Leandro Comeu Minha Esposa na Nossa Sala de Casa

Um conto erótico de casalgostoso
Categoria: Heterossexual
Contém 850 palavras
Data: 27/05/2026 14:55:14

Leandro era um comedor que já tinha treinado na academia que frequentávamos antes. Depois trocou, mas nunca parou de seguir a Ana nas redes. Sumia por um tempo e voltava curtindo quase todas as fotos e comentando nos stories dela.

Num sábado fomos numa festa grande na cidade. Ana estava deslumbrante: calça jeans bem justa marcando sua bundinha empinada e uma blusinha de alcinha bem decotada, deixando os seios bem à mostra. Chegamos, pegamos uma mesa e eu logo vi o Leandro.

— Amor, olha lá… não é o Leandro? Aquele que vive curtindo suas fotos? — perguntei.

Ela olhou e confirmou. Mais tarde, resolvi ir direto:

— E você, sente atração por ele?

Ana fez charme, mordeu o lábio e respondeu:

— Ele é bonito… tem um corpo bom. Mas depende da atitude dele, né?

Acabei chamando ele pra nossa mesa. O papo fluiu bem, tomamos várias cervejas. Ele não disfarçava: olhava bastante pros seios dela e, sempre que Ana levantava, devorava aquela bunda na calça jeans. Eu sentia um ciúme forte misturado com tesão.

Já passava da meia-noite quando decidimos ir embora. Convidei ele pra tomar a saideira em casa. Ele aceitou.

Chegamos, arrumamos a sala e ele chegou pouco depois. Colocamos uma música baixa, eu e ele bebendo cerveja, Ana tomando vinho. O clima estava gostoso e descontraído.

Até que Ana falou:

— Essa calça jeans tá me apertando demais… vou trocar de roupa.

Quando ela voltou, uns 30 minutos depois, eu e o Leandro ficamos paralisados. Ela vestia apenas uma camisola branca quase transparente, curtinha, sem sutiã. Dava pra ver claramente os bicos dos seios e o contorno da calcinha. Veio andando devagar com a taça de vinho na mão. Eu e ele ficamos olhando igual dois tarados.

Ela sentou no meio de nós dois. Virou pra mim primeiro, me deu um beijo lento, molhado e cheio de tesão. Eu falei baixinho:

— Você está muito gostosa…

Ela sorriu, se virou pro Leandro, segurou o rosto dele e o beijou. Ele correspondeu segurando firme no cabelo dela, como quem esperava por aquilo há muito tempo.

Meu pau já estava duríssimo. Ana desceu a mão, apertou meu pau por cima da calça e depois deslizou a mão pro pau do Leandro. Quando segurou ele, soltou um gemidinho de aprovação. Tirou o pau dele pra fora e arregalou os olhos:

— Nossa… que pau grosso…

Ela foi devagar, como quem aprecia. Puxou a pele pra baixo devagar, revelando aquela cabeça grossa e vermelha. Passou a língua devagar, lambendo, beijando, saboreando. Depois colocou na boca e começou a chupar com vontade, babando tudo.

— Que pau gostoso, Leandro… — murmurava ela entre uma chupada e outra.

Depois veio me chupar também, mas dava pra ver que ela estava louca pelo dele. Leandro tirou a roupa toda. Ana, sem paciência, tirou a camisola e a calcinha rapidinho. Ele se ajoelhou, abriu as pernas dela e começou a chupar sua bucetinha com fome, enfiando o dedo. Ana gemia alto, segurando a cabeça dele.

Quando ela estava bem molhada e desesperada, ele levantou, pincelou aquele pauzão na entrada da buceta dela. Ana gemia e rebolava pedindo. Ele enfiou a cabeça primeiro. Ela falou:

— Espera… vai devagar…

Depois mandou:

— Pode por…

Ele foi empurrando devagar. Ana gemeu alto:

— Nossa amor… ele vai me rasgar…

Quando ele começou a meter com força, ela gritava de prazer. Ele socava fundo, sem pena. Depois colocamos ela de quatro no sofá. Ele chupou a bucetinha e o cuzinho dela, enfiou o pau novamente e ainda colocou o dedão no cuzinho. Eu segurava o cabelo dela e colocava meu pau na boca dela. Ana gemia, babava e falava:

— Que pau gostoso… me come bem gostoso, Leandro… sou sua putinha…

Ele gozou bastante, parte no chão, parte no sofá. Ana, ainda louca de tesão, se virou pra mim e disse:

— Senta aqui, Leandro.

Ele sentou e ela subiu nele, sentando devagar até engolir tudo. Ficou um tempo paradinha, só beijando ele com o pau inteiro dentro. Depois começou a quicar forte. O barulho da bunda dela batendo nas coxas dele era alto. Eu saí um pouco pra cozinha e, quando voltei, fiquei espiando da porta: Ana quicando igual uma putinha, gemendo e beijando ele com tesão.

Ela falou pra ele:

— Faz tanto tempo que eu queria te dar… se soubesse que seu pau era assim, tinha te dado antes.

Eu respondi do lado:

— Agora você já sabe… pode dar quando quiser.

Ela sorriu safada:

— Você deixa, amor?

— Claro, minha gostosa.

Ela voltou a sentar forte. Ele gozou pela terceira vez. Dessa vez ela nem tirou, deixou ele gozar dentro. Depois se levantou pingando porra, veio até mim, sentou com aquela bucetinha toda aberta e gozada e falou:

— Agora é a vez do marido…

Eu meti naquela buceta quente, molhada e cheia de porra do Leandro. Gozei muito.

No final, ele não dormiu em casa porque tinha compromisso cedo. Nos despedimos e ficou a promessa de uma próxima vez.

Meus amigos, espero que estejam gostando dos relatos. Nunca escrevíamos antes, mas depois de tanto tempo de experiência, relatar esses momentos nos dá ainda mais vontade de viver novas aventuras.

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