Justiça Molhada: Enteada Vinga Padrasto

Um conto erótico de Adriana
Categoria: Heterossexual
Contém 1597 palavras
Data: 03/05/2026 09:31:25

Eu me chamo Adriana e, aos 19 anos, aprendi que a justiça nem sempre vem limpa. Às vezes, ela vem molhada, quente e cheia de gemidos abafados nas costas da pessoa que você mais ama. Minha mãe, aos 55 anos, era uma mulher ainda bonita, vaidosa, com aquele corpo que muitas invejavam. Mas dentro de casa, ela se transformava em uma carcereira fria. Meu padrasto, Roberto, 49 anos, um homem que se cuidava — musculoso sem exageros, cheiro bom, mãos firmes de quem trabalhava o dia inteiro mas ainda chegava em casa e fazia o jantar — vivia implorando por migalhas de afeto e sexo.

Eu acordava quase toda madrugada com as vozes baixas e cortantes vindo do quarto deles. No começo, tapava os ouvidos. Depois, comecei a ouvir. “Não estou com cabeça, Roberto. Dorme.” “Você nunca mais quer. Faz quanto tempo?” Silêncio. Ou pior: ela rindo com sarcasmo. Eu amava minha mãe. De verdade. Mas uma raiva quente começou a crescer no meu peito. Ele lavava a louça, passava pano na casa, me tratava como filha de sangue desde que eu era pequena. E ela? Só recebia e rejeitava. Um homem como ele não precisava de muito: um boquete caprichado, uma buceta molhada e quente para descarregar o estresse. Qualquer mulher sabe disso. Mas ela fingia que não.

Eu era a caçula de seis irmãos, a única ainda em casa. Corpo de quem malha com disciplina: cintura fina, bunda redonda e empinada, seios firmes que chamavam atenção sem esforço, pele macia, cabelo longo castanho. Luciano, meu namorado, adorava. Mas meus pensamentos começaram a mudar depois de uma noite na casa dele.

Estávamos suados na cama dele. Eu tinha acabado de cavalgar gostoso, rebolando com ele bem fundo dentro de mim. Seus dedos apertavam meus mamilos duros enquanto eu quicava, gemendo baixinho. Quando ele avisou que ia gozar, desci rápido, segurei o pau latejante e enfiei na boca. Chupei com fome, língua girando na cabeça inchada, sugando as bolas pesadas enquanto ele gemia meu nome. O jato quente explodiu na minha garganta e eu engoli tudo, olhando nos olhos dele com aquele ar safado que ele adorava.

Deitada ao lado, ainda com gosto de porra na boca, suspirei:

— Tô com dó do meu pai.

Luciano franziu a testa. Contei tudo. As brigas, as rejeições, a frustração dele. Meu namorado balançou a cabeça, com pena.

— Coitado. Uma hora ele vai arrumar uma novinha cheia de tesão pra apagar esse fogo. Sua mãe vai ganhar um par de chifres daqueles.

Aquela frase acendeu algo perigoso dentro de mim. Deitada ali, nua, com a buceta ainda latejando do orgasmo, imaginei. *E se eu fosse essa novinha?* Não. Ele era meu padrasto. Quase meu pai. Mas não era sangue. Não era meu pai de verdade. Os pensamentos intrusivos vieram como ondas: a imagem dele gemendo, aliviado, gozando na minha boca enquanto minha mãe dormia no quarto ao lado. Eu me toquei baixinho aquela noite pensando nisso, gozando em silêncio com culpa e tesão misturados.

Os dias seguintes foram um inferno delicioso. Eu me aproximava mais dele. Assistíamos TV juntos no sofá grande enquanto minha mãe ficava no menor, isolada. Ríamos de bobagens. Ela implicava, não pela proximidade física, mas por ver ele sorrindo. O sorriso dele a irritava. Eu sentia a raiva dela como combustível.

Uma noite, os três na sala. Mamãe no sofá de dois, nós dois no de três. O filme era chato. Ela dormiu primeiro. Depois ele, cabeça inclinada. Eu, impulsionada por algo maior que eu, me deitei devagar no colo dele. Minha bochecha encostou exatamente onde o pau mole repousava por baixo da calça de moletom. Fiquei ali, respirando o cheiro dele — homem limpo, suor leve do dia. Aos poucos, senti o milagre. O pau inchou devagar, engrossando, ficando duro contra meu rosto. Latejava. Eu sorri internamente, buceta molhando a calcinha.

Ele estava dormindo de verdade ou fingindo? Chamei baixinho, mão no peito dele:

— Pai... tá acordado?

Ele despertou assustado, corpo tensionando. Quando percebeu minha cabeça no colo e o pau duro latejando quase na minha boca, quase pulou.

— Adriana! Que... que é isso?

Eu segurei firme o cacete por cima da calça, apertando. Olhei nos olhos dele com fome.

— Shhh... deixa eu cuidar de você.

Ele segurou meu pulso, olhos arregalados de pânico e desejo.

— Para. Sua mãe...

Mas eu apertei mais, sentindo ele pulsar. Ele se levantou rápido, acordou minha mãe com raiva e a levou pro quarto. Ela resmungou, mandou ele tomar no cu e foi na frente. Quando ela saiu da sala, eu sussurrei:

— Idiota. Desperdiçou uma chance de gozar gostoso na minha boca.

Ele me olhou por um segundo longo, pau ainda marcando a calça, antes de seguir.

A tensão ficou insuportável. Dois dias depois, estávamos sozinhos em casa. Ele me chamou na cozinha, sério.

— Por que você fez aquilo, Adriana?

Eu não desviei o olhar.

— Eu ouço tudo, pai. Todas as noites. Sei como ela te trata. Você merece mais. Eu quero fazer justiça com as minhas próprias mãos... boca... buceta... tudo o que for preciso.

— Você tá louca! Eu sou seu padrasto!

Chamei ele de filho da puta otário, voz baixa e quente.

— Ou você me come agora e aproveita uma novinha com menos da metade da sua idade, ou continua sendo trouxa na mão dela. Escolhe.

Eu fui pra cima. Beijei ele. No começo ele resistiu, mãos nos meus ombros tentando me afastar. Depois gemeu contra minha boca e me agarrou. As mãos grandes apertaram minha cintura, desceram pra bunda, apertando forte. O beijo virou selvagem, línguas se enrolando com anos de frustração contida.

Eu caí de joelhos ali mesmo na cozinha. Puxei a calça dele pra baixo. O pau pulou pra fora — grosso, venoso, cabeça inchada brilhando de pré-gozo. Cheiro de homem excitado me deixou tonta de tesão. Segurei na base e lambi devagar da raiz até a ponta, olhando pra cima.

— Finalmente vou cuidar de você como merece.

Chupei com devoção. Boca quente, molhada, sugando fundo até encostar na garganta. Lambi as bolas pesadas, chupei uma de cada vez enquanto masturbava o pau babado. Ele gemia baixo, mão no meu cabelo, quadril se movendo devagar.

— Caralho, Adriana... que boca gostosa...

Ele me levantou, tirou minha roupa com pressa. Me colocou sentada na mesa da cozinha, abriu minhas pernas e mergulhou o rosto na minha buceta. Língua experiente, faminta. Lambeu o clitóris inchado, sugou os lábios, enfiou a língua dentro. Depois desceu mais e atacou meu cuzinho, girando, penetrando com a ponta. Eu gozei pela primeira vez assim, tremendo, apertando a cabeça dele entre minhas coxas, gemendo o nome dele.

Ele se levantou, pau brilhando. Me penetrou de uma vez, fundo. A sensação de ser preenchida por ele era indescritível — quente, grosso, latejando. Começou a meter forte, mesa rangendo. Meus seios pulavam. Ele chupava meus mamilos enquanto socava.

— Tão apertada... tão molhada pra mim...

Gozei pela segunda vez, buceta apertando o pau dele como um punho. Ele me virou, me fodeu de quatro no chão da cozinha. Mão no meu cabelo, outra apertando o quadril. O barulho de pele contra pele ecoava. Ele cuspiu no meu cuzinho e enfiou um dedo enquanto metia na buceta. Eu gozei pela terceira vez, quase desmaiando de prazer.

Ele me pegou no colo, me levantou contra a parede. Eu subi nele, pernas enlaçando sua cintura. Ele segurou minhas nádegas com firmeza, me ergueu e me baixou no pau. Fodendo de pé, forte, profundo. Eu mordia o ombro dele pra não gritar.

— Eu vou ser sua mulher até você encontrar uma puta pra colocar chifre nela — sussurrei no ouvido dele, rebolando. — Mas hoje... sou toda sua.

Ele rosnou, acelerou. Me carregou pro sofá, me colocou de quatro de novo e meteu com tudo. Quando sentiu que ia gozar, eu pedi:

— Na boca. Enche minha boca de porra, pai.

Ele tirou, eu me ajoelhei rápido. Abri a boca, língua pra fora. Jatos grossos, quentes, abundantes explodiram na minha língua, no fundo da garganta. Engoli tudo, limpando o pau com a boca até a última gota.

Aquele foi o começo. Por semanas, nós fodemos como animais sempre que podíamos. No quarto deles quando ela saía, no meu quarto à noite, no carro na garagem. Ele descarregava toda a raiva e frustração acumulada na minha buceta, na minha boca, na minha bunda. Eu gozava tanto que ficava com as pernas bambas. Ele me ensinava coisas — como rebolar devagar pra provocar, como apertar o cuzinho em volta do pau dele. Eu adorava quando ele me comia por trás, segurando meus cabelos, chamando meu nome com voz rouca.

Eu incentivava ele a sair. “Arrume uma novinha, pai. Ou pague uma puta. Você merece.” Ele começou a fazer. Voltava cheirando a sexo alheio e me contava detalhes enquanto eu chupava ele, excitada com a traição dupla. Minha mãe continuava distante, reclamando da vida, sem imaginar que o marido dela estava sendo bem alimentado pela enteada.

O tempo passou. Eu fiquei noiva de Luciano, saí de casa pra morar com ele. Ainda visito. O clima lá em casa continua... estável. Eles seguem juntos. Não sei se ele virou trouxa de novo ou se continua fazendo minha mãe de trouxa com outras mulheres — ou até comigo, quando a oportunidade aparece escondido.

O que eu sei é que fiz justiça. Com minhas mãos, boca, buceta e coração. E cada vez que lembro do gosto dele, do peso do corpo dele sobre o meu, da sensação dele gozando fundo em mim enquanto minha mãe dormia no quarto ao lado... eu ainda me toco. Porque às vezes, a vingança mais doce é também a mais molhada.

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Comentários

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"cordou minha mãe com raiva e a levou pro quarto.

Ela resmungou, mandou ele tomar no cu e foi na frente."

-mandou ele tomar no cu e foi na frente.-

aaaaahuahuahauhauhauahauhauhauahauahuhauhauhauhuahuauahauha

"Eu vou ser sua mulher até você encontrar uma puta pra colocar chifre nela"

porra sei não hein... eu to achando que a mãe de trouxa não tem nada. já tá dando bola nas costas do padrasto faz teeempo.

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