Trepei com meu sobrinho novinho - Parte 3

Um conto erótico de Rosana
Categoria: Heterossexual
Contém 1618 palavras
Data: 28/05/2026 01:58:01

Uma semana se passou desde aquele dia incrível, e eu mal conseguia pensar em outra coisa que não fosse o Pedro. Cada momento do meu dia era preenchido por memórias de nosso encontro - a maneira como ele me olhava, seu toque, seu gosto... e principalmente aquele pau maravilhoso que me deu tanto prazer.

Nossa comunicação durante a semana foi intensa. Mensagens picantes o dia todo, nudes, vídeos de nos masturbando um para o outro, conversas sobre nossas fantasias mais secretas. Eu descobri que o Pedro tinha um fascínio especial por bundas, especialmente as grandes e macias como a minha. E eu confessei que meu no momento meu desejo era sentir aquele cacete delicioso no meu cuzinho apertado (algo que ainda não tinha feito).

- "Tia, nunca fiz isso antes... mas com certeza eu topo!" - ele me disse em uma mensagem, acompanhada de uma foto de seu pau duro.

- "Meu rabão vai ser todo seu!" - respondi, enviando uma foto minha de quatro, mostrando meu bumbum e meu cuzinho rosado.

Para o fim de semana, tínhamos um plano especial. Nossa família tinha uma casa de praia na ilha, e ela estaria livre no fim de semana. O Pedro estava com a chave, e avisou para o resto da família que ia viajar com os amigos no fim de semana. A perspectiva de ter o Pedro só para mim naquele lugar isolado por dois dias inteiros me deixava molhada só de pensar.

Na sexta-feira a noite nós saímos, como moramos no interior, precisamos pegar um ônibus até a capital para depois ir para a ilha. A ansiedade era uma coisa física, um calor que se espalhava pela minha barriga e descia até minhas coxas enquanto o ônibus cortava a escuridão da noite. A viagem até Salvador seria longa, umas seis horas de estrada, mas cada quilômetro que se passava me aproximava do Pedro e do nosso fim de semana de pecados na ilha. Estava sentada perto da janela, tentando me distrair com as luzes das cidades que passavam, mas minha mente só conseguia pensar em como seria sentir aquele pau delicioso pela primeira vez no meu cuzinho.

Ele estava sentado ao meu lado, e a proximidade era uma tortura divina. De vez em quando, nossos braços ou pernas se roçavam, e cada contato era como uma faísca elétrica que me fazia estremecer. Ele fingia olhar pelo celular, mas eu sentia seu olhar sobre mim, sobre meus seios que o vestido justo deixava à mostra.

O ônibus estava escuro, a maioria dos passageiros tentava dormir, e o silêncio era quebrado apenas pelo ronco do motor. Era o cenário perfeito para a travessura que começou a se formar em minha mente.

- "Pedro..." - sussurrei, inclinando-me para perto dele. - "Estou morrendo de tesão."

Ele virou o rosto para mim, e vi o brilho de desejo em seus olhos, que se ajustavam à penumbra.

- "Eu também, tia. Tô duro desde que entramos no ônibus."

- "Então me mostra..." - desafiei, passando a mão por sua coxa até sentir o volume duro e quente em sua calça.

Ele ofegou quando o apertei. Olhando ao redor para ter certeza de que ninguém nos via, ele deslizou o zíper para baixo, liberando seu pau que pulou para fora, já duro e pulsante. Que visão maravilhosa naquele ambiente escuro!

- "Agora é a sua vez, tia. Me mostra essa buceta molhada que eu adoro."

Com o coração batendo forte, espalhei um cobertor que tínhamos sobre nossos colos. Por baixo dele, deslizei a mão dele sob a barra do meu vestido, não usando calcinha como de costume. Levei os dedos dele até meu clitóris já inchado e minha buceta escorregadia. Ele começou a me tocar lentamente, com os olhos fixos um no outro.

Ele me observava, boquiaberto, enquanto minha mão envolvia seu pau, começando a masturbá-lo devagar. A situação era incrivelmente excitante - o risco de sermos descobertos, a escuridão, a proximidade de outras pessoas que não faziam ideia da depravação acontecendo ali mesmo.

- "Hmmmm... que pau gostoso..." - sussurrei.

Punhetava ele deliciosamente, enquanto isso, os dedos dele trabalhavam em minha buceta, também cada vez mais rápido. O barulho do motor do ônibia mascarava nossos gemidos abafados.

- "Tia... vou gozar..." - sussurrou ele, ofegante.

- "Goza pra sua titia vai..." Eu disse isso rapidamente abaixando e abocanhando aquele pau quente, engolindo ele até onde conseguia.

Ele gemeu baixinho e senti o calor de sua porra encher minha boca. Essa sensação me levou ao meu próprio orgasmo, que tive que abafar contra o ombro dele para não chamar atenção. Engoli toda a porra quente para que ficasse tudo limpinho.

O resto da viagem passou em um silêncio confortável, com nossas mãos se encontrando ocasionalmente, um toque silencioso que dizia tudo sobre o que estávamos sentindo.

Quando finalmente chegamos a Salvador, o sol já começava a nascer. Estávamos cansados da viagem, mas completamente renovados pela excitação da noite. E sabíamos que o melhor ainda estava por vir - o barco nos esperava, e com ele, a promessa de um fim de semana inesquecível na ilha.

A viagem de barco para a ilha foi uma tortura deliciosa. Sentados próximos um do outro, com a brisa do mar em nossos rostos, eu mal conseguia conter o desejo de pular em seu colo ali mesmo.

Quando chegamos à casa, fomos recebidos por uma vista deslumbrante. Uma casa simples mas aconchegante, com varanda de frente para o mar. Mal entrei e ele já me puxou para um beijo apaixonado, com as mãos explorando meu corpo por cima do vestido.

- "Caralho tia, você tá um espetáculo hoje! To louco pra pegar você de novo!" - disse ele entre beijos.

- "É pra você, meu amor. Vim pronta pra ser sua puta o fim de semana inteiro" - respondi, passando a mão em seu pau já duro.

Deixamos as malas no quarto e fomos direto para a varanda. Encostei no parapeito e começamos a nos beijar com muita fome, enquanto suas mãos subiam por minhas coxas até chegar na minha buceta já molhada.

- "Calma aí, garotão" - disse eu, afastando-o um pouco. "Primeiro vamos nadar um pouco, depois a diversão começa de verdade."

Troquei para um biquini minúsculo que mal cobria meus seios grandes e meu bumbum generoso. Ele ficou só de sunga, e já dava para ver a ereção que mal conseguia disfarçar.

Na água, ele me envolveu em seus braços e começou a me beijar, enquanto suas mãos exploravam meu corpo molhado. Eu retribuí com a mesma intensidade, sentindo seu pau duro contra meu corpo. A água do mar tornava tudo mais excitante, mais proibido.

- "Vamos para dentro" - sussurrei em seu ouvido. "Quero te mostrar tudo."

De volta à casa, fomos direto para o quarto. Ele me empurrou na cama e começou a me beijar com vontade, enquanto suas mãos desamarravam meu biquini.

- "Hoje a tia tem uma surpresa pra você..."

Levantei e tirei o biquini lentamente, girando para mostrar meu corpo nu. A expressão dele era pura luxúria.

- "Deita de costas" - ordenei. "Hoje eu quero te mostrar como a titia gosta."

Ele obedeceu, e eu me posicionei sobre ele, mas de costas, com meu bumbum bem na frente de seu rosto. Abaixei lentamente até sentir sua língua em meu cuzinho.

- "Hmmmm... é aí... lambe o cuzinho da tia... prepara ele pra você..."

Ele me lambia com vontade, enquanto eu segurava seu pau duro e começava a masturbar lentamente. A cada lambida, meu corpo tremia de desejo. Nunca ninguém havia me tocado ali daquela maneira, e a sensação era incrível.

- "Vem cá, vem comer o rabo da titia vem!" - disse eu, me virando e me posicionando sobre seu pau.

Passei um gel que tinha comprado antes, para ajudar. Com as mãos, guiei seu cacete até a entrada de meu cuzinho. Devagar, comecei a descer, sentindo cada centímetro preenchendo meu interior. Era uma sensação completamente nova, uma mistura de dor e prazer intenso.

- "Caralho tia... que aperto... que delícia!" - gemeu ele.

Levou alguns minutos até conseguir enfiar tudo, o pau dele é enorme, me rasgava um centímetro a mais a cada sentada. Quando ele estava completamente dentro, parei por um momento, me acostumando com a sensação. Depois, comecei a mover, lentamente no início, depois mais rápido, mais forte. Cada movimento me levava mais perto do paraíso.

- "Aaaai que gostoso! Fode o cuzinho da tia vai... soca tudo dentro... me rasga com seu pauzão!" - gritava eu, enquanto ele segurava meu bumbum e me ajudava a mover.

Estava completamente perdida no prazer, meus seios balançando a cada movimento, meus gemidos enchendo o quarto. O Pedro estava em êxtase, com os olhos fechados, completamente entregue à sensação.

- "Tia... vou gozar..." - disse ele, ofegante.

- "Goza dentro do cuzinho da tia vai... enche tudo com sua porra quente... quero sentir tudo!"

Ele gemeu alto e senti o calor de sua porra enchendo meu interior. A sensação me levou ao meu próprio orgasmo, um grito de prazer que ecoou pela casa.

Caí exausta ao lado dele, ambos ofegantes, cobertos de suor e satisfação. Ele me abraçou forte, e ficamos assim por vários minutos, apenas desfrutando do momento.

- "Tia... isso foi... incrível" - disse ele finalmente, com um sorriso no rosto.

- "Só o começo, meu amor. Ainda temos o fim de semana inteiro pela frente."

E de fato tínhamos. O que se seguiu foram dois dias de puro prazer e descobertas, explorando cada fantasia, cada desejo. Na areia da praia sob o luar, no chuveiro ao ar livre, na rede da varanda... em cada canto daquela casa, nos entregamos um ao outro sem limites.

No domingo, antes de voltarmos, fizemos amor uma última vez, mais lentamente, mais intensamente. Era como se soubéssemos que aquelas horas estavam chegando ao fim, e quiséssemos aproveitar cada segundo.

E eu, cada vez mais apaixonada pelo meu sobrinho, já estava planejando nossa próxima aventura...

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