Meu nome é Francisco, tenho 42 anos, sou casado com a Sandra há 15 anos. Moramos em Osasco, numa casa simples mas confortável. A Sandra é uma mulher maravilhosa – morena, corpo violão, olhos verdes. Mas depois de 15 anos, o fogo do início já não é o mesmo. A gente ainda transa, claro. Uma vez por semana, às vezes duas. Mesma posição, mesmo gemido, mesmo gozo sem graça.
Sandra nunca foi de muitos fetiches. Ela gostava do sexo tradicional – vaginal, 69, às vezes uma chupada mais demorada. Anal? Nunca. Ela nunca deixou ninguém tocar no cu dela. Nem eu. Eu sempre quis comer o cu dela. Tentei várias vezes. Nos primeiros anos de casamento, eu pedia. Ela dizia "não", que doía, que não gostava. Depois, eu parei de pedir. Mas o desejo ficou.
O problema é que ela também queria experimentar algo que eu nunca deixei: ela queria chegar perto do meu cu. Queria lamber. Queria enfiar o dedo. E eu sempre recusei. Sempre tive nojo. Sempre achei que aquilo era coisa de viado. A gente vivia nesse impasse – eu queria comer o cu dela, ela queria lamber o meu. Nenhum dos dois cedia.
Mas tudo mudou quando a irmã mais nova da Sandra veio morar conosco.
Faz uns 3 meses que minha cunhada Letícia, 25 anos, formada em Educação Física, mudou de cidade e veio trabalhar numa academia aqui perto. Com isto, começou a morar conosco. Ela é o oposto da Sandra – alta, magra, cabelos curtos tingidos de ruivo, olhos azuis que parecem furar a gente. O corpo é seco, mas tem uma bunda que não cabe no short. E ela tem um jeito... provocante.
Desde que chegou, eu não consigo parar de olhar para ela. E ela não para de olhar para mim.
Ela chegava sempre no final da tarde, por volta das 18h. O corpo coberto de suor, o cabelo ruivo colado na nuca, a respiração ofegante. Ela usava um top branco – esse era o meu vício secreto. Não o preto, não o cinza. O branco. Porque quando ela suava, o top branco ficava transparente. Ficava colado nos seios, marcando cada centímetro. Os mamilos escuros apareciam como se não houvesse tecido. A auréola, o bico, tudo. Eu ficava hipnotizado.
Combinava com uma legging cinza que marcava cada centímetro da sua bunda. A legging tinha uma mancha escura na altura da virilha – suor, lubrificação, tesão.
Ela tirava os tênis na porta, jogava a mochila no chão, e ia para a cozinha beber água. Eu ficava na sala, o pau duro dentro da calça, a boca seca.
— E aí, cunhado? – ela dizia, passando pela sala. O top branco transparente estava encharcado, os mamilos roçavam o tecido. O suor escorria pelo pescoço, descia pelo peito, sumia dentro do top.
— Tudo bem – eu respondia, a voz falhando, os olhos grudados nos seios dela.
Ela ia para o banho. Mas antes, jogava a roupa suja no cesto do corredor.
E eu não resistia.
Quando ela entrava no banheiro e eu ouvia o barulho do chuveiro, eu me levantava, ia até o cesto, e pegava a calcinha dela. Sempre uma calcinha de algodão branca, pequena, encharcada. O cheiro subia forte – suor, academia, boceta. Eu cheirava. Cheirava fundo. Meu pau pulsava.
Pegava também o top branco. O top estava encharcado de suor, ainda quente. As axilas – o suor das axilas dela tinha um cheiro forte, ácido, inconfundível. Eu enterrava o rosto no top, inspirava fundo, sentia o cheiro de academia, de suor, de mulher. Meu pau babava na cueca.
Às vezes, ela usava protetor diário – um Carefree. Ela trocava antes do banho. O Carefree usado estava lá, no cesto. Uma mancha amarelada no centro. O cheiro da secreção da boceta dela, concentrado. Eu pegava. Cheirava. Passava nos lábios.
Ela nunca soube. Ou eu pensava que ela nunca soube.
O que eu não sabia é que Letícia contava tudo para a Sandra.
Todas as noites, depois que eu dormia, as duas irmãs conversavam no quarto da Letícia. Ela contava cada detalhe – como eu olhava para ela, como eu cheirava a calcinha dela, como eu passava a língua no Carefree. E Sandra ouvia, as mãos na própria boceta, se masturbando como uma louca, gemendo baixo para eu não ouvir. Sem saber, ela começou a ter desejo em ser corna. Amou ver e saber que o marido desejava sua irmã.
Uma noite, depois de uma dessas conversas, Letícia resolveu contar a sua própria história.
— Sandra, você sabe que eu sou diferente de você – Letícia começou, sentada na cama, as pernas cruzadas. – Eu perdi a virgindade logo depois dos 18. Foi com o primo da gente, o Marcelo. A gente transou a noite toda.
— Me conta como foi – Sandra pediu, acomodando-se melhor na cama.
— Foi na casa da minha avó, num feriado – Letícia começou, os olhos perdidos na memória. – Eu tinha 18 anos, ele 19. Estávamos sozinhos na sala tarde da noite. Começou com um beijo. Ele me beijou devagar, com calma. Eu nunca tinha beijado ninguém antes. Minhas mãos tremiam.
— E você deixou?
— Deixei. Eu queria. Ele apertou meus seios por cima da blusa. Depois tirou minha blusa. Meu sutiã. Eu fiquei com os seios de fora. Ele chupou meus mamilos. Foi a primeira vez que alguém chupava meus mamilos. Eu nunca imaginei que fosse tão bom.
— E depois?
— Depois, ele abaixou a minha calça. A minha calcinha. Eu estava tão molhada que a calcinha grudava na minha boceta. Ele enfiou a mão. Passou o dedo. Sentiu o meu mel. Disse: "Você está pingando."
— E você estava?
— Estava. Eu nunca tinha sentido tanto tesão. Ele deitou em cima de mim. Enfiou o pau. Doeu. Doeu muito. Eu gritei.
— Ele parou?
— Parou. Me beijou. Esperou a dor passar. Depois continuou. Devagar. A dor foi passando. Aí começou o prazer. Foi a primeira vez que eu senti um pau dentro de mim.
— E foi bom?
— Depois que a dor passou, foi muito bom. Ele gozou dentro de mim. Eu não gozei. Mas na segunda vez, eu gozei. Na mesma noite, a gente transou umas quatro vezes. Ele me ensinou a chupar. Eu aprendi rápido. Na manhã seguinte, a gente já estava transando de novo.
— E o cu? – Sandra perguntou.
— O cu foi diferente. O Marcelo tentou comer o meu cu uma vez, mas não soube fazer. Doeu demais. Sangrou. Depois disso, eu fiquei com trauma. Nunca mais deixei ninguém encostar no meu cu. Até que eu conheci a Márcia.
— Márcia?
— A mulher mais velha que eu te falei. Ela me ensinou tudo. Ela tirou o meu cabaço do cu.
Letícia se recostou na cama, os olhos brilhando com a lembrança.
— Eu tinha 20 anos na época – Letícia começou, a voz mais baixa, como se estivesse revivendo o momento. – Conheci a Márcia numa festa. Ela devia ter uns 38. Morena, cabelos pretos lisos até a cintura, olhos verdes. Usava um vestido vermelho, curto, decotado. Todo mundo olhava para ela. Os homens queriam comer ela. As mulheres queriam ser ela.
— Eu também a conheci – Sandra disse. – Ela que me ensinou a dar o cu. Mas ela contou que tinha tirado a virgindade anal de alguém. Era você?
— Era eu. Naquela noite, a gente foi para o apartamento dela. Bebemos vinho. Conversamos. Ela me beijou. Foi o primeiro beijo que eu dei numa mulher.
— E como foi? – Sandra perguntou, a mão já descendo para a própria boceta.
— Foi macio. Delicado. A língua dela entrou na minha boca com calma. As mãos dela desceram pelo meu corpo, apertaram meus seios. Ela tirou a minha blusa, o meu sutiã, a minha calça, a minha calcinha. Fiquei pelada na frente dela.
— Você não teve vergonha?
— Tive. Mas ela me fez sentir confortável. Ela disse que eu era linda, que o meu corpo era perfeito, que os meus seios eram bonitos. Ela chupou os meus mamilos. Eu nunca tinha sentido nada igual. Ela mordia de leve, puxava com os lábios, fazia círculos com a língua. Eu arqueava as costas a cada chupada.
— Ela chupava bem?
— Melhor que qualquer homem. Ela sabia exatamente onde tocar, onde lamber, onde morder.
— E depois?
— Depois, ela me deitou na cama. Abriu as minhas pernas. Olhou para a minha boceta. Cheirou. Ela disse: "Que cheiro bom. Cheiro de mulher. Cheiro de tesão." Ela enfiou a cara. Lambeu. A língua dela percorreu os grandes lábios, os pequenos lábios, o clitóris. Ela fazia círculos, depois linhas retas, depois chupava com força. Eu gozei em menos de um minuto. Gozei tão forte que o líquido claro escorreu pelo meu cu.
— Caralho.
— E ela não parou. Ela continuou lambendo. Eu gozei de novo. E de novo. Três vezes só na primeira chupada.
— E o cu?
— O cu veio depois. Ela perguntou se eu já tinha dado o cu. Eu disse que não. Disse que só tinha tentado uma vez, com o Marcelo, mas que tinha doído demais. Que tinha sangrado. Que eu tinha ficado com trauma.
— E o que ela disse?
— Ela disse: "O problema não é o cu. O problema é quem enfia. O Marcelo não sabia o que estava fazendo. Ele te machucou porque não teve paciência. Eu sei fazer. Eu tenho paciência. Você vai gostar."
— E você deixou?
— Deixei. Ela começou devagar. Pediu para eu deitar de bruços. Empinou a minha bunda. O meu cu apareceu. Ela disse: "Que cu lindo. Pequeno, rosado, apertadinho."
Ela começou com beijo grego. Lambeu o meu cu. A língua dela percorreu o meu ânus, lambia, chupava, enfiava. Eu nunca tinha sentido nada parecido. Era diferente de tudo. A língua dela era macia, quente, molhada. Ela fazia círculos em volta do meu cu. Depois pressionava a ponta da língua na entrada. Depois enfiava.
— E doeu?
— Não doeu. Foi gostoso. Muito gostoso. Eu gemia que nem cadela no cio. Ela enfiou a língua. Eu gritei – não de dor, de prazer. Gozei só com a língua dela no meu cu. Foi a primeira vez que eu gozei sem ninguém tocar na minha boceta.
— Caralho, Letícia – Sandra gemeu, os dedos já enfiados na própria boceta.
— Depois, ela passou lubrificante no meu cu. Muito lubrificante. Enfiou um dedo. Eu senti uma pressão, mas não doeu. Ela perguntou: "Tudo bem?" Eu disse que sim. Ela enfiou dois dedos. Depois três. Eu já estava tão relaxada que não senti dor. Só prazer.
— E o consolo?
— Ela pegou um consolo pequeno primeiro. Mostrou para mim. Era rosa, de silicone, uns 12 centímetros. Ela passou lubrificante. Enfiou a ponta. Eu gritei – não de dor, de surpresa. Ela enfiou mais. O consolo entrou. Eu senti meu cu se abrindo, se acostumando.
Ela perguntou: "Quer que eu mexa?" Eu disse que sim. Ela começou a mexer. Devagar no início. Depois rápido. O consolo entrava e saía, entrava e saía. Eu gemia, os dedos apertando o lençol.
— Você gozou?
— Gozei. Três vezes só com o consolo pequeno. Aí ela trocou por um médio. 15 centímetros. Mais grosso. Ela enfiou. Doeu um pouco no começo, mas passou rápido. Eu gozei de novo. Aí ela pegou o grande. 18 centímetros. Ela perguntou se eu queria. Eu disse que sim. Ela enfiou devagar, centímetro por centímetro. Eu gritei. A dor foi forte no começo. Mas ela parou, deixou eu me acostumar. Depois continuou. Quando o consolo grande entrou todo, eu senti uma coisa que nunca tinha sentido antes. Uma plenitude. Uma sensação de estar completamente preenchida.
— E você gozou?
— Gozei. Foi o orgasmo mais forte da minha vida até aquele momento. Eu tremi inteira. Minhas pernas ficaram moles. Minhas mãos formigaram. Eu quase desmaiei.
— E ela?
— Ela gozou também. Eu aprendi a chupar ela. Aprendi a lamber a boceta dela. Aprendi a enfiar os dedos nela. Ela me ensinou a comer o cu dela também. Usei um cintaralho nela. Foi a primeira vez que eu comi alguém.
— Você comeu ela?
— Comi. Enfiei o pau de plástico no cu dela. Ela gritou de prazer. Eu me senti poderosa. Eu senti o que é estar do outro lado. Ser a pessoa que penetra. Ser a pessoa que dá prazer.
— Você ainda transa com ela?
— Às vezes. Ela mora em outra cidade agora. Mas quando a gente se encontra, a gente não perde tempo.
— E ela sabe que você vai dar para o Francisco?
— Não. Mas eu vou contar para ela depois.
— E ela vai gostar?
— Ela vai adorar. Ela sempre disse que eu merecia um homem de verdade. E o Francisco é um homem de verdade.
— Ele é. Só nunca vai dar o cu para você, pois não deixa ninguém chegar perto do cuzinho dele, mas a sua buceta e cuzinho com certeza ele deseja demais.
As duas riram.
Sandra se levantou, foi até a irmã, e beijou sua boca.
— Você quer transar comigo? – Sandra perguntou.
— Quero. Você me excita com suas histórias. Me faz ter uma excitação que anos não tenho.
— Me ensina. Me ensina o que a Márcia te ensinou.
As duas se beijaram. A língua de Sandra entrou na boca de Letícia. A língua de Letícia entrou na boca de Sandra. As mãos das duas percorriam os corpos, apertavam seios, apertavam bundas.
— Deita na cama – Letícia disse.
Sandra deitou. Letícia tirou a calcinha da irmã. A boceta de Sandra apareceu – lisa, rosada, já escorrendo.
— Linda – Letícia disse. – Cheirosa.
Ela enfiou a cara. Lambeu. A língua percorreu os grandes lábios, o clitóris, o períneo. Sandra gemia alto.
— ENFIA A LÍNGUA! – Sandra gritou.
Letícia enfiou. Sandra gozou na boca da irmã.
— A sua vez – Sandra disse, ofegante.
Letícia deitou. Sandra ajoelhou entre as pernas da irmã. A boceta de Letícia apareceu – lisa também, rosada, o grelo avantajado já pulsando.
— Que grelo lindo – Sandra disse. – Eu nunca vi um tão grande.
— É por isso que eu tenho vergonha.
— Não tenha. É lindo. Vou chupar.
Sandra lambeu. A língua percorreu o grelo, os grandes lábios, o períneo. Letícia gemia.
— ENFIA O DEDO!
Sandra enfiou o dedo. Depois dois. Depois três. Letícia gozou. O líquido claro jorrou, escorreu pela mão de Sandra.
As duas se beijaram. Língua na língua. Mãos nos cabelos.
— Eu te amo, irmã – Letícia disse.
— Eu também te amo – Sandra respondeu.
Naquela noite, elas transaram por horas. Eu dormi sem saber.
No dia seguinte, Sandra acordou com uma decisão.
— Letícia – ela disse, no café da manhã, enquanto eu ainda dormia. – Eu vou viajar.
— Viajar para onde?
— Para a casa da mãe. Vou ficar uma semana. Você fica sozinha com o Francisco.
— Para quê?
— Para você fazer o que a gente combinou. Você vai dar o cu para ele. Ele vai comer a sua bunda. Ele sempre quis. E você sempre quis dar para ele. Eu sei.
— E a senhora?
— Eu vou se masturbar pensando em vocês. Eu vou gozar pensando no meu marido comendo o cu da minha irmã.
— E se ele quiser mais?
— O que você quiser. Eu confio em você. Só não esquece: ele é meu marido. Mas por uma semana, ele é seu.
Letícia sorriu.
— Combinado.
No dia seguinte da viagem de Sandra, Letícia saiu para o trabalho. Sempre chegava do trabalho mais cedo que ela. Quando passei em seu quarto na esperança de ver uma roupa suada para cheirar, vi a mochila em cima da cama – ela sempre ficava dentro do guarda-roupa, mas Letícia tinha esquecido de guardar. Ao pegar a mochila, notei um volume que me chamou a atenção.
Quando abri a mochila, encontrei um vibrador rosa. Pequeno, de borracha, com uma base curva.
Meu pau ficou duro na hora.
Olhei para os lados. A casa estava vazia. Peguei o vibrador. Cheirei. O cheiro era dela – a boceta dela, a lubrificação dela, o suor dela. Passei o vibrador nos lábios. Lambi. O gosto era doce, salgado, único. Era o gosto da boceta da minha cunhada.
Eu estava tão concentrado no prazer que não ouvi a porta abrir.
— Gostou do gosto?
Era Letícia. Ela estava parada na porta do quarto, os braços cruzados, o sorriso safado. Usava o uniforme da academia – top branco e legging cinza, os dois encharcados de suor. O top branco estava transparente. Os mamilos escuros apareciam como duas moedas escuras. O suor escorria entre os seios.
— Letícia... – eu disse, tentando esconder o vibrador.
— Não adianta esconder. Eu vi. Eu vi você cheirando a minha calcinha. Eu vi você cheirando o meu top. Eu vi você chupando o meu vibrador. Eu vi tudo. Desde o começo.
— Eu...
— Não se desculpa. Eu soube desde o começo. Eu deixei a calcinha no cesto de propósito. Eu deixei o top no cesto de propósito. Eu queria que você pegasse. Eu queria que você cheirasse. Eu queria que você lambesse.
— Por quê?
— Porque eu também te desejo. Desde que eu cheguei. Desde a primeira vez que eu te vi olhando para mim. E a Sandra sabe. Ela mandou eu fazer isso.
— A Sandra?
— Ela está viajando. Me deixou sozinha com você. Ela quer que a gente transe. Ela vai se masturbar pensando na gente.
— Mas o combinado era eu comer você.
Letícia riu.
— O combinado mudou – ela disse.
— Como assim?
— Eu vi você chupando o meu vibrador. Eu vi você babando no meu pau de plástico. Eu vi o seu tesão. Você não quer só me comer. Você quer ser comido também.
— O quê?
— Você quer dar o cu. Eu vi nos seus olhos. Eu vi na sua cueca molhada de pré-gozo. Você quer sentir o que é ser penetrado. Você quer ser a puta de alguém.
— Letícia...
— Eu vou te ensinar. Eu vou te mostrar o que é ser penetrado. Eu vou te mostrar o que é ser puta. E você vai adorar.
— E a Sandra?
— A Sandra vai saber. Quando ela voltar, eu vou contar tudo. E ela vai querer te comer também.
— Você está falando sério?
— Estou.
Ela me empurrou na cama.
Letícia subiu em cima de mim. A boceta encostou na minha barriga – molhada, quente, escorrendo. O cheiro de xixi e suor ainda estava lá.
— Você vai me chupar primeiro – ela disse.
Sentou na minha cara. A boceta dela cobriu minha boca, meu nariz. O cheiro era forte, ácido, delicioso. O gosto de xixi, de suor, de boceta.
— Lambe!
Lambi. A língua percorreu os grandes lábios, o clitóris, o períneo. O gosto era forte, selvagem. Ela gemia alto.
— ENFIA A LÍNGUA!
Enfiei. Ela gritou.
— VOU GOZAR!
— GOZA NA MINHA BOCA!
Ela gozou. O líquido claro jorrou, escorreu pela minha língua, escorreu pelo meu queixo. Bebi tudo.
— AGORA VOCÊ VAI ME COMER – ela disse.
Ela se ajoelhou na cama, empinou a bunda. A boceta apareceu – inchada, rosada, escorrendo. O cu apareceu – pequeno, rosado, lisinho.
— Enfia – ela pediu.
Enfiei o pau na boceta dela. Ela gritou – não de dor, de prazer.
— ASSIM, CARALHO! METE!
Metti. Rápido. Fundo. As bolas batiam no clitóris dela. Ela gemia, os dedos apertando o lençol.
— MAIS RÁPIDO!
Acelerei. Ela gozou. Continuei metendo. Gozei dentro dela.
— AGORA O CU – ela disse.
Passei lubrificante. Enfiei o pau no cu dela. Ela gritou mais alto.
— ISSO, CARALHO! ARROMBA MEU CU!
Metti. O cu dela era apertado, quente. Ela gemia, os dedos arrancando o lençol.
— VOU GOZAR! – ela gritou.
— GOZA!
Ela gozou. Continuei metendo. Gozei dentro do cu dela.
— PRONTO – ela disse, ofegante. – AGORA É A MINHA VEZ.
Ela me virou de bruços. Empinou a minha bunda. Meu cu apareceu – virgem, nunca tinha sido penetrado. Até aquele momento, ninguém – nem Sandra, nem qualquer outra pessoa – tinha chegado perto. Eu sempre dizia que aquilo era coisa de viado.
— Você vai receber um beijo grego – ela disse.
— O quê?
— Vou lamber o seu cu. Vou enfiar a minha língua no seu rabo. Vou te dar um fio terra. Foi assim que a Márcia me ensinou. Foi assim que eu aprendi a gostar de dar o cu.
— Nunca fiz isso. Nunca deixei ninguém chegar perto.
— Vai adorar. Confia em mim.
Ela ajoelhou atrás de mim. Abriu minha bunda. Senti a língua dela no meu cu.
Gritei – não de dor, de surpresa.
A língua dela percorreu o meu ânus, lambia, chupava, enfiava. O fio terra – a língua entrou, saiu, entrou, saiu. Era uma sensação completamente nova. Algo que eu nunca imaginei que pudesse ser tão prazeroso.
— ISSO, LETÍCIA! ASSIM!
— VOCÊ ESTÁ GOSTANDO? IGUAL A MÁRCIA ME ENSINOU?
— AMEI! NUNCA IMAGINEI QUE AMAVA TANTO! ELA SABIA O QUE ESTAVA FAZENDO!
— AGORA VOCÊ VAI GOZAR SÓ COM O MEU BEIJO GREGO. IGUAL EU GOZEI COM ELA.
Ela continuou. Lambia, chupava, enfiava a língua. Eu gemia, os dedos arrancando o lençol.
Gozei. O líquido claro jorrou do meu pau – sem ninguém tocar. Só com a língua dela no meu cu.
— CARALHO, LETÍCIA! GOZEI SÓ COM O BEIJO GREGO!
— É assim que homem goza quando é comido por uma mulher que sabe o que está fazendo.
— AGORA VOCÊ VAI DAR O CU PARA MIM – ela disse. – IGUAL EU DEI PARA A MÁRCIA. IGUAL ELA ME ENSINOU.
Ela pegou o vibrador rosa. Passou lubrificante. Enfiou a ponta no meu cu.
Gritei.
— CALMA – ela disse. – RESPIRA. IGUAL A MÁRCIA ME ENSINOU.
Respirei fundo. Ela enfiou mais. O vibrador entrou.
— TÁ DENTRO – ela disse.
— METE!
Ela meteu. Devagar no início. Depois rápido.
— ISSO, CARALHO! ASSIM!
— VOCÊ GOSTA DE SER COMIDO?
— AMEI! NUNCA IMAGINEI QUE AMAVA TANTO!
— VOCÊ É MINHA PUTA?
— SOU! SOU SUA PUTA! SOU O QUE VOCÊ QUISER!
— ENTÃO TOMA!
Ela meteu mais forte. Eu gemia, os dedos arrancando o lençol. Gozei de novo – só com o vibrador no meu cu.
— PRONTO – ela disse, ofegante. – AGORA VOCÊ É MEU. IGUAL A MÁRCIA ME ENSINOU A SER DONA DE ALGUÉM.
Naquela noite, ela me comeu mais duas vezes.
No dia seguinte, depois que eu saí para o trabalho, Letícia ligou para Sandra. A irmã mais velha ainda estava na casa da mãe.
— Sandra, a gente precisa conversar – Letícia disse, a voz séria.
— O que foi? Aconteceu alguma coisa?
— Aconteceu. Eu comi o Francisco.
Silêncio.
— O quê? – Sandra perguntou, a voz falhando.
— Eu comi ele. Eu dei o cu para ele? Sim, também. Mas ele deu o cu para mim também.
— Você está mentindo.
— Não estou. Ele nunca deixou ninguém tocar no cu dele, né? Ele nunca deixou você chegar perto. Nunca deixou ninguém. Pois eu cheguei. Eu lambi. Eu enfiei a língua. Eu enfiei o vibrador. Eu comi ele, Sandra. Eu comi o cu do seu marido.
— Eu não acredito em você.
— Então olha.
Letícia mandou uma foto. Era o meu cu – aberto, vermelho, ainda escorrendo lubrificante. As pregas estavam dilatadas, mostrando que tinham sido usadas. A pele ao redor estava irritada de tanto ser penetrada.
— Isso é montagem – Sandra disse, a voz trêmula.
— Não é montagem. É o cu do seu marido. Olha bem. Você conhece esse cu. Você nunca viu ele aberto assim, né? Pois eu vi. Eu abri. Eu comi.
Sandra ficou em silêncio. Os dedos já desciam para a própria boceta.
— Manda outra – ela pediu.
Letícia mandou um vídeo curto. Eu de quatro, de costas para a câmera, o rosto virado para o lado, a boca aberta, gemendo. O vibrador estava enfiado até o fim no meu cu.
— Caralho – Sandra gemeu. – Ele está gostando?
— Ele está amando. Ele pede para eu comer ele toda noite. Ele implora. Ele goza só com o vibrador no cu.
— Ele nunca me deixou chegar perto do cu dele – Sandra disse, a voz cheia de tesão e frustração. – Eu sempre quis lamber. Eu sempre quis enfiar o dedo. Ele nunca deixou. Ele dizia que era coisa de viado. E agora ele está de quatro para você.
— Agora ele é minha puta – Letícia disse. – E quando você voltar, ele vai ser sua puta também.
— Ele vai deixar?
— Ele vai deixar. Eu vou mandar. Eu vou ensinar você. Você vai comer o cu do seu marido. Você vai lamber. Você vai enfiar o vibrador. Você vai fazer ele gozar só com o seu dedo no cu dele.
— Eu quero – Sandra gemeu, os dedos enfiados na própria boceta. – Eu quero muito.
— Então se prepara. Quando você voltar, a gente vai tirar as pregas que ainda têm no cu dele. A gente vai alargar. A gente vai fazer ele nossa puta.
— Nossa puta – Sandra repetiu, gozando.
— Nossa puta – Letícia confirmou.
As duas gozaram juntas, pelo telefone.
Durante a semana que Sandra passou na casa da mãe, ela e Letícia não pararam de se falar. Todas as noites, depois que a mãe dormia, Sandra se trancava no quarto e ligava para a irmã por videochamada.
— Mostra o que você está fazendo com ele – Sandra pedia, os dedos já na própria boceta.
Letícia mostrava. Mostrava Francisco pelado, de quatro, o cu aberto. Mostrava o vibrador entrando e saindo. Mostrava Francisco gemendo, gozando, implorando por mais.
— Ele já está viciado – Letícia dizia, rindo. – Ele pede para eu comer ele toda noite.
— Mostra – Sandra gemia.
Letícia virava a câmera. Mostrava Francisco de bruços, o cu exposto, o vibrador enfiado até o fim. Mostrava Letícia metendo, metendo, metendo.
— FALA QUE VOCÊ É MINHA PUTA – Letícia mandava.
— SOU SUA PUTA – Francisco respondia, ofegante.
— FALA QUE VOCÊ É PUTA DA LETÍCIA E DA SANDRA.
— SOU PUTA DAS DUAS! SOU PUTA DA LETÍCIA! SOU PUTA DA SANDRA!
Sandra gozava na hora. Gozava vendo o marido ser comido pela irmã. Gozava vendo o cu do marido aberto. Gozava vendo a porra escorrendo.
— Manda foto – Sandra pedia.
Letícia mandava. Fotos do cu de Francisco aberto, melado de lubrificante. Fotos do pau de Francisco gozado. Fotos de Letícia sorrindo, o vibrador na mão, toda suja.
— Guarda essas fotos – Letícia dizia. – Para você se masturbar quando voltar.
— Eu vou me masturbar com elas todo dia.
— E quando você voltar, você vai comer ele também.
— Vou. Ele vai ser nossa puta.
— Nossa puta.
As duas riam. As duas gozavam. As duas planejavam.
Na semana seguinte, Sandra voltou da viagem. Eu estava no sofá, vendo televisão. Letícia estava no quarto.
Sandra entrou, jogou a mala no chão e sentou ao meu lado.
— Você transou com a minha irmã?
Fiquei em silêncio.
— Eu sei. Ela me contou. Ela contou tudo. Contou que você cheirava a calcinha dela. Contou que você chupou o vibrador dela. Contou que você deu o cu para ela.
— Sandra...
— Eu não estou brava. Estou com tesão. Quero ver.
— Ver o quê?
— Ver você sendo comido por ela. Eu quero ver o meu marido de quatro para a minha irmã. E depois, eu quero lamber o seu cu gozado. E quero que ela me ensine a comer você.
— Você está falando sério?
— Estou.
Ela gritou:
— LETÍCIA!
Letícia apareceu na porta do quarto. Estava só de calcinha.
— Mostra para ele – Sandra disse.
Letícia tirou a calcinha. A boceta apareceu – inchada, rosada, já escorrendo.
— Ajoelha – Sandra disse para mim.
Ajoelhei.
— Chupa.
Chupei a boceta da minha cunhada na frente da minha esposa.
— ISSO, MARIDO! ASSIM!
— ELA CHUPA BEM? – Letícia perguntou.
— CHUPA! – Sandra respondeu.
Letícia gozou na minha boca. Sandra beijou a irmã. As duas línguas se encontraram.
— AGORA A MINHA VEZ DE APRENDER – Sandra disse.
Letícia entregou o vibrador para Sandra.
— Primeiro, você passa lubrificante – Letícia ensinou.
Sandra passou lubrificante no meu cu.
— Depois, você enfia devagar.
Sandra enfiou a ponta. Gritei.
— DEVAGAR – Letícia disse. – RESPIRA.
Respirei fundo. Sandra enfiou mais.
— TÁ DENTRO – Sandra disse.
— AGORA METE – Letícia disse.
Sandra meteu. Devagar no início. Depois rápido.
— ISSO, ESPOSA! ASSIM!
— ELE GOSTA DE SER COMIDO POR VOCÊ? – Letícia perguntou.
— AMA! – Sandra respondeu.
— ENTÃO TOMA!
Sandra meteu mais forte. Eu gemia, os dedos arrancando o tapete.
— VOU GOZAR! – eu gritei.
— GOZA!
Gozei. O líquido claro jorrou do meu pau.
Sandra tirou o vibrador.
— AGORA LAMBE – Letícia disse.
Sandra lambeu o meu cu gozado.
— DELÍCIA – ela disse. – AGORA A MINHA VEZ DE SER COMIDA.
Ela tirou a roupa. Ficou pelada. A boceta dela era lisa, rosada, já molhada.
— Letícia, me come.
Letícia vestiu o cintaralho rosa. Enfiou na boceta da irmã. As duas gemiam.
Eu assistia, me masturbando.
Os três caíram na cama. Exaustos. Felizes.
O sol nasceu. O cheiro de sexo impregnava o lençol.
— Agora sim – Sandra disse. – Agora somos uma família de verdade.
— Uma família de putas – Letícia disse.
— Uma família feliz – eu disse.
Mas a gente queria mais.
Uma noite, depois de uma transa particularmente violenta (as duas me comeram ao mesmo tempo – Sandra com o vibrador no meu cu, Letícia com o cintaralho na minha boca), Letícia sentou na cama e acendeu um cigarro.
— Eu tenho uma ideia – ela disse.
— Fala – Sandra respondeu, ainda ofegante.
— Eu conheço um cara. Ele é personal trainer na minha academia. Negão. 1,90m. Pau gigantesco. Dessas que a gente não acredita que cabe dentro da gente. Ele já comeu um monte de mulher casada mal comida. As esposas adoram. Ele é famoso na academia por isso.
— E o que ele tem a ver com a gente? – perguntei.
— Ele tem a ver porque eu quero que ele coma a gente.
— Como assim?
— Eu quero que ele coma os três. Eu quero sentir aquele pau gigante no meu cu. Eu quero ver a Sandra gemendo naquele pau. E eu quero ver você, Francisco, de quatro para ele.
— Você quer que um negão me coma?
— Quero. Eu quero ver o seu cu sendo arrombado por um pau que não cabe. Eu quero ver você gozar só com o pau dele no seu rabo.
Letícia olhou para Sandra.
— E você, Sandra – Letícia disse. – Eu sei que o Francisco sempre quis comer o seu cu. Você nunca deixou. Realmente nunca tinha deixado por raiva ou ciúme de quem tinha tirado a virgindade anal fosse a irmã.
— Nunca deixei – Sandra confirmou.
— Pois eu tenho uma proposta. Você deixa ele comer o seu cu, mas com uma condição.
— Qual?
— Ele tem que dar o cu para o Jefferson primeiro. Se ele der o cu para o Jefferson, você dá o seu cu para ele. É justo. Um cu por um cu.
Sandra olhou para mim. Os olhos verdes brilhavam.
— Topo – ela disse.
— Eu topo – eu disse, mesmo sabendo que ia doer.
Na sexta-feira, Jefferson apareceu. 1,90m, 110 quilos, pele escura como ébano, braços grossos como pernas de criança. Usava uma camiseta preta que parecia que ia rasgar nos ombros. Calça jeans larga, tênis de academia. A cabeça raspada, uma barba fechada e bem aparada. E o cheiro – perfume francês misturado com o cheiro natural de homem.
— E aí, galera – ele disse, com a voz grossa. – A Letícia me contou a novidade.
— Entra – Sandra disse, os olhos brilhando.
Ele entrou. Olhou para mim. Olhou para Sandra. Olhou para Letícia.
— Vocês são lindos – ele disse.
— Senta – Letícia disse.
Ele sentou no sofá. Abriu as pernas. O volume na calça era impossível de esconder. O pau dele devia ter uns 25 centímetros. Grosso. Muito grosso.
— Posso ver? – Letícia perguntou.
— Pode.
Ela abriu o zíper. O pau pulou para fora. 25 centímetros. Grosso como um braço. Veiado. A cabecinha roxa, brilhando de pré-gozo.
— Caralho – eu disse.
— É grande – Sandra disse, os olhos arregalados.
— Cabe? – Letícia perguntou.
— Cabe. Vai doer. Mas cabe.
Antes de começarmos, Sandra foi até o quarto. Voltou com uma calcinha de algodão branca, pequena, encharcada.
— Esta é a minha calcinha – ela disse, mostrando para Jefferson. – Usei hoje. Trabalhei o dia inteiro. Sujei todinha. Tem o cheiro da minha boceta. Tem o cheiro do meu xixi.
— Delícia – Jefferson disse.
— Francisco, veste.
Vesti a calcinha da Sandra. O tecido estava úmido, quente. O cheiro subiu – o cheiro da boceta da minha esposa, o cheiro do xixi. Meu pau pulsou dentro da calcinha.
— Lindo – Letícia disse. – Meu cunhado de calcinha.
— Agora vamos começar – Jefferson disse.
Letícia foi a primeira. Tirou a roupa. Ficou pelada. O grelo avantajado pulsava.
— Deita – Jefferson disse.
Ela deitou. Ele abriu as pernas dela. Olhou para a boceta.
— Linda – ele disse.
Ele enfiou a cara. Lambeu. A língua grossa percorreu os grandes lábios, o clitóris, o períneo.
— ISSO, JEFFERSON! ASSIM!
— ELA GOSTA DE SER CHUPADA? – ele perguntou, olhando para mim.
— AMA!
— ENTÃO TOMA!
Ele lambeu mais. Letícia gozou na boca dele.
— AGORA O CU – ela pediu.
Ele passou lubrificante. Enfiou a ponta. Letícia gritou. Ele enfiou mais. O pau gigante entrou devagar. Quando estava todo dentro, ela gritou de prazer.
— METE!
Ele meteu. Rápido. Forte. Letícia gemia, os dedos arrancando o lençol. Gozou. Ele continuou metendo. Gozou dentro do cu dela.
— AGORA A SUA VEZ – ele disse, apontando para Sandra.
Sandra deitou. Abriu as pernas. A boceta lisa, rosada, já escorrendo.
— ENFIA – ela pediu.
Ele enfiou o pau na boceta dela. Não foi devagar. Foi com força. Ela gritou.
— ASSIM, CARALHO! ME COME!
Ele metia. Rápido. Fundo. As bolas batiam no clitóris dela.
— VOU GOZAR! – ela gritou.
— GOZA!
Ela gozou. Ele continuou metendo. Gozou dentro da boceta dela.
— AGORA O CU – ela pediu.
Ele enfiou o pau no cu dela. Ela gritou mais alto.
— ISSO, NEGÃO! ARROMBA MEU CU!
Ele meteu. O cu dela apertava. Ela gozou. Ele gozou dentro do cu dela.
— AGORA VOCÊ – ele disse, apontando para mim.
Deitei de quatro. Empinei a bunda. A calcinha da Sandra ainda estava em mim.
— Tira? – perguntei.
— Não – Jefferson disse. – Eu quero você de calcinha. Eu vou afastar a calcinha e comer o seu cu.
Ele afastou o tecido. Meu cu apareceu.
— Linda – ele disse. – Calcinha de mulher, cu de puta.
— Vai doer – eu avisei.
— Pode doer.
Ele passou lubrificante. Enfiou a ponta. Gritei. A dor foi uma facada.
— CALMA – ele disse. – RESPIRA.
Respirei fundo. Ele enfiou mais. O pau gigante entrou devagar. Quando estava todo dentro, eu sentia meu cu sendo esticado como nunca.
— METE! – eu pedi.
Ele meteu. Devagar no início. Depois rápido.
— ISSO, CARALHO! ASSIM!
— VOCÊ GOSTA DE SER COMIDO POR UM NEGÃO DE CALCINHA?
— AMEI! NUNCA IMAGINEI QUE AMAVA TANTO!
— VOCÊ É MINHA PUTA?
— SOU! SOU SUA PUTA! SOU O QUE VOCÊ QUISER!
— ENTÃO TOMA!
Ele meteu mais forte. Eu gemia, os dedos arrancando o lençol. A calcinha da Sandra balançava no meu pau.
Gozei – só com o pau dele no meu cu.
Ele continuou metendo. Gozou dentro de mim.
Depois que gozou, ele tirou o pau. A porra escorria do meu cu. Ele pegou a calcinha da Sandra – a mesma que eu estava usando – e limpou o pau nela. A porra ficou grudada no tecido, misturada com o cheiro da Sandra.
— Pronto – ele disse. – Agora a calcinha tem o cheiro dos dois.
Depois que Jefferson terminou comigo, Sandra se levantou. Olhou para mim com um sorriso safado.
— Sua vez, Francisco – ela disse.
— Minha vez de quê?
— Você vai comer o meu cu. Eu prometi. Você deu o cu para o Jefferson. Agora eu vou dar o meu cu para você.
— Agora?
— Agora. Eu quero sentir o seu pau no meu cu. Mas antes... quero que você saiba de uma coisa.
— O quê?
Ela se inclinou, passou a mão no meu pau ainda dolorido, ainda sensível.
— O seu pau... esse pintinho... não vai fazer nem cócegas no meu cu.
— O quê?
— Depois de levar o pau do Jefferson, o seu pau vai parecer um palito de dente. Você vai enfiar e eu não vou sentir nada. Talvez nem precise de lubrificante.
Ela riu.
— Você está me provocando?
— Estou. E você vai adorar.
Ela deitou de bruços. Empinou a bunda. O cu dela apareceu – pequeno, rosado, lisinho. Ela nunca tinha deixado ninguém tocar lá. Nem eu.
— Enfia – ela disse.
Passei lubrificante – por hábito, mesmo sabendo que ela disse que não precisava. Enfiei a ponta.
Ela gemeu – não de dor, de prazer.
— ISSO... ASSIM...
Enfiei mais. O cu dela era apertado, quente. Mas ela estava certa – depois de ter levado o pau de Jefferson, o meu pau parecia pequeno. Entrava fácil.
— METE! – ela pediu.
Metti. Devagar no início. Depois rápido.
— ISSO, MARIDO! ASSIM!
— VOCÊ ESTÁ SENTINDO?
— ESTOU. MAS É DIFERENTE. É MENOR. MUITO MENOR.
— VOCÊ ESTÁ ME ZOANDO?
— ESTOU. MAS É VERDADE. DEPOIS DO JEFFERSON, SEU PAU PARECE DE CRIANÇA.
Ela gozou. O líquido claro jorrou da boceta dela. Continuei metendo. Gozei dentro do cu dela.
Ela se virou, me beijou.
— Pronto – ela disse. – Agora você comeu o meu cu. Mas saiba que não foi por causa do seu pau. Foi por causa do que você fez.
— O que eu fiz?
— Você deu o cu para o Jefferson. Você abriu mão do seu orgulho. Você se entregou. E isso é mais gostoso do que qualquer pau.
— Você está dizendo que...
— Estou dizendo que eu te amo. E que agora a gente não tem mais segredos.
— Agora é a minha vez – Letícia disse.
— Sua vez de quê?
— De comer você, Jefferson.
Ela vestiu o cintaralho rosa. O pau de plástico apontava para o teto.
— Deita – ela disse.
Jefferson deitou. Empinou a bunda. Letícia enfiou o cintaralho no cu dele. Ele gritou – não de dor, de prazer.
— ISSO, LETÍCIA! ME COME!
— VOCÊ GOSTA DE SER COMIDO POR MIM?
— AMO!
— ENTÃO TOMA!
Ela meteu. Forte. Rápido. O pau de plástico sumia no cu do negão.
— VOU GOZAR! – ele gritou.
— GOZA!
Ele gozou. O pau dele jorrou – jatos grossos, quentes, abundantes. Letícia continuou metendo. Ele gozou de novo.
— AGORA A MINHA VEZ – Sandra disse.
Letícia tirou o cintaralho. Sandra vestiu.
— Deita – Sandra disse.
Jefferson deitou de novo. Sandra enfiou o cintaralho no cu dele. Ele gemeu.
— ISSO, SANDRA! ME COME!
— VOCÊ GOSTA DE SER COMIDO POR MIM?
— AMO!
— ENTÃO TOMA!
Ela meteu. Ele gozou de novo.
Depois que todos gozaram, eu me aproximei de Jefferson.
— Agora é a minha vez – eu disse.
— Sua vez de quê?
— De comer você. De colocar o meu pau no seu cu.
Ele riu. Uma risada grossa, seca.
— Não – ele disse.
— Por quê?
— Porque você é puta das duas. Você é puta da Letícia. Você é puta da Sandra. Mas de mim, você sempre será o macho. Eu como você. Você não me come.
— Mas...
— Não tem mas. Eu sou o negão. Eu sou o pau que come. Você é o corno de calcinha. Você é o cunhado que deu o cu. Você não vai me comer.
Ele me virou de quatro.
— Vai tomar mais uma – ele disse.
Enfiou o pau no meu cu de novo. Sem lubrificante – a porra da vez anterior ainda estava lá.
Gritei.
— CALA A BOCA, CORNO – ele disse.
Meteu. Rápido. Forte.
— VOU GOZAR! – eu gritei.
— GOZA!
Gozei – só com o pau dele no meu cu. Ele gozou dentro de mim de novo.
Os quatro caíram na cama. Exaustos. Felizes.
O sol nasceu. O cheiro de sexo impregnava o lençol.
— Agora sim – Sandra disse. – Agora somos uma família de verdade.
— Uma família de putas – Letícia disse.
— Uma família feliz – eu disse.
— E vocês querem repetir? – Jefferson perguntou.
— QUEREMOS! – os três disseram juntos.
Sandra se aninhou em mim, a cabeça no meu peito.
— E aí, Francisco – ela disse. – Meu pintinho fez cócegas no meu cu?
— Fez – eu disse, rindo. – Mas foram cócegas gostosas.
— Foram. E eu quero mais. Mas não toda hora. De vez em quando.
— Quando?
— Quando você der o cu para o Jefferson de novo.
— Combinado.
Os quatro riram.
O sol entrou pela janela. O cheiro de sexo ainda estava no ar. O cheiro de família. O cheiro de quem finalmente encontrou o que procurava.
FIM.