma pontada de rebeldia. Queria dar algo que o Matheus nunca esquecesse. Algo que combinasse com o que nós dois vínhamos fazendo escondido quase todos os dias. Algo proibido. Algo delicioso.

E foi aí que me lembrei da Júlia.

Desde que o Pedro mudou de cidade, eu não tinha mais tocado nela. A última vez tinha sido uma tarde louca na sala 312, com ela lambendo minha buceta enquanto o Pedro me fodia por trás. Depois disso, silêncio. Mas eu guardava o número dela. E sabia que ela ainda me queria.

Na tarde do aniversário, enquanto o Matheus estava no treino, eu mandei uma mensagem curta para ela:

“Júlia, preciso de um favor enorme e secreto. Motel Paraíso, quarto 17, às 19h. Quero te dar de presente pro meu sobrinho. Você topa ser a surpresa dele? Ninguém pode saber.”

A resposta veio em menos de um minuto:

“Professora… tô molhada só de ler. Vou estar lá. Nua se você quiser. 😈”

Meu coração disparou. Eu estava cruzando mais uma linha. Mas o tesão era maior que o medo.

Às 18h40 eu chamei o Matheus na cozinha.

— Amor, o Paulo e as crianças vão jantar fora hoje. Eu queria te dar um presente especial de aniversário… mas tem que ser agora. Confia em mim?

Ele ergueu a sobrancelha, aquele sorriso safado aparecendo.

— Tia… o que você aprontou?

— Só entra no carro. Eu dirijo.

Dirigimos em silêncio até o Motel Paraíso — o mesmo que eu usava com o Pedro. O mesmo quarto 17. Estacionei, entreguei a chave magnética para ele e disse baixinho:

— Entra primeiro. Eu vou logo atrás.

Matheus abriu a porta do quarto e parou no meio do caminho.

A luz era baixa, vermelha, exatamente como eu lembrava. E lá, sentada na beira da cama king size, completamente nua, pernas cruzadas, cabelos soltos e um sorriso malicioso no rosto… estava a Júlia.

— Parabéns, Matheus… — ela disse com a voz doce e safada. — Sua tia me contou que você merece um presente bem gostoso hoje.

Ele virou o rosto para mim, olhos arregalados de choque e tesão.

— Tia Carla… você… trouxe uma mina pra mim?

Eu fechei a porta atrás de nós, passei o trinco e sorri, sentindo minha calcinha já encharcada.

— Não é qualquer mina, querido. É a Júlia. Minha aluna. E ela já sabe exatamente como eu gosto de ser usada… e como você gosta de usar.

Júlia se levantou devagar, caminhou até ele e passou a mão no peito largo do Matheus.

— A professora me contou que seu pau é bem grosso… — murmurou ela, olhando para baixo. — E que você adora foder a boca dela até o fundo.

Matheus olhou para mim mais uma vez, incrédulo, depois para ela. O volume na calça dele já estava enorme.

Eu me aproximei por trás, encostei meus seios nas costas dele e sussurrei no ouvido:

— Hoje é seu dia, Matheus. Pode usar nós duas do jeito que quiser. Eu sou sua tia puta… e ela é o presente que eu escolhi pra você.

Ele respirou fundo, segurou o rosto da Júlia com uma mão e me puxou pelo cabelo com a outra.

— Caralho, tia… você é mais safada do que eu imaginava.

E ali, no mesmo quarto onde o Pedro me transformou, eu sabia que o aniversário do meu sobrinho estava só começando.

Matheus fechou a porta do quarto 17 e ficou parado ali, olhando para nós duas. Eu atrás dele, ainda vestida, e a Júlia completamente nua, sentada na beira da cama com as pernas ligeiramente abertas, já molhada só de expectativa.

Ele não disse quase nada. Só respirou fundo, puxou o zíper da calça e tirou aquele pau. Meu Deus… mesmo depois de tantas vezes, ainda me impressionava. Grosso, pesado, veioso, a cabeça grande e rosada brilhando. Bem mais grosso que o do Pedro. Parecia quase impossível caber inteiro em qualquer lugar.

Júlia arregalou os olhos e soltou um gemido baixinho só de ver.

— Caralho… que pau grosso… — murmurou ela, já se aproximando de joelhos. — Faz mais de dois meses que eu não fodo direito. Tô louca, Matheus… por favor…

Ele não respondeu com palavras. Segurou a cabeça dela com as duas mãos e enfiou o pau direto na boca da Júlia. Ela abriu o máximo que conseguiu, mas o grossor dele fez suas bochechas estufarem. Matheus começou a foder a boca dela com força, estocadas profundas, usando a garganta dela como um buraco. Júlia babava absurdamente, olhos lacrimejando, mas não parava de gemer e de empurrar o rosto contra ele, desesperada.

Enquanto isso, ele me puxou pelo cabelo e me colocou ao lado dela. Alternava: metia na boca da Júlia, depois tirava todo molhado de saliva e enfiava na minha garganta. Eu já estava treinada, relaxava e engolia quase tudo, mas ainda sentia aquela pressão deliciosa do grossor dele abrindo minha boca.

Depois ele nos colocou as duas de quatro na cama, lado a lado, bundas empinadas. Primeiro meteu na Júlia. Eu vi o momento exato em que a cabeça grossa abriu a buceta dela. Júlia soltou um grito abafado, o corpo inteiro tremendo.

— Ai meu Deus… tá me abrindo toda… que grossura… faz tanto tempo… me fode, por favor… me arromba…

Matheus segurou a cintura dela e meteu fundo, estocadas pesadas, o pau grosso entrando e saindo com um barulho molhado obsceno. Cada vez que ele saía, a buceta da Júlia ficava aberta, vermelha, brilhando. Ele alternava: tirava dela e enfiava em mim. Quando entrava em mim, eu sentia cada centímetro me esticando, me enchendo completamente. Era uma sensação cheia, quase dolorida de tão grossa, mas viciante.

Ele fodia uma enquanto a outra esperava, empinada, pingando. Dava tapas fortes nas nossas bundas, alternava o ritmo, metia devagar e fundo ou rápido e bruto. Júlia estava descontrolada, rebolando contra ele, gemendo alto:

— Me usa… usa nós duas… eu precisava tanto de um pau grosso assim…

Ele não avisou nada.

De repente, ele puxou o pau da buceta da Júlia com um som molhado, segurou a cabeça dela com as duas mãos e enfiou tudo até o fundo da garganta dela. Júlia arregalou os olhos, mas aguentou. Matheus gozou forte, o corpo inteiro tenso, descarregando jatos grossos e quentes direto na boca e garganta dela. Ele segurou a cabeça travada, não deixando ela escapar nem um centímetro, enchendo-a toda.

Quando finalmente tirou, o pau ainda latejando, a boca da Júlia estava cheia, os lábios inchados, um fio branco escorrendo pelo queixo.

Sem limpar nada, ela virou para mim, segurou meu rosto com as duas mãos e me deu um beijo profundo, safado. Empurrou toda a porra quente do Matheus direto para a minha boca. Nossas línguas se enrolaram, misturando o gosto dele, a porra escorrendo pelos cantos dos nossos lábios enquanto a gente se beijava como duas putas viciadas.

Matheus ficou olhando a cena, o pau ainda meio duro brilhando de saliva e porra, respirando pesado.

Eu engoli o que ela me passou, lambi os lábios dela e sorri para ele, a voz rouca:

— Feliz aniversário, meu sobrinho… espero que tenha gostado do presente.

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