A namorada que não sabe dizer não #8

Um conto erótico de Diabo
Categoria: Heterossexual
Contém 758 palavras
Data: 29/05/2026 03:24:31

Enquanto Nelson observava estupefato, com os olhos vidrados no corpo nu de Daniela, eu continuei a beijá-la com fome, apertando sua bunda generosa e enfiando os dedos entre suas coxas. Ela gemia baixinho na minha boca, o corpo já tremendo de tesão. Olhei de canto para Nelson, que apertava o pau por cima da bermuda, e fiz um sinal discreto com a cabeça, convidando-o a se aproximar. Ele não hesitou. Levantou-se rápido, deixando a taça de lado, e veio por trás dela.

Dani sentiu as mãos grandes dele na sua cintura e soltou um gemido mais alto, empinando a bunda contra o corpo dele. Nelson não perdeu tempo: agarrou os peitões dela por trás, apertando com força enquanto eu continuava a beijá-la na boca. Ele mordia seu pescoço, chupava o lóbulo da orelha e esfregava o pau duro por cima da bermuda contra a bunda dela. A putinha estava no paraíso, presa entre os dois machos, gemendo e rebolando devagar.

Eu me afastei um pouco, tirei a camisa e baixei a calça, deixando meu pau latejando livre. Daniela imediatamente se abaixou, ficando de quatro no chão da sala. Nelson também se despiu, revelando o pau grosso que ela já tinha chupado no ônibus. Sem precisar de ordens, a vadia agarrou os dois paus ao mesmo tempo, um em cada mão, e começou a chupar alternadamente. Primeiro o meu, enfiando fundo na garganta com aqueles sons gulosos que eu adorava, depois o dele, lambendo a cabeça inchada e descendo até as bolas enquanto olhava pra cima com cara de piranha.

Nelson segurava o cabelo dela e fodia sua boca com estocadas curtas, enquanto eu massageava os peitos pesados dela, beliscando os bicos duros. “Que boca gostosa da porra”, ele murmurou, perdido no tesão. Dani babava nos dois paus, saliva escorrendo pelo queixo e pingando nos peitos. Depois de um tempo, eu a levantei e a coloquei de quatro no sofá, com a bunda virada pra Nelson. Ele se ajoelhou atrás dela e enfiou o pau de uma vez na buceta molhada, fazendo ela gritar de prazer.

Enquanto ele metia forte, estocando fundo e fazendo a bunda dela balançar, eu me posicionei na frente, ajoelhado no sofá. Daniela engoliu meu pau até o fundo, chupando com vontade enquanto era comida por trás. O barulho de pele contra pele enchia a sala, misturado com os gemidos abafados dela e os grunhidos de Nelson. Ele dava tapas na bunda grande, apertava a carne macia e metia cada vez mais rápido.

Trocamos de posição. Sentei no sofá e puxei Dani pra cima de mim, empalando ela na minha rola. Ela cavalgava gostoso, os peitos pulando na minha cara. Nelson se aproximou ao lado, e ela virou o rosto pra chupar o pau dele enquanto quicava no meu. Depois ele se posicionou atrás dela novamente, cuspiu no cu e começou a pressionar devagar. Daniela soltou um gemido longo quando o pau dele entrou no cuzinho apertado. Agora estava completamente cheia, com dois paus dentro dela ao mesmo tempo.

Começamos a foder os dois buracos no mesmo ritmo, eu por baixo na buceta, Nelson por cima no cu. Ela tremia inteira, os olhos revirados, babando e gemendo alto: “Ai, caralho… me fode… os dois…”. O tesão era insano. Nelson apertava os peitos dela por trás, eu chupava os bicos e batia na bunda. A putinha gozou forte pela primeira vez, o corpo convulsionando entre nós, apertando nossos paus.

Não paramos. Continuamos metendo, trocando de buraco de vez em quando. Nelson deitou no sofá e Dani sentou no pau dele de frente pra mim, quicando no cu enquanto eu enfiava na buceta encharcada. Ela estava destruída de prazer, cabelo bagunçado, maquiagem borrada, corpo suado e marcado por apertões. Por fim, quando sentimos que não aguentávamos mais, tiramos os paus e mandamos ela se ajoelhar no chão.

Daniela abriu a boca, língua pra fora, olhando pra nós dois com cara de vadia safada. Eu e Nelson batemos punheta juntos até gozarmos quase ao mesmo tempo, jatos grossos de porra caindo no rosto dela, nos peitos e na língua. Ela engoliu o que conseguiu, lambendo os lábios e passando os dedos pra juntar o resto e colocar na boca, gemendo satisfeita.

Ofegantes, nós três nos olhamos. Nelson sorriu, ainda sem acreditar na sorte. Daniela, coberta de porra e com o corpo tremendo, encostou a cabeça na minha perna, exausta e feliz. A noite estava só começando, e eu sabia que teria muito mais diversão com esse “amigo” da viagem.

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