Bianca, a infiel 6

Um conto erótico de Sr Boi
Categoria: Heterossexual
Contém 1502 palavras
Data: 26/05/2026 05:49:15
Assuntos: Heterossexual

Capítulo 6: O Carro e a Casa

Depois do que rolou com Ana na despensa, eu estava em frangalhos. A língua dela na minha buceta, os dedos no meu cu, os tapas na cara, e o jeito que ela me chamou de “vagabunda que gosta de putaria” me deixaram tremendo de tesão e culpa. Eu amava Rafael, meu marido, vendedor de autopeças no centro de Ribeirão Preto. Ele me chupava como ninguém, me fazia gozar tremendo, e na sexta-feira, com o pênis de borracha, tentou apimentar nossa relação. Mas faltava a crueza que Felipe, Marcelo, Carlos e Ana me davam. Minha buceta ficava melada só de lembrar, e o desejo por mais era mais forte que qualquer arrependimento.

Na sexta-feira, na clínica, Marcelo passou pela recepção com aquele olhar sério que escondia fogo. Desde que me fodeu na maca, ele mantinha uma distância cautelosa, mas eu sabia que queria mais. No fim do expediente, com a clínica quase vazia, ele se aproximou. “Bianca, domingo à noite, vem pra nossa casa,” sussurrou. “Eu e Daniela, minha esposa, queremos você lá. Vamos te buscar às oito.” A ideia de um ménage com a esposa dele fez minha buceta pulsar, já encharcando a calcinha. “Tá bom,” murmurei, o coração disparado. Ele me passou o endereço, uma casa no Jardim Irajá, bairro de classe média, e saiu, deixando-me com um papelzinho na mão.

Domingo chegou, e menti pra Rafael. “Vou na casa da minha prima, amor, ela tá precisando conversar,” falei, enquanto ele assistia ao jogo na TV, um copo de cerveja na mão. Ele assentiu, me deu um beijo rápido, e saí, o estômago revirando. Vesti uma saia preta curta, que mal cobria as coxas, e uma blusa vermelha justa, sem sutiã, os mamilos marcando o tecido. Minha buceta já estava molhada quando esperei do lado de fora da nossa casa simples no subúrbio, a rua silenciosa, exceto por um cachorro latindo ao longe.

Um Corolla prata encostou, e Marcelo acenou do volante. Daniela, a esposa dele, estava no banco de trás, fazendo sinal pra eu entrar com ela. Era uns 35 anos, branca, cabelo loiro liso até os ombros, magra com peitos pequenos e bunda redonda, vestindo um vestido justo que marcava as curvas. Entrei no banco de trás, o couro frio contra minhas coxas, e os olhos verdes de Daniela me encararam, cortantes e cheios de desejo. Quando Marcelo acelerou, ela se aproximou, o perfume doce e pesado invadindo meu espaço. “Então, você é a vagabunda que deu o cu pro meu marido,” disse, a voz baixa, quase um rosnado. Antes que eu pudesse responder, ela me deu um tapa na cara, o ardor fazendo minha buceta pulsar. “Mas você é gostosa pra caralho,” acrescentou, agarrando meu queixo e me beijando com força, a língua invadindo minha boca, com gosto de vinho e tesão. Gemi no beijo, minha buceta encharcando a calcinha preta de algodão, minhas mãos apertando as coxas dela enquanto ela puxava meus cachos, aprofundando o beijo.

“Você gosta de apanhar, né, sua vadia?” sussurrou, a mão deslizando por baixo da minha saia, roçando minha buceta molhada através da calcinha. Assenti, sem fôlego, a mistura de agressividade e desejo me deixando louca. Ela me deu outro tapa, mais leve, e mordeu meu lábio, os dedos cravando na minha coxa. “Vamos nos divertir,” disse, enquanto o carro cruzava as ruas escuras, Marcelo nos olhando pelo retrovisor com um sorriso sujo.

A casa deles no Jardim Irajá era bonita — portão branco, jardinzinho na frente, bem diferente da minha casa caindo aos pedaços no subúrbio. Daniela me levou direto pro quarto, uma suíte com cama king, lençóis brancos e uma luz suave de abajur. Marcelo entrou atrás, já desabotoando a camisa, o peito peludo à mostra. Daniela tirou o vestido, ficando só de calcinha preta, os peitos pequenos com mamilos duros. “Tira a roupa,” ordenou, e eu obedeci, arrancando a blusa e a saia, minha buceta brilhando de tão molhada, sem calcinha depois do manuseio de Daniela no carro.

“Deita,” Marcelo mandou, já sem calça, o pau duro, não tão grande quanto o de Felipe, mas grosso, com veias saltadas. Deitei na cama, abrindo as pernas, minha buceta pingando nos lençóis. Daniela subiu em cima de mim, a buceta dela na minha cara, o cheiro doce e almiscarado me deixando tonta. “Chupa, sua vadia,” disse, e eu obedeci, a língua lambendo o clitóris dela, os lábios molhados e quentes. Ela gemia, rebolando na minha cara, as mãos puxando meus cachos. Marcelo se posicionou entre minhas pernas, a língua roçando meu clitóris antes de enfiar o pau, esticando minha buceta com um único movimento forte. Gemi contra a buceta de Daniela, o som abafado fazendo-a tremer, os gemidos dela enchendo o quarto.

Marcelo fodia minha buceta com força, os quadris batendo nos meus, o som molhado misturado com os gemidos de Daniela. Minha buceta apertava o pau dele, o prazer subindo enquanto eu chupava o clitóris dela, sugando com vontade, o gosto salgado me enlouquecendo. “Porra, que buceta gostosa,” Marcelo grunhiu, metendo fundo, as mãos agarrando meus quadris, deixando marcas. Daniela gemia alto, “Chupa, sua puta,” e eu lambia com mais força, a língua entrando nela, sentindo-a tremer. Gozei forte, a buceta apertando o pau de Marcelo, o corpo tremendo, a boca cheia do mel de Daniela. Ela gozou também, o mel escorrendo pelo meu queixo, as unhas cravadas no meu couro cabeludo enquanto gritava, “Isso, sua vadia, bebe tudo.”

Eles trocaram de posição. Daniela deitou, as pernas abertas, a buceta brilhando com o gozo dela. Marcelo saiu de mim, o pau melado com meus sucos, e foi pra ela, enfiando na buceta dela com um gemido. Eu mergulhei entre as pernas dela, a língua chupando a buceta gozada, o gosto dela e de Marcelo me deixando louca. Ela agarrou meus cachos, puxando-me mais perto, gemendo enquanto Marcelo metia, os movimentos fazendo a cama tremer. “Chupa bem, Bianca,” ele grunhiu, as mãos nas coxas de Daniela, abrindo-a mais.

Então Marcelo me puxou, me pondo de quatro, a bunda empinada. “Seu cu é meu de novo,” disse, pegando um frasco de lubrificante na mesinha. Espalhou no pau e no meu cu, o gel frio me fazendo estremecer. Daniela deslizou por baixo de mim, o rosto na minha buceta, a língua lambendo meu clitóris, mandando choques pelo meu corpo. Marcelo pressionou o pau contra meu cu, a cabeça forçando a entrada, o lubrificante facilitando, mas o estiramento ardia, delicioso. Gemi alto, e a língua de Daniela acelerou, chupando meu clitóris, as mãos apertando minhas coxas.

Marcelo fodia meu cu devagar no começo, cada estocada mais funda, a dor virando prazer enquanto meu cu relaxava ao redor dele. A língua de Daniela era incansável, chupando, lambendo, os lábios molhados com meu mel. “Porra, que buceta gostosa,” ela murmurou, a voz abafada, e eu gozei de novo, a buceta pulsando, o cu apertando o pau de Marcelo. Ele deu um tapa forte na minha bunda, o ardor me fazendo gritar, o corpo tremendo. “Toma, sua puta,” disse, fodendo meu cu com mais força, as mãos batendo na minha bunda, deixando-a em brasa.

Daniela saiu de baixo de mim, posicionando-se na frente de Marcelo, a buceta escancarada, ainda pingando gozo. Ele se inclinou, a língua chupando a buceta gozada dela, sugando o clitóris enquanto fodia meu cu. A visão dele comendo ela enquanto seu pau esticava meu cu me levou ao limite, gozei mais uma vez, a buceta gotejando, o cu apertando ele. Daniela gozou de novo, os gritos enchendo o quarto, o mel dela melando o rosto de Marcelo. “Fode o cu dela, amor,” ela ofegou, e Marcelo obedeceu, as estocadas brutais, as mãos batendo na minha bunda, a pele ardendo.

Ele gozou forte, o pau pulsando no meu cu, a porra quente enchendo-me, escorrendo pelas coxas quando ele saiu. Desabei na cama, o corpo exausto, a buceta e o cu latejando, o gosto de Daniela ainda nos meus lábios. Ela me beijou, a língua lambendo o próprio gozo da minha boca, as mãos apertando meus peitos. “Você é foda, Bianca,” sussurrou, a voz rouca. Marcelo limpou o pau na minha saia, jogada no chão, e riu. “Volta quando quiser.”

Eles me levaram de volta, o Corolla cruzando as ruas escuras. Daniela sentou comigo no banco de trás, a mão na minha coxa, os olhos brilhando. “Quero foder seu marido,” disse, do nada, a voz casual, mas afiada. “Aposto que ele tem um pau gostoso.” Fiquei gelada, o coração disparado, a ideia excitante e assustadora. Não respondi, só assenti, a buceta ainda molhada, o cu dolorido. Eles me deixaram na frente da minha casa, e Daniela soprou um beijo enquanto se afastavam.

Dentro de casa, Rafael dormia, a TV piscando. Tomei banho, lavando a porra de Marcelo, o mel de Daniela, tentando apagar as evidências. Deitada ao lado dele, o ventilador rangendo, o fogo dentro de mim queimava mais forte que nunca. Eu o amava, mas as palavras de Daniela ecoavam, e eu me perguntava o que viria depois.

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