AS TETAS DA EMPREGADA

Um conto erótico de maxxxteels69
Categoria: Heterossexual
Contém 1356 palavras
Data: 03/05/2026 00:02:31

Marilda era a nova empregada de casa. Ela era quase como uma segunda mãe naquela família. Quando a mãe não estava, ela assumia os deveres domésticos com naturalidade. Até então, eu nunca havia sentido nada especial por ela, mas certo dia comecei a vê-la de forma diferente. Não sei se foram os anos de convivência ou a intimidade construída ao longo do tempo, mas passei a enxergá-la como mais do que uma simples empregada.

— Marilda, deixa que eu te ajudo.

— Não precisa, querido...

— Faço questão. O sofá é pesado demais pra você arrastar sozinha.

— Obrigada, você é um amor.

Ela sempre foi gentil comigo. Talvez esse fosse o seu maior dom. Com essa gentileza, Marilda conquistou todos naquela casa, inclusive meus pais.

Eu achava que era o único que nutria um apego estranho por ela. Até que, numa manhã, acordei cedo e presenciei uma cena que mudou tudo.

— Não, senhor, alguém pode nos ver.

— Ainda é cedo, todo mundo está dormindo. Vai, Marilda, sirva-me aquele leite matinal que eu adoro.

— Está bem, senhor. Ainda bem que está bem cheio.

Olhei para dentro da cozinha e vi Marilda expor seus enorme seios. De repente, ela os apertou com força, fazendo o leite sair do mamilos duros, a jorrar em um copo que meu pai segurava. Fiquei paralisado, completamente chocado com aquela cena. Era como se eu estivesse vendo uma vaca sendo ordenhada.

Em seguida, meu pai tomou o copo cheio de leite como se fosse seu café da manhã.

— Hum, que delícia de leite. É o néctar dos deuses. Agora me sinto mais forte e cheio de energia para trabalhar.

— Fico feliz, senhor, por meu leite ter matado sua sede.

Nunca consegui tirar aquela cena da cabeça. A imagem daqueles seios jorrando leite invadiu meus sonhos mais íntimos

A cena que vi na cozinha não saía da minha cabeça. O leite de Marilda, jorrando como se fosse algo mágico, despertou em mim uma curiosidade que logo virou obsessão. Eu ficava ansioso, imaginando como seria provar aquele leite. Queria sentir o mesmo que meu pai descreveu, aquela energia, aquele prazer. Até que, num impulso, decidi agir.

Era uma tarde quente, e Marilda estava na lavanderia, dobrando roupas. A casa estava silenciosa, meus pais haviam saído. Aproximei-me dela, o coração disparado, e a encostei contra a parede, bloqueando sua saída.

— Marilda, eu quero o seu leite — disse, com a voz tremendo, mas firme.

Ela arregalou os olhos, surpresa, e logo franziu a testa, num tom de repreensão.

— O que é isso, menino? Para com essa loucura! Se eu contar pros seus pais....

Tentei manter a calma, mas o desejo falava mais alto. Foi então que joguei minha carta na manga, com um tom baixo e sério.

— Eu vi você com meu pai na cozinha, Marilda. Parar de ser hipocrita. Vi você dando leite pra ele. Se eu contar pra minha mãe, o que acha que vai acontecer?

Ela ficou pálida, os lábios entreabertos, sem saber o que dizer. Seus olhos passeavam pelo cômodo, como se buscassem alguma resposta. Após um longo silêncio, ela suspirou, derrotada.

— Tá bem... mas só um pouco. E nunca mais me peça isso, entendeu?

Eu assenti, mas meu coração batia tão forte que mal ouvi suas palavras. Marilda levantou a blusa com hesitação, expondo um dos seios. Os enormes seios brancos se destacou. Mais de perto vi tão grande era os mamilos inchados. Não quis copo, não quis intermediários. Como um instinto que não explicava, aproximei-me e segurei seu seio com cuidado, levando-o à boca. Mamava como um bebê, sentindo o leite quente e doce inundar minha língua. Era diferente de tudo que já havia provado, nem tão perto tinha gosto de leite normal industrializados, tinha um sabor que parecia viciar no primeiro gole.

Marilda respirava fundo, tentando manter a compostura.

— Para, menino, você vai me secar de tanto mamar! — disse ela, tentando se afastar.

Relutante, soltei-a, mas o gosto do leite ficou na minha boca, na minha mente. A partir daquele dia, eu não conseguia pensar em mais nada. Era como se Marilda tivesse se tornado uma fonte de algo que eu precisava, algo que me prendia a ela. Fiquei viciado no leite de suas tetas, e sabia que faria qualquer coisa para prová-lo novamente.

Até então, eu achava que apenas eu e meu pai compartilhávamos um segredo especial com as tetas de Marilda, a empregada. Mas, numa madrugada, tudo mudou. Acordei para ir ao banheiro e ouvi um barulho estranho vindo da cozinha. A princípio, pensei que fossem ratos. Curioso, aproximei-me em silêncio e vi algo que me deixou atônito: minha mãe, dona Isabel, estava sentada na mesa da cozinha, com as pernas abertas, e Marilda, com o rosto mergulhado entre elas.

— Ai, Marilda... assim você me mata de prazer... para, sua boca está me matando... — gemia minha mãe, a voz carregada de êxtase.

— Me diz, dona Isabel, quem sabe chupar melhor, eu ou seu marido? — perguntou Marilda, com um tom provocador.

— Você, querida, você realmente sabe chupar uma buceta! — respondeu minha mãe, sem hesitar.

Aquela cena me deixou em pânico. Meu coração disparou, como se fosse saltar pela boca. Diferente da vez em que vi meu pai tomando o leite de Marilda, isso não me excitava. Pelo contrário, sentia um desconforto profundo, uma inquietação que não explicava. Nunca tinha visto minha mãe assim, tão exposta, tão entregue a uma obscenidade que me deixava mais perturbado do que intrigado.

— Levanta, Marilda, me dá um pouco... — pediu minha mãe, com a voz rouca.

— Tá bem cheio, senhora. Guardei tudo pra você — respondeu Marilda, com um leve sorriso.

Marilda levantou a blusa lentamente, expondo os seios fartos, que pareciam ainda mais inchados sob a luz fraca da cozinha. Minha mãe, sem hesitar, deitou-se de costas sobre a mesa, o corpo relaxado. Marilda se aproximou, inclinando-se sobre ela, e posicionou um dos seios acima da boca de Isabel. Com um leve apertar, gotas de leite começaram a pingar, caindo diretamente nos lábios entreabertos de minha mãe. Isabel gemeu baixo, lambendo o leite com a língua antes de fechar a boca ao redor do mamilo. Ela sugava com força, os lábios selando o seio de Marilda, enquanto suas mãos seguravam a cintura da empregada, puxando-a mais para perto. O som dos goles era quase hipnótico, misturado aos suspiros abafados de prazer de minha mãe. Marilda, com uma expressão de satisfação, acariciava os cabelos de Isabel, incentivando-a a continuar. O leite escorria pelo canto da boca de minha mãe, deixando um rastro brilhante que descia pelo queixo e pingava na mesa.

— Seu leite é divino, Marilda — murmurou minha mãe, entre goles. — Me faz sentir mais jovem toda vez que voce me dá te mamar.

— Beba, patroa. Meu leite é todo seu. Mata sua sede com meu néctar... — disse Marilda, quase em um sussurro, abraçando minha mãe como se ela fosse um recém nascido querendo leite pra se alimentar.

Minha mãe deitou-se sobre a mesa, e Marilda a abraçou, deixando-a mamar como uma criança faminta. Fiquei parado, observando, mais por curiosidade mórbida do que por qualquer outro motivo. Até que ouvi um rangido vindo da escada. Num instante, Marilda guardou os seios dentro do uniforme e desapareceu na escuridão dos cômodos da casa. Minha mãe desceu da mesa rapidamente, ajeitando as roupas com pressa.

— Querida, acordada a essa hora? Ouvi um barulho, pensei que fosse um rato — disse meu pai.

— Ah, sim, desci porque estava com sede... mas já estou subindo — respondi, disfarçando o choque.

— Marilda já foi?

— Foi sim, ela ficou mais tarde pois precisava pagar o salario dela...

— Ah, foi melhor coisa que fizemos, foi contratar serviço de uma empregada. Graça a ela a casa anda sempre arrumada.... Como é Boa a nossa empregada.

— Nem me falar meu marido, realmente é Boa a nossa empregada.

Eles subiram por quarto e vi Marilda fugindo pelos fundos até ir embora pela escuridão da rua.

Naquele momento, percebi que eu não era o único com um segredo naquela casa. Durante o almoço, observei minha família à mesa. Meu pai, minha mãe, eu... todos nós tínhamos algo em comum, algo que nos ligava numa intimidade proibida: as tetas de Marilda.

FIM

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