Michelle, uma trans. bonita e gostosa – parte II
Um conto de Daméhr.
Eu sou Michelle, tenho com 25 anos, sou uma mulher trans. Estou terminando meu curso de medicina, e iniciando residência médica, em um hospital aqui de SP.
Sou uma mulher bonita e gostosa, tenho 1.72 de altura, olhos e cabelos castanhos, seios médios, quadril largo, coxas grossas e uma bunda bonita, que chama atenção de todos.
Sou quieta, um pouco introspectiva, gosto de ler e de adoro estudar. Gosto de comer bem, de preferência acompanhada de um bom vinho. Curto fazer caminhadas junto à natureza. Gosto de passear, de namorar, de viver minha vida plenamente.
Desde nova comecei apresentar traços de personalidade feminina. Isso foi um problema para os meus pais. Toda vez que tinha reunião na família, tinha falatório sobre o assunto. Meus parentes são pessoas hipócritas, eles não falavam na nossa presença, mas falavam e aquilo me deixava puta da vida. Meus pais são pessoas educadas, sempre aconselhando evitar conflito na família. As únicas pessoas que me entendiam de verdade, era meu primo Marco Antônio, Eurípedes e Sófia; que além de primos, eram meus amigos. Eles nunca me trataram diferente, por eu ser transexual.
Nós morávamos em Diadema, e Marco em SP. Ele estava sempre na nossa casa. Confesso que tinha uma paixão pelo Marco. Eu achava que era “amor”, mas depois percebi que era uma viagem da minha cabeça. O que eu sentia era tesão pelo primo mais velho, que sempre foi bonito, safado e gostoso.
Com 19 anos, morava sozinha em SP, começando estudar medicina. Eu estava em outra fase da vida, me transformei em uma mulher bonita, cheia de vida, e com desejos à flor da pele.
Era uma sexta-feira, depois de uma semana cansativa de aulas. Eu estava entediada em casa, resolvi ligar pro Marco, fazia meses que eu não via meu primo.
- Marco, é a Michelle! Como vai? Estou com saudades, que acha da gente se encontrar?
- Claro prima! Está acontecendo alguma coisa? Onde você está?
- Estou em SP, estou morando perto da faculdade.
- Michelle, hoje não dá. Só posso amanhã de tarde, me passa o endereço.
- Ok primo, então te espero amanhã. Beijo.
Marco veio no sábado por volta das 15h. Recebi ele com um beijo no rosto. O beijo pegou um canto da sua boca, ele ficou todo vermelho.
- Marco, quanto tempo a gente não se vê. Eu estava com saudade!
- É mesmo Michelle, deve ter mais ou menos uns quatro meses.
Eu não via mais o Marco como meu primo, mas como um homem que eu desejava. Com 20 anos, eu era uma mulher trans, bonita e bem dotada. Sei que exerço um fascínio sobre as pessoas, cada dia eu ficava mais bonita e mais sedutora. E eu... gosto de seduzir.
No sábado pela manhã fiz higiene intima, me depilei. Antes dele chegar tomei banho, meu corpo cheirava lavanda silvestre. Vesti um shortinho sexy que escondia o volume do meu pau, uma blusinha fina que marcava meus mamilos.
Marco era minha perdição. Eu conhecia seu histórico de safadeza.
- Primo, vou fazer um lanche você aceita? Tenho café preto, pão francês e queijo Minas.
- Aceito... aceito sim, disse gaguejando sem jeito. Marco estava nervoso e inquieto, eu sabia que tinha fisgado o coração dele.
- Michelle, você precisa de alguma coisa? Eu cheia de maldade na cabeça... “preciso que você me come bem gostoso”.
- Estou bem, tenho tudo que preciso. Só estou me sentindo entediada.Terminamos nosso café e voltamos pro sofá. Sentei com as pernas pra cima chamando atenção dele.
Marco não conseguia tirar os olhos das minhas pernas. Era visível o desconforto dele na minha presença.
- Mas Michelle, você não tem seus amigos?
- Quase não conheço ninguém aqui.
- Mas logo você se enturma, daqui a pouco vai estar cheia de amigos.
- Eu estava com saudade, você é o único da família que me entende.
- Não sou só eu, tem Euripedes e Sofia, eles são seus amigos.
Eu estava louca de tesão e toda dengosa, observando aqueles olhos me devorando. Imaginando aquela boca gostosa, me lambendo, me chupando. Meu pau estava duro, latejava de tesão, escondendo minha ereção dele.
- Michelle, quando sentir sozinha vai para Diadema; seus pais te adoram.
- Eu sei, mas não estou com saudade deles. Estou com saudade de você.
- Estou aqui, e agora que você mora em SP, vamos estar sempre juntos.
- Marco estou dizendo com todas as letras, que gosto de você! “Mais explicita foi impossível, só faltou eu desenhar pra ele entender”.
- Michelle, eu também gosto muito de você.
- Porra Marco, o que você ainda não entendeu! Estou apaixonada, louca por você.
Depois que me transformei numa “cavala gostosa”, Marco era o objeto do meu desejo, ele virou minha cabeça pelo lado avesso. E... eu sabia que aquele safado, adorava um cuzinho, e eu estava louca de vontade de ser fodida por ele.
- Puta merda Michelle, nós somos primos! Eu te conheço desde garota
- Acontece que não sou mais uma garota. Sou uma mulher de 20 anos. Eu sei que você é um safado, que gosta de putas e gay´s.
- Como você sabe disso? Quem te falou?
- Marco na casa do vovó, as paredes tem ouvidos.Todos conhecem sua fama, você é um cachorro safado.
- Michelle, desde quando você sente isso por mim?
- Isso não importa, sou doida pra transar com você.
- Puta que pariu! Isso vai dar merda.
- Que merda pode dar? Ninguém precisa ficar sabendo.
- Michelle, eu sou amigo dos seus pais.
- E daí... eles só vão descobrir se você contar! Porque eu não vou.
- Michelle, você já deu o cuzinho?
- Não sou virgem. Adoro usar um plugue no cuzinho, me dá muita tesão.
- Puta que pariu, você vai complicar minha vida.
- Marco, estou cheia de tesão, doida pra te dar... você não quer?
- Porra Michelle, você está falando sério?
- Nunca falei tão sério. Me aproximei beijando sua boca. Eu sonhava transar com ele. Tirei a roupa, ficando nua na frente dele. Marco ficou me olhando com aquele olhar incompreensível, de quem não acredita no que está vendo.
- Puta que pariu prima, você tá muito linda... esse pinto é de verdade.
Michelle era toda branquinha, com seios lindos e mamilos rosados, e era pausuda... uma rola grossa de 20 cm, veiuda com a cabeça rosada. Nunca vi pau tão bonito, e estava duro. Tirei a bermuda, meu pau ficou duro igual uma rocha.
- Você gostou primo? Bate uma punheta em mim. Marco pegou no meu pau, eu estava em pé na frente dele. Segurei seus cabelos, me deliciando com aquela punheta lenta e sensual.
- Me chupa seu safado, pedi sussurrando. Marco não resistiu, colocou na boca e começou chupar. Senti minhas pernas tremendo.
- Aiiiiiii delicia essa boquinha... você chupa gostoso seu cachorro safado... vou gozar na sua boca e te dar leitinho, vaiiiiii safado mama nesse pau... mama igual um cabritinho... caralho que boca gostosa... vou goz... gozzz.... hummmm... gozei. Sempre gozei muito, foram vários jatos de esperma. Marco correu no banheiro pra lavar a boca.
Deitei de bruços na minha cama, coloquei uma almofada embaixo do ventre. Quando Marco voltou, abri minha bunda, pedindo toda manhosa.
- Bate na minha bunda... bate seu safado... fode meu cuzinho, ele é todo seu.
- Plaft... Plaft... Plaft... senti minha bunda arder.
- Bate mais, quero apanhar... eu estava louca pra dar o cu.
- Plaft... Plaft... Plaft... abri a bunda com as duas mãos, mostrando meu anelzinho rosado.
- Chupa meu cu... chupa seu cachorro safado, e me bate na minha bunda..
- Plaft... Plaft... Plaft... safada... vou arrombar esse cuzinho gostoso.
Marco tirou o plugue até na metade, meu cu apertado puxava de volta, ele tirou de novo, Começou me lamber e enfiar a língua no meu buraquinho, fiquei alucinada de tesão, gemendo, gritando igual uma louca.
- Aiiiii... me chupa no cu... chupa gostoso... me fode seu safado... arromba meu cuzinho.
Marco lambuzou o pau com gel, passou no meu anelzinho; e empurrou a cabeça.
- Aiiiiii meu cu... coloca devagar... meu cu é apertado. Marco colocou até na metade. Eu estava cheia de tesão. Quando um homem comia minha bunda, eu ficava quieta, submissa, com os braços colados no corpo. Queria que Marco socasse tudo de uma vez. Que arrombasse meu cuzinho. Gostava de falar que estava doendo, aquilo deixava o homem louco de tesão.
- Aiii seu bruto... assim dói muito... põe devagar.
- Fica quieta sua vadia gostosa... você não queria me dar... agora toma no rabo quieta.
- Eu quero, quero muito... mas assim dói muito, tira só um pouquinho... tira.
- Michelle, fica quieta. Ele empurrou mais, meu cu estava quente apertando o pau dele.
- Aiiiii meu cuzinho tira... tira... tá doendo muito.
- Fica quieta sua vadia... e socou tudo até no saco, e ficou parado. Senti meu cuzinho ser preenchido por aquele pau duro, quente e gostoso... eu adoro dar o cuzinho.
- Aiiiiiiiiiiiiii safado... isso dói muito, você me arrombou, tirou meu cabaço.
- Fala comigo sua vadia... fala o que você gosta sua putinha safada.
- Marco, você é um cachorro safado. Ele tirou de dentro.
- Plaft... Plaft... Plaft... você gosta de apanhar não é sua putinha.
- Plaft... Plaft, é disso que você gosta... não é sua vadia.
- Aiiiiiiiiiiiii... eu gosto... eu gosto muito... mas tá doendo, para de me bater.
- Gosta de quê... fala sua gostosa do caralho.
- Gosto de piroca no cu... aiiiiii eu gosto muito.
Marco socou forte e tirou... socou outra vez e tirou, aquilo me deixava louca.
- Aiiii amor... fode meu cuzinho... fode gostoso. Marco urrava igual animal, falando coisas indecentes no meu ouvido.
- Michelle, sua puta... que delicia esse cuzinho.
- Aiiii amor... soca... soca forte... goza leite no meu cu. Marco socava forte, rápido... engatado na minha bunda, igual um cachorro enrabando uma cadela. E como eu gostava de ser uma cadela... a cadelinha dele... gostava dele me enrabando com aquele pau grosso.
- Ah Michelle, delicia de gostosa... toma nesse rabo sua putinha safada.
- Aiiiiiiiiiiiiiiii... Mar...co me fode... eu gosto... aiiiii.... coloca tudo sa fa do... euuuu vouuu goz zzar... hunnn gozeiiiiii. Fiquei deitada ofegante, sentindo o cu aberto, latejando, a porra dele escorrendo, e eu querendo mais piça. Marco gozou urrando igual um animal selvagem. Eu gozei também. Marco ficou atônito, admirado, vendo que meu pau continuava duro igual uma rocha.
- Quero mais... eu quero gozar... bate uma punheta em mim.
Marco começou chupar meu pau. Que boca delicada, lambendo a cabeça e depois engolindo tudo, chupando minhas bolas. Eu estava louca de tesão.
- Caralho isso é muito gostoso... chupa seu safado... engole meu leitinho... chupa gostoso seu viadinho filho da puta... aiiiii caralho que boca gostosa.
- Puta que pariu Marco... vou goz... de no vo... aiiiiiiiiii gozeiiii... engole tudo... engole leite seu viadinho. Meu coração batia acelerado, depois daquele boquete delicioso.
Senti meo pau amolecer, a exaustão tomar conta do meu corpo. Marco pingava suor, cansado, ofegante, levantou trocando as pernas e foi tomar banho.
Relaxei sonolenta, quando despertei já passava das 18h. Marco tirava uma soneca, mesmo mole seu pau era bonito. Levantei e fui tomar banho. Eu não parava de pensar naquele pinto gostoso. Não resisti, comecei beijar coloquei tudo na boca. Marco despertou segurando meus cabelos.
- Michelle... que boquinha gostosa... isso... caralho... você é demais...
- Adoro seu pau... goza na minha boca... goza seu safado, quero leitinho de porra.
Marco ficou maluco, eu toda manhosa gemendo baixinho, pedindo leite... subi em cima dele e fizemos um 69 delicioso.
- Puta merda prima, que boca gostosa... hummm caralho... eu vou gozar.
- Ainda não... espera... fiquei na posição de frango assado.
- Vem safado... agora mete gostoso... mete nesse cuzinho... que é todo seu, bate punheta em mim e me fode gostoso... aiiiiinnnn... safado... cachorro... filho da puta... mete... coloca tudinho... coloca tudo no meu cu... coloca seu comedor safado... coloca tudo...
- Michelle, sua vagabunda... você quer tudo... onde?
- Quero no cuzinho... eu adoro tomar no cu.
- Puta merda, essa voz melosa me mata. Fala de novo... fala sua vagabunda... o que você gosta... fala sua putinha manhosa.
- Gosto de um pau bem grosso no cu. Vem meu macho safado, mete tudo... mete com força... faz sua putinha gozar... isso... vou goz... aiii amorrrr... e u u u... vou goz zz... gozar. Senti seu esperma me inundar, ficar toda melada. Marco urrando igual um animal.
Ficamos abraçados, ofegantes. Marco estava acabado, e eu destruida. Esperamos um pouco e depois fomos tomar outro banho.
- Michelle, o que foi isso!!! Nós precisamos conversar.
- Marco, vou pedir uma pizza. Estou com fome. Disse fugindo daquela conversa chata.
- E agora! Michelle, como nós ficamos depois disso?
- Como? Não entendi? Nós transamos, foi gostoso demais... é isso.
- Prima, eu pensei que nós... você disse que está apaixonada.
- Marco, estou apaixonada no seu pau. É paixão de sexo... desejo de foder gostoso.
- Há muito tempo sonho transar contigo, mas eu tenho minha vida e você a sua.
- Então quer dizer que isso, foi só uma transa?
- Sim Marco! Transa, foda, trepada... você não gostou?
- Claro que gostei, eu quero sempre.
- Sempre é complicado. Não gosto de planejar nada, e você sabe; nós dois não podemos ter relacionamento, ou você esqueceu! Meu objetivo, é estudar e me formar médica. Sexo é só prazer e diversão. Não pode atrapalhar nossa vida.
- Michelle, você me surpreende, está mais madura e consciente.
Nossa pizza chegou. Interrompemos a conversa para comer. Marco me olhava admirado.
- Prima eu vou nessa, outro dia a gente conversa.
- Por que? Nós temos o fim de semana todo, só pra nós.
- Michelle, você quer mais?
- Escuta seu safado. Você só vai embora, quando eu estiver satisfeita; e eu estou cheia de tesão! Marco deu um sorriso, deitou de novo e acabou dormindo.
Eu estava encantada, nós dois nus e cheios de tesão. Deitei ao lado dele, olhando seu corpo bonito, seu tórax peludo, seu pau amolecido caído de lado. Estávamos exaustos.
Despertamos novamente às 23h. Levantei para tomar uma ducha, quando sai do banheiro, Marco levantou. Vesti uma lingerie sexy, abri uma garrafa de vinho branco e servi duas taças. Coloquei a sobra da pizza no micro-ondas, esperando “meu macho” sair do banho.
Marco voltou renovado. Comemos a pizza, bebemos vinho, beijamos na boca, conversamos. Marco não tirava o olho, me comendo com os olhos.
Michelle você está linda, disse me beijando, chupando meus mamilos, lambendo minha barriga. Marco tirou minha calcinha, me lambendo, me chupando, engolindo meu pau.
- Chupa gostoso seu viadinho... me fala uma coisa, você gosta do meu pau.
- Eu gosto... ele é bonito, muito gostoso.
- Você é um gay... quem te ensinou chupar tão gostoso. Você gosta de pau?
- Só gosto do seu!
- Puta que pariu Marco, que boca gostosa... quero comer seu cu... caralho... vou goz... gozzz... gozar... engole meu leitinho... engole tudo seu viadinho... não perde nem uma gota.
- Vem safado... me come de novo... coloca essa piroca no meu cuzinho... coloca tudo... me deixa arrombada. Marco me colocou de bruços no sofá, e colocou tudo no meu rabo.
- Aiiii safado... eu quero piroca no cu... coloca tudinho... disse toda manhosa.
- Caralho, essa voz melosa me quebra. Fala sua putinha safada, o que você mais gosta.
- Adoro quando um macho pirocudo arromba meu cu... quando ele coloca tudo... fico completamente louca.
- Porra Michelle, você é muito safada... nunca comi um cuzinho tão gostoso... puta que pariu... não agüento mais... vou goz... gozzz... gozeiiiiii. Ficamos abraçados de conchinha. Beijando seu pescoço, acariciando seu tórax peludo, seus mamilos durinhos. Marco ficou todo arrepiado. Meu pau estava duro, muito duro, todo inchado. Comecei esfregar na sua bunda, encaixando meu pau no seu cuzinho, sussurrando coisas no seu ouvido.
- Me fala uma coisa e não mente pra mim. O que você sente quando chupa meu pau?
- Que porra de pergunta, Michelle. Eu sinto tesão... muito tesão.
- Você já deu o cu? Fala seu viadinho, e não mente pra mim.
- Dei uma vez... para experimentar.
- Então Marco, d á pra mim. Estou cheia de tesão no seu cu.
- Porra Michelle, seu pau é muito grande... vai me arrebentar todo.
- Vamos inverter os papéis... agora você vai ser minha garota, prometo ser carinhosa, disse mordendo sua orelha. Sussurrando coisas indecentes no seu ouvido. Marco não esperava minha reação. Puxei ele pela mão e fomos pra cama.
- Vem querida, vou arrombar seu cuzinho. Assim amor... seja boazinha e fica de lado. Passei de gel no meu pau e no cuzinho da minha garota.
- Porra Michelle... você está de sacanagem comigo. Quem é você?
- Sou a prima que vai rasgar seu cuzinho, agora abre a bunda pra mim.
- Querida chupa meu pau, deixa ele todo babado. Fala que você é minha putinha, pede pra comer seu cuzinho, fala sem tirar meu pau da boca. Ouvi som molhado dela chupando, engasgada com meu pau atolado na boca.
- Plaft... Plaft... Plaft... agora para de chupar e abre a bundinha. Fala o que você é...
Esfreguei a cabeça do pau, espalhando gel no cu do viadinho, meu pau estava inchado, duro igual uma rocha e empurrei... que cu apertado.
- Aiiiii caralho... vai devagar com isso... tá doendo... vai devagar.
- Fica quieto seu viadinho... não faz escândalo dá o cuzinho calado.
- Puta merda... vai devagar... isso dói pra caralho. Empurrei até na metade do pau.
- Aiiiiiiiiiiiiii puta que pariu... isso dói pra caralho... tira.
- Seja uma boa putinha e fica quieta. Não dói quase nada, deixei parado um pouco pra vadia acostumar com tamanho da piça, sussurrando no seu ouvido.
- Sabe querida, seu cuzinho é uma delicia, quente, apertadinho. Empurrei até no talo.
- Aiiiiiiiiiiiiiii... filha da puta isso dói demais... você me arrebentou... tira caralho... tira.
- Seja boazinha, agora é só relaxar. Você vai ver querida, como é gostoso dar o cuzinho. Relaxa querida, relaxa... deixei meu pau atolado. Eu queria socar gostoso, foi difícil segurar para não gozar rápido.
- Querida, seu pau delicia tá durol Relaxa, vou meter gostoso e fazer você gozar comigo.
- Caralho Michelle... tá doendo pçra caralho... mete devagar.
- Querida... você tem um cuzinho delicia, quente, apertadinho, você é viadinho gostoso. Fala que você gosta de tomar no cu... fala seu putinho e comecei socar e tirar, socar mais rápido, igual um cachorro fodendo uma cadela.
- Aiiiiiiiii puta que pariu Michelle, tá doendo muito... mete devagar.
- Responde o que perguntei... seu viadinho enrustido.
- Eu gosto do seu pau... eu gosto caralho... mas mete devagar. Ai eu tirei. Por um momento o putinho respirou aliviado... mas foi apenas por um momento.
- Fica de quatro, coloca a cabeça no travesseiro, empina a bunda e abre o cuzinho. E como uma boa putinha, ele obedeceu.
- Plaft... Plaft... Plaft... abre a bundinha e mostra seu cuzinho.
- Puta que pariu Michelle, não seja tão bruta. Passei mais um pouco de gel naquele cuzinho, segurando o putinho pelo quadril e soquei tudo de uma vez. Soquei com força, entrou até no talo, continuei metendo forte, tirando e colocando.
- Aiiiiiiiiiiiiiiii... filha da puta... coloca devagar... tá doendo... você tá me arrebentando.
- Fica quieto seu vioadinho, você é muito dengoso. Fala quem é a dona desse cuzinho.
- Você é dona desse cu... vai... mete esse pau gostoso... goza no meu cu... goza.
O viadinho do meu primo, gemia igual uma putinha manhosa; com pau atolado no cu.
- Aiiiii Michelle, isso é muito bom... não pensei que dar o cu fosse tão gostoso, vou gozar.
- Ahhh querida... eu também vou gozar... puta que pariu... vou encher seu cuzinho de leite... delicia de cu apertado... gostoso... ahiiiiinnnnn vou gozzz... hummm... gozei... gozei.
Caímos na cama abraçados, eu tremendo dentro dele, sentindo a porra escorrer. Extasiada pela intensidade daquela trepada gostosa. Tomamos banho em silêncio.
- Caralho Michelle... o que foi isso!
- Eu sabia que ia gostar, agora você é minha putinha.
- Tudo bem Michelle, mas ninguém pode saber disso. Ninguém... isso fica entre nós.
Depois que comecei transar, garotos e garotas, ficavam loucos na minha piroca. Quase todos sem exceção, se entregavam para mim. Gostei tanto que fiquei viciada, em cu e buceta.
Pelo meu temperamento quieta, sempre me imaginei uma garota passiva, o que em parte é verdade. Quando eu dou gosto ser passiva, mas também gosto de dominar, de subjugar, gosto de dar uns tapas neles, gosto de ver eles gemendo na minha rola.
Quando Marco chupou meu pau, fiquei louca. Eu estava maluca de vontade de dar uns bofetões nele, aquilo me excitava, me deixava louca de tesão.
- Escuta seu viadinho, eu adoro um cu lisinho... da próxima vez que vier, depila seu corpo da cintura pra baixo.
- Porra Michelle, isso é demais. Não vou fazer isso!
- Plaft... Plaft... plaft... dei três tapas na cara dele, o viadinho me olhou apavorado.
- Você vai depilar sim sua vadia, vai fazer exatamente o que eu mandei você fazer. Quem você pensa que é sua putinha, e abaixa os olhos quando eu falar com você.
- Plaft... Plaft... mais dois tapas na cara. O viadinho parecia uma garota assustada.
- Quero você lisinha, ou nunca mais como seu cuzinho... ouviu sua putinha.
- Porra Michelle, não te reconheço mais... essa não é você!
- Essa sou eu sim... sua dona! Eu mando e você obedece, você é só um viadinho que gosta de dar o cu... agora fala o que eu quero ouvir.
- Sou sua garota... sua putinha... você manda, eu obedeço.
- Boa garota... é assim que eu gosto.
Eu e o primo Marco transamos muitas vezes, e por incrível que pareça. Marcos era um gay enrustido e ficou viciado em tomar no cu. Algum tempos depois conheci Fernanda.
Marco ficou enciumado e não gostou, ele queria exclusividade. Nós brigamos, ele ficou mais de dois meses sem falar comigo.
Depois se arrependeu e voltou ser apenas, meu primo novamente.
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