Eu e meu irmão capítulo 3

Um conto erótico de Scltwtch
Categoria: Crossdresser
Contém 1150 palavras
Data: 24/05/2026 11:49:17

manhã seguinte amanheceu com aquele sol quente do Rio de Janeiro entrando pelas frestas da janela, deixando o quarto claro bem cedo. O despertador tocou no horário de sempre para ir para a escola, mas nenhum dos dois se mexeu para levantar. Na verdade, nenhum de nós tinha a menor intenção de pisar para fora de casa naquele dia, sabendo que a nossa mãe só voltaria à noite.

​O silêncio do café da manhã na cozinha estava pesado, carregado de uma eletricidade que fazia a pele arrepiar. O Rafa estava sentado na mesa, vestindo apenas uma bermuda leve de tactel, sem camisa. Eu estava só de cueca samba-canção, pegando a garrafa de café. A gente se olhava de soslaio, mas ninguém tinha coragem de puxar o assunto da noite passada de forma direta. O tesão ainda estava ali, intocado, pulsando entre a gente.

​— Tu não vai pro colégio não, cara? — perguntei, quebrando o silêncio com a voz ainda meio rouca de sono, enquanto sentava na cadeira da frente.

​O Rafa deu um gole no café, olhou para o meu peito e depois desceu o olho rápido para o volume da minha cueca, que já dava sinais de acordar também.

​— Vou não, mano. Perdi a hora... e o pique. E tu? Vai meter o pé? — ele perguntou, com um sorriso de canto que entregava tudo.

— Também vou ficar por aqui. Minha mente tá em outro lugar hoje — respondi, cravando o olho direto no dele.

​O Rafa engoliu em seco, remexendo-se na cadeira. A bermuda de tactel dele, por ser fina, não conseguiu disfarçar: o pau dele começou a empinar ali mesmo na mesa, marcando o pano. Ele percebeu que eu notei e, dessa vez, não tentou se esconder com almofada nenhuma.

​— Lucas... — ele começou, a voz bem mais baixa, quase um sussurro. — A gente vai fingir que não aconteceu nada no quarto?

— Depende do que tu quer, Rafa. Tu quer esquecer ou quer que eu te ensine o que tu tava tentando fazer sozinho ontem? — joguei direto, perdendo o filtro de vez.

​O moleque ficou tenso, mas os olhos dele brilharam de puro desejo. Ele largou a xícara na mesa, a respiração já mudando de ritmo.

​— Tu fala muito, mano... Mas ontem tu tava quase rasgando a cueca só de me olhar — ele rebateu, a provocação saindo carregada de safadeza.

— Porque eu queria ver de perto, porra. E tu sabe disso. Ficou lá na porta se exibindo por quê?

​A provocação do Rafa na mesa da cozinha foi o estopim para o negócio virar safadeza pura. Eu achei que, por ser o irmão mais velho e ter o corpo mais parrudinho, eu é que ia ditar as regras e mandar nessa porra. Mas o Rafa, mesmo sendo dois anos mais novo, travou o maxilar, me olhou de cima a baixo com uma cara de puro desejo e assumiu o controle de vez, cagando para quem nasceu primeiro.

​Ele deu a volta na mesa com passos primitivos e firmes, grudou a mãozona no meu ombro com força e me empurrou para baixo, sem dó.

​— Desce, Lucas. Fica de joelhos aí no chão e chupa o meu pau agora, caralho — ele mandou, com a voz grossa, bem mandão, me deixando sem ar.

​Eu caí de joelhos no chão frio da cozinha, olhando direto para aquela bermuda dele. Sem perder tempo, o meu irmão mais novo meteu a mão no elástico do tactel e da cueca e arrancou tudo para baixo de uma vez só, jogando no chão. O pauzão dele saltou para fora com tudo, completamente ereto, uma pica grande, comprida, bem mais clara que o resto do corpo, cheia de veias grossas saltando até a cabeça que já estava vermelha e vazando muito líquido de tesão, tudo cercado por aquele pentelho preto e cheio na base.

​O Rafa deu um passo para frente, batendo a pica na direção da minha cara, e rosnou:

​— Abre a boca, porra. Abre e engole tudo.

​Eu enfiei o pau dele todinho para dentro. O Rafa soltou um gemido alto, um "caralho..." que ecoou nos azulejos da cozinha, e meteu as duas mãos na minha nuca, ditando o ritmo. Ele começou a socar o pauzão na minha boca com vontade, enfiando aquela pica grossa até o fundo da minha garganta, me fazendo quase engasgar enquanto o cheiro de porra e de suor da manhã tomava conta de tudo. O pau dele entrava e saía da minha boca fazendo um barulho molhado de carne com carne que só deixava o moleque mais maluco.

​O Rafa estava quase delirando de tanto prazer, com as pernas magras e definidas tremendo, mas ele não ia deixar a porra cair ali. Ele me puxou pelo cabelo com força para cima, me obrigando a levantar do chão.

​— Puta que pariu, Lucas... Para, senão eu vou gozar na tua boca agora e eu quero te foder — ele disse, com a respiração totalmente cortada, o pauzão branco e babado balançando entre nós.

​Foi aí que o meu irmão mais novo resolveu agir de vez, sem perder tempo com enrolação. Ele me puxou pelo braço com força, me virou de costas e me empurrou para cima do balcão da cozinha. Apoiei as duas mãos no mármore frio, ficando com o rabo totalmente empinado na direção dele.

​Sem falar nada, o Rafa meteu as duas mãos no elástico da minha samba-canção e arrancou ela para baixo de uma vez só, me deixando completamente nu da cintura para baixo. Quando o pano caiu, a minha bunda grande ficou totalmente exposta. Por ficar sempre de roupa, a pele do meu rabo era bem mais clara, quase branca, contrastando com o resto do meu corpo pardo, e o Rafa ficou encarando aquela carne firme, completamente lisinha.

​Ele deu um tapa estalado em uma das minhas nádegas, fazendo a carne tremer, e logo em seguida se abaixou. Senti o hálito quente dele colando no meu rabo e, de repente, a língua do Rafa veio com tudo, dando uma lambida molhada e profunda bem no meio do meu rabo, subindo pelas minhas nádegas.

​Eu soltei um gemido alto de tesão, um som frouxo que ecoou pela cozinha inteira. As minhas pernas vacilaram e eu apertei o mármore do balcão com tanta força que as pontas dos meus dedos ficaram brancas. O Rafa continuou ali embaixo, enfiando a língua com vontade, chupando o meu rabo de um jeito tão profissional e gostoso que um pensamento rápido passou pela minha cabeça no meio daquele transe: Caralho, onde foi que o meu irmão mais novo aprendeu a fazer isso tão bem? Será que ele já fez isso com outra pessoa?

​Mas eu não consegui pensar por muito tempo. O prazer era tanto que eu só conseguia rebolar a bunda contra a boca dele, gemendo alto e implorando por mais, enquanto o pau dele continuava duro e latejando, raspando na minha coxa, pronto para rasgar tudo.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Scltwch a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.
Foto de perfil de ScltwchScltwchContos: 3Seguidores: 4Seguindo: 4Mensagem Sempre fui amante de contos desde de muito novo e resolvi escrever os meus próprios. Aceito sugestões no meu telegram: @scltwtch

Comentários