O Demônio e a Megera – Episódio 13 (Ayanna vai à lua)

Um conto erótico de Theodor e Aline
Categoria: Heterossexual
Contém 4014 palavras
Data: 28/05/2026 17:59:11
Última revisão: 29/05/2026 17:58:14

Depois de foder as duas deusas e gozar todo o meu tesão no útero da minha namorada, após me deliciar vendo as duas se pegando, ficamos os três, Ayanna no meio, abraçados e trocando carícias. O contato com o corpo divino da Ay não me permitiu ficar em estado de descanso por muito tempo. Logo meu pau voltou a dar sinal de vida. Percebendo minha ereção, Ay começou a fazer carícias que o deixaram duro e pronto para outra.

- Meu amor, posso chupar? – pediu Ayanna com voz melosa, beijando meus lábios.

- Pode e deve, sua linda – respondi.

Ay não relutou. Logo estava entre minhas pernas e abocanhou meu pau sem cerimônia, me arrancando um suspiro prolongado. Aquela boquinha deliciosa daquela mulher linda estava me chupando de um jeito que me arrepiava o corpo, com delicadeza, usando a mão para ampliar as carícias, que chegavam às minhas bolas.

Eu acho que poderia ficar ali pelo resto da minha vida recebendo aquela mamada deliciosa. Ainda mais que Ana Clara resolveu voltar para o jogo e começou a acariciar meu peito, enquanto beijava meu pescoço, até que trocamos um beijo de língua demorado e delicado. Uma mistura de sensações de tirar qualquer um do sério.

- Tá gostando do boquete da Ay, amor? – provocou Ana, sussurrando em meu ouvido, me deixando todo arrepiado.

- Tá uma delícia amor. Ela sabe fazer muito gostoso.

- É, amor? Mais do que eu?

- Com você sussurrando no meu ouvido desse jeito e esfregando esse corpo lindo e cheiroso em mim, eu prefiro não me arriscar a responder a essa pergunta.

- Então, relaxa e aproveita, que ela vai ganhar um reforço – reagiu Ana Clara antes de deslizar a boca pelo meu corpo até se acomodar junto a Ay e começar a me enlouquecer de vez lambendo minhas bolas, arrancando um gemido quase que de dor de tanto prazer.

- Porra, vocês vão me fazer gozar assim – protestei quando as duas lamberam meu pau ao mesmo tempo.

Uma lambia, outra chupava. Meu pau sendo devorado por duas bocas e duas mãos. Aquilo durou uma eternidade, até que, eu já completamente rendido, Ay subiu no meu pau e foi me engolindo. Meu coração disparou ao olhar para aquele espetáculo de mulher, seus seios redondinhos, com lindos biquinhos marrons espetados no espaço, sua barriguinha moreninha e aquela bucetinha linda de morrer, com aqueles pelinhos aparadinhos e aquela marquinha minúscula do biquini, engolindo meu pau. Era a visão do paraíso.

Aquela bucetinha aconchegante e apertadinha me causava um prazer quase insuportável, enquanto Ay rebolava com os olhinhos semicerrados, os lábios entreabertos e uma expressão de prazer que ganharia o Oscar se fosse um filme. Mas se era para me enlouquecer, a Megera era mestre. Se enfiou entre as minhas pernas, não sei como e começou a lamber minhas bolas enquanto Ay me cavalgava. Percebi que a safada, na verdade, dividia as lambidinhas entre meu saco, minhas coxas, a bundinha e o cuzinho da Ay, que se contraía toda com aqueles estímulos.

Disposta a matar a amiga de prazer, pôs-se às suas costas e começo a lhe beijar o pescoço e a acariciar e apertar os dois seios com as mãos, fazendo com que Ay gemesse sem parar, se contorcendo toda. Se eu já não tivesse gozado uma vez, não resistiria àquela visão, mas eu tinha que me controlar, pois tinha outros planos para minha namorada postiça.

- Meninas, quero minhas duas putinhas safadas de quatro - ordenei.

Que homem não pensaria naquilo com aquelas duas deusas à sua disposição?

- Uma do ladinho da outra, amor? – perguntou a Megera toda melosa.

- Isso, meu bem. As duas cadelinhas safadas de quatro e com essas bundas lindas bem empinadas para mim.

- Au, au – latiu Ay, de um jeito manhoso e sacana, que chegou a arrepiar minha espinha, mas quase que eu travei quando vi as duas na posição ordenada.

Aqueles dois rabos maravilhosos, com as marquinhas de biquini fazendo lindos triângulos. Eu já quase enlouquecia de ver a Megera naquela posição. Vendo as duas juntas, acho que meu coração quase saiu pela boca. Mas, enfim, tinha que dar prazer àquelas duas deusas, mas eu não queria gozar já. Estava devendo umas lambidas naquela bucetinha linda da Ay e aproveitei a posição para cair de boca, como se não houvesse amanhã, na vagina desconcertantemente cheirosa da mulher do meu amigo.

Enquanto isso, levei meus dedos à buceta enxarcada da minha dona e rainha e torturei suas paredes vaginais, seu grelinho e até seu cuzinho. Aproveitei o ensejo e, depois de dar umas lambidas no cu da Ay, passei a esfregar meus dedos da outra mão na sua portinha dos fundos. As duas demonstravam sua aprovação gemendo ao mesmo tempo com meus carinhos, uma sinfonia que estava me levando a um estado de êxtase quase insuportável, o que fez com que eu devorasse a buceta da Ay com mais voracidade, levando-a a reagir empurrando seus quadris para trás.

- Ai, meu deeeeuussss, não vou aguentar assim. Ai, André, não para agora. Está vindo. Puta merda. Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhh.

Depois do grito, veio um grunhido demorado e um urro. Senti seu gozo melando minha boca, seu cuzinho mordendo a pontinha do meu dedo e seu corpo todo se contraindo.

Que delícia fazer aquela mulher gozar. Minha namorada parece ter ficado mais excitada vendo a amiga ter aquele orgasmo delicioso. Senti que gozaria nos meus dedos, mas resolvi dar algo mais à minha dona.

- Ay, quietinha e de quatro. Obedeça – ordenei à Ay, que me olhou por cima dos próprios ombros com uma expressão selvagem, quase irreconhecível.

Enquanto congelava com aquele olhar da Ay, que não saía de mim, como fosse me devorar, permiti que a buceta da Megera devorasse o meu pau. Foi enterrar minha tora na minha namorada e ela deu um gemido alto. Aquela era a posição preferida dela e eu sabia quando estava na décima prateleira da excitação. Então, fiz aquilo que a deixa louca. Enchi a mão no seu rabo e ela urrou de prazer.

- Mais, amor, bate mais. Espanca sua propriedade.

Dei uma sequência de tapas em sua bunda e a puxei pelo cabelo, fazendo-a arquear um pouco mais o corpo. Não sei como segurei o orgasmo. Só sei que a Megera não segurou o dela e gozou urrando, rosnando, gemendo e uivando, algo comum quando estava no limite do tesão.

Deixei meu pau enterrado na bucetinha sagrada da minha deusa até que sua respiração voltasse razoavelmente ao normal. Enquanto desabava na cama, ganhando um beijo de Ay que, obediente, permanecia com aquele rabo lindo empinado para mim, voltei aos cuidados com nossa amiga, que agora era, também, minha namorada, sei lá direito mais o que éramos naquele momento. Enterrei o pau lentamente em sua buceta e comecei a estocá-la, cada vez mais firme e mais rápido.

- Bate, amor, eu também quero apanhar – pediu com um rosnado, misturado à sua respiração barulhenta e seus gemidinhos agudos.

Talvez eu não devesse me sentir muito à vontade, mas veio à minha mente a imagem do Gabriel fazendo o mesmo com minha namorada. Aquilo me deixou mais excitado e, então, obedeci, espancando aquela bunda linda e carnuda. A cada tapa, a bucetinha de Ay se contraía. Antes que pedisse, puxei-a pelo cabelo.

- Uuhnnn, Demônio, me domina! Me bate mais, me xinga, faz gato e sapato de mim – rosnou.

- Quer dizer que você quer ir para a lua hoje, vadiazinha de esquina? – provoquei, chegando perto de seu ouvido, me lembrando da revelação feita pela Megera no resort.

A resposta foi um rosnado desesperado de Ayanna, como se eu tivesse acessado algo mais profundo nela.

- Maaaaaaaaiiisssss! – implorou.

- Vagabunda, piranha safada, não tem vergonha de dar para outro na cama do seu namorado, biscateirazinha, prostituta de zona?

Foi naquele dia que compreendi o que significava ir à lua. O corpo de Ay entrou em colapso. A coitadinha rosnava e rebolava freneticamente no meu pau, enquanto eu recitava todos os xingamentos do meu vocabulário, adorando levá-la a um estado de êxtase que nem mesmo proporcionara a Ana Clara, que assistia à cena com os olhos arregalados e o rosto travado de quem estava tão impressionada quanto excitada.

E eu? Foi impossível resistir à bucetinha da Ay ordenhando meu pau impiedosamente. Enterrei fundo e descarreguei minha porra urrando de prazer. Tão logo tirei meu pau de dentro, Ay se virou de frente e me puxou para cima de si. Seus lábios agrediram os meus e sua língua buscou a minha com avidez. Foi um beijo apaixonado, demorado, os corpos colados. Eu retribuí sua intensidade na mesma medida. Quando me lembrei da minha namorada, ela estava deitada de lado, num estado quase catatônico, olhando a cena. Saí de cima de Ay e ficamos os dois tentando entender o que estava acontecendo.

- Eu fiquei com ciúme. Mas nunca vi uma coisa tão linda na minha vida – se declarou a Megera, acabando com o suspense e fazendo com que Ay, sem dizer nada, pulasse em cima da minha namorada, ficando as duas abraçadas. Ay me puxou para perto e dormimos os três agarrados, com a morena mais linda do Rio de Janeiro de recheio do sanduíche.

No dia seguinte, nossa primeira terça-feira no Rio de Janeiro, Ay teria a agenda cheia. Além de muito trabalho para fazer online, tinha uma reunião com uma grife do Rio de Janeiro. Seu site de moda e estilo era bem conhecido, não só no Rio, mas no Brasil inteiro. Seus perfis em redes sociais contavam milhões de seguidores. Ay também tinha uma espécie de estúdio em casa, onde morava com seus pais, que era onde gravava vídeos para lives e shorts para redes sociais.

Que legal ter uma segunda namorada famosa e linda de morrer, além de ser um vulcão no sexo. Não que minha Megera não fosse quente, mas Ay tinha uma entrega, algo que contagiava. Naquela noite, ela se transformou e eu também. Comecei a enxergar aquela relação com o casal de amigos de uma forma mais profunda, uma profundidade que eu precisaria de tempo para entender.

Mais uma vez, coube a Gabriel o papel de guia turístico. Fomos conhecer a Barra da Tijuca e fazer tour pelos shoppings daquela região, alguns bem famosos. A impressão que a gente tinha por ali era de que estávamos em outra cidade, devido às avenidas sempre muito largas e um traço notório de planejamento urbano. Depois de almoçarmos no Barra Shopping, subimos o Alto da Boa Vista e visitamos a Floresta da Tijuca, uma das maiores florestas urbanas do mundo. Um banho de história e de beleza.

Chegamos em casa às 17 horas. Ay só chegaria às dezoito. Ana Clara decidiu, então, que iria para a cozinha preparar um belo jantar e nos ordenou que fôssemos para a rua beber umas cervas, sem nos esquecermos de trazer outras tantas para reforçar o estoque, porque as do dia anterior já estavam no fim. Não foi um problema obedecer, porque aquele calorão sugeria precisamente essa providência.

- Cara, prepare-se para descobrir o talento culinário da Megera.

- Aquele pacote maravilhoso ainda vem com esse bônus? – brincou Gabriel, fazendo um brinde e dando uma golada na primeira cerveja.

- Tenho que admitir que tirei a sorte grande.

- Cara, sem querer mudar de assunto, mas continuando no mesmo ecossistema. Rolou o meia nove tão esperado?

- Hahah, sabia que você ia me perguntar isso, mas eu não vou responder, vou mostrar.

Apontei a câmera do celular e tinha vídeo das duas, com Ana lambendo Ay, depois o inverso e, por fim, o sessenta e nove.

- Puta merda, cara, sabia que meu parça não ia me deixar na mão. Que cenas mais lindas. Fiquei com inveja de você por ter sido o primeiro a ver nossas mulheres se pegando.

- Relaxa, você também terá sua noite com as duas.

- Cara, a gente precisa combinar como vai ser quando nós dois estivermos juntos com uma delas.

- Simples, nós vamos tratá-las como se fossem nossas. Quando for com a Ay, você comanda. Quando for com a Megera, eu comando. O importante é proporcionar noites colossais às duas, para acordarem assadas e tentando se lembrar do próprio nome no dia seguinte.

- Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk! Gostei disso! Agora falou como um Demônio mesmo.

- Kkkkkkkkkkkkkkkkk.

- Ontem, depois que vocês entraram no quarto, eu desci para beber uma cerva e encontrei com uns parças. Como foi você com a Ay?

- Eita, brother, não é melhor você perguntar a ela? Eu fico constrangido.

- Acho frescura, mas compreendo. Então vamos beber até a hora do próximo sorteio.

- A gente apanha quando chegar em casa.

Quando chegamos, fomos recebidos por Ay, que abraçou e beijou os dois com o mesmo entusiasmo. Ana Clara, enrolada na toalha e saindo do banheiro, fez o mesmo.

Enquanto a Megera concluía a janta, que tinha um cheiro maravilhoso, bebíamos e jogávamos conversa fora, mas, na medida em que as 20 h se aproximavam, a expectativa crescia, mas não tanto quanto na primeira noite, que serviu para destravar todo mundo.

Quando deu a hora do sorteio, Ay, mais uma vez, foi a primeira a se oferecer para virar a carta e tirou um oito de copas.

- Cara, essa mulher está tão tarada, que quer ser sempre a primeira a virar a carta e só tira número alto – brincou Gabriel, simulando indignação.

- Tá reclamando de que, amor? Já passamos a noite separados ontem. Deveria estar comemorando – respondeu Ay com carinha de sentida.

Era verdade. Gabriel não participaria mais do sorteio, pois já estava garantido em todos os próximos ménages. Grandes possibilidades de eu ou a Megera ficar de fora. Ana Clara foi a segunda a virar a carta. Virou o quatro de copas.

Era eu ou ela. Virei minha carta e tirei um cinco de copas. Estava formado o trio e a Megera iria para o banco de reservas.

- Uau! Teremos sanduíche de Ay hoje - proclamou.

- Está morrendo de inveja, Megerinha linda? Queria ser o recheio?

- Eu posso esperar minha vez, minha vida.

- Nossa, estou emocionada, nunca fiz com dois, ainda mais dois deuses gregos.

- Vai levar pica a noite inteira, que vai se esquecer até do próprio nome – provocou Gabriel.

- Ai amor, não fala assim, que eu subo pelas paredes antes da hora.

- Crianças, vamos jantar? Minha gatinha precisa se alimentar direitinho para aguentar esses dois homens das cavernas – reagiu Ay, já se dirigindo à cozinha.

Para variar, a Megera serviu um strogonoff de filé mignon de fechar o trânsito.

- Essa Megera é uma fada – brincou Gabriel.

- Quer casar comigo, Megerinha? – brincou Ay.

- Por mim, eu e o Demônio casamos com você e o Gabriel amanhã – reagiu minha namorada.

- Acho válido – completei.

- Tá aí uma ideia genial. Assim todo mundo pode variar o cardápio sem precisar pular o muro – emendou Gabriel.

- Com essa grama de primeira categoria e com fartura, nunca mais olharei para a grama do vizinho – reagi.

- Quer dizer que você olhava para a grama do vizinho antes, seu cretino? – reagiu Ana Clara, me fulminando com os olhos.

- Foi só modo de expressão, amor. É que esse strogonoff está me deixando até confuso de tão gostoso.

- Saiu bem da enrascada, hein Demônio! – provocou Ay.

- Enrascada vai estar você quando lhe pegarmos de jeito hoje – provocou Gabriel.

- Enroscada ou no céu? – reagiu Ay.

- Não vão maltratar muito minha amiga. Guardem um pouco de maus tratos para mim – brincou a Megera, fazendo uma cara de safada, que deu vontade de tirar sua roupa e devorá-la ali mesmo.

Às 21 horas em ponto, estávamos fechando a porta do quarto e eu estava bem nervoso e razoavelmente desconfortável. Mesmo já tendo passado a noite com Ay, dividi-la com o Gabriel era algo novo e desafiador para mim. Ana Clara, antes de se despedir de mim com um beijo apaixonado, tendo repetido o mesmo com Ay e com Gabriel, falou que se trancaria no quarto com um fone de ouvido para não ouvir os ruídos vindos da suíte, ou ficaria com câimbras de tanto se acabar na siririca.

Ay estava com um baby-doll folgadinho e curto, que, por si só, já era uma provocação.

- Minha bonequinha linda, escolha como quer ser tratada. Como uma dama, uma rainha ou uma puta?

- Tirando a primeira opção, as duas últimas são bem sugestivas. Acho que eu vou ficar com a última.

- Por que eu não esperava outra resposta de uma mulher devassa como você? – reagiu Gabriel, dando um tapa na bunda da namorada.

- Ai, amor, eu sou tão comportadinha. Nunca nem transei com dois homens. Estou nervosa, mas muito excitada.

- Sua escolha está feita. Ajoelhe-se no chão – ordenou Gabriel com voz tranquila, mas autoritária.

Na sequência, colocou o pau para fora e se sentou na beirada da cama.

- Vem mamar o pau do seu dono, vem cadelinha safada, não é o que você é?

Ay assentiu com a cabeça, fazendo uma carinha de submissa impagável.

- Fala para mim, você é uma cadelinha safada que vai chupar dois paus?

Ay suspirou fundo, já imergindo no clima e sua voz saiu já mais rouca.

- Eu sou uma cadelinha safada, que vai chupar dois paus.

Entendi que deveria liberar meu pau e assim o fiz, sentando-me ao lado de Gabriel, oferecendo a pica para nossa cadelinha chupar. Dava para ver a excitação escalando no olhar de Ayanna.

Gabriel tirou a parte de cima do baby-doll da namorada e chamou-a para entre suas pernas. Ay abocanhou seu pau com vontade. A cena era excitante e meu pau se assanhou, ganhando envergadura.

Ay ficou se revezando, ora chupando o namorado, ora me chupando, o rosto corado, o tesão explícito. A respiração ficou mais forte quando Gabriel mandou que ficasse de quatro na cama e continuasse me chupando. Tirou o que restava de sua roupa, incluindo a calcinha, para penetrá-la lentamente, enquanto Ay gemia com meu pau na boca. Aquilo era muito excitante, inédito para mim e eu não sabia se conseguiria controlar meu gozo, ainda mais quando comecei a imaginar minha namorada em seu lugar, o que me deixava mais louco de tesão.

Depois de estocar a namorada, ficou de joelho na cama e ordenou que chupasse seu pau, se oferecendo de quatro para mim. Fiz o que me cabia e penetrei aquela buceta linda e enxarcada. Seus líquidos desciam pelas coxas, denunciando o prazer que sentia. Comecei devagar e fui acelerando as estocadas, fazendo seu corpo balançar. Dei dois tapas em sua bunda e seu corpo todo reagiu.

- Gosta de apanhar, putinha? – provocou Gabriel.

- Ai gosto, me bate mais, Demônio – pediu com a voz embargada.

- Dei mais dois tapas em sua bunda e fui surpreendido com Gabriel tirando o pau de sua boca e dando um tapa em seu rosto. Foi fraco, mas senti sua buceta se contrair ainda mais em torno do meu pau.

- Mais, bate mais – implorou Ay.

Gabriel repetiu a dose várias vezes e eu acompanhei. Quem era eu para negar à minha amiga os seus desejos?

Sua respiração poderia ser ouvida no outro quarteirão, seus gemidos eram sentidos. Seu corpo estremeceu e Ay gozou rosnando feito uma besta do apocalipse. Só que a criatura não parava de gozar, parecia ter orgasmos múltiplos. Suportei o quanto pude, mas acabei descarregando tudo no fundo do seu útero, urrando de prazer, fazendo Ay gritar. Deixei meu pau enterrado em sua bucetinha, enquanto rebolava frenética no meu pau com aquela bunda linda, que eu apertava com força.

- Agora é minha vez, sua putinha gostosa – falou Gabriel – e vai ser no cuzinho, não é o que você quer, sua safada, que fica rebolando no pau do namorado da sua amiga?

- Eu quero, quero meu dono no meu cu. Usa sua putinha – rosnou Ay transfigurada pelo prazer.

Retirei-me da buceta de Ay e dei um banho de língua em seu cu, enquanto Gabriel pegava o lubrificante. A morena gemia e rebolava na minha língua até que Gabriel tomou o meu lugar e começou a lubrificar o cuzinho da namorada. Deitei-me na cama para me recuperar do orgasmo violento e apreciei a cena.

- Vai levar no cuzinho, safada? – provoquei.

- Vou, depois eu quero você no meu rabinho. Ai, amor, devagar – reagiu à investida de Gabriel, que tinha um pau que não parecia ser menor do que o meu.

Gabriel foi pacientemente ganhando centímetros lentamente.

- Aiiiiinnnnnn, tá gostoso. Come meu cu na frente do André, amor, mostra como sua mulher é vadia e gosta de dar o rabo.

Gabriel respondeu dando uma sequência de tapas no rabo da namorada, arrancando rosnados da mesma e fazendo meu pau ficar duro e latejando de novo. Que mulher espetacular! Como a safada sabia deixar as pessoas envolvidas pelo seu prazer. Gabriel socou cada vez mais forte e rápido, até que gozou aos gritos naquela cu maravilhoso, com Ay engrossando a sinfonia.

Enquanto se retirava do cuzinho da namorada, fez sinal para que eu tomasse seu lugar. O cuzinho da Ay já estava abertinho e minando a porra do namorado. Enchi meu pau de lubrificante rapidamente e encaixei minha cabeça na portinha daquele paraíso. Fui deslizando lentamente para dentro. Apesar de Ay estar relaxada e facilitar a penetração, seu buraquinho era quente e apertadinho, uma coisa deliciosa.

- Ai, André, você está todo dentro. Que delícia. Ai, meu Deus, fode o cu da namorada puta do Gabriel. Maltrata essa cadela safada – falava Ay descontrolada.

Era difícil saber quantas vezes aquela mulher já tinha gozado e me lembrei de que não tínhamos feito nenhuma preliminar. Comi seu cuzinho fazendo um entra e sai lento, mas indo até o fundo. Aproveitei para provocar seu grelinho com os dedos e não demorou para seu corpo se contrair todo e estremecer, suas paredes apertando meu pau. Eu não queria interromper aquela foda maravilhosa e decidi colocar Ay de ladinho na cama para continuar comendo seu rabinho delicioso numa posição mais confortável.

Gabriel resolveu entrar em ação, se deitou de lado, de frente para ela, e fez Ay gemer manhosa em sua boca. Senti que Ay estava mais agitada, que seus corpos estavam colados e seu pau esfregava na buceta da namorada, enquanto eu estava com meu pau enterrado em seu cuzinho. Como sabia o que ia acontecer e estava ávido por proporcionar aquela experiência a Ay, ajeitei meu corpo de modo a facilitar a dupla penetração. Gabriel ergueu sua perna o suficiente para conseguir encontrar posição para meter na bucetinha.

- Ai, meu Deus, eu não acredito que vocês estão fazendo isso – resmungou Ay, ensanduichada entre os dois homens.

Fomos nos ajeitando e eu parei os movimentos para facilitar. Gabriel beijava a namorada com carinho e sem parar, enquanto a penetrava pela frente. Era possível sentir a dupla penetração.

- Aaaainnnn, tá doendo. É muita coisa dentro de mim. Não para, por favor – pediu Ay com a voz fraca e tremida de quem já tinha gozado abundantemente e ainda recebia um presente duplo para acabar de destruí-la de tanto prazer.

Quando começamos a nos movimentar, Ay só grunhia baixinho. Já não tinha forças mais nem para rosnar.

- Vocês estão acabando comigo, seu putos. Eu vou gozar de novo. Ahhh, meu Deus, o que é isso? Eu vou morrer, não vou aguentar.

- Pode gozar, amor. Goza gostoso com duas rolas te fodendo, minha piranha safada.

Foi o suficiente para Ay recobrar os rosnados, ao mesmo tempo em que eu e Gabriel intensificamos os movimentos, até que os rosnados se transformaram em gritos, que Gabriel até teve que tapar a boca da namorada com as mãos. Não aguentei e o orgasmo veio violento, acho que juntinho com o de Ayanna. Tirei meu pau lentamente, que já começava a murchar depois de duas gozadas poderosas. Enquanto ia para o chuveiro, deixando o casal a sós, vi Gabriel colocando a namorada na posição de mamãe e papai e os dois trepando atracados.

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Esse é um conto 100% autoral e exclusivo para a Casa dos Contos.

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Foto de perfil genéricaTheodor e AlineContos: 13Seguidores: 20Seguindo: 45Mensagem O erotismo é uma forma de expressão.

Comentários

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Nossa!!! Esperando ansiosamente a vez da nossa delícia preferida! Vai ser épico!!

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Depois de u ma noite de privação, a coitadinha da Megera merece uma recompensa dupla.

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