Espiou o amigo no banheiro e teve que chupar até ele gozar

Um conto erótico de Raffa Chong
Categoria: Gay
Contém 1125 palavras
Data: 27/05/2026 10:14:16
Última revisão: 27/05/2026 10:38:17

~ VI O QUE NÃO ESPERAVA, GANHEI O QUE DESEJAVA

Meu nome é João. Eu tinha 18 anos, estava no último ano e era completamente apaixonado pelo Rodrigo. Um colega de classe antigo, safado alto, moreno, com corpo de quem sempre jogava bola. Ele tinha um jeito de ser que as vezes me deixava com o pau latejando dentro da calça do uniforme. Ele e a Elisa, a novinha mais safada da turma, tinham um esquema. Todo dia depois do intervalo eles sumiam. Eu imagina muita coisa e o ciúme me comia vivo.

Mas um certo dia eu decidi seguir ele.

Fui atrás do Rodrigo discretamente pelos corredores. Ele entrou no banheiro do fundo do corredor, o que quase ninguém usava porque era numa área sem iluminação. Eu entrei logo depois, fingindo que ia mijar. Apoiei o braço na divisória dos mictórios e espiei por cima da parede.

Ele se trancou na cabine do chuveiro, pendurou a camisa e a calça na porta e acendeu um baseado bem perto do exaustor pra sopra a fumaça. Depois de várias tragadas, tirou a cueca e ligou o chuveiro — era a forma dele disfarçar o cheiro da erva. A água escorreu pelo peito definido dele, depois pelo abdômen e foi descendo até aquele pau grosso, semi-duro, balançando pesado entre as pernas.

Eu fiquei louco.

Enfiei a mão por dentro da calça, agarrei meu pau que já tava babando e comecei a bater uma punheta desesperada. Olhava pro corpo molhado dele, imaginava aquela rola na minha boca. Gozei forte, gemendo baixo, enchendo a cueca toda. Mas perdi o equilíbrio e despenquei fazendo barulho.

— Elisa, é você? — ele perguntou do outro lado.

— Não... sou eu, o João — respondi desconcertado.

Ele abriu a porta da cabine enrolado numa toalha — que nem vi de onde ele tirou — ainda com o corpo úmido.

Depois que viu que era eu, acho que percebeu a gafe de ter chamado o nome dela, pois ficou tentando disfarçar desconversando.

— Porra, cara... você também matando aula de química? Essa porra é um saco mesmo. Agora não conta pra ninguém que eu fumo maconha aqui, beleza?

Eu concordei, vermelho de vergonha até as orelhas. Saí dali com a cueca melada e o coração disparado.

Depois disso os dois ficaram mais cautelosos. Não matavam mais as aulas todo dia. Mas eu esperei pacientemente. E uma tarde, quase duas semanas depois, vi o Rodrigo seguindo pelo corredor depois que tocou o fim do intervalo, eu segui ele novamente com ainda mais cuidado que a primeira vez. Mas minutos depois, quando eu me ajeitava pra espiar de novo, Elisa surgiu na porta e eu precisei me esconder na cabine ao lado.

Esperei por um tempo, mas não escutei ela sair. Pelo contrário, escutei ela gemendo baixinho. Então saí da cabine em silêncio. Subi de novo na divisória e espiei.

Elisa estava nua, com as mãos contra a parede e a bunda redonda e branca empinada. Rodrigo metia nela por trás, bem forte, segurando o quadril dela com uma mão enquanto com a outra dividia o baseado com ela. Ele dava estocadas fundas, o pau brilhando com a buceta molhada dela. Os dois gemiam baixinho e a fumaça escapava pelo exaustor.

— Caralho, Rodrigo... me fode mais fundo — ela pedia toda manhosa.

Eu queria ser ela naquela hora. Queria aquela rola me arrombando. Meu pau ficou duro pra caralho de novo. Desci a mão por dentro da calça e comecei a me esfregar assistindo. Mas quando fui abrir o cinto pra tirar o pau pra fora, outro vacilo meu, a fivela bateu na parede fazendo barulho.

Eles pararam.

— Tem alguém aí — Rodrigo sussurrou.

Escutei Elisa se vestindo às pressas. Me escondi novamente na outra cabine. Escutei ela saindo correndo, mas Rodrigo ficou.

— Quem tá aí? Fala logo, porra!

Eu fiquei quieto. Ele subiu na divisória da cabine onde eu me escondi e me viu.

— Sabia que era você de novo, seu putinho.

Saí envergonhado. Tentei inventar desculpa, mas ele me cortou.

— A Elisa me contou. Da outra vez ela te viu se masturbando enquanto me olhava. Você é doente, João?

— Desculpa, Rodrigo... por favor, não conta pra ninguém. Eu guardei o teu segredo sobre a erva, guardo o da Elisa também. Mas por favor, não comenta sobre o que eu fiz aqui também.

Ele estava irritado, mas ainda com o pau duro marcando na toalha.

— Porra… que merda… eu tava quase gozando, mano... — deixou escapar.

Vi uma oportunidade alí. Meu coração batia na garganta.

— Se você guardar meu segredo... eu posso te ajudar a terminar.

Ele me olhou, confuso.

— Que porra você tá falando?

— Eu posso te chupar, Rodrigo. Deixa eu te mamar até você gozar na minha boca e depois ficamos de boa.

Ele ficou em silêncio uns segundos. Depois riu, nervoso.

— Você é louco, mano? O que deu em você?

— Ninguém vem. Por favor... eu quero fazer isso.

Ele hesitou, mas o tesão falou mais alto. Abriu a toalha. O pau pulou pra fora, grosso, veioso, cabeça inchada e brilhando.

— Então ajoelha, viadinho. E tenta ser rápido.

Eu me ajoelhei no chão do banheiro. Segurei aquela rola quente na mão e lambi da base até a cabeça, sentindo o gosto dele misturado com a buceta da Elisa. Ele gemeu.

— Porra... chupa logo, mano.

Abri a boca e engoli o máximo que consegui. Ele segurou minha cabeça e começou a foder minha boca.

— Isso... mama, João. Vai fundo, engole tudo seu putinho safado... isso, caralho!!!

Eu gemia com o pau na boca, babando ele todo.

— Quase... vou gozar... vou gozar… vou… agoraaaa!!! Toma porra na boca, viadinho!

Ele segurou minha cabeça e jorrou forte. Foi muito Gozo quente e grosso na minha boquinha. Engoli o que deu, o resto escorreu pelo meu queixo.

A partir daquele dia criamos um vínculo secreto. Acabei me tornando amigo de Elisa também. Aos poucos fui me tornando o terceiro elemento naquela história safada deles. Acompanhava eles no banheiro algumas vezes. Quando Elisa não ia, eu virava a puta do Rodrigo.

Mas um dia, o Rodrigo chapado pra caralho decidiu foder nós dois. Ele me colocou de quatro ao lado da Elisa. Enquanto metia nela, enfiava dois dedos em mim. Depois trocava. Fodia ela, depois enfiava aquele pau grosso em mim, me arrombando devagar enquanto eu gemia como uma cadela no cio.

— Vocês são minhas putinhas agora — ele falou, batendo a pélvis na popa da minha bunda e dedando a buceta de Elisa.

Elisa achou graça, me beijou na nuca e punhetou meu pau enquanto ele me comia.

Aquele banheiro virou nosso puteiro particular. E foi assim que, um dia eu vi o que não esperava ver... mas ganhei exatamente o que desejava: o pau do Rodrigo e, de bônus, uma novinha safada pra dividir o pau dele.

~ FIM!

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 3 estrelas.
Incentive Raffa Chong 🌿 a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.
Foto de perfil de Raffa Chong 🌿Raffa Chong 🌿Contos: 6Seguidores: 7Seguindo: 14Mensagem Escrevo com pouca frequência, mas com muito prazer. Abraços do Raffa ;)

Comentários