Vcs irão para academia com essas roupas?
Foi o que questionei mas não foi com indignação ou ar de proibição, foi somente uma pergunta que esperava uma certeza, uma atitude, uma confirmação. Naquele momento eu não me sentia com poder algum de vetar as roupas de Débora e suas amigas. Na verdade estava até constrangido e com a rola dura vendo que aquelas três beldades estavam ali naquela sala, dando uma voltinha pra me mostrar suas vestimentas ousadas. Eu poderia bancar o machão, o chefe da casa, mas eu estava bôbo e excitado. As meninas voltaram o olhar pra mim e para Débora esperando o que iria se desenrolar daquela minha pergunta. Senti Débora e as meninas um pouco vacilantes na expressão, embora quase o que não soubesse o que passava em suas cabeças, aquilo ali era um momento de teste, de validação, de uma nova forma de lidar com aquela nova postura de minha esposa, incentivada por suas amigas.
Débora consertou a expressão e agora parecia mais séria, somente séria. Uma expressão de neutralidade ganhou seu rosto e me lançou:
-- Éhhh amor, a gente tava querendo testar essas roupas. Hj tem dança e a gente costuma suar bastante e roupas assim mais a vontade ficaria melhor, não é meninas?
Gabi e Gio que acompanhavam com aquela expectativa da minha reação, olharam pra mim e depois para Débora, Gio disse:
-- Sim, Bê. Aposto que você gostou das roupas. Tá quase babando com esses modelos, pode falar. Olha como sua esposa tá bonita.
Aquilo foi mais que uma resposta, foi um desafio. Pois enquanto falava aquilo, estava por trás o fato de mim ter gostado de aproveitar aquele momento.
Gio estava brincando com meus instintos de homem e ajudou a amiga como se dissesse " se vc gostou deixa ela usar pq outros vão gostar tbm".
Débora só me olhava procurando a confirmação com uma das sobrancelhas arqueada e agora eu estava numa situação confusão de excitação, surpresa e um desconforto por estar vendo uma postura nova da minha esposa diante de suas amigas. Não que Débora fosse conservadora.
Por ter tido filhos bem cedo e ter sacrificado até aqui pelo nosso casamento e o cuidado doméstico, achei que esse poderia ser um novo momento de Débora. Ao conquistar seus objetivos na profissão e colocar os filhos na universidade, deve ter se dado conta que passou o período de seu ápice físico com muitos compromissos. Nos dedicamos um ao outro mas ela havia entrado a vida adulta com uma realidade diferente e agora precisava recuperar um pouco da liberdade que não teve. Eu estava compreendendo Débora. E respondi:
-- Vc está se sentindo bem assim meu amor? Teria coragem de andar nessas roupas na academia?
-- Débora com riso de menina responde: -- Só na academia que vou usar amor, tô com as meninas, ninguém vai chegar perto da gente, não. ( Salientou Débora)
-- Mas vcs sabem que os homens vão olhar demais pra vcs não é meninas?
Gabi apreensiva fala : -- Bê, lá todo mundo é adulto e sabe se comportar. Pode deixar a gente cuida dela.
Uma tensão ficou no ar, elas estavam me encurralando e eu estava sedendo aquele jogo.
-- Pois tudo bem, podem ir. Que horas vc saíram da academia?
Gio respondeu: -- Talvez umas três horas, vamos pra aula de dança e depois tomar um açaí aqui mesmo no bairro.
Débora fala: -- Não pode faltar uma açaizinho depois da academia né, amor...
-- Tá bem, podem ir mas me liguem se qualquer coisa.
Elas se animaram com a resposta, Débora respirou aliviada e resplandeceu no seu rosto um brilho que não via a algum tempo. Chegou com rosto perto do meu e disse baixinho:
-- Vc sabe que te amo, amor. Fica tranquilo, daqui a pouco tô de volta. Vou deixar as meninas em casa, tchau.
Ela encostou a boca e me deu um selinho de despedida e saiu da sala com as duas com aqueles shorts socados na bunda e com as bucetas destacadas. Quando o portão está a abrindo pensei:
-- Como que deixei isso acontecer? Pq Eu estava tão excitado e confuso? Não havia claridade nos meus pensamentos e fui tomar banho.
Cheguei no banheiro e liguei o chuveiro, coloquei a cabeça em baixo deixando a água correr pra vê se me aliviava aquela cena que agora pouco se sucedeu. Me peguei mais uma vez excitado. Aquilo me confundia mas não ficava excitado assim desde a adolescência quando descobri o sentido sexual da vida. E meu pau ficou duro no chuveiro, imaginando a gostosura daquelas mulheres desfilando com roupinhas pela academia cheia também de homens jovens. Será o que elas conversam durante o trajeto? Como elas vêem minha atitude em deixar a esposa a vontade? Será se conversam sobre outros homens? Me questionei também: será se estão se vestindo justamente pra outros homens?
Aquilo foi um turbilhão de pensamentos e quando dei por mim, estava me masturbando, imaginando a liberdade que acabara de dar a Débora e suas amigas em minha casa, de andar com roupinhas e levar minha esposa vestida daquele jeito. O fato de Débora ter deixado suas amigas se virarem pra mim conferir como tinha ficado modelado os seus corpos nas roupas novas, me levou ao êxtase e gozei muito forte, como há muito não fazia.
Após o banho voltei ao sofá pra assistir TV e acordei com o portão já abrindo pra chegada de Débora. Olhei o horário no celular e era 22h, duas a mais do que me dizia q voltaria. O carro de Débora estava tocando uma música alta, eletrônica anos 2000 e Débora já saiu do carro dançando toda animada. Os tecidos da sua roupa não estavam mais molhados, chegou na sala animada dançando e eu estava lá, sonolento, acordando.
-- Oi amor, cheguei vida. Demorei um pouco. O papo com as meninas foi tão bom que só cheguei agora.
-- Onde vcs estavam amor?
-- No açaí, vida. (Sentou-se em minhas pernas e enlaçou-me com o braço direito na nuca e me deu um beijo).
Me beijou de língua e ficamos ali, naquele demorado e gostoso beijo. Fiquei de pau duro, ela percebeu e me levou para o quarto. Nesse momento, eu me deitei e ela retirou a roupa, ficou nua, nem esperou pelo banho. Débora sempre estava cheirosa pq sempre usava hidratante e outros cremes corporais.
Estava um espetáculo aquele corpo. As costas finas mais fortes, a cintura fina e um quadril e bunda bem alinhados e veio por cima, tirei meu short e já estava de pau duro. Ela veio devagar e colocou sua boca em meu pau e começou a chupar devagar mas muito gulosa. Débora não é daquelas que só chupa a glande, adora chupar o pau todo. Estava chupando meu pau e tbm passava a língua no saco, olhava em meus olhos e pude perceber q algo nela havia acendido. Me olhava com olhar desejo, então montou. Quicava com força e fazia movimentos pra frente e pra trás. Eu estava em êxtase. Pra não gozar, lhe mandei ficar de quatro e comecei a estocar, ficamos assim algum tempo até eu Débora soltar um urro de prazer, havia gozado, tinha ficado toda melada e melou tbm meu pau, logo em seguida me chupou o saco e disse q queria uma gozada em sua boca. Não demorou muito e depois fui eu quem dei o urro de prazer.....
Os dias se passavam e a rotina se mantinha, mas agora com outra cara, outra personalidade. Eu estava no trabalho mas pensando logo em chegar em casa e se possível vê Débora se aprontar com suas amigas. Mas aquilo era só coisa da minha cabeça, na maior parte dos dias, Débora ia direto pra academia.
Mas depois daquele dia, Débora não exitava mais ou pedia permissão, estava indo com aquelas roupas sempre. Shortinho e top, quando não, calça legin de cós alto e blusinha leve, destacando seus peitos redondinhos. As meninas de vez em quando apareciam e estávamos bem mais a vontade comigo. Quando eu chegava cedo em casa, esperava sem Débora perceber a chegada de suas amigas. Era uma situação na qual quem ganhava era o prazer, não sei se me entendem.
Elas chegavam, me cumprimentavam e já entravam chamando Débora q estava no quarto e gostava da visita das amigas; na volta, passavam em minha frente com aqueles rabos e bucetas bem definidas naquelas roupas, não tinha como negar.
Sobre o horário, as vezes Débora chegava cedo às 20h ou 22h e também as 23h. Mesmo atrasando no horário, Débora nem procurava mais se explicar e nisso, eu estava na cama, ou no sofá, ou simplesmente no escritório da casa fazendo algumas anotações...
Débora chegava com o som alto, vinha dançando ou rebolando pra mim admirar, eu sempre perguntava:
-- E suas amigas?
-- Ah, amor...elas tão malhando forte comigo, saímos depois da academia sempre pra algum lanchinho fitness. Deixa te perguntar uma coisa seu safado.
-- Pode perguntar amor?
-- fala a verdade pra mim, vida. Vc acha elas bonitas né?
-- Sim meu amor, elas são bonitas mas não mais q vc.
-- Hum...tá fazendo média comigo q eu sei.
-- Não amor, mas vc sabe q só tem amiga gata.
-- Hum....olha q apresenta Dinho, chamando as meninas de gatas, sei...tô brincando amor, não tenho esses ciúmes, sabe. E gosto de vc não ser um homem q quer me prender e me deixar privada de andar como eu quero...essas roupas por exemplo, eu gosto muito. São bem confortáveis e modela bem o meu corpo. Vc sente ciúmes de me ver andando assim?
-- Não amor, talvez tenha me causado algo confuso, pois nunca tinha visto vc numa fase mais assim, fogosa e dedicada ao corpo. Isso deve mexer com sua vaidade e eu entendo.
-- Tá bem amor. Sabe ( riu com olhando nos meus olhos) as meninas dizem q vc me liberou pra andar como novinha, amor.
Eu disse: -- Como assim?
-- Elas dizem kkkkkk....elas dizem kkkkk...não, não vou falar se não vc pode ficar de mal com elas.
-- Deixa de ser boba, pode falar, Débora ( disse com sorriso amarelo)
-- Tá bom...elas dizem q vc agora tá me liberando pra andar q nem puta na academia ( gargalhou mas procurando saber o q eu pensava).
-- ahh kkkkkk. Eu acho q vcs são umas putas encubadas, (brinquei com toque de sinceridade).
-- ahh...quer dizer q vc acha q somos putas encubadas, né (Provocativa). Eu ando mesmo amor e sabe, gostaria de falar pra vc q encomendei outras roupas um pouco parecidas com as da academia ( olhava pra mim esperando reação no que falava). Pedi short curto, calça colada, saias e vestidos colados com decotes...
-- Quer dizer q vc vai mudar seu estilo?
-- É amor, tô querendo dar uma repaginada. Olha, esse fim de semana, eu vc e as meninas vamos dar um rolê?
-- Vcs pensam ir onde?
-- A gente tá vendo aí algum lugar que tenha música boa e gente bonita. Faz tempo q não saímos juntos assim pra beber todas...
Eu não gostava tanto de álcool e bebia mais por sociabilidade. Já Débora não bebia tanto assim, ainda mais pela vida fitness q estava levando mas estavam mais dedicados a outras coisas até então. Era uma oportunidade pra voltar a fazer coisas de casal q meio a havia abandonado pro me entregar demais ao trabalho.
Os dias se passaram e chegou o dia do rolê com Débora com suas amigas.
As amigas ficaram de se arrumar lá em casa e eu dei um jeito no trabalho de chegar mais cedo. Elas foram pra academia e disseram q naquele dia não iria ter dança, pois elas voltariam pra se arrumar pro rolê.
Não era uma festa grande, era um bar bem legal que ficava na zona sudeste da cidade, as bandas tocavam de 21h até às 2h. Elas voltaram da academia e se arrumaram e novamente me mostraram como estavam vestidas..
Continua....