Bianca, a infiel 9

Um conto erótico de Sr Boi
Categoria: Heterossexual
Contém 1276 palavras
Data: 29/05/2026 05:51:10
Assuntos: Heterossexual

Capítulo 9: O Plug

Depois de tudo que tinha acontecido nos últimos dias, eu mal conseguia me concentrar. A desconfiança de Rafael ainda pairava no ar como uma sombra incômoda, mas o tesão que queimava dentro de mim era muito mais forte que qualquer medo. Naquela quarta-feira, logo pela manhã, cheguei à clínica e Marcelo já estava me esperando na recepção. Ele sorriu discretamente, com aquele olhar predador que eu já conhecia bem, e me entregou uma caixinha pequena embrulhada em papel preto fosco.

— Bom dia, Bianca. Um presentinho pra você usar hoje — murmurou baixinho, quase colado no meu ouvido. — Coloca agora no banheiro. Quero seu cu bem preparado pra mais tarde. Quero você sentindo ele o dia inteiro.

Meu coração acelerou imediatamente. Fui até o banheiro dos funcionários, tranquei a porta e abri a caixa. Dentro havia um plug anal de silicone preto, de tamanho médio, com uma base brilhante em formato de joia rosa que reluzia sob a luz. Era bonito, quase elegante. Tirei a calcinha devagar, o coração martelando no peito. Lambuzei o plug generosamente com saliva, sentindo o frio do silicone contra meus dedos. Posicionei a ponta contra meu cu e empurrei devagar.

A pressão foi intensa. Senti meu anel apertado resistir por um segundo, depois ceder, abrindo-se ao redor do brinquedo. Um gemido baixo escapou da minha boca enquanto ele deslizava para dentro, preenchendo-me aos poucos até a base se encaixar perfeitamente entre minhas nádegas. A sensação era estranha — um misto de desconforto e prazer profundo. Meu cu pulsava ao redor do plug, abraçando-o. Voltei para a recepção caminhando com cuidado, cada passo fazendo o objeto pressionar minhas paredes internas de formas diferentes. Minha buceta já estava melada, latejando de excitação.

O dia inteiro virou uma tortura deliciosa e constante. O plug não me deixava esquecer nem por um segundo que meu cu estava ocupado. Quando eu me curvava para pegar um arquivo na gaveta de baixo, ele pressionava mais fundo, roçando em um ponto que me fazia morder o lábio para não gemer. Quando sentava na cadeira para atender pacientes, o plug entrava ainda mais, abrindo-me, fazendo-me sentir cheia e exposta. Por volta das onze horas, eu já estava pingando. A calcinha de renda preta estava completamente encharcada, o tecido grudando na minha buceta inchada.

Marcelo passava pela recepção de tempos em tempos, fingindo checar algo. Seus olhos desciam pelo meu corpo, demorando-se na minha bunda, e ele sorria discretamente, sabendo exatamente o que eu estava sentindo. Em um desses momentos, ele se aproximou e sussurrou:

— Tá sentindo ele bem fundo, né? Aposto que sua buceta tá encharcada.

Eu só consegui assentir, as coxas apertadas uma contra a outra.

Às quatro da tarde, o interfone tocou.

— Bianca, pode vir ao meu consultório, por favor?

Fechei a recepção rapidamente, o coração disparado, e entrei. Assim que a porta se fechou, Marcelo trancou-a com um clique que ecoou como uma promessa. Sem dizer uma palavra, ele me pegou pela cintura com firmeza e me sentou na maca, abrindo minhas pernas com as mãos fortes.

— Levanta a saia — ordenou, a voz rouca de desejo.

Obedeci imediatamente. Ele puxou minha calcinha encharcada para o lado, revelando o plug brilhante encaixado no meu cu. Seus olhos brilharam de satisfação.

— Que putinha obediente… — murmurou.

Abaixou a cabeça e atacou minha buceta com fome. Sua língua quente e habilidosa lambeu meu clitóris inchado em círculos lentos no começo, depois mais rápido, sugando-o entre os lábios. Gemi alto, as mãos agarrando a borda da maca. Enquanto me chupava com devoção, ele segurava a base do plug e começava a movimentá-lo: tirava devagar, quase todo, deixando meu cu piscar vazio por um instante, depois empurrava de volta, fodendo meu cu com o brinquedo ao mesmo tempo que sua boca devorava minha buceta.

A sensação era avassaladora. O plug entrando e saindo, abrindo-me ritmadamente, combinado com a língua dele no meu ponto mais sensível. Meu mel escorria sem parar, pingando na maca.

— Porra, doutor… assim eu vou gozar rápido demais… — gemi, rebolando contra o rosto dele.

Ele não parou. Tirava o plug completamente, olhava meu cu aberto e contraído, depois enfiava de novo, mais fundo, girando levemente. Repetiu isso várias vezes, aumentando o ritmo, até que eu explodi. Gozei com força, o corpo tremendo violentamente, as pernas tentando se fechar ao redor da cabeça dele, um orgasmo longo e intenso que me deixou ofegante e mole.

Marcelo se levantou, abriu a calça e tirou o pau duro, latejante, a cabeça vermelha brilhando de pré-gozo.

— Chupa. Deixa ele bem babado pra foder esse cu.

Ajoelhei no chão do consultório, ainda tremendo do orgasmo, e engoli seu pau com vontade. Chupei com fome, a boca quente e molhada deslizando pelo comprimento, lambendo as veias grossas, sugando a cabeça inchada. Saliva escorria pelos cantos da minha boca, pingando no chão. Ele segurava meus cachos com uma mão, fodendo minha garganta devagar, gemendo baixo.

— Isso, vadia… baba tudo. Engole fundo.

Eu obedecia, forçando o pau até o fundo da garganta, engasgando levemente, os olhos lacrimejando de prazer. Quando o pau dele estava brilhando de saliva e completamente encharcado, ele me virou de quatro sobre a maca, a bunda empinada bem alta.

Tirou o plug definitivamente, jogou na pia e pegou o lubrificante. Passou generosamente no pau grosso e no meu cu já aberto. Pressionou a cabeça contra minha entrada e empurrou.

Dessa vez não doeu quase nada. Meu cu estava bem relaxado e preparado pelo plug o dia inteiro. Ele entrou fácil, deslizando fundo, preenchendo-me completamente. Gemi alto, um gemido longo e rouco quando ele começou a meter com força, as mãos apertando minha cintura, os quadris batendo contra minha bunda com estalos molhados.

— Que cu gostoso, caralho… — grunhiu, metendo fundo e ritmado. — Todo dia vou deixar ele assim, prontinho pra mim. Aberto, molhado, viciado no meu pau.

Os tapas começaram. Primeiro leves, depois mais fortes, estalando na minha bunda, deixando a pele vermelha e quente. Cada tapa me fazia apertar o pau dele dentro de mim. Eu empinava mais, pedindo em silêncio por mais. Ele metia cada vez mais fundo, saindo quase todo e enfiando com força, o som obsceno ecoando no consultório.

Foi nesse momento que a porta se abriu.

Carlos entrou e parou, os olhos arregalados fixos na cena: Marcelo com o pau enterrado até o fundo no meu cu, eu gemendo como uma puta no cio, a bunda vermelha dos tapas. Em vez de sair, ele fechou a porta atrás de si, abriu o cinto e tirou o pau já duro e grosso.

— Porra… que visão deliciosa — disse, aproximando-se. Começou a se masturbar devagar, os olhos vidrados em mim.

Marcelo não parou. Pelo contrário, sorriu e meteu mais forte, fazendo meus gemidos ficarem mais altos.

— Quer participar? — perguntou, sem diminuir o ritmo.

Carlos não pensou duas vezes. Se aproximou da minha frente, segurou meus cachos com firmeza e enfiou o pau na minha boca. Agora eu estava completamente cheia: o pau de Marcelo fodendo meu cu com força, o de Carlos deslizando na minha garganta. Os dois me usando ao mesmo tempo, gemendo, me tratando como a vadia que eu me sentia.

Marcelo acelerou, os golpes ficando mais fundos, mais rápidos, mais brutais. Suas bolas batiam contra minha buceta encharcada. Ele segurou minha cintura com força, cravando os dedos, e gozou com um gemido rouco, jatos quentes e grossos enchendo meu cu. Senti cada pulsação, o calor se espalhando dentro de mim. Quando ele saiu devagar, o sêmen escorreu pela minha coxa.

Ofegante, ele deu um último tapa forte na minha bunda vermelha.

Carlos, ainda com o pau latejando na minha boca, sorriu com malícia:

— Agora é minha vez, Bianca.

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