Cheguei em casa quase sete da noite, o corpo ainda latejando. Cada buraco doía de um jeito diferente. A buceta inchada, o cu ardendo como se tivesse levado fogo por dentro. A porra seca dos três grudava na pele das coxas, um cheiro forte, azedo e masculino que o perfume caro não conseguia disfarçar direito.
Henrique ainda não tinha chegado. Graças a Deus. Tirei o vestido preto no quarto de hóspedes, enrolei ele numa bola e enfiei no fundo do cesto de roupa suja. Fui pro banho quente, mas não lavei tudo. Deixei um pouco daquilo em mim. O sêmen escorrendo devagar do cu enquanto a água batia nas costas me fazia apertar os dentes de tesão misturado com culpa.
Quando o Henrique chegou, eu já estava de camisola de seda branca, cabelo molhado, cara de esposa perfeita. Ele me deu o beijo de sempre na testa.
— Cansado pra caralho hoje — resmungou, jogando o paletó no sofá.
Eu sorri, servi uísque pra ele e sentei no colo dele de lado, sentindo o cu latejar contra a coxa dele. Ele nem percebeu. Conversamos bobagem sobre o trabalho, sobre a viagem que ele queria fazer mês que vem. Enquanto ele falava, eu sentia o esperma dos presos ainda vazando devagar, molhando a calcinha limpa que eu tinha colocado.
Aquilo me deixava molhada de novo. Sentada no colo do meu marido, com a porra do irmão dele e de dois desconhecidos escorrendo do meu cu arrombado. O contraste era sujo, delicioso e humilhante.
À noite, na cama, Henrique quis. Pela primeira vez em semanas. Ele subiu em cima de mim, entrou devagar, do jeito certinho dele. Eu gemi baixinho, mas não era por causa dele. Era porque cada estocadinha fraca fazia a dor do cu arder mais, lembrando como aqueles paus enormes tinham me destruído horas antes. Ele gozou rápido, como sempre, e rolou pro lado.
Eu fiquei acordada, olhando o teto, a buceta latejando sem ter gozado. Toquei devagar no clitóris inchado, sentindo os dedos escorregarem na mistura de porras secas e minha própria excitação. Gozei mordendo o travesseiro, pensando no Rafael, no careca, no de barba. Pensando que queria mais. Muito mais.
Dias depois
Marquei outra visita pra sexta. Disse pro Henrique que ia levar roupas e comida pro Rafael “por solidariedade”. Ele nem ligou, só acenou com a cabeça enquanto olhava o celular.
Dessa vez eu me arrumei ainda mais puta. Vestido vermelho curto, decote profundo, sem sutiã, sem calcinha. Perfume entre os peitos e um pouquinho no cu, que ainda estava sensível. Dirigi até Tremembé com a buceta já molhada, o coração batendo forte.
No parlatório, Rafael me esperava com o mesmo olhar faminto. Os dois presos — que eu descobri se chamarem Jorge (o careca) e Marcelo (o de barba) — estavam sentados nas mesas do lado, fingindo que não se conheciam.
— Trouxe o que eu pedi? — Rafael perguntou baixo, a mão já apertando minha coxa por baixo da mesa.
Eu assenti, mordendo o lábio.
— Tô sem calcinha. E o cu ainda tá dolorido de vocês.
Ele sorriu perigoso.
— Bom. Porque hoje a gente vai terminar o que começou.
Dessa vez não foi no banheiro. Rafael tinha dado um jeito — dinheiro, favores, sei lá. Um guarda amigo virou o olho e nos deixou entrar numa sala de visitas reservada no fundo, usada pra advogados. Porta velha, sem câmera funcionando, mesa grande de madeira e um sofá rasgado no canto.
Assim que a porta fechou, os três vieram pra cima de mim como animais.
Rafael me agarrou primeiro, me jogando contra a mesa. Levantou o vestido vermelho até a cintura e cuspiu direto no meu cu.
— Abre essa bunda pra mim, cunhada.
Eu obedeci, gemendo baixo quando ele enfiou o pau grosso de uma vez. A ardência voltou, mas agora eu queria. Ele meteu fundo, segurando meus quadris com força, os dedos marcando a pele branca.
Jorge veio na frente, enfiando o pau negro enorme na minha boca. Marcelo apertava meus peitos por cima do vestido, torcendo os bicos duros.
— Olha como a vadia rica engole pau de preso — Marcelo ria, batendo no meu rosto com o pau dele enquanto Jorge fodia minha garganta.
O som era obsceno. Molhado. Carne batendo. Grunhidos baixos. Meu cuspe escorrendo pelo queixo, lágrimas borrando a maquiagem. Rafael socava meu cu com força, fazendo meus peitos balançarem contra a mesa.
Eles me viraram, me deitaram de costas na mesa. Jorge levantou minhas pernas e enfiou na buceta com tudo. Rafael continuou no cu. Dupla penetração bruta. Eu gritei, o corpo inteiro tremendo. A dor e o prazer se misturavam num nó doentio que me fazia apertar os dois paus ao mesmo tempo.
— Isso… aperta gostoso, porra — Rafael rosnava, suado, metendo mais fundo.
Marcelo enfiava na minha boca, segurando meu cabelo. Eu babava, engasgava, gozava. Gozei duas vezes seguidas, o corpo convulsionando, buceta e cu piscando ao redor dos paus grossos.
Foi aí que a porta rangeu.
Meu coração quase parou.
Uns quinze presos entraram devagar, silenciosos, olhos brilhando no escuro da sala. Todos grandes, tatuados, olhar de fome represada. Alguns com paus já pra fora, se masturbando devagar.
Rafael não parou de meter.
— Só olhando hoje, seus filhos da puta. Quem encostar leva porrada. Ela é nossa.
Os homens se espalharam pelas paredes, assistindo. Alguns sentados no chão, outros encostados, punhetando devagar enquanto viam a mulher branca, rica, sendo arrombada pelos três.
A sensação de ter todos aqueles olhares famintos em mim me deixou ainda mais louca. Eu gemia alto agora, sem vergonha, rebolando contra os paus que me fodiam.
Jorge gozou primeiro, enchendo minha buceta de porra quente. Rafael veio logo depois, jorrando fundo no cu. Marcelo tirou da boca e gozou nos meus peitos, pintando o decote vermelho de branco grosso.
Eu fiquei deitada na mesa, pernas abertas, porra escorrendo da buceta e do cu, peito melado, boca inchada.Os três ainda ofegavam, paus semi-duros pingando as últimas gotas, quando os quinze presos formaram um círculo apertado ao redor da mesa. A sala parecia menor, o ar mais pesado. Cheiro de suor masculino, cigarro velho e tesão bruto enchia tudo. Nenhum deles falou alto. Só olhares famintos, respirações pesadas e o barulho baixo de mãos se movendo nas calças.
Eu continuava deitada de costas na mesa de madeira velha, pernas abertas, o vestido vermelho embolado na cintura. Porra escorria devagar da minha buceta inchada e do cu arrombado, formando uma poça quente embaixo da minha bunda. Meus peitos estavam melados com o gozo do Marcelo, o decote grudando na pele. O cabelo grudava no suor da testa. Eu tremia, não sabia se de medo, vergonha ou de uma excitação doentia que não conseguia controlar.
Rafael passou a mão na minha coxa, espalhando a mistura de porra, e sorriu pro grupo.
— Só olhando e batendo punheta, porra. Quem encostar na minha cunhada leva facada depois. Ela é nossa hoje.
Jorge e Marcelo se encostaram na parede, acendendo cigarros, assistindo com orgulho sujo de quem tinha acabado de me usar.
Os quinze começaram a se tocar. Paus de todos os tamanhos e tons saíram das calças do uniforme. Alguns grossos e curtos, outros longos e venosos, pretos, marrons, claros. Mãos calejadas subiam e desciam devagar, olhos grudados no meu corpo destruído e aberto.
Eu sentia cada olhar como um toque. Um preso mais novo, com tatuagem no pescoço, mordia o lábio enquanto olhava direto pro meu cu piscando, ainda aberto, escorrendo porra branca. Outro, careca e com cicatriz no peito, respirava pesado, punhetando mais rápido, o pau brilhando de pré-gozo.
— Porra… que vadia rica gostosa… — murmurou um deles, voz rouca.
O tesão na sala era palpável. Eu sentia meu clitóris latejar mesmo sem ninguém tocar. A humilhação de estar ali, exposta, usada pelos três e agora servindo de inspiração pra aqueles homens desesperados, me deixava molhada de novo. Culpa apertava meu peito, mas a buceta traía, contraindo, querendo mais.
Rafael segurou meu queixo e fez eu olhar pra eles.
— Olha o que você provocou, Laura. Quinze presos doidos pra te encher de porra. Abre mais as pernas pra eles verem.
Eu obedeci, tremendo. Separei mais as coxas, sentindo o ar quente tocar minha carne inchada. Um gemido escapou da minha boca quando vi vários deles apertarem os paus com mais força.
O primeiro se aproximou, um homem forte, pele negra retinta, pau grosso e escuro. Ele não tocou em mim. Só ficou a uns trinta centímetros, batendo punheta rápido, olhos fixos nos meus peitos melados.
— Abre a boca, gostosa…
Eu abri. Ele grunhiu e gozou forte. Jatos grossos, quentes, acertaram minha língua, meu queixo, escorrendo pelo pescoço. O gosto salgado forte invadiu minha boca. Ele soltou um suspiro longo e recuou, satisfeito.
Logo veio o segundo. Mais claro, com dreads curtos. Ele mirou nos meus peitos, gemendo baixo enquanto gozava. Porra quente bateu nos mamilos, escorrendo pelo vale entre eles. Eu senti o calor, a textura pegajosa.
Um por um eles foram chegando.
O terceiro, um grandão com barriga, gozou na minha barriga, jatos longos que pingavam até o umbigo. O quarto mirou na buceta aberta, pintando meus lábios inchados de branco. Eu gemia baixinho a cada novo jato, o corpo sensível demais. Cada porra nova misturava com a dos outros, escorrendo, grudando, me marcando.
O quinto me mandou virar de lado. Gozou direto na minha bunda, o sêmen quente escorrendo pela fenda do cu arrombado. Eu tremia inteira.
Eles não paravam. Um atrás do outro. Alguns gemiam meu nome baixo, outros só xingavam baixo. “Vadia… puta rica… mulher do Henrique…”. Ouvir o nome do meu marido enquanto eu era coberta de porra de estranhos me dava um frio na espinha e um tesão insano.
Doze… treze… quatorze…
Meu corpo estava irreconhecível. Rosto melado, cabelo grudado, peitos completamente brancos, barriga, buceta, coxas, cu… tudo coberto de camadas grossas de sêmen. O cheiro era forte, azedo, dominante. Eu mal conseguia abrir os olhos direito, as pálpebras pesadas de porra.
O último preso, um homem mais velho, com barba grisalha e olhar duro, se aproximou por último. Ele punhetou devagar, olhando meu corpo inteiro como se quisesse gravar a imagem.
— Abre o cu com as mãos, vadia.
Com dedos trêmulos, eu segurei minhas nádegas e abri o cuzinho arrombado. Ele grunhiu e gozou bem ali. Jatos grossos entraram direto no meu intestino, misturando com o que já tinha lá dentro. O resto escorreu por fora, pingando pesado.
Quando ele terminou, o silêncio caiu por uns segundos. Só minha respiração ofegante e o gotejar lento da porra caindo no chão.
Rafael se aproximou, passou a mão no meu cabelo melado e sorriu.
— Olha pra você… toda arrombada e pintada de preso. Levanta devagar, Laura.
Minhas pernas tremiam violentamente quando tentei me levantar. Porra escorria de todos os lugares. Do cabelo, do queixo, dos peitos, da buceta, do cu. Formava fios grossos que desciam pelas coxas até os tornozelos. O vestido vermelho estava destruído, grudado no corpo como uma segunda pele suja.
Eu me levantei cambaleando, apoiando na mesa. Senti uma avalanche de sêmen descer de uma vez pela minha perna esquerda. O cheiro subia forte. Meu cu latejava, aberto, piscando devagar, vazando sem parar.
Jorge riu baixo.
— Vai pra casa assim, né? Com a buceta e o cu cheios da gente.
Marcelo só observava, fumando, satisfeito.
Eu não respondi. Só fiquei ali, de pé, destruída, humilhada, coberta de porra de dezoito homens no total. O corpo doía. A mente girava. Vergonha queimava meu rosto… mas entre as pernas, eu ainda pulsava de excitação.
Rafael me deu um beijo bruto na boca, provando a mistura de porra.
— Semana que vem você volta traz companhia por que a gente vai piorar.
Eu assenti devagar, pernas bambas, sentindo mais porra escorrer enquanto andava até a porta.