Estou chegando ao fim da história pois começou a ficar repetido
Mas aconteceram mais algumas coisas ainda que vou contar
Segue:
Depois daquela tarde em que o Matheus me deu o primeiro tapa forte no rosto, cuspiu na minha boca e me fez repetir a palestra de feminismo enquanto me fodia como um lixo, algo mudou de verdade entre nós. Ele descobriu o botão exato para me quebrar… e eu descobri que adorava ser quebrada por ele.
As semanas seguintes foram um turbilhão silencioso dentro de casa.
O Matheus teve a ideia perfeita — e perigosíssima. Ele começou a “namorar” a Júlia oficialmente.
Para o Paulo, para os meninos, para a família toda, ela era simplesmente a namorada nova e linda do sobrinho. Júlia vinha jantar quase todo dia, dormia aqui nos fins de semana quando o Paulo viajava a trabalho, postava fotos carinhosas com o Matheus no Instagram, ria das piadas do meu marido na mesa. Paulo até comentava, orgulhoso: “Finalmente o menino arrumou uma garota direita, hein?”. Ninguém imaginava nada.
Mas dentro de casa… nós três vivíamos um triângulo amoroso secreto, sujo, intenso e completamente viciante.
Júlia era a namorada dele para o mundo.
Eu era a tia puta que os dois usavam sempre que queriam.
Quase todas as noites, depois que o Paulo e as crianças dormiam, Júlia entrava silenciosamente no quarto de hóspedes. Eu esperava uns minutos e ia me juntar a eles. Às vezes o Matheus me mandava só uma mensagem curta: “Tia, vem. Minha namorada tá com saudade da sua boca de vadia”.
Naquela noite específica, eu abri a porta do quarto de hóspedes devagar. A luz era baixa. Júlia estava completamente nua, montada no Matheus, rebolando devagar naquele pau grosso enquanto ele estava sentado na beira da cama, mãos apertando a bunda dela.
Ela gemia baixinho no ouvido dele:
— Meu namorado… seu pau é tão grosso… me enche toda…
Matheus me viu e sorriu aquele sorriso cruel que eu já amava.
— Olha só quem chegou… a tia puta veio participar do nosso namoro. Tira a roupa e se ajoelha.
Eu obedeci imediatamente, ficando nua e me ajoelhando entre as pernas deles. Comecei a lamber o clitóris da Júlia enquanto o pau grosso do Matheus entrava e saía dela. O gosto dela misturado com o dele era viciante. Júlia segurou minha cabeça com força, se esfregando na minha boca.
— Isso, professora… lambe a buceta da namorada do seu sobrinho enquanto ele me fode…
Matheus deu um tapa forte na minha cara enquanto eu lambia.
— Você curte isso, né? Ver seu sobrinho namorando uma menina da sua idade enquanto você fica como a puta da casa?
Eu só gemi em resposta, lambendo com mais fome. Ele gozou dentro da Júlia, forte, enchendo ela toda. Quando tirou o pau, ordenou:
— Limpa ela, tia. Come a porra do seu sobrinho direto da buceta da minha namorada.
Eu obedeci, enfiando a língua bem fundo nela e chupando tudo enquanto os dois me olhavam de cima. Depois eles me colocaram de quatro e me foderam juntos — ele na minha buceta, ela sentada na minha cara —, os três gemendo baixo para não acordar ninguém.
Era arriscado pra caralho.
Era humilhante.
Era o paraíso.
Nós três vivíamos esse triângulo proibido dentro da minha própria casa, sem o Paulo fazer a menor ideia. Júlia era a namorada dele para o mundo. Eu era a tia puta para os dois.
E eu estava completamente, irreversivelmente viciada nisso.