Dentre todos os encontros verídicos que coleciono em São Paulo, este ocupa um lugar especial. Meu critério é claro: para me ganhar, o cara precisa ser bonito e discreto. Gosto do jogo do sigilo, e nada me instiga mais do que um passivo que sabe o que quer.
Foi no Grindr que o conheci. Um médico oftalmologista, o tipo físico que é o meu ponto fraco: pele alva como a neve, magro, por volta de 1,60m, com aquele ar de quem esconde desejos profundos por trás do jaleco. Ele me convidou para o seu apartamento, no bairro do Belém.
Assim que a porta se abriu, a surpresa: ele me esperava vestindo apenas uma calcinha vermelha. A visão do contraste do tecido vibrante contra sua pele pálida foi o gatilho imediato. Eu amo comer caras de calcinha; só de lembrar, já fico de pau duro.
Não houve espaço para conversas triviais. O desejo estava no ar, denso. Ele veio me agarrar e minha primeira reação foi afundar a mão naquela raba deliciosa, sentindo a textura da lingerie. Fomos para a cama como dois famintos.
Começamos um 69 intenso, mas logo ele girou, oferecendo aquele rabo impecável na minha cara. Puxei a calcinha de lado e lá estava: um cuzinho rosinha e convidativo, implorando por atenção. Caí de boca. Chupei com vontade, explorando cada milímetro, ouvindo-o urrar de prazer enquanto se entregava ao meu toque.
Ele se virou de frente e eu foquei em outro fetiche: chupar peitos. Aqueles mamilos eram sensíveis; eu os mamava com voracidade enquanto ele tremia por inteiro, em um transe de tesão puro.
Quando finalmente penetrei, o mundo lá fora deixou de existir. Testamos todas as posições: frango assado, quatro, de ladinho e o clássico papai e mamãe. Eu estava faminto por aquele rabo e meti com a força de quem queria marcar a memória dele. O encaixe era perfeito, a pressão ideal. No auge do ato, gozamos juntos. O prazer dele foi tão intenso que ele chegou ao clímax apenas sentando em mim, sem precisar se tocar.
Repetimos esse encontro umas cinco vezes, sempre com a mesma voltagem elétrica. Porém, a rotina pesada de plantões dele começou a chocar com a minha. Ele ainda tentou manter contato pelo WhatsApp, mas eu optei pelo silêncio.
Em uma metrópole como São Paulo, aprendi a regra de ouro: aproveite o momento, mas não se apegue. Afinal, nesta cidade, o que não falta é passivo de qualidade pronto para o próximo round de sigilo e prazer.