Minha esposa gostosa e o idoso morador de rua parte 10

Um conto erótico de Paulim
Categoria: Heterossexual
Contém 7334 palavras
Data: 29/05/2026 05:04:06
Última revisão: 29/05/2026 13:33:20

Galera, com a chegada da Copa, eu tive que viajar para pegar mercadorias em São Paulo para revenda. Eu não menti quando disse que trabalho com roupas, por isso a demora em postar as continuações. Peço perdão e um pouco de paciência até deixar tudo no esquema aqui. Obrigado.

Recomendo, antes de ler o conto, ir dar uma olhada nas fotos para ter uma melhor imersão e ajudar na imaginação de vocês; postei novas fotos baseadas desse conto. E vou postar ainda mais nessa semana de acordo com os contos. Comentem lá

https://www.contoseroticos.com/phlara

Mais tarde, a Kelly vai preparar o almoço. Eu ainda estou na sala agora, jogando PS5. Ela coloca uma música na Alexa e começa a cantar, bem feliz. Agora ela estava de vestidinho solto.

Eu percebo a animação dela e fico a observando. Ela olha para mim e sorri, me mandando um beijo. Meu Deus, que mulher linda, que tentação! Que tesão é a Kelly! Não posso culpar o Maranhão, a Kelly é a tentação em pessoa. Enquanto ela está de costas, eu me aproximo e a agarro por trás. Ela já tinha colocado a comida no fogão e estava lavando a louça. Eu aperto meu pau na bunda dela, como o Maranhão fez. Ela sorri, rebola a bunda e me beija.

— O que você tá querendo, hein, safado? — perguntou Kelly.

Eu faço como o Maranhão: tiro minha rola para fora, levanto uma perna dela e a coloco em cima da pia.

— Hum... déjà-vu — disse Kelly.

Nem questiono, só meto meu pau com gosto na buceta dela. A mesma buceta que o Maranhão comeu há poucas horas, mas que continuava gostosa, quente, molhada e apertada. Aquela égua estava no cio e eu não dou conta sozinho. Gozo dentro dela, e nos beijamos apaixonadamente.

— Te amo, meu amor — disse Kelly.

— Eu também, minha linda — respondi.

— Você tá doido para o Maranhão pegar a gente fudendo de novo, me comendo aqui?

— Impossível. O Maranhão saiu mais cedo com um amigo dele.

Kelly, na mesma hora, para o que estava fazendo e olha para mim, bem séria.

— Ele não fez isso.

— Fez. Disse que iria caminhar com o cara.

— E você deixou?

— O que eu podia fazer? Ele não é criança e nem está preso aqui.

— Podia ter me chamado!

— Você passou por mim correndo e se trancou no banheiro, achei que estava passando mal. O que aconteceu?

Kelly corou e gaguejou um pouco.

— Espero que ele não beba de novo ou suma, ele me prometeu.

— Será? E agora?

— Vamos esperar. Espero que ele não me engane.

Kelly continuou fazendo o almoço, confiando que o Maranhão apareceria para almoçar. Eu fui tentar matar a rapariga da Malenia, a Lâmina de Miquella.

Na hora do almoço, desliguei o videogame e me sentei à mesa junto com a Kelly, que estava bem quieta. Provavelmente furiosa com o Maranhão. Não perguntei nada; também estava frustrado porque ainda não tinha conseguido matar a Malenia.

Almoçamos e o sono bateu. Tiramos um cochilo na sala mesmo, no sofá. Umas 16h30, acordamos com o barulho do portão abrindo. Era o velho que tinha voltado. Kelly dá um pulo do sofá e o recebe na porta, de braços cruzados. Eu ainda estava meio sonolento quando escuto o velho falando:

— Boa tarde, dorminhocos, trouxe pão.

— Você me prometeu, Maranhão — disse Kelly.

— Sim. Eu prometi que não beberia e não bebi. Quer sentir meu bafo?

Eu estava deitado no sofá. Como a TV estava desligada, eu conseguia vê-los através do reflexo da tela atrás de mim, e vi quando a Kelly se aproximou da boca dele e confirmou que ele não tinha bebido. Satisfeita, Kelly pega o pão, agradece e diz que vai fazer café. Maranhão diz que vai tomar um banho; eu fico mais um pouco no sofá e acabo dormindo de novo.

Acordo com o cheiro do café bem forte e os dois na cozinha conversando e dando gargalhadas.

— Onde você vê essas coisas, safado? — perguntou Kelly.

— É fetiche, minha filha. Isso me dá um tesão da porra — respondeu Maranhão.

— E eu sou a cobaia?

Fico curioso com a conversa, levanto um pouco a cabeça e vejo os dois de costas para mim, de frente para a pia.

Kelly pega um copo e senta na mesa, e o Maranhão fica em pé ao lado dela. Percebo que ele está de pau muito duro.

— Rápido então. É cada coisa que eu faço por você, Maranhão... — disse Kelly, com uma carinha de safada.

Maranhão tira a rola para fora, cheia de veias e pulsando, a alguns centímetros do rosto da Kelly. Vejo que ela sorri e balança a cabeça negativamente. Maranhão começa a se masturbar, apontando a rola para ela. Bem rápido, ela pede para ele se apressar, se não muda de ideia.

— Tá vindo, minha filha, tá vindo — disse Maranhão.

Kelly pega o copo e o segura embaixo da cabeça da rola do velho, que aponta e começa a gozar dentro do copo vazio, que logo enche até a metade. Kelly fica vidrada olhando aquela porra sair, de boca aberta e com os olhos brilhando.

— Tudo isso para mim? Será que eu consigo? — disse ela, olhando para o Maranhão e pegando na rola dele, ainda dura e brilhando. Ela dá uma chupada bem rápida, só para não perder a oportunidade, e manda ele guardar a rola.

Ela olha para o copo cheio até a metade.

— Tá bom, vou tentar.

O velho senta do lado dela na mesa e fica de olho. Ela pega a garrafa de café e enche o copo, depois pega a colher e começa a mexer porra com café. Eu levanto bem rápido e vou em direção a eles, que se assustam quando me veem. Na verdade, ele se assustou. Kelly sorriu para mim e pediu para eu sentar para tomar café com eles. Olho para o copo: estava cheio até a borda, realmente parecia café com leite, só que um pouco mais grosso. Kelly levanta e vai pegar um copo para mim. Olho para o Maranhão; ele parecia ansioso, olhando para o copo e para a Kelly.

Kelly volta a sentar e eu preparo meu lanche. Kelly então pega o copo, olha para o Maranhão e diz:

— E você, Maranhão, não vai comer?

Dizendo isso, ela dá um gole olhando nos olhos do velho e dá uma tossida de leve, colocando a mão na boca.

— Tudo bem, minha filha? — perguntou Maranhão.

— Ah, sim, me desculpem, é que ficou um pouco grosso — disse ela, e bebeu tudo de uma vez.

Eu olho para o velho. A cada golada que ela dava, ele observava sorrindo; parecia um predador observando sua presa.

— Horrível — disse Kelly, fazendo careta.

Maranhão deu uma gargalhada, parecia que tinha escutado uma piada.

— Sr. Paulo, que sorte o senhor tem. Sua mulher é incrível.

— Eu sei, Maranhão — respondi, com o pau latejando.

Kelly parecia orgulhosa, como se tivesse vencido um desafio. Enquanto comemos, o Maranhão, com uma voz meio séria, diz:

— Eu sei que estou abusando da hospitalidade de vocês, mas queria pedir uma coisa.

Kelly olha atentamente para o Maranhão.

— Imagina, Maranhão, você pode pedir o que quiser — disse ela, passando a mão no rosto do velho.

— O meu amigo está lá fora. Vocês se importam se eu levar um pão com café para ele?

Antes que eu falasse alguma coisa, Kelly se levanta e prontamente começa a preparar um café com pão, questionando por que o Maranhão deixou o amigo esperando esse tempo todo. O velho disse que estava criando coragem para falar.

Kelly pega na mão do Maranhão e o leva para o lado de fora da casa, segurando o lanche com a outra mão. Pela janela, observo aquela cavala na rua, puxando o braço do velho até o outro lado, ao encontro do amigo do Maranhão, que estava sentado em um banco. Ele se levanta, pega o lanche e agradece à minha esposa. Ela volta sorrindo, e os dois velhos ficam sentados no banco, olhando para o rabo dela.

Depois disso, nada de muito interessante aconteceu. Mas à noite, na hora da janta, eu tinha acabado de banhar e, quando fui chegando na sala, percebi o Maranhão se afastando da minha esposa e a Kelly limpando a boca e arrumando o cabelo. Ali eu percebi que não era sempre que eu estaria por perto para ver as safadezas dos dois. Lembrei da câmera que eu mandei instalar na loja e decidi instalar na minha casa também: na cozinha, na sala, no quarto do Maranhão e até no banheiro. Eu sabia que, se descobrissem, seria problema para mim, mas eu não queria perder nada das safadezas dos dois. Além do mais, eu podia acompanhar sem correr o risco de ser visto.

No outro dia, levamos o Maranhão para o seu primeiro dia de trabalho. Ele ajudou bastante, até: fixando mais araras nas paredes e instalando mais pontos de luz para a loja ficar mais iluminada. No meio disso, eu saí com a desculpa de pagar contas e levei um conhecido para instalar as câmeras na minha casa. Ele não perguntou nada, apenas instalou e foi pago.

Claro que, enquanto isso, eu estava de olho na loja pela câmera, mas não aconteceu nada demais. O dia foi corrido, tanto para o Maranhão quanto para a Kelly, que atendia as clientes. Foi um excelente dia para as vendas; o velho trouxe sorte. Chegamos tarde em casa e eu decidi comprar pizza. O Maranhão disse que nunca tinha comido pizza, que seria a primeira vez. A Kelly, lógico, acreditou. Eu não.

Nisso, enquanto a pizza não chegava, cada um tomou banho: primeiro eu, depois a Kelly e, por último, o velho. Eu estava na sala esperando o entregador. Sinto um cheiro de mulher vaidosa invadindo a casa quando a Kelly aparece, apenas de camisola vermelha com um decote maravilhoso; nas laterais, tinha um corte que chegava até a cintura. Como ela é uma cavala, ao mínimo movimento ela mostra a bunda e a calcinha. A pele cheirosa e brilhando, as coxas grossas, toda de vermelho, a calcinha também, e os seios quase todos à mostra, meio transparentes. Era praticamente uma daquelas súcubos, demônios do sexo; só faltavam as asas e os chifres. Eu conhecia aquele olhar, aquela expressão: ela estava no cio e queria dar de qualquer jeito.

— Tudo bem se eu ficar assim, meu amor? Está muito calor — disse Kelly.

— Só se você estiver querendo matar o velho do coração, mostrando a bunda para ele — respondi.

Ela sorriu, me chamou de idiota me beijando e saiu em direção à cozinha, se abanando como se estivesse pegando fogo por dentro.

Eu fico observando aquela deusa do sexo de costas para mim. Aquela bunda quase à mostra estava pedindo rola. Ela levanta o braço para pegar um copo de água e a camisola automaticamente sobe, mostrando completamente aquele rabo redondo e gostoso. Tinha uma calcinha ali só para dizer que tinha mesmo, porque o rabo dela engolia tudo. Pude perceber nesses segundos uma pontinha brilhante abrindo um pouco a bunda dela. Lembrei do plug, o presente que ela deu para o Maranhão. Mas como ela o achou se eu tinha escondido? Acho que ela percebeu que mostrou demais e logo voltou ao normal.

Fiquei com aquilo na cabeça e fui até o meu quarto, na gaveta onde deixei o plug, e ele não estava mais lá. Realmente, o que vi foi o plug enfiado no cu dela. Acho que hoje ela mata essa vontade de dar o cu para o Maranhão, e eu não vou perder nada. Escuto a buzina do entregador e vou pegar as pizzas. Antes, passei por ela e dei um tapa na bunda dela; ela se assustou e me chamou de safado, arrumando a calcinha ou, provavelmente, o plug.

Quando o velho aparece, as pizzas já estão abertas em cima da mesa. O velho sorri, massageando a barriga, mas logo a atenção dele muda quando ele vê a Kelly com aquela camisola. Ele estava apenas de bermuda, então logo a Kelly percebeu o pau dele crescendo, o que a deixou mais animada. Ela comia a fatia de pizza em pé, meio que dançando devagar de uma forma bem sensual. O velho comeu a pizza, dizendo que era muito gostosa.

— É a coisa mais gostosa que você já comeu, Maranhão? — provocou Kelly.

— Com certeza não, minha filha. Já comi coisas bem mais gostosas e que pretendo comer mais.

— Sério, Maranhão? — disse ela, dengosa.

— Sim, minha filha. Mas tem outra coisa que eu nunca comi que tenho certeza de que é ainda melhor.

Percebo a Kelly morder os lábios e roçar as coxas uma na outra.

— Como você sabe que é melhor se nunca comeu? — perguntou ela, demonstrando o tesão na voz.

— Ah, minha filha... Só de ver eu sei. E digo mais: quando eu comer, quero que seja inesquecível, então vou dar tudo de mim.

Kelly parou e ficou olhando nos olhos do velho, meio hipnotizada. Eu finjo que estava boiando, não entendendo nada, e continuo comendo.

Pouco depois, decido testar as câmeras para valer e digo que vou ao banheiro. Eu juro, não demorou dois minutos até eu chegar no banheiro e ligar a câmera da cozinha. Pelo celular, vejo a Kelly sentada no colo do Maranhão, toda aberta em cima dele, dando o maior beijo de língua enquanto ele abria a bunda dela. Aquela camisola estava suspensa sobre o rabo da minha mulher, e ela esfregava a buceta na rola do velho por cima da bermuda. Ela estava arreganhada em cima dele. Ele apertava aquele rabo, abria e fechava. Ela levanta e senta de costas para ele agora, esfregando a bunda no pau do velho; ela gemia e rebolava de tesão.

Ele sumia atrás dela, eu só conseguia ver o braço dele procurando a buceta, que deixou a calcinha dela toda molhada. Ela sai de cima dele, tira a calcinha e faz como da outra vez: levanta uma perna, coloca na mesa e abre o cu, mostrando mais uma vez o presente que o velho achou que tinha perdido.

— Caramba, minha filha, achei que tinha perdido de vez — disse Maranhão.

— Pois é, seu velho, se não fosse eu para achar e devolver para o dono... Anda, vem pegar — respondeu Kelly.

Ela segura a cabeça dele e a pressiona contra o cu dela, e fica rebolando, fazendo um movimento de sobe e desce na cara dele. Ele afasta um pouco e tira o plug do cu dela, deixando o oco. Agora ele enfia a língua dentro do cu dela; ela joga a cabeça para trás, ainda rebolando a bunda na cara dele.

— Será que esse cu consegue ser melhor que essa buceta carnuda? — perguntou Maranhão.

— Come primeiro, depois você me diz — respondeu Kelly.

Eu estava tremendo de tesão e tinha que parar, se não gozaria ali. Dei descarga e continuei olhando no celular. A Kelly saiu de cima da mesa e vestiu a calcinha de volta. O Maranhão pede para ela não vestir e pede a calcinha para ele. Ela dá a calcinha para ele, e ele a guarda no bolso junto com o plug.

Minha mulher estava sem nada por baixo agora.

Chego à cozinha com aquele cheiro de sexo e vejo os dois comportados na mesa, e ela sorrindo para mim com uma cara de puta pedindo pica. Ela estava sentada de pernas abertas, os braços esticados entre as pernas e a bunda empinada para trás; ela tentava, mas não escondia o tesão. Vi ela daquele jeito e não resisti: avanço nela e dou um beijo bem apaixonado, e ela retribui. Maranhão fica olhando para a gente com uma cara de pidão, mas não diz nada. Kelly estava bem mais safada, sempre sorrindo, passando a mão nos braços e pernas do Maranhão e na minha também. Ela estava sentindo muito calor, abriu um pouco as pernas e ficou balançando a camisola, ventilando a buceta. A cada balançada, aparecia um pouco da buceta dela. Maranhão olhava para baixo e depois olhava para mim.

A minha putinha estava com a buceta pegando fogo; tenho certeza de que, se eu pedisse para ela ficar de quatro ali para o Maranhão meter nela, ela não pensaria duas vezes. Kelly levantou e começou a guardar os restos de pizza que sobraram. Maranhão perguntou se podia pegar dois pedaços para dar para o amigo dele, que provavelmente ainda não tinha jantado. Aquilo quebra a Kelly; ouvir dizer que alguém está passando fome a comove. Kelly rapidamente pegou dois pedaços e um copo de Coca-Cola e deu para o Maranhão levar para o cara.

Maranhão pegou as coisas e saiu. Enquanto ele estava fora, fui passando a mão nas coxas da Kelly, subindo, e ela foi se abrindo conforme eu subia. Sinto aquela buceta melada nua e enfio um dedo, sentindo o fogo ali embaixo; ela solta um gemido. Olho para os meus dedos, afasto um do outro e vejo as liguinhas do mel da buceta da Kelly entre eles.

— Cadê a calcinha, safada? — perguntei.

— Por aí, meu amor — disse ela, levantando o pano e mostrando a xana dela bem na minha cara.

Eu chupo a buceta dela ali mesmo, com ela em pé na minha frente. Ela geme e rebola na minha cara. Eu, com a metade do dedo dentro dela, sei exatamente como ela gosta: acho o clitóris dela com a língua e fico movimentando a ponta do dedo para cima e para baixo dentro dela, atrás do clitóris, fazendo ela gemer e gozar na minha boca.

— Nossa, eu precisava disso — disse ela, me beijando.

Com a Kelly um pouco mais calma arrumando a mesa, chega o Maranhão só com o prato e o copo vazio, agradecendo e perguntando se pode levar mais um pouco.

— É claro que pode, Maranhão. Mais dois pedaços?

— Deixa eu ver com ele, minha filha, ele está no portão.

Pelo jeito, a rua ganhou um novo morador depois que ele descobriu que o Maranhão morava aqui. Eu olho pela janela e o velho estava lá; Kelly também aparece na janela, dando um tchau para ele, e o senhor manda um tchau de volta e agradece pela comida. Pela janela, o Maranhão apresenta o amigo dele para a gente: ele se chama Mazinho, é ainda mais feio e menor que o Maranhão, deve ter uns 1,60 m de altura. Voltamos para a cozinha para terminar de arrumar a bagunça, e o Maranhão ficou lá fora com o velho.

Sento no sofá, ligo a TV e começo a assistir a um filme que passava na Globo. Logo depois, a Kelly senta ao meu lado. Eu estava tão interessado no filme que nem percebi quando o Maranhão sentou do meu outro lado do sofá; só percebi quando ele comentou alguma coisa. Assisti a uma boa parte do filme quando percebi os dois meio travados, acho que pela minha presença. Maranhão sempre olhando para o lado da Kelly, e ela dando um jeito de abrir as pernas e mostrar um pouco da buceta para o velho. Digo que estou com sono e vou deitar, e chamo a Kelly. Ela diz que queria terminar de assistir ao filme — era a resposta que eu queria ouvir. Dei boa noite para os dois.

— Estou indo dormir, Maranhão. Cuida dela para mim.

Kelly olha para ele, entendendo o recado.

— Maranhão, pode deixar, Sr. Paulo. Eu cuido dela.

E fui ao banheiro. Depois, fui para o quarto, deitei e tentei ficar o mais confortável possível. Tirei a rola para fora e respirei fundo. Jamais passou pela minha cabeça sentir tesão nessa situação, mas já era tarde demais.

Liguei a câmera da sala e só estava o Maranhão no mesmo canto, olhando em direção à cozinha. Liguei a câmera da cozinha e a Kelly estava bebendo água e se abanando. A cachorra não pode ficar sozinha com o velho que começa a queimar. Ela volta para a sala e, ao sentar, vira o cu para o velho e deita no sofá com a bunda para cima. A camisola caiu toda nas costas dela, deixando a bunda toda à mostra para o Maranhão. O velho apenas levanta, vai em direção àquela deusa e simplesmente deita atrás dela. Ele começa a chupar o cu da minha esposa, que empina a bunda para ele, abrindo mais as pernas pelo movimento da cabeça do velho; ele faz um excelente trabalho.

O Maranhão fica de joelhos no sofá e tira a rola para fora. Kelly vira de frente, abrindo as pernas, totalmente arreganhada. O Maranhão monta nela, ela guia a rola do Maranhão até a buceta dela e ele começa a fodê-la com força. Ela laça a cintura do velho com as pernas e o força a meter mais forte. Ela gemia de uma forma que me dava mais tesão, imagine no velho.

Depois, ela jogou as pernas em direção à sua cabeça, segurando-as com os braços, deixando as pernas em volta da própria cabeça e abrindo ainda mais a buceta, liberando espaço para a rola do Maranhão. O velho apenas a observava se masturbando enquanto ela ficava na posição certa. Quando ela está pronta, ele monta em cima dela, mas reto que nem uma prancha, e mete a rola de uma vez, fazendo-a sentir a pressão. Como ele estava reto, todo duro em cima dela, apenas a rola dele encostava nela, entrando até as bolas e saindo até a ponta. Ele ficou assim por uns cinco minutos, metendo sem parar.

Kelly cuspia no dedo e masturbava aquela buceta. Eu via os pés dela por trás da cabeça, tremendo a cada estocada do velho. Confesso que eu não aguentaria, gozaria na hora. O velho cansa e para, deixando a rola completamente dentro dela. Ela olha para ele como uma puta, fazendo carinho no rosto dele e deixando-o descansar em cima dela. Depois, ele sai de cima dela, ficando sentado no sofá e ainda respirando fundo. A minha putinha corre para chupar a rola do velho, tentando engolir tudo; ela fica de quatro, chupando a rola dele com o cu lá em cima. Ele começa a passar a mão no rabo dela, procurando o cuzinho.

— Deixa que eu trabalho agora — disse Kelly.

Kelly se ajoelha em cima da rola do Maranhão e começa a quicar com a buceta. A cena da bunda dela subindo e descendo, ainda com o vestidinho, é a coisa mais linda que eu já vi. A minha esposa é maravilhosa e o velho estava saboreando aquela buceta. Ele deixou ela tomar conta da situação; o seu trabalho era apenas manter a rola dura, o resto ela fazia. Ela sentava com muita vontade, mas não movimentava o corpo todo; era um movimento controlado, apenas a cintura dela subindo e descendo. Acho que ela não queria machucar o velho, então movimentava apenas onde era necessário. É uma cena difícil de escrever para vocês, coisa de outro mundo, mas não se enganem: era um movimento rápido e forte.

De repente, alguém começa a assobiar no portão. Kelly para imediatamente.

— É o Mazinho — avisou Maranhão.

Kelly, ainda com a rola dentro dela, sussurrou:

— Fica quieto que ele vai embora.

Kelly lentamente vai roçando devagar; ela sobe e desce de novo e vai acelerando o movimento até chegar na velocidade de antes. Outra vez o Mazinho assobia, só que dessa vez a Kelly não para: ela continua sugando a rola do velho com a buceta. Ela começa a ficar ainda mais animada e vai subindo. Agora ela não está mais de joelhos no colo dele, ela está sentando com força, sem mais se importar com o velho frágil. A cada sentada, a batida ecoava pela casa. Essa é a posição preferida dela. Ninguém aguenta muito tempo. Olho para o velho e ele está de olhos fechados, de boca aberta, balançando a cada sentada da Kelly, provavelmente lutando para não gozar.

Outro assobio...

— Não acredito! — disse ela, parando e respirando cansada, mas sem sair da rola dele.

— Deve ser o prato e o copo que eu deixei com ele — explicou Maranhão. — Falei para ele que, se precisasse de alguma coisa, era só assobiar.

— Só resolve logo e vem — pediu Kelly, saindo de cima dele.

Maranhão vai para fora e Kelly vai beber mais água na cozinha. Depois de alguns minutos, Maranhão volta com o prato e o copo. Ele chega com o pau muito duro atrás dela, abraçando-a e beijando o cangote da minha esposa, que logo sorri, esfregando a bunda na rola do velho.

— Eu tive uma ideia — disse Maranhão.

Kelly sorriu e, como estava do lado da mesa, comentou:

— Hum... Eu até imagino. — Ela foi levantando uma perna, abrindo o cu para o Maranhão.

— Eu quero ver minha putinha se exibindo para o Mazinho.

— O quê? — reagiu ela, surpresa.

— Eu quero que o Mazinho veja como minha putinha é gostosa.

— Nunca.

— Por favor, minha filha, olha como eu fiquei imaginando isso.

Maranhão mostra a rola muito dura e latejando. Kelly, que ainda estava de costas para ele toda aberta, olha para a rola dele.

— Nossa, Maranhão...

Maranhão se aproxima, aponta a rola para o cu da Kelly e vai encaixando. A cabeça da rola dele vai entrando com um pouco de dificuldade. A Kelly abre a boca, fecha os olhos e rebola a bunda, procurando o melhor ângulo para a rola entrar melhor. Finalmente, o velho começa a sentir o cuzinho da minha esposa se abrindo e engolindo a rola dele. Até que o velho para e recua.

— Por favor, continua. Eu quero mais — pediu Kelly.

Ela foi jogando a bunda para trás, tentando encontrar a rola do velho, e ele foi para trás, não deixando ela encostar; quando ela voltava, ele voltava também. Kelly sorri e entende que aquilo era o troco da outra vez: agora ela era quem estava pedindo rola.

— Vai, minha filha, deixa eu ver você se exibindo para o Mazinho. Depois eu arrombo o seu cuzinho.

Kelly se tremeu toda ouvindo aquilo.

— Faz isso por mim?

— Mas como vou fazer isso?

— Ele pediu um pouco de água — explicou o velho. — Basta a senhora ficar na cozinha com essa roupa aí; eu deixo ele entrar e ele bebe água aqui na cozinha.

— Só isso?

— Só isso.

— Você e suas safadezas, não sei como eu caio nisso — disse Kelly, sorrindo. — Tá bom, vai logo. Enquanto ele bebe água, eu guardo as louças secas.

Maranhão sorri e vai saindo para chamar o Mazinho. Ele para no meio do caminho e volta em direção à Kelly.

— Eu quero você bem safada.

Maranhão segura na nuca da minha esposa, beija a boca dela com força e vai descendo até o pescoço e depois até os seios dela, que agora estão apontando para cima, arrepiados. Ela, totalmente entregue e com o fogo a mil de novo, apenas obedecia aos movimentos do velho, sem nenhum controle. Ele segura os cabelos dela e a vira de costas para ele. O velho coloca-la de frente para a geladeira; ela apoia as duas mãos esticadas na geladeira e ele, com uma das pernas, faz ela abrir as pernas e empinar a bunda, tipo baculejo de policial em bandido.

Agora ela está aberta novamente. Ele tira a rola e, ainda puxando o cabelo dela para trás, dá um tapa bem forte na bunda dela, que eu escuto do quarto. Isso faz ela quase cair de tesão. O Maranhão levanta ela de novo e mete a rola na buceta dela. O velho metia com força e ela gemia a cada estocada dele, mordendo os lábios. Aquele velho não tinha força para fazer nada daquilo com a minha esposa, mas, como ela estava no cio, facilitou para ele.

Do nada, o velho para...

— Não, não, não para, por favor! Mete mais, mete mais!

— Pronto, minha filha, eu quero você assim. Uma puta pedindo rola.

O velho sai em direção ao portão e a Kelly vai se recompondo, chamando o velho de filho da puta.

O velho retorna, agora com o Mazinho do lado. O baixinho entra pedindo licença e para na entrada da cozinha, vendo minha esposa de costas, guardando a louça. Kelly se vira naturalmente, sorrindo.

— Boa noite, Seu Mazinho — disse ela, corada.

— Boa noite, dona. A senhora me desculpa, só vim beber um pouco de água.

— Imagina, eu vou pegar para você.

Kelly vai até o armário e levanta o braço para pegar o copo, mostrando aquela escultura de bunda sem calcinha para os dois velhos. Maranhão olha para o Mazinho sorrindo; Mazinho, por sua vez, fica impressionado com a bunda da Kelly e nem olha para o Maranhão. Kelly vai até a geladeira e se inclina, sem dobrar as pernas, para pegar a garrafa de água, mostrando mais uma vez sua bunda, agora de outro ângulo, mas sem revelar mais que isso.

— Aqui, meu amor.

Mazinho não tirava os olhos da Kelly, hipnotizado com tanta beleza.

— Muito obrigado, dona. Boa noite.

Mazinho vai saindo quando o velho sacana diz:

— Peraí, Mazinho, senta aí na mesa, tá cedo.

Kelly faz uma careta para o Maranhão, tentando disfarçar, mas ele continua:

— Senta aí um pouquinho. A Kelly não se importa, né, minha filha?

— Sim, Mazinho, tudo bem — respondeu Kelly, sem graça.

Mazinho senta na mesa, meio sem graça, e a Kelly volta para terminar de guardar a louça. Maranhão senta na frente do baixinho e fica um silêncio por alguns segundos.

— Sabe, Mazinho, a Kelly foi uma pessoa que me ajudou muito desde o acidente — começou Maranhão. — Foi a pessoa que me apoiou, aturou e fez de tudo para me ver bem, não é mesmo, minha filha?

— Não foi nada demais, Mazinho. Qualquer um no meu lugar também faria.

— Qualquer um não! — Maranhão gargalhou.

Mazinho apenas ouvia e observava a Kelly.

— Foi ela quem me proporcionou situações que eu achei que passaria só nos meus sonhos. Inclusive, minha filha, eu estou com o presente que você me deu aqui; você pode fazer aquilo para mim de novo? Estou precisando. — Falando isso, ele tirou o plug do bolso e colocou em cima da mesa.

Mazinho arregalou os olhos, olhou para a Kelly e depois para o Maranhão. Kelly, ainda de costas, parou por alguns segundos criando coragem.

— Velho safado...

Ela se vira sorrindo e vai em direção à mesa.

— Claro, Maranhão. Você precisa para agora?

— Sim, minha filha.

Kelly pega o plug da mesa e o coloca na boca como um pirulito. Maranhão, ainda sentado, puxa a Kelly para o lado dele e fica acariciando a coxa dela.

— Sabe, Mazinho, a Kelly também me ajuda com uma tara que eu tenho. — O velho vira a minha esposa de costas para ele, levanta o vestidinho dela e abre o cu da Kelly para o Mazinho ver. Ele enfia o dedo do meio no cu dela, fica penetrando e continua falando: — Eu tinha um desejo de sentir o gosto desse cuzinho maravilhoso. — Ele tira o dedo e o chupa. — E a Kelly me proporcionou isso.

Kelly solta um gemido baixinho:

— Eu sou muito puta mesmo.

E quando eu acho que não podia ficar mais surpreso com aquela situação, a Kelly vai além:

— E você, Mazinho, também tem algum desejo ou tara? Me fala, vai.

— Eu... eu, eu nunca fiz isso — respondeu Mazinho, nervoso e gaguejando.

Kelly sorri e, para minha surpresa e para a do velho, ela enfia um dedo no cu dela e dá para o baixinho sentir o gosto.

— Aqui, cortesia da casa.

— Safada! — exclamou Maranhão, de boca aberta.

Mazinho, meio relutante, olhou para o velho e chupou o dedo dela uma vez, meio sem jeito.

— É bom, né?

— Sim — admitiu Mazinho.

— Melhor ainda é da fonte.

Maranhão enfiou a língua no cu da Kelly, chupando com força e fazendo barulho, enquanto ela gemia bem gostoso.

— Era isso que você queria, me mostrar para o seu amigo? Seu cachorro!

Kelly aproveitou que ele parou e encaixou o plug no cu. Ela ficou de frente para eles e levantou o vestido, abanando a buceta pingando.

— Gente, que calor é esse?

Kelly viu que deixou o tesão tomar conta e passou dos limites. Meio sem jeito, voltou para a pia, ficando de costas para os velhos; ela sabia que não tinha mais volta. O Mazinho, ainda lambendo os beiços, olhou para o Maranhão e pediu para ele fazer de novo.

— Minha filha, mostra para a gente, mas daquele jeito.

Kelly estava visivelmente excitada. Sem questionar, ela levantou uma perna, abrindo o cu com o plug e se inclinando para a frente. A buceta dela, vermelha e inchada, estava pingando; parecia uma torneira mal fechada. O Maranhão levanta e se posiciona atrás dela, abrindo ainda mais o cu da minha esposa para o Mazinho ver.

— Mazinho, pronto para ter a melhor visão da tua vida?

Mazinho já começou a massagear a rola por cima da bermuda e balançou a cabeça positivamente. Maranhão, já experiente, puxa o plug de uma vez, fazendo a Kelly ter um espasmo.

— Ai, caralho!

Maranhão abre o cu da Kelly, mostrando o rombo em direção ao Mazinho.

— Olha esse cu, Mazinho. — Ele enfia dois dedos da mão direita de um lado no buraco do cu dela e dois dedos da mão esquerda do outro lado, e abre ainda mais.

Kelly olha para trás e percebe que o Mazinho não tinha uma visão de frente; ele ainda estava sentado, olhando da mesa meio de lado. Ela, então, vira a bunda para o lado do Mazinho para ele ter uma melhor visão do cu dela. Ela estava muito puta.

Maranhão pergunta no ouvido da Kelly:

— Ainda quer que eu coma seu cuzinho?

— Sim, eu quero — respondeu ela, mordendo os lábios.

— Vai ter que deixar o Mazinho ver.

— Não, assim não... — disse ela, se entregando de novo.

Maranhão tira aquele monstro para fora; parecia ainda maior e mais grosso. Kelly olha aquilo e não resiste: pega na rola do velho e vai guiando para trás dela. O velho se posiciona, ela lubrifica a rola dele com o mel da buceta dela e aponta para o cuzinho. Ela solta a rola dele e abre a bunda com as duas mãos. O velho força contra o cu dela e ela força contra o pau dele; a rola dele vai entrando sem muita dificuldade. Conforme a rola vai entrando, o cu dela vai se abrindo e ela vai tendo uns espasmos, mas sem reclamar, sem gritar, sem gemer; ela vai rebolando a bunda para a rola do velho entrar toda.

Quando entra a rola quase toda, ela segura o braço dele, pedindo para ele não se mexer; ainda faltava um pedaço. Ela começa a piscar o cu como se estivesse mordendo o pau dele, e ele consegue enfiar o resto que faltava.

— Nossa, o que é isso? — disse Kelly, sorrindo em êxtase. Ainda sorrindo, ela pediu para ele não se mexer.

Ela, então, começa um vai e vem devagar, meio controlado. Ela tenta aumentar a velocidade, mas para.

— Nossa, é mais difícil do que eu imaginei.

Mas Kelly não desiste: ela se movimenta um pouco mais forte, agora gemendo um pouco mais alto, chamando o velho de gostoso e safado. Maranhão estava com as duas mãos na cabeça, ainda sem acreditar que finalmente estava comendo aquele cu; ele deixava ela no controle por enquanto. Kelly agora se movimentava mais rápido, sorrindo enquanto sentia a rola do velho no cu. Ela olha para trás e lembra do Mazinho, ainda sentado, tentando ver o cuzinho dela ser arrombado.

— Consegue ver daí, Mazinho? — perguntou ela, com uma voz de dor e tesão. — Consegue ver esse velho comendo meu cuzinho?

Mazinho diz que não consegue ver porque o Maranhão estava na frente.

A puta da Kelly reagiu:

— Maranhão, sai da frente para o seu amigo ver o estrago que você tá fazendo. Calma, cachorro, sai devagar. Sai devagar para eu sentir sua rola saindo toda. Mete de novo até o fundo e tira devagar, saindo da frente do seu amigo.

Maranhão, então, mete até as bolas e segura por alguns segundos, forçando para a frente e fazendo a Kelly sair do chão um pouco.

— Hum... nossa... isso, cachorro, assim mesmo, é assim que eu gosto — disse ela, rebolando a bunda.

Maranhão agora vai saindo lentamente. A Kelly, de olhos fechados, sorri sentindo cada centímetro da rola do velho saindo. O velho sai da frente e, de novo, o Mazinho tem total visão do cu da Kelly aberto. Ela faz questão de virar o cu e olhar para o Mazinho para ter certeza de que ele está tendo uma boa visão. Ela abre o cu com uma mão e diz:

— Tá vendo aí, Mazinho, o que o seu amigo faz comigo? Eu dou casa, comida e roupa lavada e olha só como ele me agradece, olha o buraco que ele deixa no meu cu.

Mazinho apenas se tremia na cadeira. Kelly sai da pia, segura na rola do velho e o puxa em direção à mesa onde o baixinho estava.

— Vem, Maranhão, aqui ele vai poder ver melhor.

Kelly ficou do lado do Mazinho e o Maranhão não perdeu tempo: foi para trás da minha esposa e meteu a rola no cu dela. Agora era o velho quem metia, e com força, fazendo a mesa tremer. Kelly olhou para o Maranhão e ficou sorrindo, admirando o velho trabalhar no cu dela. Ela balançava a cabeça positivamente enquanto incentivava o velho a meter.

— Vai, vai, vai, mete, mete...

Depois, Kelly olha para o Mazinho e abre a banda do cu em direção ao baixinho.

— Consegue ver agora como ele trata alguém que ajudou ele?

Mazinho tinha uma visão privilegiada a menos de 30 centímetros, vendo o Maranhão comer o cu da minha esposa. O Maranhão agora começa a pingar de suor; Kelly, percebendo isso, pede para ele ir devagar.

— Calma, Maranhão, vai devagar, mas não para de meter, por favor. Mete até o fim e volta. Vai, mostra para o seu amigo como faz.

O velho obedeceu. Metia a rola até as bolas e voltava bem devagar, apreciando a bunda da minha esposa. Mazinho criou coragem e encostou a mão nas coxas grossas da Kelly. Ela, por sua vez, estava com os olhos no Maranhão e não desviou o olhar; percebendo isso, Mazinho foi alisando ainda mais, apertando as coxas dela e subindo devagarinho enquanto o Maranhão metia no fundo do cu da Kelly.

— Isso, Mazinho, aproveita e abre minha bunda para o cachorro do seu amigo comer — incentivou Kelly.

Mazinho prontamente abriu a nádega direita da Kelly, apertando bem forte. Kelly fez um biquinho e sorriu, olhando para o baixinho.

— Isso. Agora tira, Maranhão, para a gente ver como tá.

Maranhão tira aquela tora e o Mazinho abre ainda mais o cu da Kelly. Mazinho até levanta da cadeira para ver melhor o rombo, e o Maranhão fica orgulhoso, ainda batendo punheta. Kelly vê os dois velhos admirando seu cuzinho e tenta piscar o cu, mas o buraco era grande demais. Maranhão se aproxima e ela empina a bunda, mas ele enfia na buceta dela. Kelly fica surpresa e pergunta:

— Então, Maranhão, qual é mais gostoso: minha buceta ou meu cuzinho?

— Ainda estou na dúvida, minha filha — respondeu ele.

Dizendo isso, ele tira da buceta dela e enfia no cu; depois, tira do cu e enfia na buceta dela.

— Nossa, que maravilhoso! Continua.

E assim o velho fez por alguns segundos, até voltar a comer a buceta dela, que agora fazia aquele barulho de melado bem excitante. Enquanto tudo isso acontecia, o Mazinho continuava segurando a bunda da minha esposa e viu uma oportunidade quando o velho começou a comer a buceta da Kelly, deixando o cuzinho dela livre. Ele foi se aproximando devagar até encostar o dedo do meio no cu dela. Ele alisou o cuzinho por algum tempo. Ela olhou para ele, mas nada disse; ele foi forçando o dedo até entrar um pouco. Mazinho para e olha para a Kelly; ela balança a cabeça permitindo, e ele então enfia o dedo todo, fazendo o movimento de vai e vem. Agora, o Maranhão comia a buceta dela e o Mazinho enfiava o dedo no cu da Kelly.

— Nossa, já vi que ajudar o próximo só sobra para o meu cu, literalmente — comentou Kelly.

O Mazinho sorriu, ficou em pé e, com a mão esquerda, abria a bunda dela e metia o dedo do meio da mão direita no cuzinho da minha esposa com movimentos suaves, como se estivesse conhecendo o local. O baixinho se animou e enfiou mais um dedo. Kelly olhou para o Mazinho mordendo os lábios de baixo, balançando a cabeça negativamente, mas sem reclamar. O Mazinho percebeu e acelerou os dedos, fazendo-a revirar os olhos.

Enquanto os dois abusavam da Kelly, ela começou a ter espasmos mais fortes, querendo gozar de novo. O Maranhão pediu para o baixinho tirar a mão porque ele queria o cu da Kelly; o Mazinho negou. Enquanto os dois discutiam, a Kelly sorria olhando aquilo, vendo dois velhos brigando pelo cuzinho dela.

— Calma, meninos, eu dou um jeito.

Kelly troca de posição e deita de costas para a mesa, ficando na posição de frango assado. Maranhão encaixa no cu dela de novo, entrando devagar, mas até o talo.

— Nossa, foi tudo!

Ouvindo isso, Maranhão foi acelerando. Kelly não gemia; sorria pedindo mais e mais, acho que ela gostou dessa posição. Ela vê o Mazinho olhando aquilo de lado, apertando o pau.

— E você aí, hein, parado? — disse ela, batendo na buceta. — Olha aqui, ó, raspadinha. Vem cá, vem brincar.

Mazinho passou a acariciar a bucetinha da Kelly. Ele apertava dos lados, fazendo a buceta dela fazer bico; abriu, meteu o dedo enquanto a outra mão a masturbava.

— Você falou que ia dar tudo o que tinha, Maranhão. Cadê? Vai, me mostra, estou aqui abertinha para você esperando.

— Essa é puta — murmurou Mazinho.

Maranhão, começando a suar de novo, mete ainda mais forte. Eu conseguia escutar as batidas do quarto. A cada metada, a mesa foi se afastando até encostar na parede; agora ele arrombava aquele cu de verdade.

— Finalmente, Maranhão, soca tudo!

Kelly começou a tremer as pernas, dizendo que iria gozar. Ela tira o Mazinho da buceta dela e se abre mais ainda.

— Sai, Mazinho! Olha o seu amigo me comendo que eu vou gozar. — Ela incentiva o velho a meter forte. — Vai, cachorro, mete, mete...

Ela se masturba e começa a gozar bem forte, esguichando um pouco e molhando o pau do Maranhão. Nunca tinha visto ela fazer isso. Ela sorri surpresa e dá três tapas na buceta. Ela, ainda tremendo, fecha as pernas tentando tirar o Maranhão; ele vai saindo aos poucos, mas queria continuar comendo minha esposa.

— Calma, calma, safado, deixa eu respirar um pouco.

Kelly tira a camisola. Mazinho olha aquele espetáculo de mulher nua na frente dele e a única reação é tirar a rola para fora e ficar batendo punheta, olhando aquela deusa indo em direção ao sofá da sala. Ela chama o Maranhão com o dedinho e pede para ele sentar.

Maranhão senta. Kelly começa um boquete majestoso, babando toda a rola do velho, lambendo as bolas, subindo até a ponta, engolindo até onde conseguia...

— É muita rola, Maranhão.

Mais ela não desistia: forçava a boca e voltava, se engasgando e rindo, impressionada com ela mesma. Ela deixou a rola do velho toda babada. Ela senta de costas para ele, engolindo a pica do velho com a buceta; ela fica parada um pouco com o pau do velho lá dentro e chama o Mazinho.

— Mazinho, meu amor, pega meu celular ali em cima do rack.

Mazinho entrega o celular para ela, que coloca na câmera e pede para o Maranhão gravar um vídeo.

— Aqui, Maranhão, me filma sentando no seu cacete.

Ela se inclina para a frente e começa a sentar com muita força enquanto o Maranhão gravava por uns 3 minutos.(fotos do video no outro site) Maranhão para de gravar, Kelly pega o celular e o joga no canto do sofá. Ela senta de novo na rola do Maranhão e chama o Mazinho:

— Vem cá, Mazinho, vou mostrar como se faz.

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Comentários

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Muito bom amigo esperando a continuação

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Excelente, já tinha até aceitado o abandono haha

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Seu conto tá muito bom amigo continua queremos a continuação o mais rápido possível.

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Que delícia! Tomara que ela comece a dar o cu pra caralho pro Maranhão e pro Mazinho também!

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Uma das mulheres mais gostosas e safadas que eu já vi nesse site. Gozei antes de terminar o conto. Parabéns. Continua

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