- “Meu pai tem esse comportamento zoador, mas tudo que ele faz é brincadeira. Você não pode levar a sério, Vitor. Minha mãe sabe, a família sabe, todo mundo que conhece ele sabe.” – as palavras do Heitor não saíram da minha cabeça.
Um lado meu até queria acreditar que meu namorado tinha razão e que tudo que o pai dele fez comigo não passou de brincadeira, de zoação. Vai ver, toda a experiência de ganhar um genro era tão nova pro meu sogro quanto estava sendo pra mim, por isso a gente começou estranho e meio sem jeito um com o outro.
Talvez o coroa só quisesse entrosar com o namorado do filho e eu que vi duplo sentido nas atitudes dele. Será...? O foda é que, por mais que eu me esforçasse pra acreditar nessa possibilidade, a encoxada que tomei do Geraldão no primeiro churrasco não foi com cara de zoação, pelo contrário, lembro que fiquei de mamilos duros e cuzinho piscando.
Fora que também teve a forma como ele segurou minha mão pra mexer o garfão, sua maneira de sussurrar as palavras como se elas fossem segredo íntimo nosso, o cheiro de tijolo que aflorou dele pra mim, os papos cheios de duplo sentido, as perguntas constantes pra saber se eu liberava cuzinho pro Heitor, a sarrada que o cinquentão me deu no computador...
Como que um gay piranho e viciado em pica leva tudo isso na zoação? É impossível, eu não consegui. Posso ter relevado no início do namoro, mas depois de quatro meses não deu mais pra tolerar. Não sou de ferro e nem tenho nervos de aço pra resistir tanto tempo sob pressão, ainda mais se tratando de feromônio, testosterona, sexo e cheiro de macho. Até o sono eu perco.
Eis que no quarto mês de namoro, chegou o aniversário do meu sogro e rolou aquela churrascada animada lá em Realengo. Geraldão completou 52 anos muito bem vividos, o casarão lotou de gente e eu conheci vários parentes do Heitor que ainda não conhecia, entre tios distantes, primos, primas e colegas de longa data.
- Demorou, garoto. Achei que tu não vinha, porra! – sogrão estava mais animado do que de costume e me recebeu só de sunga no portão, com a mala pesada chamando atenção e a camiseta do Flamengo jogada no ombro.
- E perder o aniversário do meu sogrinho favorito? Nunca. Hahahah!
- Sogrinho favorito? E por acaso tem outro? Tehehe! Olha lá, Vitão. – ele riu.
- Tô zoando. É que contigo é tudo na zoação, não é? Então hoje eu vim pra zoar, vou falar na sua língua. Antes de tudo, meus parabéns! Muita paz, felicidade, dinheiro... – dei-lhe um abraço apertado e me esforcei pra não chegar muito perto, mas não adiantou.
- Tamo junto, moleque. Valeu pela presença, maneiro que tu tá aqui. – o coroa apertou minha cintura, lascou um beijo saliente no meu pescoço e seu bigodão arrepiou minha pele até a nuca.
Poderia ter parado por aí, porém Geraldo viu que estávamos a sós no portão, mexeu a cintura devagar e amassou o cacete contra mim. Com muito esforço, tive que fingir que não senti o piruzão me pincelar durante o abraço.
- Entra aí, fica à vontade. Heitor tá lá dentro jogando bola com os primos.
- É, ele falou. Pelo visto, já tá geral bebendo.
- E tu trate de começar também, hoje é meu dia. Tó. – ele me deu o latão recém aberto, brindou o copo na lata e eu dei os primeiros goles.
- Tudo nosso, sogrão. Hoje é tudo por você.
- Bom saber... – o coroa me viu passar, encheu os olhos no meu rabo e lambeu os beiços, sempre à vontade toda vez que estamos a sós.
A julgar pela cara de beberrão e a voz meio rouca, deu pra ver que ele começou a beber cedo e tava se divertindo. Entramos pro quintal, encontrei mozão e o pagodão alto tomou conta do ambiente, tudo virou festa e motivo pra encher a cara. Não parei de beber, sogrão não deixou meu copo vazio. Também não parei de comer, muito menos de manjar cada pegada que ele dava na sunga quando ajeitava o documento.
- Amor, o gelo tá acabando. Tem que comprar outro, essa hora o depósito não entrega mais. – sogrinha avisou.
- Pego lá no fim da rua, não te preocupa. – ele falou.
- Olha lá, Geraldo, você tá bebendo à beça. Não é melhor pedir pra alguém ir lá?
- Que nada, não dá trabalho pros outros. Vou e volto em dois minuto. – o safado me olhou e sacou a chave do carro. – Bora lá dar uma força, meu genro? É rapidinho, vapt vupt.
- Opa. Só bora. – dei beijo no Heitor e fui, mas fui sabendo que não seria uma simples ida ao depósito de gelo no fim da rua, com certeza não.
Assim que entrei no carro e sentei no banco do carona, a visão das coxas peludas do Geraldo e do pacotão de caralho amontoado na sunga me deixou babando, fiquei doido pra dar uma bela bocada naquela mala. O bigodudo ligou o carro sem pressa, se manteve atento ao volante e eu permaneci em silêncio, mas não demorou muito e ele me deu aquela olhada torta e atravessada de sempre.
- Que foi? – fiquei sem graça.
- É que hoje é meu aniversário. Aniversário do sogrão, cadê meu presente?
- Ah... Você quer presente? – deu até secura por dentro.
- Quero. Não mereço?
- Merece. Mas que tipo de presente cê tá querendo?
- Ué... – sua mão amassou insistentemente o malote e ele tirou os olhos da rua pra me encarar. – Que tipo de presente tu tá querendo me dar?
- Nesse momento tem mil e um presentes possíveis passando na minha mente, sogrão. A questão é... Será que é o presente que você tanto quer?
- Mas vai dar mesmo, Vitão? Se der, eu aceito.
- Tem certeza? Você nem sabe o que eu tô pensando e já tá aceitando, cara.
- Hoje eu topo tudo, moleque. Hein? Se tu der, é meu. Vai dar o que o sogrão quer? – o filho da puta largou a segunda patolada massiva e fez meu cuzinho disparar em piscadas no assento do carona.
- Não sei se dou, ainda tô pensando... – banquei o difícil.
- Pensa com carinho. Lembra que é teu sogro que tá pedindo, meu pedido é especial. Quero meu presente, mereço. Heheheh.
Chegamos no depósito de gelo, eu desci pra tocar o interfone e ele também desceu pra abrir a mala do carro e fazer o PIX. Com Geraldão de pé, a chibata curvou massiva pro lado, ameaçou fazer a volta na cintura e eu suei frio tentando não olhar, o que foi impossível. Até mancha de babão havia na sunga, como que faz pra não manjar? Não teve como.
- Pronto, tá feito. – guardei os sacos de gelo na mala do carro, fechei e voltei pro meu lugar no banco do carona. – Partiu?
- Bora. Pera só um minuto... – o desgraçado viu que a rua tava vazia, deu a volta no veículo e parou quase do meu lado, perto da porta.
Ele simplesmente subiu a saída da perna da sunga, botou o picão murcho pra fora junto com os culhões de touro e mirou o chão. Geraldo arregaçou o couro cheio de pele, cuspiu o cabeção melecado de baba e aguardou poucos segundos até disparar um jatão espesso e barulhento de urina dourada no canto da rua.
- Aaaarrgh, ssss... Nada melhor que aliviar, fala tu.
- Ca-ra-lhou... – foi tudo que consegui dizer.
O primeiro jato de mijo saiu carregado de babão semi esbranquiçado e espesso, ao ponto de grudar na ponta da cabeça e não pingar no chão junto com a urina. Tem noção? Aquilo não era pau, era TROMBA! Tromba mesmo: longa, delgada, pelancuda, três tons mais morena que a pele branca do sogrão e do comprimento de um palmo aberto, isso em estado mole.
- Mmmm... É bom esvaziar o tanque, não é? – ele fechou o prepúcio, abriu de novo e quase simulou uma punheta lenta, indo e vindo com a mão no instrumento.
- Porra... E como... – fui hipnotizado, essa é a palavra.
O saco do Geraldão devia ser quatro ou cinco vezes maior que o do Heitor, ele transbordava pelos escuros por toda a genitália e o cheirão potente de tijolo que emanou do prepúcio encheu minhas narinas. Eu sabia que não devia ficar olhando diretamente pra mijada do meu sogro, mas perdi essa guerra, manjei na cara de pau e ele logo se deu conta do meu olhar esfomeado. Porém não se intimidou.
- Meu Deus, não vai parar de mijar nunca? Tá cheio mesmo! Hahahah! – zoei.
- Bebendo desde de manhã, garoto. Ufa... Heheheh! – foi quase um minuto e meio expelindo urina.
Esse foi o minuto mais torturante e doloroso que eu vivenciei ao longo daqueles quatro meses de namoro com o Heitor. Geraldo chegou nos últimos pingos, deu umas sacudidas pra se livrar deles e algumas gotas sem querer respingaram no meu antebraço apoiado na janela. Não bastou, foi pressão demais. Quando dei por mim, a língua já tava passando nos respingos.
- Eita, porra... – ele gostou do que viu.
Minha ação fez a giromba dar um tranco entre os dedos dele, ela ficou transtornada em questão de segundos e adquiriu o tamanho de um charutão moreno e peludo, só eu sei como meu coração veio parar na boca nesse instante.
- Opa... Hehehe! – o coroa achou graça da meia bomba.
- Chega. Vamo voltar logo pra casa. – implorei.
- Que foi, tá com pressa?
- Seu filho tá me esperando, não se esqueça.
- Bem lembrado. – ele guardou a pica na sunga, voltou pro carro e finalmente deu partida, rumo de volta ao churrasco.
No meio do caminho, sogrão percebeu que eu estava observando muito e quis entender o motivo.
- Que foi que tu tá me olhando com essa cara?
- Tô te olhando e pensando... Se aos 52 é assim, você deve ter sido um perigo quando era garotão, era não? Fala a verdade.
- Tehehehe... Eu soube viver, moleque. Aproveitei tudo que tinha pra aproveitar, curti pra caralho a boemia. Acha que eu nunca tive tua idade? Fiz de tudo.
- Fez de tudo mesmo?
- Tudo. – ele me encarou pra responder. – Bota uma coisa na tua cabeça, filhote: tu e Heitor não inventaram a roda, não. Vocês não criaram o mundo, Vitão.
Me faltaram palavras.
- Maneiro. E que pena... Queria ter te conhecido naquela época. Hahahah.
- Pra quê? Ia entrar na fila? Beheheh!
- Quem sabe... Mas se eu entrasse, será que uma hora minha vez ia chegar? – tive que perguntar.
- Chegou. – o sacana estacionou na calçada do casarão e saiu do carro.
Encher o rabo de cerveja no dia do aniversário do meu sogro foi a pior coisa que eu poderia ter feito, porque minha mente já tava perturbada antes, imagina depois que entrei no brilho da bebida. E o pior é que Geraldão também perdeu a linha na cerveja, bebeu sem limites e não parou de zoar com os amigos.
Na hora do parabéns, ele não soube cortar o bolo e eu resolvi ajudar, foi aí que o sem vergonha me deu um abraço na frente de todo mundo, agradeceu, disfarçou e deixou a cobra cantar na minha cintura atrás da mesa.
- Valeu, genro. Não fosse tu, eu teria cagado essa torta. Heheheh!
- Esses dois se adoram, dá gosto de ver. – mozão comemorou.
- Isso aí, que família bonita! Hahahah! – sogrinha me abraçou também.
- “Não é possível que ninguém tá vendo o que esse cretino tá fazendo.” – pensei.
Na hora das fotos, a mesma coisa. Fomos tirar uma com a família, posamos todos juntos e o cinquentão aproveitou que estávamos atrás pra pôr a mão na minha cintura, em seguida deslizou o dedo em direção ao meu rabo. Na primeira eu ignorei e deixei passar, mas na segunda ele apalpou minha bunda, enroscou o indicador na aba da minha cueca e eu perdi totalmente o controle das piscadas do cu, até saí desatento na foto.
- Sogrinho, sogrinho... O que você pensa que tá fazendo? Teu filho tá aqui do lado, cê bebeu? – falei o mais baixo que pude.
- Que foi? Só tô apoiando a mão, tá nervosinho por quê? Heheheh. – Geraldo se fez de sonso.
- Tá passando dos limites, dá uma segurada na bebida. Alguém vai ver.
- Ver o quê? Desencana, garoto. Hoje é meu dia.
O churrasco de aniversário rolou até altas horas, eu fiquei na casa do Heitor além da meia-noite e ele me convidou pra dormir lá, melhor do que voltar pra Cidade Alta de madrugada. Os parentes e amigos começaram a ir embora, Selma desligou o som e Geraldão, que já estava torto de bêbado, desmaiou na cama, enquanto eu e o filho dele arrumamos o quintal e organizamos as coisas de volta no lugar.
Feita a arrumação, tomei meu banho quentinho e deitei na cama do mozão, aí ele foi tomar o banho dele e depois voltou cheirosinho pro quarto, enrolado na toalha. Heitor entrou, encostou a porta e eu não demorei a perceber o volume tomando forma nas curvas do pano, tratei logo de ficar de quatro e empinar o cuzinho pro gostoso.
- Adoro quando você não fala nada e já aparece de pau duro, fico fraco. Um dia eu ainda vou te transformar no putão alfa que eu tanto quero, cê vai ver. Hahaha.
- Sei que você gosta quando eu chego assim, lindão. – o garotão vestiu o preservativo, untou a ponta da pica de lubrificante e me pegou de frango assado na beira da cama, devagarzinho pra não machucar. – SSSS! Passei o dia querendo transar, ainda bem que você não foi embora!
- Tô aqui pra você! Desconta o tesão em mim, vai? Mmm!
- Safadinho! FFFF! Tô com fome e não é de churrasco, doido pra te amassar! – Heitor enfiou a boca na minha, nossas línguas se cruzaram e a cama pegou fogo.
Ele tava embalado pela bebida e me grudou num ritmo mais acelerado do que o normal, mas ainda de camisinha, no franguinho assado e cheio de cuidados, estilo namoradinho apaixonado. Já em mim, a cerveja teve outro efeito. Minha carne estava em febre, eu precisava de ardência no pelo e enrosquei as pernas ao redor dele com força, no intuito de ele me dominar.
- Mais forte, Heitor!
- Já tô forte, não preciso te machucar! FFFF!
- EU QUERO MAIS FORTE! VOCÊ É HOMEM OU É UM RATO, HEIN!?
- Para de berrar, mano! Vai acordar minha mãe, é isso que você quer?! SSSS!
- SÓ PARO DE BERRAR SE VOCÊ ME COMER DO JEITO QUE EU TÔ MANDANDO, FRACO! – não recuei.
- AH, É!? – ele aumentou as estocadas, cavou fundo e me esculhambou na pica.
Olhos nos olhos, boca na boca, corpo no corpo e Heitor com a mão na minha rola, batendo punheta pra mim enquanto me comia. Dei o cu de pau duro, piscando as pregas no cacete e em pleno contato com o látex borrachudo e sem graça do preservativo, sendo que eu queria pelo no pelo com meu namorado, pena que ele não curtia.
- VAI, HEITOR, MAIS FORTE! ME CURRA, FILHO DA PUTA! – me esgoelei nos lençóis e ganhei no máximo um tapinha na bunda.
- JÁ TÔ, PORRA, NÃO ADIANTA GRITAR! AAARGH!
- EU QUERO MAIS FORTE!
- MAIS?! GRRR! – ele, coitado, deu tudo de si pra me satisfazer.
Mas não adiantou. Tive que apelar pro de sempre: a imaginação. Mentalizei que era o paizão parrudo e peludo me torando, fechei os olhos e me concentrei, daí quando abri novamente e olhei pro quarto, a porta tava entreaberta e havia uma silhueta curiosa parada na fresta. Tive que olhar três vezes pra ter certeza que não era alucinação ou delírio.
- GERALDO?! – saiu sem querer.
O coroa recuou, saiu da porta e eu confirmei que era ele.
- Não começa a falar do meu pai no meio do sexo, Vitor, por favor. É mó brochante, corta clima legal.
- F-Foi mal. Sei que cê não gosta, é que... Eu quero te deixar puto pra você socar com raiva. Hahahah! – a resposta veio na ponta da língua.
- Não fico com raiva, sinto é nojo. Posso continuar?
- Deve! Vem, meu gostoso, fode! Hmmm! – abri bem as pernas e dei espaço pra ele voltar a meter.
- SSSS! Você tá tão quentinho por dentro!
- Gosta? AAHNSS!
- Demais, porra! FFFF! – mozão me beijou e não percebeu o pai botando o olho grande na porta.
Olho grande de olhudo mesmo, de olho gordo, de inveja. Geraldão não teve medo de bisbilhotar e de ser visto por mim, ele quis mesmo ser notado e até pôs a mão na samba-canção pra se patolar enquanto via nossa transa. O coroa começou a se patolar, me encarou de longe e apertou o volumão monstruoso que armou no short de dormir.
- Isso, Heitor, me arromba! AAAHNFF! Você detesta quando eu falo do seu pai, né!?
- Odeio! GRRR!
- Pois ele não queria saber quem dá e quem come? Ele que tinha que estar aqui pra ver o show, já pensou!?
- Para de falar besteira, safado! Tá tentando me deixar bolado de novo?! Se continuar falando, vou meter com força! – ele prendeu os dedos na minha coxa, estocou com pressão e chupou meu mamilo.
- METE, ISSO! SSSS! Eu gosto de baixaria, cê me conhece! Seu puto! Meu socador! Tô doido pra ser tua putinha, sabia?! – falei pro meu namorado, mas olhando nos olhos do pai dele atrás da porta.
Dei o cu pra um, porém clamando pelo outro. Geraldão não aguentou, abaixou a samba-canção nos joelhos e botou a jeba grotesca de grossa pra fora. A mesma trolha obesa que eu vi mais cedo, quando fomos comprar gelo no depósito do fim da rua, só que agora ela atingiu sua forma final, estava em horário de pico e drasticamente envergada pra cima, apontada pro teto e dando estanques violentos.
- “Vem.” – ele mexeu os lábios e me chamou com o dedo indicador. – “Ela tá chamando, te querendo. Vem cá.”
Meu cu abocanhou a trave do Heitor, dei a bunda gostosinho e desejei que pai e filho trocassem de lugar pra revezar minhas pregas, porém é óbvio que isso não aconteceu. O bonitão chegou no limite da euforia, avisou que ia gozar e eu fiz o pedido de sempre, pra ver se ele se compadecia do meu tesão.
- EU IMPLORO, HEITOR, TIRA A CAMISINHA E LEITA MEU CU! POR FAVOR! FAÇO TUDO QUE VOCÊ QUISER!
- Chega de putaria, Vitinho! Só quero gozar! SSSS!
- É SÉRIO, GOZA DENTRO! EU AMO TOMAR LEITADA, AMOR! AAAHNS!
- VOU GOZAR! OOORGH!
- LEITA MEU CUZINHO, TIRA A CAPA!
- AAARGH! JÁ ERA! – tarde demais, ele encheu a camisinha de porra e o pai dele desapareceu do corredor.
A capa estufou dentro de mim, meu namorado deitou no meu peitoral e a gente se beijou, mas dessa vez não fiz questão de ser punhetado e também não gozei junto dele.
- Te amo, Vitinho.
- Eu também, vida. Eu também...
Me ajeitei na cama, deitei confortável e Heitor deitou do meu lado, aninhado comigo pra se recuperar do amorzinho pós churrasco. Assim que ele relaxou e pegou no sono, eu levantei pra mijar, saí do quarto na pontinha dos pés e atravessei a sala escura em silêncio. Vi o relógio marcar duas da manhã e confesso que não fiquei nem um pouco surpreso quando me deparei com aquele macho de raça recostado no balcão do banheiro.
- Então é isso? – ele rosnou, sem me olhar.
- Isso o quê? Não gostou do show?
Geraldão me encarou, puxou meu braço e resmungou as palavras na minha cara, como se quisesse me fazer engoli-las.
- Tu para de se fazer de sonso, atrevido do caralho. Sabe bem o que eu quero e tá bancando o difícil pra cima de mim.
- Sei? Sei não, me conta. O que você quer de mim?
- Ah, não sabe? Eu mostro. – sogro botou o pedregulho pra fora, mostrou o cabeção nervoso de fome e subiu aquele cheiro forte de pica tijolão no meio de nós.
A glande latejou, babão escorreu e o saco borbulhou, de tão alucinado e fora de si que o pai do Heitor ficou. A cena do quarto foi demais pra ele. Um paizão de família orgulhoso feito Geraldo jamais admitiria morrer na seca, enquanto seu filho come cu debaixo do mesmo teto.
- Ele não dá o que tu quer, Vitão.
- Ele é teu filho, Geraldo. E ele me ama.
- E amor é suficiente? – ele segurou meu queixo com força e falou bem perto. – Amor de cu é rola. Eu sou de outra geração, mas já fui garotão, já tive tua idade, sabe? Passe o tempo que passar, tem uma coisa que não muda nunca: os viados. Reconheço putinha vagabunda quando vejo uma, tu nunca me enganou. Até teu cheiro é de puta, e puta do pior tipo.
- Fala direito comigo que eu sou namorado do teu filho.
- Namorado nada, meu filho trouxe uma vadia pra dentro de casa, isso sim. Mas não tem problema. Teu remédio tá aqui, ó, bem no meio da minhas perna. – o cafajeste me ajoelhou no chão do banheiro, deu com a caceta babada na minha cara e enfiou ela inteira de uma só vez na minha boca, me engasgando com facilidade. – SSSSS! Né assim que tu gosta, sua puta?! Né esse o amor que tu quer do teu homem!? Responde, ô sua cadela, abre a boca!
- GHHHHRR! – arreganhei os beiços pra engolir tudo e ainda assim não foi suficiente, a piroca do coroa ultrapassou três dedos de espessura.
- MAMA, PORRA, MANDEI ABRIR A BOCA!
- Mas vai chegar alg-
- CHUPA ESSA PICA ATÉ O TALO, VIADO, NÃO VOU REPETIR! – deu três tapas na minha cara, duas cuspidas na minha língua e um puxão de cabelo que me disciplinou e me botou no meu devido lugar de genro submisso obediente. – ISSO, É ASSIM QUE TU TEM QUE ME TRATAR! FFFF! ENGOLE TUDO, TÔ MANDANDO!
Meus olhos derramaram lágrimas de nervoso em pouquíssimo tempo, os joelhos arderam no tapete e minha goela esquentou diante de cada bote vicioso e possessivo que ele disparou contra o meu rosto, mas o mais tentador mesmo foi olhar pra cima, ver o semblante de ruim desse macho e grudar o nariz nos pentelhos dele até perder o fôlego.
- É ASSIM QUE ELE FAZ CONTIGO?!
- UUURHH! – não deu pra responder de boca cheia.
- RESPONDE, VIRA-LATA! É assim!?
Continuação no On Now. Essa história se chama "GERALDO, UM TESÃO DE SOGRO", e tem mais capítulos lá no On Now.
onnowplay*com/andmarvin/albLá tem mais de 150 histórias, contos e relatos completos sobre machos casados, traição, suor e pelos.
