Bianca, a infiel 8

Um conto erótico de Sr Boi
Categoria: Heterossexual
Contém 1124 palavras
Data: 28/05/2026 05:59:37
Assuntos: Heterossexual

Capítulo 8: O Reencontro

Depois do sábado com Rafael, o pênis de borracha no meu cu e ele me pegando no flagra, xingando-me de “puta vagabunda” e gozando na minha cara, eu estava dividida. A culpa por trair Rafael pesava, mas o tesão era mais forte. Eu amava Rafael. Ele me fazia gozar com a língua como ninguém, mas faltava a crueza que os outros me davam. Minha buceta pulsava só de lembrar, e eu sabia que não ia parar.

Na segunda-feira seguinte, peguei o ônibus 204 voltando da clínica, o calor de outubro grudando a saia lápis preta nas coxas, a blusa branca marcando os peitos, sem sutiã, os mamilos à mostra. Sentei perto da janela, perdida nos meus pensamentos, quando vi Felipe. Ele entrou no ponto seguinte, o mesmo Felipe do primeiro caso, alto, negro, corpo forte, o sorriso safado que me fez tremer semanas atrás. Ele me viu, sentou ao meu lado, e o calor do corpo dele me deixou tonta. “Saudade, preta,” sussurrou, a mão roçando minha coxa por baixo da saia. Minha buceta melou na hora, a calcinha preta de algodão encharcada. “Você tá me matando,” murmurei, mordendo o lábio, enquanto ele apertava minha coxa, os dedos quase tocando minha buceta.

“Desce comigo,” ele disse, quando o ônibus passou pelo meu ponto. Eu sabia que era loucura, mas o tesão venceu. Desci com ele, a poucos quarteirões da minha casa, e ele me seguiu, o olhar faminto. Chegamos à minha casa simples no subúrbio, a rua quieta, o sol do fim de tarde queimando. Abri o portão, o coração disparado, e entramos. Na sala, ele não perdeu tempo, me puxando pela cintura, a boca quente no meu pescoço. “Você é uma vadia!” disse, puxando minha blusa, os botões voando, os seios livres. Gemi, a buceta pingando, enquanto ele arrancava minha saia, deixando-me só de calcinha.

“Tô com saudade dessa buceta,” ele grunhiu, me jogando no sofá velho, o couro grudando na minha pele suada. Tirei a calcinha, jogando-a no chão, e abri as pernas, a buceta brilhando de tão molhada. Ele caiu de boca, a língua chupando meu clitóris com uma fome que me fez gritar. “Porra, Felipe,” gemi, as mãos agarrando os dreads dele, os quadris rebolando contra a boca. Ele lambia com força, sugando os lábios da minha buceta, a barba rala roçando minha pele, eu estava prestes a gozar, sentindo ele me devorar, bebendo meu mel. Olhava a porta da sala entreaberta e imaginava Rafael chegando e me vendo ser devorada por outro, meu coração batia tão forte, tesão, adrenalina e o desejo proibido. Não aguentei mais e gozei, o corpo tremendo, o mel escorrendo pelo cu, molhando o sofá, junto com o suor, o cheiro de sexo invadindo a casa toda a partir da minha buceta.

Ele se levantou, tirando a camisa e a calça, com a pressa dos comedores de vadias casadas como eu, o pau grande, preto, com veias saltadas, já duro, a cabeça brilhando. “Chupa meu pau, vagabunda” mandou ele me dando um tapa na cara, Felipe sabia tratar uma cadela no cio, claro que obedeci, cai de boca na cara dele com a fome que toda puta deveria ter. Lambia, babava, tentava engolir até engasgar. Ele virava os olhos de prazer. “ Isso vagabunda engole meu caralho” mandava segurando meu cabelo. Tirei o pau dele da boca e bati na minha cara com aquela rola gostosa. “ Quero que você faça uma coisa” disse com voz pidona “o que você quer ?” Perguntou ele desconfiado.

Corri pro quarto, peguei o pênis de borracha preto e voltei, jogando-o no sofá. “Quero que faça uma DP em mim” Felipe riu, “você é mesmo preta muito safada” peguei o lubrificante na minha bolsa. “Você é uma puta preparada,” disse ele, lambuzando o brinquedo e o próprio pau. Me colocou de quatro, a bunda empinada, o rosto contra o encosto do sofá, e esfregou o brinquedo na minha buceta, enfiando devagar, a textura das veias esticando-me, o prazer me fazendo gemer.

“Relaxa, preta,” ele disse, e enfiou o pau no meu cu, o lubrificante facilitando, mas a dor inicial me fez morder o lábio. O brinquedo na buceta e o pau dele no cu me abriram ao limite, a dupla penetração mandando ondas de dor e prazer pelo meu corpo. “Caralho, Felipe, me fode,” gemi, empinando mais a bunda, enquanto ele metia, o pau quente e pulsante no meu cu, o brinquedo frio e rígido na buceta. Cada estocada fazia meus peitos balançarem, a buceta melada pingando, o cu apertando o pau dele. Ele dava tapas na minha bunda, o som estalando, a pele ardendo, e eu gozei, puta merda como gozei gostoso com o pau dele, a buceta e o cu apertando os dois, o corpo convulsionando, os gemidos ecoando na sala.

“Vagabunda gostosa,” ele grunhiu, metendo mais forte, o brinquedo e o pau dele me fodendo juntos, o lubrificante escorrendo, o sofá rangendo. “Toma, sua puta,” disse, dando outro tapa na bunda, e eu gozei de novo, a buceta gotejando, o cu latejando. “Quero gozar na sua cara,” ele disse, puxando o pau do meu cu e o brinquedo da buceta. Me virei, de joelhos no chão, a boca aberta, e ele se masturbou na minha frente, o pau pulsando. “Toma, preta safada,” rosnou, e gozou, a porra quente jorrando no meu rosto, escorrendo pelos lábios, pelo queixo, pingando nos peitos. Lambi o que consegui, o gosto salgado me deixando tonta, a buceta ainda pulsando.

De repente, ouvi o portão abrir. Meu coração parou. Felipe arregalou os olhos, pegou a roupa e correu pela porta dos fundos, sumindo pelo quintal. Soube depois que ele pulou o muro dos fundos ainda pelado “mas, pra foder uma puta como você vale qualquer coisa” me disse dias depois no ônibus. “Bianca?” Rafael chamou, a voz desconfiada, entrando na sala. Eu agarrei a saia e a blusa rasgada, correndo pro banheiro, o rosto melado de porra, a buceta pingando, o cu dolorido. “Tô tomando banho, amor!” gritei, trancando a porta, o coração disparado. Liguei o chuveiro, lavando o gozo de Felipe, o lubrificante, tentando apagar as evidências. Mas a voz de Rafael ecoava na minha cabeça, o tom diferente, como se ele soubesse de algo.

Saí do banheiro, embrulhada na toalha, o cabelo molhado. Rafael estava na sala, olhando pro sofá todo melado de suor, lubrificante e meu gozo, onde a calcinha preta e o pênis de borracha ainda estavam jogados. “O que tá acontecendo, Bianca?” perguntou, os olhos estreitos, a voz baixa. “Nada, amor, só tava... relaxando,” menti beijando ele na boca, a culpa me apertando, mas a buceta ainda pulsando com o tesão. Ele não disse mais nada, mas o olhar dele ficou na minha cabeça, desconfiado, pesado.

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