Depois que elas saíram, fui direto para o quarto e apaguei, exausto pela intensidade da noite anterior. Quando acordei, percebi que a Jaque não estava: tinha ido para a casa do namorado. Comi alguma coisa e acabei pegando no sono novamente. No dia seguinte, fui trabalhar. À noite, nada de sinal da Jaque; ela continuava por lá.
Terça-feira foi meu último dia de trabalho, já que faltavam apenas 15 dias para a minha mudança para o Paraguai. Para marcar a despedida da empresa, o pessoal organizou um happy hour. Cheguei em casa alegre, por volta das três da manhã. Vi que a Jaque já estava dormindo e, para não incomodá-la, deitei de mansinho.
Pela manhã, só acordo com a voz dela:
— Pai, acorda.
— Oi, filha. O que aconteceu?
— Já passa quase de meio-dia!
— Minha nossa, perdi totalmente a noção do tempo.
— Sim! Mas você está bem?
— Estou bem, sim.
— Certo. Toma um café, porque a gente vai receber visita.
— Visita? Quem?
— Você vai ver... Às 14h eles chegam.
Levantei, escovei os dentes e tomei meu café. Logo em seguida, a Jaque insistiu:
— Vai tomar banho, pai.
— Por que, menina? Quem é que vem aí?
— Você vai ver. Toma banho e fica bem cheiroso!
Tomei meu banho, coloquei uma camiseta e um short largo, e depois ela foi tomar o dela. Já era quase 14h quando a vi sair do quarto usando o seu famoso short minúsculo, que marcava totalmente a sua boceta. Também vestia uma camiseta nova que deixava o contorno dos seus seios em evidência, já que estava sem sutiã.
— Nossa, para que isso, filha? Quem é que está vindo?
Antes que ela pudesse responder, o interfone tocou. Ela correu para atender:
— Oi, pode liberar.
— Quem é, filha?
— O Kalel e a Roberta.
— Você é louca, menina? Essa é a nossa casa! Eles não sabem que somos pai e filha.
— Não sabem, e vão continuar sem saber.
— Mas qual é o intuito disso?
— Terminar o que começamos. Eles vão voltar para a Paraíba no domingo.
— Jaque... Jaque...
De repente, a campainha tocou. Ela saiu correndo para abrir a porta e os dois entraram. Eram apenas o Kalel e a Roberta. Eles se cumprimentaram com um beijo no rosto, mas notei imediatamente o olhar do Kalel em cima da minha menina; ele literalmente a comia com os olhos. A Roberta usava um short jeans e um top que valorizava todo o seu corpo sarado e bronzeado. Era linda e, ao mesmo tempo, parecia safada demais.
Sentamos e ficamos conversando, até que, por curiosidade, perguntei:
— E o outro menino? Não veio?
— Não — respondeu Roberta. — A sua amiga disse que era para vir apenas eu e meu irmão.
— Sério? Mas ele é seu noivo, não é?
— Sim, ele é.
— E como você conseguiu vir aqui sem ele?
— Minha família é daqui. Disse a ele que viria visitar uma tia que mora por estes lados. Como ele não gosta desse tipo de programa, nem se importou. Só preciso voltar antes das 19h, porque vamos sair para uma baladinha à noite.
— Entendi.
A Jaqueline foi até a cozinha e, no mesmo instante, tanto eu quanto o Kalel acompanhamos com os olhos aquela bunda enorme passando por nós. Ficamos conversando por mais de trinta minutos, até que a Jaque voltou e disparou:
— E aí? Vocês vieram para conversar ou para ter uma boa transa?
— Claro que viemos pela transa! — respondeu Kalel, sem hesitar.
— Mas, antes, quero que você prometa que não vai fazer o que fez no motel. — Complementa Roberta.
— O quê? — perguntou ela.
— Forçar a barra comigo e com o meu irmão.
— Não, relaxa. Eu só estava com tesão.
— É bom mesmo. Quase que eu não venho. Mas como o Kalel ficou enchendo o meu saco, acabei cedendo.
— Justo. Mas eu e meu amigo podemos interagir, né?
— Pode.
Olhei para o relógio e já eram três da tarde. Jaqueline levantou do sofá menor onde estava comigo e fechou as janelas, deixando o ambiente no escuro. Ela foi em direção ao Kalel, sentou em seu colo e começou a beijá-lo. Novamente, senti um incômodo ao ver aquela cena.
Ao mesmo tempo, Roberta veio em minha direção e sentou no meu colo, repetindo a cena da minha filha, e começamos a nos beijar. Nossas línguas se entrelaçaram e eu passei a aproveitar cada centímetro daquela boca. Minha mão escorreu por sua bunda e, aos poucos, o tesão foi subindo e o meu pau foi ficando duro. Comecei a levantar a regata dela; subindo a peça, vi que ela usava um sutiã branco. Minha mão foi direto ao fecho e o desprendeu.
Tirei a blusa e o sutiã dela e joguei no chão. Caí de boca em seus seios pequenos, mas pontudos, e comecei a chupá-los. Minha língua passava por sua aréola e depois dava uma atenção especial ao bico. Olhei para cima e a vi morder os lábios. Segurei-a com as duas mãos pela bunda, revezando os beijos entre o seio esquerdo e o direito. Ao lado, Kalel já estava lambendo os peitos da minha filha, que continuava em seu colo.
Logo em seguida, Roberta foi levantando minha camisa até que consegui tirá-la. Voltei a beijá-la na boca até que ela ficou de pé, e eu comecei a desabotoar o seu short. Abri o botão, desci o zíper e fui puxando a peça para baixo, passando pelos joelhos e calcanhares. Olhei para a sua calcinha de renda, toda branca, e fiquei louco. Ela puxou meu short e, logo em seguida, minha cueca, me deixando totalmente nu. Voltou a sentar no meu colo e recomeçamos a nos beijar. Então, ela abriu as pernas e ficou de joelhos no sofá, por cima de mim; enquanto eu chupava seus peitos, dava vários tapas naquela bunda.
— Isso, macho. Gosto assim! — ela gemeu.
Olhei para o lado e vi que a minha filha já estava totalmente nua, sentada de costas para o Kalel, rebolando. Ele estava sem camiseta, mas ainda de calça jeans.
O tesão entre eu e a Roberta só aumentava. Começaram a surgir mordidinhas nos lábios, depois chupões na língua, em uma intensidade cada vez maior. Até que ela se levantou e foi descendo a calcinha. Tanto eu quanto o Kalel ficamos olhando fixamente para aquela delícia, até que ela percebeu o olhar do irmão.
— Você vira para lá, Kalel! — disparou Roberta.
Ele voltou a atenção para a Jaque, e a Roberta ficou totalmente pelada. Ela jogou a calcinha na minha cara; segurei com a mão direita e senti aquele cheiro de mulher gostosa. Tinha um aroma forte, mas ao mesmo tempo agradável, como se ela tivesse usado um sabonete perfumado antes de vir.
Ela subiu em cima de mim e disse:
— Hoje você vai ter que me fazer gozar.
— E eu vou.
— Ótimo.
Ela voltou a me beijar, roçando a sua bucetinha em cima do meu pau. Eu sentia perfeitamente o seu grelo passar por toda a extensão do meu membro. Até que ouvi, logo ao lado, um barulho forte de sucção.
Olhei de canto e vi a bunda da Jaque apontada para mim, com sua boceta e cú totalmente em minha direção, enquanto ela começava um boquete daqueles no Kalel. Roberta, vendo aquela cena, foi se ajoelhando no sofá até se posicionar bem em cima do meu pau. Ela o engoliu todo de uma vez e começou a subir e descer, misturando o movimento com uma pressão incrível. A Roberta tinha um talento nato para chupar: usava as duas mãos, a língua e, muitas vezes, engolia tudo, levando o meu pau até o fundo da garganta.
Ao meu lado, a minha filha continuava aquele boquete molhado no Kalel. O barulho de sucção estava alto naquela sala. De repente, Roberta parou de me chupar, subiu em minha direção e me deu um beijo profundo, daqueles de quem está morrendo de tesão. Logo em seguida, ela desceu novamente e retomou o boquete.
Ficamos assim por mais de dez minutos. A região da minha virilha estava totalmente ensopada de tanta saliva que escorria da boca dela. Foi quando decidi mudar de posição. Me levantei, puxei a Roberta e a deitei no sofá. Ela abriu bem as pernas, revelando a sua buceta toda depilada e com o grelo enorme. Me ajoelhei entre suas pernas e, sem pensar duas vezes, minha língua foi direto naquele pedaço de carne gostoso. Comecei a massagear com a língua, percorrendo todos os lábios vaginais, enquanto o mel daquele buraco delicioso ia sendo liberado aos poucos. Quando foquei no clitóris dela, os gemidos de prazer começaram a ecoar pela sala.
— Ai, que gostoso... — ela murmurava. — Assim! Que delícia, cachorro... Tá gostando da buceta da paraibana, está?
Eu lambia aquilo como se fosse um gato em um prato de leite. Simultaneamente, o Kalel fazia a mesma coisa com a minha filha: abriu bem as pernas dela e percorria com a língua toda aquela bucetinha deliciosa.
Estávamos há alguns minutos nessa posição quando a minha filha me olhou do outro sofá, fez uma cara de safada e começou a se levantar. Ela foi até o braço do sofá, se ajeitou, curvando o corpo da barriga para cima, e disse:
— Quero beijar essa gostosa.
E as duas começaram a se beijar, enquanto o Kalel se ajoelhava e voltava a lamber o grelinho dela. Os beijos rolavam intensos entre as duas, e a minha língua continuava trabalhando no clitóris da Roberta, que gemeu:
— Gostosa... Que tesão que eu estou! Vamos para o quarto nós quatro?— pergunta, Jaque.
— Vamos — responde ela.
Eu parei, e a Jaque se ajeitou. Ela levantou, pegou na mão esquerda da Roberta e disse:
— Vem.
As duas seguiram na frente, enquanto eu e o Kalel íamos logo atrás. Elas foram direto para o meu quarto, onde tem uma cama de casal. Assim que entramos, a Jaque comandou:
— Vai, meninos, deitem na cama que nós vamos chupar vocês.
Eu me deitei e o Kalel se deitou ao meu lado. A Jaque ficou de joelhos e retomou o boquete nele. Eu via como ela engolia aquele pau; minha filha tem um talento nato para a putaria. Simultaneamente, a Roberta caiu de boca no meu pau. De repente, a Jaque parou de chupar e puxou a boca da Roberta para um beijo. Na primeira vez, a Roberta fez uma cara meio feia, mas na segunda, terceira e quarta vez, ela foi se acostumando. E toda vez que elas se beijavam, se separavam e voltavam direto para os nossos paus, continuando o boquete.
Depois, mudamos de posição. Elas ficaram invertidas na cama, uma ao lado da outra, mas em sentidos contrários. Abriram bem as pernas, e nós voltamos a nos deliciar naquelas bucetas maravilhosas. Aquele grelo me deixava louco. Elas começaram a se beijar lá em cima, enquanto eu me deliciava na Roberta e o Kalel na Jaque.
Até que a minha filha virou o corpo, foi um pouco para a frente e alcançou os peitos da Roberta, começando a lambê-los. Eu conseguia ouvir perfeitamente o barulho de sucção. Aos poucos, sentia a Roberta ficando cada vez mais molhada. O Kalel também começou a passar a língua no cuzinho da minha filha, revezando com a buceta.
— Teta gostosa... — Jaque murmurou, perdida no prazer.
Até que a minha filha se levantou e puxou a Roberta, que ficou de joelhos. A Jaque foi entrando por baixo das pernas dela e, de repente, vi a Roberta sentar em seu rosto. Minha filha começou a lamber aquele grelo enorme, enquanto a Roberta rebolava na sua cara. O Kalel voltou para a buceta da Jaque e recomeçou a lambê-la. Eu me levantei, subi na cama, levei o meu pau até a boca da Roberta e ela começou um boquete delicioso.
A putaria estava fora de controle.
— Ai... rola na boca e lambida na buceta. Que delícia! — gemeu Roberta, rebolando no rosto da minha filha.
Paralelamente, eu enfiava o meu pau até o fundo da garganta dela, tanto que muitas vezes ela chegava a tossir. Depois de um tempo, elas mudaram de posição: agora era a minha filha que chupava a rola do Kalel enquanto sentava no rosto da Roberta — que por sua vez chupava o grelo gostoso dela —, e eu continuava com a boca no grelo enorme da paraibana.
Até que a minha filha falou:
— Vem, Paulo. Põe a rola aqui do meu lado. Quero chupar os dois paus.
O tesão já tinha me consumido por completo. Me levantei, fui até o outro lado da minha filha e ela caiu de boca no meu pau, sem deixar de bater uma punheta com a mão livre para o Kalel. Depois, ela invertia: engolia o dele e usava a mão para me masturbar. Ela ficou alguns minutos assim, revezando os dois. Até que deu um último boquete caprichado no Kalel, saiu de cima e foi direto na boca da Roberta, dando um beijo bem babado. Ficaram quase um minuto daquele jeito, até que ouvimos a Roberta disparar:
— Caralho, que tesão!
Acho que ali foi o estopim para ela, pois logo em seguida perguntou:
— Putaria total ou vai ficar de mi-mi-mi?
— Mi-mi-mi? — questionou a Roberta.
— É. — Jaque deu um selinho na boca dela.
— Mas já não estamos fazendo uma putaria gostosa?
— Tá gostoso, mas vou apagar a luz. Vai ficar quase tudo escuro. Depois, o que acontecer aqui, morre aqui. Topam?
— Menina, menina... — brincou, Roberta.
— Posso?
— Pode. Apaga a luz.
Vi a Jaque ir até o interruptor, apagar a luz e fechar a porta. O quarto ficou no escuro, mas ainda dava para enxergar o contorno das pessoas devido à iluminação que passava pela fresta entre o chão e a porta.
Minha filha veio em nossa direção, e a Roberta ficou ao meu lado, de joelhos. Também me ajoelhei. A Jaque se aproximou de mim e começou a me beijar; nossas línguas se entrelaçaram e percebi que o beijo tinha mudado de formato, estava muito mais intenso. Ela também se ajoelhou, mas do outro lado, e o Kalel foi para trás dela, começando a roçar o pau bem no meio da sua bunda. De repente, a minha filha puxou o rosto da Roberta, e nós três demos um beijo triplo, misturando as nossas línguas. Segurei o seio esquerdo da Jaque e puxei a Roberta para mais perto, fazendo-a colar o corpo no meu.
Até que a minha filha parou de nos beijar e começou a beijar a boca do Kalel, que estava atrás dela. Nesse momento, fui para trás da Roberta e levei meu pau bem no meio da bunda dela, imitando o movimento dele. A Jaque se posicionou melhor, ficando de lado para o Kalel, e tentou puxar a Roberta para um beijo triplo entre eles três.
A Roberta travou na hora e disse:
— Melhor não, menina. Ele é meu irmão.
— Vai, ninguém vai ficar sabendo — insistiu a Jaque.
— Não, menina. É errado. Painho vai matar a gente...
— Só se você ou ele contarem.
Nesse exato momento, meu pau foi entrando na buceta da Roberta. Ela estava tão molhada que não houve nenhuma dificuldade; deslizou fácil, entrando tudo de uma vez.
— Ainnnn... — gemeu Roberta.
Jaque acabou beijando a boca do Kalel sozinha.
Meu pau entrava e saía daquela buceta gostosa. Segurei seu quadril, e ela se ajeitou, empinando um pouco mais a bunda para o meu pau deslizar ainda melhor pelo canal. Ela estava tão molhada e tão quente por dentro que parecia uma panela de pressão.
— Gostosos... — disse a minha filha.
Até que ela se levantou e comandou:
— Chupem as minhas tetas!
O Kalel foi de boca no seio direito e a Roberta no esquerdo. Eu via a língua deles dando voltas na aréola da Jaque, que gemia:
— Gostosos... Que irmãos deliciosos!
E os dois continuavam a lambendo, enquanto eu aproveitava para acelerar as estocadas na buceta da Roberta. De repente, a minha filha se ajoelhou e puxou o rosto dos dois em uma nova tentativa de fazê-los se beijar na boca.
Roberta recuou novamente:
— Não, menina. Melhor não.
— Só um selinho nele, vai. Só um selinho? — insistiu a Jaque.
Kalel olhou para a Roberta e os dois ficaram em silêncio por alguns segundos, trocando olhares na penumbra do quarto.
— Vai... a putaria não está deliciosa? — provocou a minha filha.
— Ainnn... está. Muito — confessou Roberta, manhosa.
— Então deixa eu ver.
— Tá... só um.
— Vem, Kalel, dá um selinho na sua irmã.
Vi o Kalel se aproximar e os dois finalmente encostaram os lábios. Logo depois se separaram, e eu aumentei a intensidade na Roberta. A Jaque queria, de fato, transformar aquilo em uma orgia completa. Ela voltou a beijar a Roberta na boca e, logo em seguida, o Kalel.
Minha filha tentou pela terceira vez propor o beijo triplo entre os dois irmãos, e a Roberta hesitou mais uma vez:
— E se o painho souber, menina?
— Você vai contar? — perguntou a Jaque.
— Eu não.
Minha filha olhou fixamente para o Kalel e desafiou:
— E você? Vai contar?
— Prometo que não — respondeu ele, entregando-se de vez ao momento.
— Tá vendo? Eu e o meu amigo não conhecemos o pai de vocês, então tudo o que acontecer aqui vai morrer aqui — Jaque diz, reforçando o pacto.
— Tá, vai. Vamos... Você está muito insistente — cedeu Roberta.
A Jaque abriu um sorriso vitorioso, puxou os dois e eles deram um beijo triplo. As línguas de Roberta e Kalel se encontraram com a da minha filha, tocando-se intensamente. Quando aumentei o ritmo das estocadas, a minha filha se afastou um pouco, mas os dois irmãos continuaram se beijando de língua por mais alguns segundos. Assim que se separaram, Roberta gemeu:
— Ainnn, gostoso do caralho...
Mas a Jaque não se deu por satisfeita e os instigou novamente:
— E aí, vamos?
— Para onde? — perguntou Roberta.
— Fazer a putaria de verdade.
Roberta olhou fixamente para o Kalel e desabafou:
— Tá, estamos lascados mesmo. — E continuou, encarando o irmão: — Se o painho souber disso, ele nos mata. E o Rafael também.
— Eu não vou contar — garantiu ele.
— Tá bom, Ka.
A Jaque os puxou para mais um beijo triplo. Ver aquilo me deu um tesão absurdo, provavelmente pela quebra de tabu que estava acontecendo bem ali na minha frente. A Jaque se levantou e fez o Kalel ficar em pé na beirada da cama, deixando o pau dele bem na direção do rosto da Roberta. Minha filha se ajoelhou e caiu de boca na rola dele, enquanto a Roberta assistia a tudo a menos de quarenta centímetros de distância. A Jaque abocanhou o membro completamente e, ao tirá-lo da boca, puxou o rosto da Roberta e lhe deu um beijo profundo.
Ela voltou a chupar o Kalel e, logo em seguida, colou os lábios nos de Roberta mais uma vez, provocando:
— Tá gostando do gosto do Kalel?
— Você é louca, menina!
— Me ajuda no boquete, vai? Ajuda. Deixa eu ver você chupando esse pau, deixa...
E a Roberta cedeu de vez. Foi de boca na rola do próprio irmão. Começou a chupar bem devagar e, aos poucos, foi aumentando o movimento com a cabeça. A Jaque até parou por um instante só para saborear aquela cena. A Roberta estava completamente entregue à situação. O boquete foi ganhando força e o barulho molhado de sucção começou a ecoar no quarto, misturado aos estalos da carne.
A Jaque veio em minha direção e, sem que eu precisasse dizer nada, tirei o meu pau da buceta melada da Roberta e o direcionei à boca da minha filha. Ela foi de boca e limpou tudinho, lambendo cada gota. Logo em seguida, deitei a Jaque na cama, abri bem as suas pernas e comecei a lamber o seu grelinho de forma selvagem.
— Ainnn... delícia, Paiiiiiii...ulo! — ela gritou, arqueando o corpo de prazer.
Roberta e Kalel nem deram atenção; o boquete corria solto. Minha língua percorria a buceta da minha filha, que já estava toda ensopada. Passei pelos lábios vaginais até chegar ao seu grelinho, lambendo-o com vontade. Depois, segurei-a e a deixei na posição de frango assado. Meu pau foi entrando e comecei a foder a minha filha. O movimento de metida aos poucos foi ficando cada vez mais feroz, e meu membro era totalmente engolido por aquela buceta gostosa. Aqueles seios enormes começaram a balançar, e a cena me deixava louco.
Até que a minha filha puxou as pernas da Roberta, que foi se ajeitando. Quando percebi, a paraibana já estava com a buceta na cara da minha filha. Ela se abaixou e a Jaque foi de boca naquele grelo, que já estava melado do meu próprio pau. Roberta abriu bem as pernas, e a língua da Jaque passou por todo o lábio vaginal até se concentrar no clitóris enorme dela. Paralelamente, Kalel segurou a cabeça da irmã e começou a foder a boca dela. Os movimentos de metida dele aumentaram, e um barulho de engasgo com saliva surgia.
— Isso... chupa essa rola, chupa! — comandava ele.
Olhei para aquele cuzinho exposto na minha direção. Me ajeitei de uma maneira que o meu rosto alcançasse as pregas dela, sem tirar o pau de dentro da minha filha, e comecei a passar a língua ali. No momento em que encostei a língua, percebi a Roberta se mexer levemente, e um gemido de puro tesão emergiu da sua boca, que continuava ocupada com o pau do irmão.
Ali eu já tinha perdido completamente o respeito pela minha filha; a putaria tinha tomado conta de vez. Via nos olhos da Jaque o prazer absurdo que ela sentia com tudo aquilo.
Mudamos de posição. O Kalel começou a foder a minha filha enquanto o meu pau era engolido pela irmã dele, e a Jaque continuava se acabando no grelo enorme da Roberta. Kalel enfiava o pau todo dentro da buceta da minha filha. Os gritos de prazer da Roberta me deixavam ainda mais excitado. As chupadas dela estavam mais fortes e intensas; ela fazia questão de demonstrar que gostava de algo bem babado, já que a sua boca estava toda ensopada. Ela engolia tudo, até as bolas quando conseguia. Kalel se limitava a foder a buceta da Jaque com força.
Depois, o Kalel deitou na cama e a minha filha subiu no colo dele, fazendo a buceta engolir o seu pau. Simultaneamente, peguei a Roberta e fiz com que ela sentasse na cara dele, para que ele sentisse o tamanho daquele grelo e da buceta inchada direto na sua boca. Assim que ela sentou, soltou um "ai" abafado.
Vi a Roberta começar a rebolar bem devagar. Fiquei em pé no colchão, ao lado deles, e passei a revezar o meu pau na boca das duas. Primeiro na da minha filha, depois na da Roberta. Fiquei alternando por algum tempo, até que minha filha provocou:
— Tá gostando da língua do seu irmão na sua xaninha, tá? Cachorra... Rebola na cara dele, rebola! Quero ver esse grelo enorme na boca dele. Rebola bem devagar.
De vez em quando, as duas trocavam beijos rápidos, sempre com uma delas segurando o meu pau. Já tinha se passado mais de uma hora de sexo contínuo. Eu queria comer aquela paraibana novamente. Então, a puxei para perto da ponta da cama, abri bem as suas pernas na posição de frango assado e meu pau foi entrando com tudo. Comecei a fodê-la. O olhar dela denunciava que já estava fora de si; o tesão a consumia pouco a pouco. Seu rosto estava vermelho, os olhos meio fechados e a boca entreaberta, soltando os gemidos. Meu pau era engolido por aquela buceta apertada. Eu via o seu clitóris balançar, roçando em todo o meu membro cada vez que eu afundava e puxava o pau lá de dentro.
Ao lado, minha filha sentava com força no Kalel. Suas tetas enormes pulavam. Os sons de prazer das duas aumentavam cada vez que nossos paus eram engolidos por suas bucetaas. Até que a minha filha levantou, e reposicionou o Kalel de costas na cama. Ela me puxou e me deu um beijo, fazendo o meu pau sair de dentro da Roberta. Depois, segurou a mão da Roberta e a puxou, levando-a até sentar no colo do Kalel. A Jaque deu um beijo na boca da Roberta, depois foi até o Kalel, beijou a boca dele e ordenou:
— Fode a sua irmã, fode... Deixa eu ver essa rola comendo essa gostosa!
No começo ele hesitou, mas a Roberta tomou as rédeas da situação. Ela foi se ajustando por cima dele e a sua buceta foi escorrendo, engolindo o pau do próprio irmão. E, finalmente, ela começou a subir e descer bem devagar, entregando-se ao momento.
— Ainnn... — gemeu Roberta.
E a minha filha incentivava:
— Isso! Fode essa cachorra, fode!
E os dois começaram a transar bem ali. Puxei a minha filha, fiz com que ela ficasse de quatro, levei o meu pau até a sua buceta e comecei a fodê-la. Cada um estava concentrado em sua parceira. Acelerei o ritmo das metidas, sentindo o tesão estalar, até que a Roberta disparou:
— Caralho, que tesão!
Naquele momento, fui por trás dela e sussurrei bem baixinho no seu ouvido:
— Curte duas rolas?
— Mete devagar no cuzinho... — ela permitiu, arqueando o corpo.
Me posicionei e levei o meu pau até o cuzinho dela. Fui tentando entrar, mas senti um pouco de dificuldade, já que era extremamente apertado. Minha filha, percebendo, deu uma cuspida generosa no meu membro, deixando-o bem úmido. Voltei a tentar penetrar, e a Roberta reclamou:
— Ainnn, está doendo... Devagar!
Consegui colocar a cabeça do pau para dentro das pregas dela e, aos poucos, fui empurrando em movimentos de vai e vem. O Kalel tinha diminuído o ritmo para esperar que eu conseguisse colocar a rola toda. Depois de um tempo, finalmente entrou por completo e comecei a foder aquele buraco estreito. Meu pau arrombava aquele cu. O Kalel voltou a foder a buceta da irmã com força; eram dois paus arrombando a paraibana ao mesmo tempo. Minha filha, assistindo a tudo de camarote, comentou:
— Depois eu quero isso!
Em seguida, ela foi até o Kalel e sentou na cara dele, fazendo-o chupá-la. Roberta, gritando de prazer, esticou o pescoço e começou a mamar na teta direita da minha filha. A orgia estava a todo vapor. Ficamos alguns minutos fodendo aquela gostosa, até que senti as pernas da Roberta tremerem. O pau do Kalel começou a entrar mais depressa, e o barulho de carne batendo ficou alto no quarto. Roberta entregou o jogo:
— Vou gozar... vou gozar!
Aumentei também as minhas estocadas no cu dela, até que ouvimos um grito agudo:
— Aaaaaaaaaaaaaaaawwwwn!
Tirei o meu pau enquanto ela dava uma última contração forte na rola do Kalel e, logo em seguida, se jogava exausta sobre o corpo dele. Minha filha saiu de cima do rosto do rapaz, e os dois irmãos se beijaram na boca.
— Gozei, caralho! Nunca gozei assim na vida — arfou Roberta.
Puxei a Jaque e fiz com que ela ficasse de joelhos. Fui por trás e meu pau foi entrando direto no cuzinho dela. Não era tão apertado quanto o da Roberta, então, quando percebi, já estava socando fundo no seu cu. O Kalel viu a cena, ficou de joelhos bem na frente dela, se posicionou e a penetrou pela buceta. A cena se repetia, mas agora com a minha filha: estávamos fazendo uma dupla penetração nela. Meu pau comia aquele cu com gosto, enquanto o Kalel aproveitava a buceta da Jaque. A Roberta ficou de joelhos ao nosso lado e revezava beijos de língua com nós três: uma hora comigo, outra com a minha filha e outra com o próprio irmão.
Nossos corpos estavam completamente ensopados de suor. O cheiro de sexo tomava conta de todo o quarto. Até que a Roberta implorou para o irmão:
— Dá leitinho, dá...
Na mesma hora, ele tirou o pau da buceta da minha filha, puxou a Roberta e a penetrou novamente, começando a macetá-la com força.
Aproveitei o momento e avisei:
— Deixa eu gozar na sua boca?
E a minha filha respondeu prontamente:
— Deixo! Quero leitinho.
Ela saiu da posição, ficou de joelhos em frente ao meu pau com o rosto bem perto. Comecei a bater uma punheta rápida e, alguns segundos depois, joguei toda a minha porra quente na cara dela. Paralelamente, ouvi o grito do Kalel:
— Aiiii, caralho!
Ele tinha gozado tudo dentro da buceta da própria irmã. E a Roberta, relaxando o corpo, finalizou:
— Delícia...
Os quatro ficaram ali, parados, recuperando o fôlego, até que o Kalel quebrou o silêncio:
— Que horas são?
— São 17h — respondeu a minha filha.
— Cacete! Vamos, Roberta. Daqui a pouco o seu noivo aparece em casa.
— Vamos.
— Tomem banho antes! — avisou a Jaque.
E eles foram, mas separadamente: primeiro a Roberta e depois o Kalel. Trinta minutos depois, os dois foram embora. Eu e a minha filha aproveitamos para tomar banho juntos, mas dessa vez sem transar, apenas relaxando sob a água.
À noite, deitados na cama, ela se abriu comigo:
— Adorei, pai. E vou cumprir a minha palavra: vou terminar o meu namoro neste final de semana, e a partir de agora vou ser apenas sua.
— E o que você vai falar para ele?
— A gente vai viajar e ele já está meio desconfiado, disse que estou diferente. Vou falar que não dá mais para continuar por causa da mudança, que vamos morar em países diferentes... Deixa comigo. Este final de semana você vai ficar sozinho por aqui.
— Sim, nosso penúltimo fim de semana antes da mudança.
— Sim, pai. E a Letícia chega na terça-feira.
Dormimos juntos naquela noite.
Na quinta-feira, comecei a receber mensagens da Vanessa. Ela estava enchendo o saco porque iriamos nos mudar e, segundo ela, não conseguiríamos mais ajudá-la. Bombardeava de ligações tanto a mim quanto a minha filha, quase implorando por ajuda. Tanto eu quanto a Jaque deixamos claro que tínhamos cumprido o combinado, e se ela não tinha avançado com a filha dela, não era mais problema nosso.
Na sexta-feira, a mesma ladainha continuou. No sábado de manhã, a minha filha pegou a estrada e viajou para o litoral com o seu futuro ex-namorado. Mas, antes de ir, ela bloqueou a Vanessa de vez, porque a mulher não parava de mandar mensagens. Por volta do meio-dia, eu fiz o mesmo.
Em relação à Beth e à Juliana, nós nos falávamos apenas pelo WhatsApp, mas nada de elas virem aqui em casa. Na minha cabeça, eu só as veria na terça-feira, já que iria leva-las ao aeroporto. Mas, para a minha total surpresa, por volta das 17h, a minha irmã e a minha sobrinha apareceram na minha porta.
Até me espantei ao abrir, e a Beth logo disparou, com um sorriso:
— Eu e a minha filha vamos dormir aqui esta noite. Não vamos deixar você sozinho.
Olhei para as duas e um calafrio subiu pela minha espinha. Aquela noite prometia...
**Faltam apenas duas partes para acabar essa história, desfrutem**