Ela implorou para que eu metesse tudo até o fim

Um conto erótico de Fernando
Categoria: Heterossexual
Contém 1811 palavras
Data: 28/05/2026 04:13:32

Não fazia muito tempo que eu tinha me mudado. O apartamento de apenas um quarto era ótimo para mim, mas haviam algumas coisas da dona esquecidas nele. Basicamente havia uma mala esquecida, uma mala de couro preta que dava para ver que estava cheia de coisas. Ela estava dentro de um balcão na lavanderia. Eu deixei ela lá, não quis ver o que tinha dentro, não era da minha conta. Mas Nayara tinha outras intenções, ela não se aguentava de curiosidade. Desde que eu me mudei ela praticamente ocupou o apartamento e o lado direito da cama. Já estava até se sentindo dona dele, pois implicava comigo com a louça na pia e a toalha de banho, bem coisa de mulher. Quanto a mala, eu mandei mensagens para a dona e ela disse que não se lembrava de mala nenhuma e que ela devia ser do antigo locatário que ela detestava e não mantinha contato. Um dia, sem saber quem era o pai da criança, Naya não se aguentou: pegou a mala e levou para a sala.

— Tu quer mesmo abrir isso? — perguntei.

— Claro, vai que tenha um boneco de vodu aqui dentro ou o pedaço de um corpo que o assassino esqueceu de se livrar.

Ela deitou a mala na mesa de centro, abriu o zíper e abriu bem devagar.

— Meu Deus!

— O que? Que tem ai?

— Tu não vai acreditar! — disse ela fazendo cara de menina levada.

— Abre logo isso!

Em vez de abrir tudo de uma vez, ela ficou só me olhando. impaciente eu me aproximei, peguei a mala e virei tudo na mesa.

— Que merda é essa?

Ela ria sem fim enquanto se sentou no sofá com as mãos na barriga. Uma vez a dona do apartamento me falou que o antigo morador tinha hábitos estranhos e que se ouviam gemidos, tapas e chicotadas vindos das portas do apartamento. Ela não quis entrar em detalhes, mas agora tudo fazia sentido. Naquela mala tinha chicotes de tudo que era tamanho e de tudo que era tipo, tinha cordas, algemas, vendas e por aí vai. Eu achei aquilo nojento, mas a Nayara teve outra impressão.

Ela olhava para aquilo com olhos de criança. Pegou alguns chicotes na mão, olhou, cheirou, riu imaginando alguma sacanagem que só ela e Deus, ou o demônio, sabiam.

— Você só pode estar brincando!

À medida que eu ia vendo a atitude dela, minha mente ia montando o quadro. Aquela corda era perfeita para amarrar meu anjinho na guarda da cama ou nos ganchos de pendurar bicicleta que agora faziam sentido na parede da sala. Só de imaginar ela ali de mãos atadas naqueles ganchos e com a bunda totalmente desprotegida para eu fazer o que eu quisesse despertou meu pau. Ela pegou um dos chicotes, era um cabo de onde pendiam várias tiras de couro.

— Será que doi? — Ela se pergountou já me dando uma chicotada na perna para testar.

— Ai, porra! Está louca?

Na real, minha reação foi mais de susto do que de dor, ela não bateu muito forte o dava para ver que o chicote era mais um brinquedo do que de verdade. Era como uma coleção que ia desde os mais leves que não machucavam ninguém até os mais sádicos, como um que era literalmente um cabo de aço revestido mal e mal com uma espécie de plástico.

Mas a minha reação despertou a criança interior da danada que começou a me chicotear enquanto ria da minha reação.

— Ei! Ou! Sai pra lá!

Peguei um algema na mala, agarrei o chicote que ela estava usando e puxei até o pulso dela estar perto suficiente para eu perder a algema.

— aí meu Deus — disse ela tentando fugir enquanto eu alcançava o outro braço. Não foi difícil prende-la, foi bem mais fácil do que eu imaginava.

— Bom, agora vamos ver, acho que vou pegar isso e isso também. — disse eu enquanto a segurava e pegava um chicote e uma corda.

— Não, Fernando, não! Tu não vai fazer isso!

Disse ela já tremendo de medo.

— Ué, não era o que tu queria?

— Não, eu não confio em ti. Tu vai me amarrar e quando ver vai estar comendo o meu cu a seco, seu safado. Me solta! Me solta se não eu vou gritar.

— Que isso, eu jamais faria isso!

— EU TE CONHEÇO! QUANDO TU FECHA OS TEUS OLHOS NADA TE PARA ATÉ GOZAR! AGORA ME SOLTA DE UMA VEZ!!

— Ai! Tá bom. Que coisa.

Antes que ela fizesse um escândalo maior e algum vizinho viesse a bater na porta ou chamasse a polícia eu a soltei. Ela se virou e agarrou os punhos para verificar se não tinha se machucado enquanto me olhava com ódio.

— Bom, acho melhor jogar isso fora então. — Disse eu.

— Não, por que?

— Tu não quer brincar, e a gente está precisando de espaço, então…

— Quem disse que eu não quero brincar. Eu só não quero você me amarrando e me chicoteando com esses braços de ogro. — enquanto ela falava, sem perceber ela tocou na pepeca por cima da calcinha já toda molhada. Ela estava só de calcinha e uma camiseta curta daquelas que deixam a barriga de fora.

— Sua safada! — disse um logo depois de um suspiro.

Poucos minutos depois lá estava eu deitado na cama vendo ela prender minha mão direita na guarda da cama e depois indo até o outro lado para prender a outra mão. Por um lado eu achava aquilo engraçado, porque era óbvio que se eu não quisesse ela jamais conseguiria fazer aquilo. Mas por outro, depois de preso, sair dali ia dar trabalho se ela não quisesse me soltar.

Não contente em apenas me amarrar, ela também vendou meus olhos. Agora só dava para sentir. Sentir que ela ficou de pé em cima da cama e foi pegar algo na mala. Depois senti umas chicotadas, provavelmente era aquele chicote de brinquedo com várias tiras de couro. Depois ela foi pegar outra coisa é voltou ficando de pé logo ali do meu lado. Eu não via nada e demorou até eu sentir o que era. Havia umas velas na mala e a danada estava derramando cera quente no meu peito.

— aí! Malvada!

Eu só conseguia sentir o colchão afundar onde ela pisava. Sabia que meu pau estava duro como pedra e sentia os toques, as chicotadas e tudo mais. Nada machucava, mas havia uma sensação diferente. Não sei explicar direito, mas era mais ou menos isso: eu sempre me sentia responsável pelo o que acontecia ou não no sexo. Era tipo eu era o responsável por dar ou não prazer, pois eu tinha mais mobilidade e dominava a situação. Mas ali preso, eu não tinha como contribuir com muita coisa. Ela é que tinha que buscar o prazer dela e o meu. Eu, amarrado, não podia fazer muita coisa. Então era como se um peso tivesse sido tirado das minhas costas de repente. Eu agora só sentir. Mas por outro lado, afastava a preocupação do que aquela maluca ia fazer, ela podia fazer muita coisa naquela situação. Mas não fez.

Depois de me torturar um pouco, senti os pés dela afundarem o colchão um de cada lado da minha cabeça e logo depois senti a ppk na minha boca. Ela esfregou tudo na minha boca movendo o corpo para frente e para trás. Os pelinhos, cortados bem rentes, pareciam um lixa passando no meu rosto. Mas no meio tudo era macio e húmido. Mas não estava molhada como eu tantas vezes já havia sentido. A própria maneira dela se mover dava a impressão de que ela estava buscando um prazer sem encontra-lo totalmente. Enquanto minha boca estava ocupada, senti uma mão agarrando meu pau, apertando ele de um jeito meio desesperado que parecia que ia acabar quebrando o coitado.

Depois ela se levantou e deu uma sentada meio violenta no meu pau. Sem minhas mãos para guiar ela sentava rápido até cansar e começar só a esfregar o clitóris na minha barriga para frente e para trás. Logo em seguida senti ela soltando minhas mãos.

— Ué! Já acabou?

Ela tirou minha venda também.

— Me come, vai!

Sem nem pensar muito ela deitou do meu lado para que eu subisse em cima dela. Eu fiz, mas antes de meter, perguntei:

— Não curtiu?

— curti, mas é que… bem… parecia que eu estava em cima de um boneco, sabe? Eu prefiro que tu me agarre.

Então eu levantei as pernas dela e meti. Ela ficou bem mais molhada quase instantaneamente. Seus mamilos saltaram. Eu sabia que aquela era a hora. Enquanto ela estava perdida no tesão, peguei a mão dela e levei até a corda. Prendi uma das mãos. Ela me olhou sua cara era um misto de prazer e medo. Era um sim e também um não. Mas ela não tentou impedir. Então peguei a outra mão e prendi.

Escondidos pela guarda da cama havia dois ganchos que até então eu não sabia porque estavam lá, mas agora tudo fazia sentido. Eu vendei os olhos dela e levantei da cama para pegar uma corda. Quando puxei, outros brinquedos vieram junto fazendo o maior barulho. Nayara reagiu puxando suas mãos e emitindo um gemido assustado. Ela não via o que eu estava fazendo. Quando peguei um pé dela ela reagiu num susto. Eu amarrei um pé e depois o outro na corda. Ela não dizia nada, só gemia. Depois levantei suas pernas até a corda alcançar os ganchos e prendi. Agora ela estava presa pelos pés, um de cada lado da cabeça. A bucetinha estava completamente exposta e escória como um favo de mel. Eu cai de boca e ela reagiu num sustinho.

— Aí, aha ãhh!

Eu lambi cada centímetro daquela bucetinha ouvindo os gemidos. Até que…

— Me foooodeee! Antes que eu fique loooucaaa!

— Não é assim que tu fala com seu mestre! — disse eu enquanto pegava o chicote que ela deixara para trás e dava uma chicotada na perna dela fazendo ela reagir com mais um gemido rápido e assustado.

— Por favor, mestre! Fode logo minha bucetinha! Por favooooor!

— safada! — disse eu enquanto passava os fios de couro do chicote por cima da bucetinha dela. Ela se contorcia de tesão.

— Mete, por favoooor!

Meu pau estava tão duro e babando que eu tinha medo de gozar logo na primeira metida. Antes de meter eu bati com ele na ppk molhada, respingou tudo a cada batida. E então meti tudo de uma vez. Ela parecia não saber mais onde estava, gemia sem pensar nos vizinhos.

Eu achei que ia gozar logo, mas a preocupação com os vizinhos atrasou por um tempo. Eu tive que tapar a boca dela. Agora eu entendia porque usam aquela bola vermelha na boca. Eu metia plef plef plef plef plef plef. O som era de uma palmada com as mãos molhadas. Quando gozei eu também gemi alto, esquecendo dos vizinhos.

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