Professora Puta- O Sobrinho- Aniversário 02

Um conto erótico de Carla Professora
Categoria: Heterossexual
Contém 665 palavras
Data: 25/05/2026 10:46:13

Matheus ainda respirava pesado, o pau grosso brilhando de saliva e porra, olhando para nós duas se beijando com a boca cheia dele. Ele sorriu, aquele sorriso safado que eu já conhecia bem, e disse baixinho:

— Porra… vocês duas são loucas. Mas eu ainda não acabei. Tô com vontade de mijar agora…

Ele segurou a Júlia pela cintura e levantou ela da cama como se ela não pesasse nada. Colocou ela de pé na frente dele, o pau ainda meio duro apontando para cima. Júlia olhou para mim com aquele olhar safado, quase desafiador, e se aproximou dele devagar.

Matheus franziu a testa, surpreso.

— O que você vai fazer, Júlia?

Ela virou o rosto para mim, sorrindo maliciosa, e falou alto o suficiente pra ele ouvir:

— Sua vadia… você ainda não deixou esse gostoso mijar na sua boca?

Matheus piscou, confuso.

— Como assim?

Júlia riu baixinho, já se abaixando de joelhos na frente dele. Eu sorri, sentindo um calor subir pelo corpo inteiro, e me ajoelhei ao lado dela. Olhei para o meu sobrinho, mordendo o lábio, e respondi com a voz rouca:

— Ué… mija na gente. Mija na gente enquanto a gente se beija, sobrinho.

Nós duas baixamos a cabeça, rostos colados, bocas quase encostando. Eu segurei o rosto da Júlia e a beijei devagar, nossas línguas se enrolando. Matheus ficou em choque total — olhos arregalados, boca aberta, o pau grosso na mão, sem acreditar no que estava vendo.

— Caralho… vocês querem que eu…?

Ele não terminou a frase. O jato quente saiu forte, dourado, caindo primeiro no meu rosto, depois no da Júlia. Nós continuamos nos beijando, deixando ele mijar na nossa boca, no queixo, nos peitos. A urina quente escorria pelos nossos corpos, molhando tudo. Eu sentia o gosto dele misturado com a porra que ainda tinha na boca da Júlia. Era degradante, sujo, proibido… e eu estava encharcada de tesão.

Matheus finalmente entendeu. Segurou o pau e mirou melhor, alternando entre nós duas, gemendo baixo:

— Porra… minhas duas putas… bebendo meu mijo enquanto se beijam…

Quando ele terminou, nós estávamos encharcadas, cabelo molhado, rostos brilhando. Ele nos puxou para a cama e começou a segunda rodada.

E aí eu entendi de verdade por que o Matheus era melhor que o Pedro.

Ele nos fodeu como ninguém. Colocou nós duas de quatro, lado a lado, e meteu aquele pau grosso primeiro em mim. Cada estocada me abria inteira, me enchia de um jeito que o Pedro nunca conseguiu. Eu gemia alto, empinando a bunda. Depois ele passou pra Júlia, metendo com a mesma força. Ela gritava, rebolava desesperada.

Ele alternava rápido, metia fundo, dava tapas fortes, puxava nosso cabelo. O quarto inteiro cheirava a sexo, mijo e suor. Em menos de dez minutos ele fez a Júlia squirter pela primeira vez — ela tremeu inteira, gritou, e um jato forte saiu da buceta dela, molhando a cama e as coxas dele. Matheus riu, orgulhoso, e meteu ainda mais forte nela.

— Isso… goza pra mim, vadia.

Depois foi minha vez. Ele me virou de costas, abriu minhas pernas bem abertas e enfiou tudo. O grossor dele batendo no ponto certo me fez perder o controle. Eu gozei forte, o corpo inteiro convulsionando, e squirttei pela primeira vez na vida com ele — um jato longo, quente, encharcando o pau dele e escorrendo pela minha bunda. Matheus não parou, continuou metendo enquanto eu tremia.

— Olha pra isso… a tia certinha espirrando pro sobrinho… — ele grunhia, cada vez mais bruto.

Nós duas gozamos várias vezes. Ele nos usou como queria: de quatro, de lado, eu montada nele enquanto a Júlia sentava na cara dele. O pau grosso dele não cansava. Era mais forte, mais grosso, mais dominante que tudo que o Pedro tinha me dado.

No final da segunda rodada, quando ele finalmente gozou de novo — dessa vez dividindo a porra entre nossas bocas enquanto nos beijávamos —, eu soube que não tinha mais volta.

O Matheus não era só meu amante.

Ele era o meu novo vício.

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