Gabi foi embora por volta das 18h. Sara veio buscá-la. A menina estava quieta, andando com as pernas um pouco abertas, olhar baixo e rosto ainda corado. Maycon deu um beijo nela na porta, bem carinhoso, e acenou enquanto o carro se afastava.
Chamei ele para o escritório assim que a porta fechou.
— Senta.
Maycon sentou, ainda com aquele ar satisfeito no rosto.
— O que foi, pai?
— Eu vi tudo hoje. Você tirou a virgindade dela.
Ele sorriu de canto.
— Vi sim. Ela aguentou bem.
Passei a mão no rosto, preocupado.
— Maycon… eu não quero que você seja frio com ela. A menina é apaixonada por você. Tá caidinha. Você sente alguma coisa por ela ou é só tesão?
Maycon ficou sério por um momento, pensando na resposta.
— Eu gosto dela, pai. Sinto algo sim. Ela é linda, tímida, me obedece… me dá um tesão diferente. Mas ainda é pouco. O sentimento tá crescendo, mas a vontade de dominar ela é maior agora. A buceta dela é absurdamente apertada. Tive que forçar pra caralho pra entrar. E ela tá começando a ficar totalmente dominada. Na escola agora a gente anda de mãos dadas, eu beijo ela na frente dos outros… ela fica toda derretida. Tá caidinha mesmo.
Fiquei olhando para ele, sentindo um aperto no peito.
— Vai com cuidado, filho. Não destrói a menina.
Maycon deu de ombros.
— Relaxa, pai. Daqui uns dias ela vai estar totalmente entregue. Aí eu divido com você também. Você vai gostar… ela é bem apertadinha.
Fiquei quieto. Não soube o que responder.
Nesse momento, Neide abriu a porta do escritório. Estava usando um robe curto preto, maquiada, claramente excitada.
— Amanhã a Angela chega… então hoje eu quero os dois me arrombando. Mas eu quero algo diferente.
Levantei a sobrancelha.
— O que você tem em mente?
Neide sorriu safada:
— Quero ir pra um motel. Daqueles bem safados, com banheira de hidromassagem grande. Quero os dois me fodendo dentro da água.
Aceitei. Paguei com meu cartão mesmo. Escolhemos um motel discreto e luxuoso na saída da cidade. A suíte presidencial tinha uma banheira enorme redonda, luzes coloridas, espelhos no teto e no redor.
Assim que entramos, Neide soltou o robe e ficou nua. Entrou na banheira primeiro, ligou a hidromassagem e nos chamou com o dedo.
— Vem, meus machos.
Eu e Maycon tiramos a roupa e entramos. A água estava quente. Neide veio primeiro para mim, me beijando com fome, depois virou e beijou Maycon do mesmo jeito. Ela estava insaciável.
Sentou no meu colo de frente, enfiou meu pau na buceta e começou a cavalgar devagar dentro da água. Maycon ficou atrás dela, passando lubrificante no cuzinho e enfiando devagar. Neide soltou um gemido longo quando os dois paus entraram nela ao mesmo tempo.
— Aaaahhh… isso… me enche toda… me arromba…
Começamos a meter juntos dentro da banheira. A água batia forte com nossos movimentos. Neide estava completamente safada, gemendo alto, falando putaria sem vergonha:
— Me fode, genro… mete no meu cu… e você, neto… soca essa buceta da sua avó… me usam… sou a puta de vocês dois!
Troçamos várias vezes de posição. Neide de quatro na borda da banheira, eu metendo no cu enquanto ela mamava o Maycon. Depois Maycon no cu e eu na buceta. Ela gozava sem parar, o corpo tremendo, unhas cravadas nos nossos ombros.
Em determinado momento, ela segurou nossos paus juntos e tentou colocar os dois na boca ao mesmo tempo, babando, olhos lacrimejando, completamente entregue.
— Quero porra… quero os dois gozando dentro de mim… me enchem de leite quente…
Maycon foi o primeiro. Segurou a avó pela cintura e gozou fundo no cu dela. Eu continuei socando a buceta e gozei logo depois, enchendo ela por completo.
Neide ficou tremendo entre nós dois, porra escorrendo dos dois buracos, misturando com a água da banheira. Ela nos beijou um por um, com língua, carinhosa e brutal ao mesmo tempo.
— Vocês são tudo pra mim… — murmurou, exausta. — Não quero mais ninguém.
Saímos da banheira destruídos. Neide mal conseguia andar. Voltamos para casa em silêncio.
Eu dirigia pensando que estávamos cada vez mais fundo nesse buraco.
E que não havia mais volta. Angela chegou em casa por volta das 23h50, exausta da viagem, mas com os olhos brilhando de desejo acumulado. Todos já estavam “dormindo”. Assim que entrou no quarto, fechou a porta e me atacou.
Não houve conversa. Ela tirou a roupa no escuro, ajoelhou-se na cama e puxou meu short para baixo. Segurou meu pau e começou a chupar com fome, quase com raiva. Mamava fundo, babando, olhando pra cima com olhos pidões.
— Saudade pra caralho desse pau… — murmurou, antes de engolir novamente.
Eu segurei o cabelo loiro dela e fodi sua boca com força. Depois a puxei para cima, joguei de costas na cama, abri as pernas dela e desci a boca na buceta. Chupei com vontade, enfiando a língua fundo enquanto esfregava o clitóris. Angela se contorcia, gemendo alto.
— Beto… assim… porra…
Não esperei. Virei ela de quatro, segurei a cintura fina e meti com violência, até o talo. Angela soltou um grito abafado no travesseiro.
Comecei a socar forte, brutal, sem piedade. O barulho das coxas batendo na bunda dela ecoava no quarto. Puxava o cabelo loiro como rédea, dando tapas fortes na bunda.
— Ai! Assim… me fode assim! — gemia ela, empinando mais.
Eu estava animal. Metia com raiva, descarregando toda a tensão dos últimos dias. Virei ela de frente, levantei as pernas até os ombros e meti ainda mais fundo, dobrando ela ao meio. Angela gozou forte, tremendo, apertando meu pau. Continuei socando até gozar violentamente dentro dela, enchendo a buceta com jatos grossos.
Caí ao lado dela, suado. Angela virou o rosto, ainda ofegante, e sorriu.
— Caralho, amor… tô gostando muito desse novo Beto no sexo. Tá mais bruto, mais safado… — riu, ainda gozada. — Me fodeu como se estivesse puto da vida.
Eu apenas sorri fraco e dei um beijo nela. Por dentro, meu peito estava apertado.
No dia seguinte – Antes do almoço
Eu estava sentado no sofá da sala, fingindo ver TV, quando Angela desceu as escadas com o celular na mão. O semblante dela estava carregado de fúria.
— Adalberto! — gritou ela, voz alta. — Que porra é essa?!
Ela virou o celular para mim. Na tela, o extrato do cartão de crédito: “Motel Paraíso – Suíte Presidencial – R$ 680,00 – Ontem às 19:47”.
Senti o sangue descer do rosto. Agora fodeu.
— Como assim? Deixa eu ver… — falei, tentando ganhar tempo.
Angela estava vermelha de raiva.
— Motel, Adalberto?! Você foi pra um motel ontem?! Enquanto eu tava viajando?!
Maycon ouviu os gritos e desceu as escadas correndo. Neide também apareceu no corredor, fingindo surpresa.
— O que houve? — perguntou Maycon.
— Seu pai foi pra um motel ontem! — gritou Angela, quase chorando de raiva.
Fiquei quieto, o cérebro girando rápido. Antes que eu pudesse falar qualquer coisa, Maycon deu um passo à frente:
— Foi eu, mãe.
Todos olharam para ele.
— Como assim “foi eu”? — perguntou Angela, confusa.
— Eu peguei o cartão do pai emprestado ontem. Falei que ia levar a Gabi pra tomar sorvete e comer alguma coisa… mas a gente acabou indo pro motel. Desculpa, mãe. Eu não devia ter feito isso.
Angela ficou boquiaberta.
Eu entrei no teatro imediatamente, fingindo raiva:
— Maycon, seu filho da puta! Eu te emprestei o cartão pra tomar sorvete e você foi pra um motel?! Tá maluco?!
Maycon baixou a cabeça, fingindo arrependimento:
— Desculpa, pai… eu e a Gabi… a gente se empolgou. Não vai acontecer de novo.
Neide, que assistia tudo da porta, entrou no papel de avó preocupada:
— Nossa, Maycon… você namora a menina tem tão pouco tempo e já tá fazendo essas coisas? Vai ter que casar agora, viu? Isso não se faz!
Angela estava furiosa. Apontou o dedo para o filho:
— Pro seu quarto agora! Depois a gente conversa. Você me decepcionou, Maycon!
Maycon subiu as escadas cabisbaixo. Angela respirou fundo, pegou um copo de água e bebeu quase inteiro. Estava tremendo de raiva.
Neide se aproximou dela, fazendo carinho nas costas:
— Calma, filha… eles são jovens. O hormônio ferve. O importante é que o Maycon assumiu. Podia ter sido pior.
Eu me levantei, fingindo estar bravo:
— Você já vai me acusando sem nem perguntar, Angela? Tá vendo? Eu nem sabia direito o que era.
Angela me olhou, ainda brava:
— Mas também, Adalberto… você dá o cartão pro moleque e não fiscaliza nada? Que pai é esse?
Discutimos por mais uns minutos, voz alta, mas sem chegar a gritos. No final, Angela se acalmou um pouco. Neide continuou fazendo o papel de pacificadora, dizendo que “coisas de jovem acontecem” e que o importante era o Maycon ter assumido a culpa.
Quando Angela subiu para o quarto, ainda irritada, Neide me olhou de canto de olho e deu um sorrisinho discreto, quase imperceptível.
Eu me sentei novamente no sofá, o coração ainda disparado.
Tínhamos escapado por pouco. Mas a corda estava esticada demais. Mais um erro desses e tudo poderia desmoronar.