Uma Mãe Doidivanas, capítulo 5

Da série Mãe Doidivanas
Um conto erótico de Doidivanas
Categoria: Heterossexual
Contém 1857 palavras
Data: 28/05/2026 02:28:40

Eu sempre repito a mesma história, porque ela me diverte: sou uma mulher livre. O casamento não me mudou. A maternidade, ao contrário, só afiou minha vontade de ser vista, desejada, provocada. Meus filhos foram crescendo e, aos poucos, foram tomando mais liberdade comigo. Os olhares viraram comentários, os comentários viraram tapas, os tapas viraram apertos. A curiosidade deles virou ousadia. E eu, que plantei essa semente, via a árvore crescer cada dia mais safada.

Uma noite, eu estava trepando com meu marido. Ele me fodia de lado, devagar, bem fundo, enquanto eu gemia baixinho contra o travesseiro. Eu estava molhada pra caralho, ainda excitada com as brincadeiras do dia.

— Hoje o mais velho me deu um tapa na bunda na cozinha… bem forte — contei, ofegante. — E o caçula apertou meus peitos por trás enquanto eu lavava louça.

Meu marido deu uma risadinha rouca e acelerou um pouco as estocadas.

— E você gostou, né, mamãe safada?

Eu enlouqueci. Ouvir isso da boca dele me fez gozar na hora. Meu corpo tremeu inteiro, a buceta apertando o pau dele.

— Ahhh… caralho… fala de novo…

Ele segurou meu quadril com força e continuou fodendo, voz calma e displicente como sempre:

— Olha só pra você… mãe de dois homens, andando pelada pela casa, deixando os próprios filhos apertarem você à vontade… Que tipo de mãe é você, hein?

Eu gozei de novo, mais forte, gemendo alto, o corpo convulsionando.

— Sua vadia safada… criando dois taradinhos e ainda ficando molhada quando eles te tocam. Que vergonha, mamãe…

Cada vez que ele me chamava de “mamãe” no meio do xingamento eu perdia o controle. Gozei uma terceira vez, quase chorando de prazer, a buceta escorrendo no pau dele.

Meu marido, apesar do jeito displicente de sempre, é um observador implacável. Ele vê tudo. E apoia tudo. Sempre apoiou.

— Culpa sua — ele murmurou, ainda me fodendo. — Você que quis criar filhos sem tabus. Agora aguenta os tapas na bunda da própria cria.

Eu só conseguia gemer e gozar. Ele gozou logo depois, enchendo-me com porra quente enquanto ria baixinho da minha loucura.

Depois, deitados na cama, suados, eu continuei a conversa.

— Os meninos cresceram tão bonitos… tão curiosos… tão machos. Eu adoro ver eles assim.

Meu marido sorriu:

— Eles puxaram a mãe.

No dia seguinte, eu entrei no banheiro sem bater. O mais velho estava tomando banho, pau meio duro. Ele se assustou:

— Mãe! Caralho, eu tô tomando banho!

Eu ri, pegando a escova de dentes como se nada estivesse acontecendo.

— Relaxa. Já vi esse pau desde que era pequenininho. Mas… nossa, agora já não é mais tão pequeno assim, hein?

Ele ficou vermelho, mas eu vi o pau dar uma mexida, engrossando um pouco mais.

— Mãe, sai daqui…

— Tá bom, tá bom. Só vim escovar os dentes. Continua aí, grandão.

Ele ficou claramente mexido. Eu saí rindo por dentro.

Outra noite, entrei no quarto do caçula pra guardar umas roupas limpas. Achei que ele já estava dormindo. Não estava. Estava deitado, pau na mão, batendo punheta vendo pornô no celular.

Ele se assustou, tentando cobrir tudo:

— Mãe! Porra!

Eu parei na porta, tranquila, olhando a cena.

— Calma, filho. Não precisa esconder. Todo mundo bate punheta. Tá tudo bem.

Ele estava vermelho como tomate:

— Eu… eu pensei que você tava dormindo…

— Eu tava. Mas vim guardar roupa. Continua, vai. Não vou atrapalhar sua punhetinha.

Ele gaguejou:

— Mãe… sério?

— Sério. Termina em paz. Boa noite, amor.

Fechei a porta devagar, ainda ouvindo o barulhinho da mão dele voltando ao ritmo.

Mais tarde, na cama, eu estava chupando o pau do meu marido. Devagar, gostoso, lambendo da base até a cabeça, olhando nos olhos dele.

— Hoje eu flagrei o caçula batendo punheta — contei, entre lambidas. — Pau duro, mão rapidinha, vendo alguma peituda no celular.

Meu marido gemeu, segurando meu cabelo.

— E o que você fez?

— Disse pra ele continuar batendo a punhetinha em paz.

Ele riu, o pau pulsando na minha boca.

— Você é impossível.

Eu chupei mais fundo, só parei quando ele gozou na minha boca, e eu engolindo quase tudo.

Outra situação que eu lembro bem: uma tarde, o mais velho estava na sala de cueca, vendo TV. Eu passei e vi o volume marcando forte.

— Nossa… tá animadinho hoje, hein? — comentei, debochada.

Ele tentou cobrir:

— Mãe, para…

— Para quê? Tá bonito. Bem durinho. Posso passar a mão?

Ele ficou vermelho:

— Mãe…

— Relaxa. Pau duro é saúde.

Ele riu, envergonhado:

— Você é doida.

— Doida e orgulhosa. Meu filhão já tem pau de homem.

Outra vez, flagrei o caçula na cozinha, de manhã cedo, pau duro dentro da cueca enquanto pegava leite.

— Bom dia, filho. Vejo que acordou bem disposto.

Ele tentou virar de lado:

— Mãe, não olha…

— Por que não? Tá marcando bonito. Bem grossinho. Tá pensando em alguém?

Ele gaguejou:

— E-em ninguém…

Eu saí rindo, sentindo aquela mistura deliciosa de ternura, tesão e deboche.

No fundo, eu sabia que estava criando dois taradinhos. Mas eram meus taradinhos. Bonitos, curiosos, ousados. E eu, que sempre quis ser livre, estava colhendo exatamente o que plantei.

Eles ainda convidavam os amigos para virem aqui em casa, jogar videogame. Uma vez, os meninos avisaram que viriam cinco amigos aqui, para jogar videogame. Avisei que ia me vestir “decente”. Coloquei um vestidinho leve de algodão, daqueles que parecem inocentes… até você se abaixar.

Mal os meninos chegaram e eu já sentia os olhares. Servi refrigerante inclinada sobre a mesa de centro. O vestido subiu. Ouvi um dos amigos murmurar:

— Caralho…

Voltei para cozinha. Pouco depois, o mais velho entrou, com cara de quem queria morrer e gozar ao mesmo tempo, falou no meu ouvido:

— Mãe, tá de calcinha hoje ou resolveu dar show?

Eu me virei com uma jarra na mão e sorri:

— Que grosseria, filho. Claro que tô de calcinha. Quer conferir?

— Não, melhor não. Alguém pode ver e...

Ele nem tinha terminado de falar, eu apoiei a jarra na pia, levantei o vestido até a cintura e mostrei uma fio-dental preta minúscula.

— Pronto? Mais tranquilo agora?

— Porra, mãe! Você é doida...

E passei o resto da tarde sendo comida com os olhos por aqueles jovens taradinhos.

Meu marido convidou três amigos pra ver o jogo do Brasil. u prometi que ia me comportar. Promessa de mãe livre dura, em média, uns quarenta minutos.

Coloquei um shortinho jeans surrado e uma regata fina branca, sem sutiã. Quando os convidados chegaram, já estava na cozinha preparando as carnes. O Careca foi o primeiro a entrar pra “ajudar”.

— Precisando de alguma coisa, linda?

— Só de um homem que não fique olhando pros meus peitos enquanto fala comigo — respondi, debochada.

Ele riu:

— Difícil. Eles estão pedindo atenção.

Eu me virei de propósito e me abaixei pra pegar a travessa no armário baixo. O shortinho subiu, mostrando metade da bunda. Ouvi o suspiro coletivo da porta.

Meu marido apareceu, viu a cena e só deu de ombros:

— Já falei pra ela usar avental maior. Não adianta.

Chegou o jogo das Eliminatórias e a casa lotou de novo. Meu marido convidou os mesmos amigos. Os meninos, claro, não perderam a oportunidade de assistir ao circo.

Dessa vez eu resolvi inovar. Coloquei só a camisa da Seleção, aquela amarelinha grande, velha e surrada que bate no meio da coxa. Nada por baixo. Nem calcinha, nem short, nem vergonha na cara. Os peitos livres balançando por baixo do tecido fino.

Quando desci as escadas, a sala inteira ficou em silêncio por uns três segundos.

O mais velho foi o primeiro a reagir:

— Mãe… você tá de sacanagem, né?

— Que isso, filho? É camisa da Seleção! Tem que usar com orgulho — respondi, girando devagar pra mostrar que a camisa mal cobria a bunda. — Verde e amarelo até o fim.

O caçula colocou a mão no rosto, mas dava pra ver ele rindo por trás.

— Pelo amor de Deus, mãe…

O Careca, que estava tomando cerveja, engasgou tanto que meu marido teve que dar tapas nas costas dele.

— Linda… você vai assistir o jogo assim? — perguntou o André, com a voz rouca.

— Claro. Sou patriota. E patriota de verdade usa só a camisa da Seleção em dia de jogo importante.

Sentei no sofá entre meu marido e o Marcos, cruzando as pernas devagar. A camisa subiu até quase mostrar tudo. Cada vez que o Brasil atacava, eu pulava. E quando pulava, a camisa ia junto. No primeiro gol, dei um pulo tão animado que a camisa subiu inteira. A sala inteira viu minha buceta lisinha por meio segundo.

— GOOOOOOOL! — gritei, como se nada tivesse acontecido.

O Careca quase caiu da cadeira. O Marcos, ao meu lado, estava vermelho feito o cartão vermelho.

— Mãe, pelo menos senta direito… — pediu o mais velho, morrendo de vergonha e tesão ao mesmo tempo.

— Sentar direito como, filho? Assim? — perguntei, abrindo as pernas de leve no sofá, fingindo inocência.

Meu marido, do meu outro lado, só riu baixo e colocou a mão na minha coxa, subindo devagar por baixo da camisa.

— Deixa a mãe de vocês. Ela tá torcendo do jeito dela.

No segundo tempo, o Brasil pressionava. Eu me levantei pra pegar mais cerveja e, de propósito, deixei a camisa enrolada na cintura. Andei até a cozinha com a bunda completamente de fora, balançando pra cada lado. Ouvi um dos amigos murmurar:

— Essa mulher vai me matar hoje…

Voltei com as cervejas e parei na frente da TV, de costas pra todos, fingindo assistir o replay.

— Olha esse passe, gente! Que lindo! — falei, me inclinando um pouco pra frente.

A camisa subiu mais ainda. Os meninos e os amigos tinham vista completa da minha bunda e da buceta por trás. Fiquei uns bons dez segundos assim, rebolando de leve “acompanhando o lance”.

O caçula não aguentou:

— Mãe, você tá se mostrando toda pro Careca!

— Mostrando o quê? — perguntei, virando o rosto com cara de santa. — É só a bunda da mãe de vocês. Todo mundo aqui já viu coisa pior na vida. Ou quer que eu tire a camisa de vez pra torcer pelada?

O André riu nervoso:

— Eu não sou contra a ideia, hein…

Meu marido deu um tapa na minha bunda ali mesmo, na frente de todo mundo.

— Comporte-se um pouco, sua safada. Senão vou ter que te levar pro quarto no intervalo.

— Promessas, promessas… — respondi, piscando.

No final do jogo (vitória do Brasil, graças a Deus), eu já estava praticamente sentada no colo do meu marido. Quando os amigos foram embora, o Careca ainda me deu um abraço demorado e sussurrou:

— Nunca torci tanto na vida.

Os meninos ficaram arrumando a sala, ainda vermelhos. O mais velho balançou a cabeça:

— Você não tem jeito mesmo, mãe.

— Tenho sim — respondi, puxando a camisa pra baixo (sem sucesso). — Jeito de quem gosta de futebol… e de deixar os homens loucos.

Meu marido me puxou pela cintura, já com a mão descendo pela minha bunda:

— Agora vai pro quarto, minha torcedora. Vou te dar uma prorrogação.

Eu subi as escadas na frente de todo mundo, camisa levantada, rebolando de propósito.

Porque, no fim das contas, torcer pro Brasil é bom.

Mas torcer sem calcinha, na frente de uma sala cheia de homens… isso sim é que é paixão verdadeira.

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