Amor Secreto - capítulo 2

Da série Amor Secreto
Um conto erótico de oloucotavares
Categoria: Gay
Contém 1039 palavras
Data: 27/05/2026 14:11:03

Minha cabeça está inclinada para trás no braço do sofá. O sol do chuveiro corta o apartamento mesmo de dentro do banheiro dele. Minha mente passeia por possibilidades.

Todas elas as mais imorais possíveis, e ainda assim, deliciosamente atraentes.

Eu de verdade não sei como essa história vai acabar. Bem? Não sei. Se vai dar tudo errado? É mais provável. Gostaria que ela fosse uma mentira enquanto escrevo essas palavras, mas eu ainda estou tentando descobrir se esse amor é possível.

Ps: Enquanto vivo ele na minha imaginação.

Lembro de quando assistia “O conto da Aia”, e cheguei a imaginar ele como comandante e eu como uma fiel serva de vermelho. Servindo ele. Eu nunca desejaria escapar do regime autoritário e machista de Gilead.

Também já me imaginei em uma realidade onde ele não é o meu pai, e nessa, fodiamos por horas. Ele me chamava de amor e eu tinha uma aliança de noivado no dedo. Na minha cabeça, o pau dele sempre foi enormemente grosso. Claro que só pude imaginar, enquanto sonhava com a cabeça indigesta tocando os recônditos mais profundos de minha garganta.

Meu pai é o tipo de homem que inebria você só com o cheiro. Quantas vezes esperei ele chegar da academia para abraçá-lo, e sentir, de perto, o cheiro azedo de um macho suado misturado ao leve perfume de desodorante. Eu daria tudo para poder lamber ele, do umbigo até o peitoral que sempre foi bem proeminente de músculos.

Ele sempre teve mamilos rosados. Qualquer toque deixa eles duros, eu já testei. Mãos bobas, misturadas com um “foi sem querer papai”.

Ai, eu só queria que ele me comesse com força enquanto sussurra no meu ouvido o quanto sonhou em comer o filhinho.

— E de novo isso é só imaginação…

Falei para mim mesmo no vazio da sala. A única coisa real aqui é a pulsação latejante. Ah, e a imagem do meu pai que já saiu do banho me fitando com as sobrancelhas erguidas. Ele desvia o olhar para minha cintura e diz:

— Moleque, eu sou homem também e entendo as necessidades. Vai no banheiro bater umazinha.

Não consigo descrever como me senti na hora. Parece que meu sangue tinha virado uma liga de chumbo com algum outro metal, não consegui reagir a priori. Nem percebi quando já está massageando minha própria pica.

Estar daquele jeito na frente dele até fazia parte das minhas fantasias, mas a ausência de desejo no rosto dele foi um banho de água fria.

E ele continuou:

— Eu já to de saco vazio. Comi minha secretaria, a bicha gemeu para um caralho. Tive que usar minha gravata de mordaça.

Riu enquanto enchia um copo de água na cozinha. O short moletom parecia levemente caído na cintura, revelando alguns pelos bem aparados. Eu quase gozei só de visualizar a cena.

— Preguiça de ir para o quarto… — Como consegui falar? Não sei. Minha voz saiu até esganiçada, quase um gemido.

— Bota um filminho daora e goza um pouco. Não sei como você consegue viver sem comer uma buceta — outro banho de água fria, essa veio gelada mesmo. — To sempre precisando me lambuzar gostoso em uma buceta.

Estou meio aéreo. Puto tesão. Meu pai não falava assim no dia a dia. Ele participa de orgias? Sim. Provavelmente já fodeu mais gente em banheiro químico, do que eu tenho de anos de vida? Com certeza. Mas nunca falou de forma tão crua. Acho que ele bebeu muito.

— Só limpa tudo quando terminar…

Então ele se vai para o quarto dele. Não perco tempo, liberto meu pau, a viscosidade do meu pre-gozo é grande o suficiente para lambuzar tudo em volta. Ergo o quadril levemente, e pela primeira vez, fico desejoso por um buraco para poder socar até soltar leitinho.

Em vez disso envolvo o meu carlho. Deve ter uns 17 centímetros no auge, a cabeça sempre foi meio rosada, levemente torta pra a esquerda. Sempre fui depilado… será que meu pai gosta dos lisinhos?

Será que ele sussurraria no meu ouvido o quão isso o deixa louco, enquanto sinto ele entrar e sair, com o mesmo pau que me fez?

Meus movimentos se tornaram velozes. O barulho de uma punheta molhada, cheia de tesão reprimido ecoou pelo silêncio noturno. De verdade, a quantidade de sangue irrigado para a cabeça foi grande o suficiente para a sensibilidade me atingir… solto gemidos, ouso emitir esses barulhos.

Desejo que ele ouça. Que ele ouça e se masturbe no quarto, imaginando eu gemendo assim para ele.

E no auge do meu orgasmo, com o primeiro espasmo vindo ao meu corpo numa onda que me fez quase gritar, eu ergui meu quadril, quase dobrando minha coluna em dois. Os jatos saíram, caindo no sofá, na minha bermuda, na minha camisa e entre meus dedos. Quatro jatos longos e fartos.

E ali veio… e se eu começasse a contar minha história em um site?

Deslizo minha mão pelo meu pau uma última vez, minha porra servindo de um lubrificante natural e genético. A loucura me invadiu naquele momento, ao ponto de eu simplesmente terminar de retirar minha bermuda e erguer minhas pernas para cima. Com o indicador e médio unidos, pressionei meu cu. Um leve ardor inicial veio, mas o costume não me fez reagir. Não é a minha primeira vez me dedando.

Sinto minha porra pegajosa lá dentro enquanto vou o mais profundamente que consigo. Meu pau começa a endurecer novamente e eu já solto mais um gemido.

Preciso de mais…

Seguro o controle da televisão. Ele é roliço e fino suficiente para eu usar como objeto, para suprir a falta que um pau, um pirulito de carne falta aqui. Começo os movimentos sem pudor algum, meus olhos semicerrados enquanto tombo a cabeça para o lado.

E na penumbra… o rosto do meu pai em choque, me arranca do torpor:

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Olá, tudo bem? Para quem está lendo quero deixar um recadinho. Essa vai ser uma história que vai priorizar o desenvolvimento da situação. Até por que não e exatamente uma história fictícia, entenderam? As coisas acontecem como devem acontecer e eu to tentando descobrir se é possível esse tipo de amor.

Claro que eu embelezei algumas partes, até para ficar em formato de livro mesmo.

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