Estou escrevendo um conto que uma leitora pediu para mim
Eu apenas escrevi o que ela vivenciou. Segue:
Olá, meu nome é Ana, tenho 34 anos e sou casada há 11 anos com o Lucas. Somos daqueles casais que adoram ler contos eróticos e assistir pornô juntos. Depois de cada leitura ou vídeo quente, a noite sempre termina com nós dois transando como loucos, fantasiando tudo o que vimos. Mas nunca imaginei que uma dessas fantasias fosse sair do papel e virar realidade.
Casei virgem e só conheci o corpo de um homem na vida: o do meu marido. Lucas sempre me satisfez muito bem, somos bem safados e não existe tabu entre nós quando o assunto é prazer.
Uma noite, depois de assistirmos um vídeo de dupla penetração, Lucas me perguntou baixinho enquanto me comia:
— Você teria coragem de sentir duas rolas ao mesmo tempo, amor? Uma de verdade, de outro homem…
Eu gozei só de ouvir a pergunta. Não respondi com palavras, só gemi mais alto. Ele não insistiu, mas a semente ficou plantada.
Lucas tem um amigo de faculdade chamado Pedro, que mora em outra cidade e vem nos visitar de tempos em tempos. Pedro é divorciado há quase três anos e, segundo meu marido, vive enterrado no trabalho. Uma noite, depois de alguns drinks, Lucas me contou uma coisa que me deixou chocada:
— O Pedro é conhecido entre os caras como “Cavalo”. Dizem que ele tem uma rola enorme, tipo 24cm. As ex dele comentavam que era difícil aguentar.
Fiquei quieta, mas aquela informação não saiu mais da minha cabeça. A partir daquele dia, toda vez que Pedro vinha em casa, eu me pegava olhando discretamente para o volume da calça dele. Lucas percebeu. E, em vez de ficar com ciúmes, começou a usar isso nas nossas brincadeiras.
Ele comprou um dildo bem grande e grosso, quase do tamanho que imaginávamos ser o do Pedro. Batizamos o brinquedo de “Pedro” e usávamos com frequência. Lucas me fodia enquanto enfiava o “Pedro” na minha buceta, ou vice-versa. Eu gozava gritando o nome dele:
— Ai, Pedro… me arromba com essa rola grossa!
Uma noite, depois de uma sessão especialmente intensa, Lucas me abraçou suado e perguntou direto:
— Ana, você quer mesmo sentir a rola dele dentro de você?
Eu fiquei vermelha, mas respondi honestamente:
— Quero. Muito. Mas só se você realmente quiser ver.
Conversamos por semanas. Ele confessou que a ideia de me ver sendo comida por uma rola maior que a dele o deixava louco de tesão. Decidimos que, se acontecesse, seria com total transparência e sem pressão.
Pedro veio passar um final de semana na nossa cidade a trabalho. Lucas o convidou para jantar em casa. Usei um vestido curto, sem sutiã, e fui bem carinhosa. Pedro percebeu as olhadas, mas por respeito ao amigo, tentava disfarçar. No segundo dia, Lucas sugeriu sairmos nós três para um bar com música ao vivo.
Bebemos, rimos, e em determinado momento Lucas abriu o jogo com o amigo. Contou que tínhamos uma fantasia envolvendo ele. Pedro ficou em silêncio por quase um minuto, depois olhou para mim com aqueles olhos escuros e disse baixo:
— Ana, você não faz ideia de quantas vezes eu já me masturbei pensando nessa sua boca e nessa bunda…
A tensão sexual ficou insuportável. Pagamos a conta e fomos direto para um hotel bonito, com suíte grande e banheira.
Assim que entramos no quarto, Lucas me puxou e me beijou com força, tirando meu vestido enquanto Pedro assistia. Depois me virou de frente para o amigo e disse:
— Ela é toda sua pra começar.
Pedro se aproximou, segurou meu rosto e me deu um beijo lento, profundo, enquanto suas mãos grandes apertavam minha bunda. Senti imediatamente o volume duro dele roçando na minha barriga. Quando ele tirou a camisa e depois a calça, quase perdi o fôlego. A rola dele era realmente enorme, grossa, com a cabeça rosada e veias marcadas. Eu me ajoelhei quase sem pensar.
Mal cabia na minha boca. Pedro segurava meu cabelo com firmeza enquanto eu chupava o quanto conseguia, babando tudo, engasgando de tesão. Lucas estava nu na poltrona, punhetando devagar e assistindo tudo.
Pedro me levantou, me jogou na cama e abriu minhas pernas. Ele me lambeu com vontade, enfiando a língua fundo e depois dois dedos grossos, me fazendo gozar pela primeira vez com a boca dele. Enquanto eu tremia, Lucas enfiou o pau na minha boca.
Então Pedro se posicionou e começou a me penetrar. Foi lento no começo, porque ele era realmente muito grosso. Quando entrou todo, eu senti uma pressão deliciosa que nunca tinha sentido. Ele me fodeu forte, segurando minhas coxas, enquanto Lucas me chamava de safada e oferecia meu cu pro amigo.
Pedro virou meu corpo, cuspiu no meu cuzinho e começou a forçar aquela rola monstruosa no meu cu. Eu gemi alto, uma mistura de dor e prazer insano. Quando ele entrou inteiro, eu já estava gozando de novo. Lucas se deitou e me puxou por cima dele, enfiando na minha buceta enquanto Pedro voltava para o meu cu.
Fui duplamente penetrada por quase meia hora. Os dois se revezavam, me xingando, me elogiando, me usando. Gozei tantas vezes que perdi a conta.
Pedro foi o primeiro a gozar, enchendo meu cu de porra quente e grossa. Quando ele saiu, Lucas me virou de quatro e fodeu meu cu arrombado, gozando logo em seguida.
Eu estava destruída, feliz, pingando porra dos dois buracos, deitada entre os dois. Mas Pedro ainda estava duro. Ele olhou pro Lucas e disse:
— Ainda tenho muito atraso pra tirar, cara…
Lucas sorriu:
— Então tira. Ela aguenta.
Naquela noite transamos até o amanhecer. Pedro me fodeu de novo na buceta, depois no cu, gozou na minha boca, no meu rosto e ainda me deu uma segunda carga no peito. Lucas assistia, participava e curtia cada segundo.
No dia seguinte, Pedro voltou pra casa dele. Mas já combinamos que, na próxima vez que ele vier, vamos repetir.