A história que vou contar começou em 2025, é longa e é real (não vou colocar a localização, e os nomes não são reais porque não quero expor ninguém).
Meu nome é Pedro, tenho 30 anos, branco, 1,95cm, cabelo bem moreno, olhos castanhos e uma barba razoavelmente cheia (barba de macho). Faço esportes (futebol) e por isso tenho um corpo padrão, além de fazer academia. Namoro uma mina faz 3 anos, Flávia, ela é muito gata, tem 24 anos, peitos pequenos e coxas grossas, religiosa, quer casar e por isso as fodas acontecem raramente, mas gosto demais dela. Sempre dou umas escapadas por causa disso, vocês sabem como é.
Sempre fui predador, tenho 23cm de pau, grosso e veiudo, inclusive, minha namorada reclama muito disso e nem cogita dar o cuzinho, mesmo depois do casamento e isso me deixa frustrado demais. Além disso, tenho um fetiche incontrolável em pegar aqueles machinhos marrentos, de preferência héteros casados ou que namoram com mulher, pra fazer de fêmea, eles são os mais gostosos, fazem muito cu doce, mas no momento que a pica entra, viram mulherzinha na hora.
Eu pegava um ou outro, mas eram caras que já tinham dado pra outros. E eu sempre tive um desejo incontrolável de transformar um macho de verdade em fêmea, e isso aconteceu ano passado de uma forma muito inusitada, e eu vou contar pra vocês.
Eu tinha um amigo, que a gente se conheceu na academia em 2021, o cara era firmeza demais, gostava de futebol, era gente fina no papo, tinha presença e pegava muita mina gata, curtia churras com os amigos, vivia de resenha, machão mesmo e sem frescura nenhuma. Ele só tinha um problema, nunca tomava banho com a gente no vestiário depois do fut, mas isso também nunca me fez desconfiar de nada. Vou contar um pouco sobre a aparência dele, ele se chama Rafael, advogado, tem 27 anos, branco, 1,65cm (bem menor que eu), cabelo castanho claro, barba rala, ele não é muito sarado e não é gordo e nem magro, e tem um detalhe que é impossível de não reparar, ele tem um rabo enorme, que inclusive já foi assunto em resenha de amigos.
Eu trabalho como engenheiro, e tudo começou porque o Rafa (chamava ele assim), decidiu ficar noivo no ano passado de uma mina que ele estava namorando há uns 2 anos, ele não queria, mas ela insistiu muito e ele só aceitou. Desde o começo da nossa amizade ele tinha fama de pegador, mas nunca parou com ninguém, os caras até comentavam que ele pegava a mina uma vez e ela sumia e ele dizia que era coisa de pegador, que não repetia prato. Eu e os parça sabe como são essas coisas e acreditava nele. Só que depois dessa mina, ele ficou diferente, aceitava tudo que ela pedia, parou de ir nos rolês, enfim…
Um dia, ele me chamou no whats e disse que os dois compraram uma casa e queriam fazer uma reforma completa antes do casamento e queriam que eu fosse o engenheiro da obra. Detalhe, fui convidado para ser padrinho dos dois e é óbvio que aceitei na camaradagem, eu estava de férias e ele sempre lavou minha mão quando precisava de alguma coisa relacionada a advocacia.
A mina do Rafa é médica e vive em plantão, já ele, trabalha muito de home office. Eles se mudaram para casa nova e ele ficaria lá para acompanhar o projeto de perto, porque ela é muito chata com essas coisas. Marquei um dia para ir na casa ver o terreno e a estrutura dela, chegando lá, ele estava sozinho e falando com a mina dele pelo celular, ela cheia de exigências e tudo mais, como disse, chata.
A casa era enorme, e tinha muita coisa pra fazer, eu fui fazer uma visita para vistoriar tudo, eles queriam construir uma área grande e nova no fundo e derrubar um cômodo. O Rafa tava com um short branco, tipo pijama, diferente do que sempre usava no fut ou nas resenhas, acho que por estar em casa de boas, ele era pequeno e apertado, ficava praticamente agarrado nas coxas, dando pra ver o rabão dele inteiro quando ele ficava de costas.
E um detalhe que eu nunca tinha reparado por ele usar sempre shorts grandes e largos, é que a frente não tinha volume nenhum, zero, e ele quase não tinha pêlo nenhum, parecia uma mina rabuda de shortinho. Nunca tinha acontecido isso, mas eu comecei a sentir um tesão desgraçado e comecei manjar o rabo do meu parça. Eu não consegui prestar mais atenção em nada, ele andava na minha frente pra mostrar os cômodos e eu só reparava na bunda gigante dele, branca e balançando, quase rebolando e marcando o shortinho.
Por um momento, eu pensei: Pô, deixa de onda, ele é macho, tá com uma mina super gostosa, tu é padrinho do cara, deixa disso. O desejo passou, conversamos sobre a obra, o quanto iria gastar. Ele ligou pra mina dele, falamos de trabalho mesmo, até esqueci que há pouco tempo tava manjando o rabo do meu amigo. Ele me chamou pra uma breja, bebi umas 3 e isso já tinha passado uma 1hr mais ou menos, de repente deu uma vontade enorme de mijar e disse que ia no banheiro. O banheiro era perto da cozinha, dava pra ver ele todo de porta aberta, eu nem pensei, só entrei, abri o zíper da calça e tirei o pau pra fora e dei aquele mijão.
Quando olhei, o Rafa tava com a cara fixada, me encarando e eu fiquei sem reação. Dei risada e pedi desculpa, mas eu ainda não tinha colocado o pau pra dentro da calça. Ele continuou encarando, e aquilo mexeu profundamente comigo, pensei: Pô, macho de verdade não fica manjando assim. Será que ele é fêmea?
Decidi testar meu parça pra ver, e com o pau ainda pra fora, disse: - Que foi? Nunca viu um desse tamanho? Quer vir chacoalhar e guardar?
Ele riu sem graça e disse: - Lá ele! Tá me estranhando? Cavalo desse jeito, se eu for ai, vai querer me comer.
Falei rindo e um pouco sério: - Rabuda desse jeito, fica de 4 na minha frente que te transformo em fêmea e te faço gemer fino. Vem aqui pra você ver.
Ele ficou olhando com uma cara de pidão e não disse nada, aquilo me deixou louco, precisei chacoalhar o pau e guardar, senão ia ficar duro. Voltamos pra breja, mas a partir daquele momento, percebi que meu amigo tava diferente, ele começou a ficar esquisito, falava mais baixo e parecia constrangido com a minha presença.
A mina dele estava de plantão e só ia voltar no outro dia a noite, fomos pra sala e continuamos conversando. A gente estava assistindo e eu pedi para ele colocar no futebol, não sei se ele fez isso pra me provocar, mas ele se levantou para pegar o controle da TV que estava na parte de baixo do rack e quando ele se agachou para pegar, empinou o rabo todo. Ele praticamente ficou de 4, todo empinadinho, quando ele fez isso, o rabo dele praticamente engoliu o short e marcou tudo, dando pra ver que ele estava sem cueca, nessa hora meu pau ficou estalando de duro e eu não consegui mais controlar meu tesão.
Nessa hora, meu instinto de macho alfa já tinha decidido, eu ia fazer do meu amigo a minha fêmea, não importava o que isso me custasse, eu precisava transformar aquele rabo em cuceta.
Decidi soltar uma piada pra ver qual seria a reação dele: - Tira esse rabão grande de fêmea da frente da TV, pô!
Ele ficou muito sem graça, mal se impôs, tentou fazer pose de macho e disse: - Qual é? Vai tirar assim?
Falei: - Ué, ninguém nunca falou desse seu rabo grande e lisinho de mina?
Ele: - Ah, zoam de vez em quando, mas eu tiro onda com isso.
Levantei do sofá, ele estava todo empinado ainda, tirei toda coragem que tinha e dei um tapa bem no meio do rabo dele e disse: - Então relaxa minha rabuda, tira onda de fêmea.
Detalhe, minha mão é enorme e junto com o tapa eu dei uma apertada bem forte no rabo dele, minha mão pegou o meio da bunda e quase chegou no saco dele. Ele deu um gemidinho e aquilo foi a chave que eu precisava pra saber que ele seria minha fêmea e seria naquela noite.
Ele de 4 olhando para trás falou gemendo: - Você é tirão, né?
Eu falei: - Não, sou alfa.
Ele: - Eu também. (Falou manhoso e gemendo fino já)
Isso tudo, com a minha mão ainda cravada no rabo dele. Nesse momento, peguei o dedo indicador, alcancei a portinha do rabo da fêmea e comecei a esfregar bem forte forte.
Eu: - Sei kkk… (continuei com esfregando o dedo na porta do cuzinho dele)
Ele: - É que eu sou, é que... Ahhh, ahhhhhh, ainnn Pê....
Eu falei rindo: - Hmmmm... "Ainnn, Pê" kkkk.
Continuei esfregando meu dedo na portinha do cuzinho dele por cima do shorts uns 10min. Ele continuou de 4 na sala, com o rabo todo empinado e todo aberto para outro macho com os olhos fechados, do nada começou a rebolar e só gemia. Um gemido fininho.
Eu falei mandão: - Faz o seguinte, minha fêmeazinha rabuda, coloca no fut ai e vai buscar uma cerveja pra mim e pega um refrigerante pra você.
Ele me olhou fixamente. E eu só disse: - Vai agora! To mandando.
Tirei o dedo do mão do meio do rabo dele, ele se levantou, abaixou a cabeça e foi, trouxe a cerveja e o refrigerante, aí eu falei: - Abre e me dá. E o refri, você abre e coloca num copo pra você beber, só quem bebe na latinha aqui sou eu.
Ele foi na cozinha, pegou o copo, voltou pra sala e colocou o refri no copo. E uma coisa muito engraçada aconteceu, ele sentou do meu lado, quase colado. Tomou um gole e ficou me encarando.
Eu falei que estava com calor, tirei minha camisa e falei pra ele tirar a dele também, ele tirou todo sem graça. Ali já não existia mais um macho, mas sim uma fêmea pronta pra ser abatida e a partir daquele momento, meu parça já não existia mais, não era mais ele, agora era ELA e a minha fêmea (só chamei de ela no feminino a partir desse momento).
Queria humilhar ela e mostrar cada vez mais quem era o macho ali, estava igual um touro, louco de tesão, um predador total. Entrei no assunto de sexo, perguntei se sua noiva dava gostoso, se era boa de cama. E ela toda sem graça disse que sim. Perguntei como ela metia e ela mal sabia responder.
Fiquei com raiva e perguntei: - Porra, perguntei como se mete, como se mete na xotinha dela? Ela dá o cuzinho? Fala porra.
Ela: - Ela só dá a xotinha.
Eu: - Já fez ela gozar? Ter um orgasmo?
Ela: - Não.
Eu: - Saquei. Ruim de foda, né?
Meu pau estava trincando de duro a essa altura, babando e marcando toda minha calça, mandei ela ir buscar outra cerveja. Enquanto ela foi, coloquei num canal pornô da TV a cabo, ela chegou, abriu a cerveja e me deu, olhou pra TV e não disse nada.
Falei: - Ai, ó! Tem que assistir, pra ver se você aprende a fuder direito.
Ela ficou sentada do meu lado me olhando, enquanto eu olhava pra TV e via a mina do filme gemendo fino e dando pra um cara com 20cm. Saquei meu pau pra fora e comecei a bater uma, Rafa encarou a tora e ficou olhando vidrada.
Falei: - Já pegou num pau de macho verdade?
Ela: - Não. (Toda sem graça, falando quase miando)
Falei: - Pega! É grande e grossão, se vai gostar.
Ela: - Não, cara. Não faz isso.
Falei: Não faz eu perder minha paciência com você, tô mandando, pega!
Ela pegou. E um detalhe, meu pau além de grande, é muito grosso e como disse, ela sempre foi menor que eu, inclusive, a mão dela nem fechada em volta dele.
Ela me olhou com cara de manhosa e eu disse: - E aí, gostou? Brinca um pouco.
Ela ficou constrangida e disse: - Cara, sou noivo, tenho mulher, vou casar, você é meu padrinho, não faz isso, por favor (acho que foi o último suspiro do macho que existia ali).
Olhei pra ela e disse: - Levanta e fica de frente pra mim!
Ela levantou sem graça, quando olhei pro short, sem sinal nenhum na frente e ainda estava encharcado de pré-gozo. Sem pensar, abaixei o short dela e de repente vi a coisa mais gostosa do mundo, além de se depilar toda e ser lisinha, ela tinha um pau bem pequeno, bem pequeno mesmo, mole parecia menos que um dedinho, aquilo não era pau de macho de verdade, duro não devia passar dos 11cm e estava pingando pré-gozo, no escuro da sala não tinha visto, mas a fêmea já estava pronta para ser abatida.
Me levantei, olhei pra ela e disse: - Vou falar como as coisas vão ser a partir de agora e você vai escutar e aceitar.
Acho que ela pensou em falar algo, nisso, eu peguei e enfiei o dedo indicador no copo de refrigerante dela e num reflexo me aproximei, ela não teve reação nenhuma, quase colando nela, abri a banda do rabo gigante dela, procurei a portinha e enfiei o dedo dentro do cuzinho dela com toda força. Ela segurou na minha cintura e deu um gemido bem fino, daqueles de fêmea e ficou toda mole, aquilo me fez dominar ela de vez.
Só falei: - A partir de hoje, entre nós dois, não existe o Rafa e sim A Rafa? Tá entendendo?
Ela balançou a cabeça, grunhindo manhosa e eu continuei: - A partir de agora, você é minha fêmea, só minha, e eu sou seu dono e seu macho alfa, entendeu?
Ela mais uma vez gemeu fino e balançou a cabeça. Continuei: - Agora, você só se trata no feminino comigo, só faz coisa de mina, não quero saber de ouvir da sua mina, de futebol, de parça e nem nada disso. Aqui, eu mijo em pé e você sentada, sacou? E você só me chame de “Meu Macho” daqui em diante. Me responde uma pergunta, pelo o que parece com meu dedo atolado, você é virgenzinha, alguém já fodeu essa xotinha?
Ela respondeu: - Não, meu macho. Nunca tive nada com homem nenhum.
Eu: - Agora entendi porque não tomava banho no fut e nenhuma mina parava contigo. É rabuda, lisinha e do meu pau pequeno, nasceu pra ser fêmea, por isso ficou encarando seu macho dando mijão, né? Nunca tinha visto um pau de verdade. Isso que você tem no meio das pernas não pode nem ser chamado de pau, isso é um grelinho, não sobe e ainda se molha inteira de tesão só com o dedo enfiado no cu. Por isso ficou frouxo com a sua noiva, ela deve ser a única que aceitou ficar com uma fêmea igual você, aposto que ela só deve estar com você pelo dinheiro e deve te chifrar com algum macho de verdade por aí. Vamos fazer o seguinte, vem aprender a pegar num pauzão de verdade, mamar e agradar um macho alfa.
Me sentei puxando ela junto comigo, coloquei ela de quatro no meio das minhas pernas, o pau estava babando e estalando de duro.
Olhei pra ela e disse: - Abre a boca.
Aproximei o pau e coloquei um pouco do melzinho na língua dela e a mágica aconteceu, qualquer sinal de que um dia existiu um macho ali, sumiu. Ela abocanhou o pauzão e começou a mamar, e era aquela mamada grunhida, com gemidinho fino de fêmea, a coisa mais gostosa que já vivi na minha vida. O meu até então parceiro, de 4 com o rabo todo empinado pra cima, com o grelo pingando pré-gozo, estava com meu pauzão inteiro na boca, mamando igual uma bezerrinha.
Estendi minha mão e coloquei o dedo no rabo dela e comecei a esfregar, sem enfiar, ela gemia cada vez mais alto e mais fino, não aguentei e comecei a gozar igual um cavalo. Eu nem precisei dizer nada, ela ficou grunhindo fino com o pau todo na boca e bebendo tudinho, limpou tudo, foi nas minhas bolas e ficou lambendo.
Mandei ela levantar e falei: - Hora de te agradar e mostrar como uma fêmea sente prazer. Fica de quatro ai no sofá e empina bem esse rabo.
Ela ficou de quatro, empinou aquele rabo pra cima e eu cai de boca nele. Nesse momento ela se transformou, se tremia todinha, gemia, tentava falar as coisas e não conseguia formular uma palavra, aquilo quase me matou de tesão. Vi que ela nem tocava no pauzinho, ele estava mole e pingando pré gozo, peguei minha mão, e enquanto eu chupava e enfiava a língua na cucetinha dela, comecei a esfregar minha mão bem forte entre o saco pequeno e o cuzinho dela, sem tocar no pau dela. Fiquei assim uns 10 minutos, foi quando ela começou a tremer muito, apertar o cuzinho na minha língua e gritar dizendo coisas desconexas, quando percebi, ela tinha gozado sem se tocar e sujado o sofá inteiro de porra.
Olhei pra ela e falei: - Fêmea do caralho, nem precisou enfiar nada e já teve um orgasmo. Só precisava de um macho de verdade pra te estrear mesmo.
Ela ficou toda mole, e eu sempre fui bem mais forte e alto, peguei ela no colo de frente e levei pro quarto dela. No caminho, ela me olhava manhosa e tremia, lasquei um beijo longo apertando ela toda por uns 5min. Coloquei ela deitada na cama e disse: A sua noiva deixou alguma calcinha, saia curtinha, meias de seda ou fantasia de puta por aqui?
Ela: - Tá na gaveta de cima da primeira porta, meu macho. O que você vai fazer?
Nem respondi. Abri o armário e a primeira gaveta e vi uma fantasia, com calcinha branca, sainha curta e meia de seda, bem coisa de putinha. Voltei pra cama, peguei ela pelos braços, ergui e disse que ia vestir ela. Ela nem disse nada, só aceitou. Coloquei tudo, peguei ela com força, virei e deixei ela de quatro, meu pau estava duro feito pedra de novo e babando muito, dei uma pincelada na porta do cuzinho, deixando a calcinha que estava por cima melada, ela olhou pra trás e eu falei:
- Se tá pronto pra virar fêmea? Depois disso não tem mais volta. Você já gozou sem se tocar, depois que eu meter a minha tora gigante na sua buceta e encher você de gala, você vai ter o maior orgasmo da sua vida, vai melar a calcinha toda gritando feito putinha, e nunca mais você será o mesmo, nunca mais vai pensar em outra coisa a não ser dar pro seu macho, e eu serei seu dono pra sempre. Você vai casar com sua mina, mas quem vai tirar seu fogo na cama e foder sua buceta, será eu, e comigo, só usará calcinha fio dental branca e gozará sem tocar, como deve ser entre um macho e uma fêmea. Você quer isso mesmo, Rafa? (foi a última vez que chamei ele no masculino no particular).
Enquanto eu dizia isso, olhei pro rabo grande dela e sainha estava cobrindo uma parte. Afastei a calcinha de lado, e como um alfa, para não dar oportunidade dela nem sequer cogitar dizer um não, comecei a esfregar a cabeça do meu pau no cuzinho dela com muita força. Ela não dizia nada, só continuava olhando pra trás e gemendo manhosa. Eu comecei a esfregar a cabeça de cima para baixo cada vez mais forte, e ela só foi gemendo mais fino e mais alto, forçava a cabeça nessas idas e vindas e perguntava: - Vai, me responde, é isso que se quer?
Fiz isso umas quatro vezes, e na quinta já esfregando muito forte, disse alto e rígido: - Vai porra, me diz, é isso que se quer?
Ela olhou manhosa, babando de tesão pela boca e me respondeu quase miando: - Minha buceta tá coçando muito, eu to sentindo uma coceira muito forte lá dentro, acaba com essa coceira, por favor!
Interpretei aquilo como um sim, olhei e disse: - Hora de se despedir do homem que existiu em você, agora não vai ter mais volta, minha fêmea. Hora de levar trolha na buceta, gatinha.
Ela: - Por favor, eu preciso virar fêmea, eu preciso levar na xota.
Aquilo me deixou louco! Enfiei a cabeça no cuzinho dela de uma vez só. Ela de um gemido fininho e começou a se tremer todinha, cravei centímetro por centímetro da tora de 23cm na bucetinha dela, quando minhas bolas encostaram, eu atingi a próstata dela, ela se tremeu e deu o maior gemido de tesão daquela noite e eu disse: - Pronto, agora você tá cheia de pica e eu já atingi a sua próstata, o clitóris da sua bucetinha, a partir de agora você é fêmea.
Ela: - Por favor, tá coçando muito lá dentro meu macho. É uma coceira muito forte.
Eu enlouqueci de tesão, meus maiores desejos estavam acontecendo, só olhei pra ela e disse: - Vou acabar com sua coceira, meu amor.
Tirei ela da posição de quatro e deitei ela com o pau ainda cravado, virei e coloquei ela no meu colo, de frente para mim, me levantei e comecei a meter nela no meu colo e em pé. Eu estava usando toda minha força, metia igual um touro, suava muito. Comecei a falar:
- Tá gostando de levar na xota, amor? Você nunca foi macho! Pegava aquele monte de mina, mas não comia nenhuma, sempre esteve esperando um macho de verdade te mostrar o que é prazer. Toma na buceta sua puta, toma trolha grande e grossa.
Ela gemia cada vez mais fino, quase gritando e tremia cada vez mais. Aquilo estava me deixando louco, foi quando eu disse que ia gozar logo, quando falei isso, ela começou a gritar fino: - Meu macho, ainda tá coçando muito, minha xota tá coçando lá dentro, o que você tá fazendo comigo? Eu acho que eu vou, eu acho que eu vou…
Enquanto ela dizia isso, começou a virar os olhos e se tremer toda. E eu só metendo cada vez mais forte, quando vi, ela começou a babar pela boca, gritar bem alto e fino e eu senti minha barriga se molhar toda, olhei pra baixo e a frente da calcinha estava encharcada de gozo, eu não aguentei aquilo. O meu amigo, macho hétero, de academia, parça de futebol, pegador de mina, marrento e padrinho de casamento, estava no meu colo, de sainha, calcinha fio dental cravada e meia de seda, com uma trolha de 23cm enfiada no cu, todo brocha e gozando como uma fêmea, toda molhada e mole. Eu tinha acabado de realizar o meu maior fetiche.
Sem pensar em mais nada, como um animal, só falei: - Vou encher sua buceta de porra, porra de macho, porra de alfa, vou te engravidar sua fêmea, toma gagau na xotota, toma. E num golpe, segurei ela toda com força, e tive a maior gozada da minha vida, enchi a buceta dela de leite quente.
Naquele momento, o mais impressionante aconteceu, ela começou a gritar fino de novo e eu senti novamente minha barriga se molhar. Ela estava gozando mais uma vez sem se tocar, quase desfalecida, virando os olhos e gemendo fino.
Deitamos na cama, ficamos parados por quase 1hr sem falar nada. Ela se levantou envergonhada, disse que ia no banheiro e fui atrás, ela tentou abaixar a frente da calcinha pra mijar em pé. Na hora eu disse: - Não, não! Arria a calcinha no joelho, senta no vaso e faz xixi que nem a mocinha que você é.
Ela ficou envergonhada, me obedeceu e fez o xixi. Se levantou, eu me aproximei e subi a calcinha, vestindo ela e dando um tapão no rabo. Fui mijar em pé e disse pra me esperar. Quando terminei, mandei ela chacoalhar e limpar, ela abaixou e chupou a cabeça, deixando limpinha.
Abri o box, e disse que era pra ela me dar um banho. Pedi pra ela continuar de roupinha de fêmea, ela me deu um banho envergonhada, comecei a beijar ela, procurei o cuzinho dela e comecei a dedar, o meu pau ficou duro na hora, ela não disse nada, abaixou obediente, mamou que nem uma putinha, e quando fui gozar disse: - Hora de tomar gagau pra ficar forte. Ela bebeu todo o leite, se levantou e veio me beijar.
Saímos, ela colocou as roupas íntimas na lava e seca para a noiva dela não desconfiar, pedi que quando secasse, me desse pra levar para meu apartamento, porque agora essa roupinha seria dela. Mandei colocar outra calcinha, ela colocou um outro fio dental branco da namorada com uma meia que combinava. Assistimos à TV, pedimos comida, e eu disse que como a noiva dela não voltaria naquela noite, dormiria lá com ela e ela só balançou a cabeça obediente.
Fomos pro quarto, deitamos, afastei a calcinha e meti no cuzinho dela e disse que macho de verdade, dorme assim. Nem preciso dizer que enchi o cu dela de leite. Acordei no meio da noite com muito tesão e duro, meti de novo, ela acordou muito manhosa e dizia que tava molhadinha com o macho dela, meti por uns 15min, passei a mão da frente da calcinha dela já estava toda molhada de gozo, não aguentei e gozei dentro dela na mesma hora.
Estamos assim há 1 ano, ainda não larguei da minha mina, mas não tive mais tesão nela com o Rafa como minha fêmea. Rafa continua com sua noiva, mas quando sai do home office e vai pro escritório, ele vem pro meu apartamento dar pra mim na hora do almoço, só veste cueca quando está com a noiva, virou as costas, veste calcinha. Já tem uma coleção no meu apartamento pra ela usar, dorme aqui em quase todos os plantões da noiva, que são muitos, tem dia que transamos duas, três vezes e ela goza sem se tocar em todas.
Desculpa pelos erros de português, senti muito tesão em contar isso tudo, gozei umas 3 vezes escrevendo. Depois, se vocês quiserem, posso contar outras aventuras que tivemos. Teve uma vez que ele me deu de calcinha no banheiro da casa nova, durante o churrasco de noivado, ficou toda gozada. E teve outra que dois parças dotados do fut fizeram ele de fêmea comigo no vestiário, depois dele ir pro fut de calcinha.
Às vezes fico pensando, no que o tesão faz com alguém e na loucura das coisas. O Rafa, hétero, macho pegador, marrento, presença, lek de fut e resenha, começou como meu brother e terminou como minha fêmeazinha rabuda.