A Irmã do meu Amigo Maluco Mijou na Minha Cara

Um conto erótico de Sncericida
Categoria: Heterossexual
Contém 1284 palavras
Data: 24/05/2026 17:35:31

Essa vai ser rapidinha. Eu andava um tanto confuso, pensando nas irmãs mais velhas dos meus amigos.

A do Atentado era uma loira gostosa e safada que deu pra três caras ao mesmo tempo dentro de um carro no estacionamento. A do Perigo, uma branquelinha magricela da bundinha redonda, que tinha se masturbado no chuveiro de propósito para eu ver.

Eu ia terminar comendo uma delas, mas a coisa ainda não tinha engatado e, se não agisse rápido, uns caras mais velhos do bairro iam terminar de passar o rodo antes que eu conseguisse. Eles levavam a vantagem de terem apelidos maneiros, eram mais velhos, tinham grana e carro, enquanto eu não possuía nada disso.

Nos meus cálculos, a irmã do Atentado, apesar de ser minha musa, estava bem difícil de conseguir. É bem certo que ela era meio putinha, mas tinha uns cinco anos a mais e nem me via como macho. Já a irmã do Atentado nem era tão mais velha assim, mas depois que me pegou batendo punheta pra ela enquanto a olhava no chuveiro batendo siririca, as coisas entre nós tinham ficado embaçadas.

E para piorar - ou melhorar, sei lá - eu acabara de descobrir que uma prima do Atentado veio lá do interior de visita, e que possivelmente tinha sido ela que se esbaldou com os caras mais velhos naquele maldito carro. Não dava para saber ao certo se foi ela ou a minha musa, as duas eram uma a cara da outra, uma o corpo da outra - e uma tão safada quanto a outra.

Eu comeria feliz qualquer uma delas, mas tudo era uma confusão tão grande que eu nem sabia por onde começar. E foi aí que tive essa ideia meio doida: Defini minha futura vítima, ampliando a chance de conseguir comer a irmã mais velha de alguém ainda naquela semana. Ela era a Maluca, como carinhosamente a chamávamos por ser irmã mais velha de um outro amigo, o Maluco. Esse apelido dela era mais por causa do irmão, a Maluca era quietinha, meio séria, tinha até fama de estudiosa.

Dificilmente ela daria bola para carinhas mais novos, contudo, no ponto em que estava, não perdia nada em tentar.

Quando fui jogar na casa do Maluco, tomei a maior surra, porque não prestava a menor atenção no game: meus olhos estavam pregados na sua irmã, que fazia as unhas do pé na mesma sala. Fiquei apreciando seu jeitinho, era uma moreninha dos cabelos curtos e um corpinho cheio de curvas, onde o grande destaque eram os peitos um tanto grandinhos para seu tamanho, mas tinha um porém: era um bacurau, nem os óculos fundo de garrafa conseguiam esconder um rostinho tão feio.

Nem tinha ideia de como faria para me livrar do Maluco e chegar junto da Maluca, então, enquanto jogávamos, fui cochichando pro Maluco a história de que tinha visto uma turma fazendo suruba num carro lá no estacionamento do outro lado do bairro, e que sabia que os mesmos caras iam tentar o mesmo com a irmã do Perigo.

No final, agreguei a única mentira nisso tudo: disse que provavelmente, naquele exato momento, estava rolando a tal segunda suruba. É claro que o Maluco ficou doido pra dar um confere, afinal, qual cara não quer ver a irmã de outro trepando com três caras ao mesmo tempo? Insisti que devíamos seguir jogando, mas ele não se conformava. Daí, o cara terminou saindo todo apressadinho e me deixando ali, jogando com… a Maluca!

Estava tomando a maior surra no game, pois agora ela estava sentada ao meu lado no sofá e eu tinha tantas ideias obscenas com essa proximidade que era impossível me concentrar. A vantagem dela no placar era tão grande que, quando ela tirou onda, apostei que ou eu conseguia virar o jogo, ou ia voltar pelado pra casa.

Ela riu, aquilo era totalmente improvável e com certeza eu ia pagar esse mico. Mas então, acrescentei que, se eu conseguisse ganhar, ela ia ter que ficar pelada e me mostrar a boceta para eu bater umazinha em sua homenagem. Ora bolas, ela era estudiosa e feia, dava até pra ver sua cabeça se dividindo entre calcular a probabilidade de perder a aposta e a vaidade de ter um cara batendo punheta pra ela.

Vou ser sincero: me esforcei pra caraco em ganhar aquela partida pois minha motivação era forte, mas no final, se terminei ganhando por um mìsero pontinho, acho que foi mesmo porque ela facilitou pra mim. Nunca duvidem do que uma garota feia é capaz de fazer para se sentir desejada!

Ficou um silêncio meio incômodo entre nós, eu já havia ganhado, mas ainda assim tinha vergonha de cobrar o prêmio: uma coisa era planejar e batalhar por aquilo, mas na hora do vamo-ver é sempre mais difícil. E foi aí que ela tomou a iniciativa, se levantando e me chamando para ir no banheiro, pois não ia ficar pelada na minha frente no meio da sala.

Naquele espaço mínimo, me fez ajoelhar no box para não fazer sujeira quando gozasse. Tirou a blusa com o sutiã junto e os peitos saltaram bem na minha frente, com um par de bicos grandes e duros como se acabassem de ser beliscados, provando que ela estava com tanto tesão quanto eu. Comecei a bronha naquele mesmo segundo.

Ela riu dizendo que, se eu estava todo afoito só de ver os peitos, nem podia imaginar o que vinha a seguir. Tirou o shortinho e calcinha juntos e ficou em pé, justo diante de mim, com as pernas meio separadas e a boceta cabeluda quase na minha cara. Fiquei doido - e olha que a maluca ali era ela.

Enquanto me acabava na punheta, a irmã do Maluco começou a apertar os próprios peitos e alisar o corpo, mordendo o lábio e gemendo, abrindo a racha com os dedos para me deixar ver como era e mostrando até o grelinho já inchado de tanto que ela atiçava a si mesma.

Eu estava no paraíso, mas já começava a ter outras idéias mais arrojadas. E se comesse ela de verdade? E se metesse o ferro pra valer naquela rachinha úmida, tal como os caras tinham feito com a irmã do Atentado? E se a colocasse contra a parede e enfiasse tudo no seu tobinha, tal como queria fazer com a irmã do Perigo? E se…

Meus pensamentos foram interrompidos abruptamente, quando ela se adiantou e começou a esfregar a xereca no meu rosto, me agarrando pela nuca para que não me afastasse. Quem diria, bem que minha mãe sempre repetia que as quietinhas eram as mais safadas! Mas daí, sem nenhum aviso, a garota emitiu uns ruidinhos e senti um líquido quente escorrendo daquela boceta… Porra, ela estava mijando na minha cara e gargalhando, vendo como eu havia sido estúpido de acreditar que ela faria algo além daquilo comigo!

Nesse dia, voltei pra casa sem saber direito o que fazer. Numa semana, vi as três irmãs dos meus amigos peladas, a primeira fodida numa suruba, outra se masturbando e a terceira mijando na minha cara. É certo que tinha dúvidas se quem tinha surubado era irmã do Atentado ou sua prima idêntica, mas eu tinha sonhado em comer todas elas e tinha me ferrado. Provavelmente, eu era o cara mais humilhado do bairro, tudo por querer meter numa garota mais velha.

Bem, decisões tinham que ser tomadas, havia aprendido minha lição. Podia seguir tentando comê-las e continuar sendo humilhado ou então… podia mudar o foco e tentar comer as irmãs mais novas dos meus amigos, em vez de perder tempo com as mais velhas!

Mas isso já é uma outra história e, como prometi, a de hoje era rapidinha.

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