Há 3 anos já desconfiava que meu pai poderia ser um dos homens mais hipócritas do mundo exigindo tudo o que exigia de minha mãe e minhas irmãs podendo estar escondendo uma amante totalmente diferente do que exigia delas.
Como minha mãe esteve sempre a seu lado e sabia que era inteligente e advogada, imaginei que se ele tivesse amante ela já teria descoberto e agido, então não fui atrás de descobrir antes.
No entanto a situação tinha mudado completamente e se não importava mais se ele tinha ou não uma amante, seria muito vantajoso ter essa informação para o confrontar na hora que uma grande discussão entre eles acontecesse. Decidi então que iria investigar e se descobrisse algo, guardar a informação até tê-la que usar.
Nem bem mamãe saiu e minhas irmãs apareceram juntas em meu quarto com suas roupas sem graça, mas que logo não usariam mais. Estavam curiosas.
– A mamãe deu cada grito e nem se importou conosco. O que você fez com ela, perguntou Sara sorrindo e curiosa.
– O mesmo que faço com vocês. Só que também a depilei e depois a fiz gozar duas vezes em minha língua e uma em meu colo mamando aqueles seios perfeitos, como o seu Sara.
– Ela nem parece nossa mãe. Mudou demais tão rápido, mas quem não mudaria com o pau gostoso que você tem. Eu por exemplo deixei de ser mandona e virei submissa por ele, falou Leah sorrindo.
– Bom que ela esteja se sentindo feliz e livre. Qualquer coisa exagerada que nosso pai faça com ela ou com vocês, pedirá o divórcio.
– Até lá ele será merecidamente um corno do próprio filho. Sei que filhas não transformam o pai em corno, mas como ele se acha dono de nós duas, também é corno mais duas vezes. Corno triplo, Leah falou feliz. Meu sonho seria ele ser corno manso e todos aqui em casa mandarem nele, como ele fez conosco todos esses anos.
Entendia sua raiva e não falamos nada achando absurdo seu sonho, mas acho que eu e Sara gostaríamos do mesmo.
Conversamos mais sobre as mudanças impressionantes de mamãe e já combinamos que a noite iria comer as duas juntas no quarto delas. Meu pai jamais subia no segundo andar, mas se decidisse aquela noite, mamãe o impediria e se não impedisse daria um jeito de nos avisar há tempo.
– Vou para lá as 9 e já podem ficar nuas e brincando juntas para se esquentarem e para me esquentarem quando entrar, assim vão matar a vontade da bucetinha da irmã sem pelinhos. Ou já fizeram isso escondidas, perguntei.
– Não fizemos. Queríamos esperar estar com você, falou Sara e sabia que ela jamais mentiria para mim.
– Então vão experimentando por 5 ou 10 minutos antes que eu chegue, porque quando chegar e assistir vou querer umas das duas bucetinhas e gozar bem rápido.
Terminamos a conversa, fiquei por um tempo no quarto e quando desci para ajudar mamãe a fazer o jantar, minhas irmãs já estavam a ajudando a deixando toda sorridente.
Nem aos sábados meu pai deixava de exigir que ela fizesse almoço e jantar o que acontecia somente aos domingos. Por mim, acabaria com essa sua mordomia logo, mas era melhor uma batalha por vez como minha sábia mamãe disse.
Claro que meu pai sabia que algo estava acontecendo por nos ver ajudar mamãe, mas o que ele poderia fazer quando os filhos “prestativos” ajudavam a mãe a fazer o seu jantar de “chefe de família”?
Depois do jantar na hora marcada meu pai ainda estava na sala de TV, quando fui para o quarto de minhas irmãs onde as encontrei sobre a cama de Leah em um 69, como as peguei naquela tarde em que se descuidaram, mas o contexto era todo outro porque ao pararem por um tempinho, sorriram para mim e voltaram para a bucetinha suculenta e lisinha da irmã.
Assisti por um bom tempo o espetáculo daquelas cores preta e branca e daquelas curvas lindas e generosas se enroscando e apesar de estarem gemendo muito, eram gemidos abafados lambendo a irmã. Aproveitando que continuariam em silencio, subi atrás de Sara que estava por cima admirando aquele bumbum redondo, cheio e empinado com sua cinturinha fina, pernas torneadas, costas lindas e aquela bucetinha fechadinha pelada com seu cuzinho acima e não me aguentei ficar admirando por mais tempo e comecei a penetra-la.
– Aaaaauuuuhhhhmmmm, ela gemeu com a boca enterrada na buceta de Leah.
Para não abusar nos ruídos, não dei tapas naquele bumbum gostoso e como as duas já estavam aquecidas logo Sara gozou e me levou com ela em um orgasmo delicioso. Era muito tesão para só um gozo e após Leah gozar na boquinha de Sara, com meu pau ainda duro dentro dela, tirei e as fiz mudar de posição.
Logo Leah atacou a bucetinha de Sara sabendo que estava cheia de esperma e por trás dela a penetrei agradecendo aos céus por ter duas irmãs tão safadinhas, gostosas e diferentes entre si.
Por estar sorvendo meu esperma naquela bucetinha preta que adorava e ter meu pau a estocando poderosamente, Leah gozou muito rápido e sentindo sua língua e a vendo gozar, Sara gozou com ela, mas eu demorei um pouco mais me aproveitando daquela visão divina e me dando a ideia de tirar a virgindade daquele cuzinho na manhã seguinte, um domingo, enquanto meu pai e minha mãe iam a igreja.
Quando gozei, Leah foi cedendo o corpo e se deitou sobre a barriga de Sara e fui junto me deitando sobre as duas, mas segurando nos braços meu peso.
– Não tem nada melhor no mundo do que estar com os dois irmãos que amo, trocando carinhos, tendo prazeres e como nossos corpos assim grudadinhos, falou Leah.
– Para mim também não tem, falou Sara empolgada e sorridente lá embaixo de nós dois.
– Eu também sinto o mesmo, mas para mim falta a mamãe, falei.
– Então traz ela para fazer isso conosco e teremos os 4 corpos juntinhos, falou a cada vez mais safadinha Leah. Quero experimentar a bucetinha dela para ver se é igual da Sara que amo tanto.
– É igual, mas é diferente. Não sei explicar, mas as duas são deliciosas iguais. Não vou força-la, mas vou tentar a fazer querer por vontade própria. Como ela estará em casa a tarde de agora em diante, fica bem mais fácil.
– Faça isso Lucas. Vou adorar fazer amor com a mamãe, Sara disse.
– E vou adorar assistir duas pretinhas maravilhosas se pegando.
– Ahhh, não demore a fazer isso Lucas. A mamãe está muito safadinha e te obedece no que você mandar. Como a Sara disse, uma submissa adora ser mandada fazer alguma coisa, mesmo se não gosta, pois o prazer de agradar o dominador é bem mais forte.
– Você está entendida, hem Leah, a provoquei.
– Sim, porque comigo agora acontece exatamente isso. Tenho prazer gozando com seu pau delicioso, mas também tenho muito prazer de fazer o que você manda. Estou cada vez mais entregue e se eu, que não era estou assim, a mamãe que já é submissa por natureza vai te obedecer na hora e tenho a certeza que vai gostar de fazer amor conosco.
– Certo, ela disse que deve ficar menstruada amanhã, ou segunda. Quando acabar, vamos fazer isso.
As duas me olharam sorridentes e felizes e aproveitei para as avisar que faríamos amor na manhã seguinte, sem dizer que seus bumbuns magníficos perderiam a virgindade.
– Amanhã quando o pai e a mamãe saírem para a igreja vocês vem aqui pois tenho uma surpresa para as duas. Só deem um jeito no cabelo e rosto para combinarem com a surpresa. O pai sempre demora umas duas horas ou pouco mais, pois fica conversando um tempão com amigos antes de retornar e vamos aproveitar.
As duas me olharam sorrindo certamente querendo saber qual seria a novidade, mas logo a fiz saber que não contaria.
– Nem adianta que é surpresa. Agora vamos dormir porque quero estar bem recuperado para o que vamos fazer. Boa noite meus amores, falei e indo até cada uma para um beijinho.
Em meu quarto já separei as lingeries de renda delas duas só mantendo guardada a de mamãe. Seria maravilhoso as ver naquelas lingeries sensuais como jamais vestiram e na luz do dia, pois a janela de meu quarto estaria aberta aproveitando que não tinha vizinhos daquele lado.
Na manhã seguinte, muito cedo ainda o sol nem tinha nascido quando sinto um corpo nu montar em mim e sentindo o peso achei que fosse a safadinha Sara, mas tive a maior surpresa do mundo.
– Estou muito necessitada e preciso de seu pau filho. Você não quer que a mamãe saia com seu pai cheia de seu esperma, perguntou enquanto já se levantava, puxava meu pau duro pela ereção matinal para cima e se encaixava nele.
– Mãeeeeeee.
– Não tem mais jeito filho. Eu sou mesmo sua putinha, pois até sonho com seu pau. Ahhhhhhuuuuuuuuuuuuuuuuuuu, gemeu baixinho enquanto ia se afundando nele arregaçando suas paredes tão fechadinhas.
Estava tão gostoso que me calei e deixei mamãe fazer o serviço pois ela estava muito putinha e começou primeiro a quicar em meu pau, para depois ir para trás e para frente escorregando em minhas coxas.
Na penumbra via só sua silhueta preta como se fosse um violão com suas curvas acentuadas e muito mais rápido do que eu gostaria ela gozou poderosamente e fui junto a inundando com a imensidão de meu esperma matinal.
– Ohhhuuuuuu. Isso filho, enche bem a mamãe. Você não vai estar lá, mas eu vou me lembrar o tempo todo que sou sua.
Pensar no que ela falou que estaria na frente de tanta gente, muitos amigos de meu pai, com meu esperma só deixou mais longo e mais forte meu gozo e eu nem tinha tocado naquele corpinho tão delicioso.
E nem consegui quando acabou, pois logo se desencaixou e pegando a calcinha do lado na cama a vestiu.
– Preciso ir antes de seu pai acordar, falou vestindo o resto do pijama que estava no chão. Vou sair com ele com essa calcinha. Muito obrigado meu amor. Agora estou aliviada.
– Obrigado mãe? Foi uma maravilhosa surpresa e tão safada. Estou adorando você assim.
– É você que está me tornando nisso e espero que não pare de me transformar. Estou adorando.
Na hora pensei no que Leah falou de fazer mamãe fazer amor com as filhas e não demoraria a acontecer, tinha a certeza.
– Vou te mandar fazer muitas coisas gostosas mãe. Recuperar seu tempo perdido.
– Faça isso amor, mas acho que terá que esperar alguns dias porque estou sentindo que vou menstruar. Preciso ir. Te amo.
– Te amo mãe.
Eu estava em êxtase com mamãe atrevida daquele jeito, afinal era para a igreja que ia com meu pai. Claro, mamãe não seria a primeira mulher que iria para uma igreja após ter feito sexo, mas no caso dela, não estaria com o esperma do marido. Ela veio tão cedo e aquele torpor pós gozo foi tão gostoso que voltei a dormir e talvez umas 2 horas depois acordei com Sara me chamando.
– Acorda Lucas. Eles já se foram. Temos umas 2 horas.
Ao abrir os olhos vi minhas irmãs sorridentes e com carinhas safadas, com os cabelos bem arrumados e uma leve maquiagem. Ainda vestiam o pijama sem graça, mas que nelas, até eles ficavam bonitos.
Dei um pulo da cama me lembrando o que eu tinha planejado. Mesmo tendo comido mamãe naquela manhã, quase madrugada, ele estava duro novamente e deu para perceber que estava esbranquiçado. Foi Leah que reparou primeiro.
– Você sonhou e gozou, perguntou sorrindo.
– Foi a mamãe que veio aqui bem cedo, me montou e me fez gozar dizendo que estava tarada e queria meu esperma quando estivesse ao lado de nosso pai.
Minhas irmãs olharam uma para a outra extremamente chocadas.
– A mamãe está mais safada que nós. Não acredito que ele fez isso justo hoje, falou Sara.
– Pelo jeito nosso pai está com os dias contados. A mamãe não vai ficar aguentando dormir com ele, Leah completou. Queria que ele não estivesse mais aqui, mas adoro que ele seja corno da mamãe. Tenho a certeza que ele a trai.
– Vamos deixar de falar. Tenho algo especial para vocês e precisamos aproveitar esse tempo.
Fui até minha mochila e de lá tirei 2 dos 3 pacotes, um branco e outro preto. Voltei para minhas irmãs que olhavam sem piscar para aqueles pacotes esperando o que eu faria. Entreguei o branco com a lingerie branca para Sara e o preto para Leah.
– Quero que vistam isso e descubram como vocês são poderosas como mulheres e nosso pai não permite que descubram as oprimindo. Tenho a certeza que qualquer homem as vendo com essas peças se ajoelhariam a seus pés, mas como felizmente vocês são minhas vou finalizar essa posse comendo esses dois bumbuns maravilhosos hoje.
As duas nem conseguiram falar se olhando excitadas ou olhando para o pacote em suas mãos esperando o que fazer.
– Vou sair do quarto e dar 10 minutos para se trocarem. Fiquem em pé quando eu entrar pois sei que a visão será deslumbrante.
Saí pela porta com o coração acelerado. Eu conhecia cada milímetro daqueles corpos tão diferentes, mas tão deliciosamente iguais. Nus eram obras de artistas dignos de serem replicados e colocados em museus. No entanto, mulher adora vestir algo e se sentir maravilhosa e desejada e infelizmente minhas irmãs nunca puderam usar lingeries sensuais e nem roupas que delineassem suas formas, mas tudo estava prestes a mudar com a ajuda de mamãe e aquele era o primeiro passo para levar suas autoestimas onde deveriam estar, lá no ponto mais alto.
Quando entrei estavam de frente para a porta me esperando e já pareciam terrivelmente excitadas cientes de seu apelo erótico. Claro que uma já tinha visto a outra antes e safadinhas como eram desejaram a irmã naquelas lingeries que pareciam ter sido feitas no corpo delas.
O sorriso safadinho de cada uma as deixavam mais lindas, mas era nítido que sabiam que estavam tremendamente gostosas com as lingeries se destacando por serem da cor inversa de suas peles. Meus olhos corriam de uma para a outra como acompanhando uma bolinha em um jogo de tênis. Era impossível estabelecer a mais linda, mais gostosa ou mais sensual.
Os modelos eram idênticos a não ser na cor. Seus sutiãs de rendas bonitos no modelo meia taça valorizava aqueles montes perfeitos e firmes. A calcinha alta deixava mais elegante e sensual seus corpos valorizando a cintura. As meias altas e transparentes com acabamento em renda deixavam suas pernas torneadas ainda mais apetitosas e as cintas-ligas mais sensuais.
Enfim, com os cabelos arrumados e uma maquiagem, minhas irmãs com um vestido por cima, seriam as mulheres mais bonitas em qualquer lugar que fossem e essa já foi uma ideia que gravei em minha mente para quando pudéssemos sair juntos em um encontro triplo.
– Meu deus, eu morri e estou no céu. Meus olhos até doem de tanta beleza e pôr como estão gostosas. Um dia vamos sair com vocês assim por baixo de um vestido da mesma cor e uma sandália alta também igual. Quero que todos vejam que minhas irmãs ficaram escondidas, mas são as mulheres mais lindas e sensuais do mundo. O que você achou Leah?
– Nossa, estou amando. Nunca me senti tão linda e maravilhosa e nunca achei a Sara tão linda e maravilhosa também. É disso que nosso pai nos priva nos fazendo vestir roupas de velhas. Desta vez, acho que o perdoo, porque não queria estar me mostrando assim para nenhum outro homem do mundo. Estou no céu, por causa desses seus olhos me cobiçando assim.
– Você é um monumento Leah. Como a Sara e não merecem a opressão de nosso pai. Mesmo sendo minhas, nunca vou proibir que usem roupas que a façam se sentir lindas e bem. E você Sara, gostou?
– Amei. Por mim não tiraria nunca mais. O contraste do branco da renda na minha pele ficou lindo como o preto na pele branca da Leah. Você tem ótimo gosto.
– Que nada, em vocês qualquer coisa ficaria bom. Fiquem de costas para mim, pois já, já vou estrear esses bumbuns.
Me olhando excitadas as duas se viraram, mas claro que me olhavam por cima dos ombros vendo minha reação.
– As calcinhas são grandes e nem entram, mas acho que nunca fiquei tão tarado por eles. O problema é que assim como estão, as duas ao mesmo tempo são muita areia para o meu caminhãozinho.
– Você sempre dá conta irmãozinho e nem poderemos fazer muita coisa porque não temos tempo. Você vai ter que ir direto a seus objetivos, falou Leah.
– Eu vou, mas como não teremos preliminar, vocês vão fazer um 69 e enquanto fodo o cuzinho de uma, vocês se lambem, mas aquela que só está lambendo espera para gozar depois de nós. A Leah, por cima porque quem primeiro perdeu a virgindade foi a Sara, então Sara, você por baixo.
Logo as duas estavam em minha cama em um 69 só afastando as calcinhas com aqueles jogos de cores as deixando mais maravilhosas do que eram. Um corpo preto ébano lindo de branco e um corpo branco clarinho de preto. Se tirasse fotos ganharia muito dinheiro as vendendo, mas eram só meus.
Eu já estava nu e só peguei o gel na gaveta ao lado da cama e subi ajoelhado atrás de Leah vendo sua calcinha afastada e os olhos de Sara me olhando enquanto sua língua brincava na bucetinha de sua irmã que ela tanto gostava.
Seu cuzinho rosa também estava aparente e eu o enchi de gel, enfiando um dedo bem devagar. Leah gemia tarada, mas abafada pela bucetinha de Sara que ela chupava com sofreguidão.
Quando enfiei o segundo dedo cheio de gel, ela deu um tempinho em suas lambidas gulosas.
– Quando você começar a penetrar, não pare por nada. Por nada, nem se eu pedir. A Sara é prova que estou te pedindo isso. Você me deu essa lingerie e nunca me senti linda e gostosa como agora e quero retribuir sendo totalmente sua.
– Está bem minha putinha. Você sabe que sempre cobicei essa bunda maravilhosa e arrebitada. O problema é que talvez eu goze muito rápido.
– Se gozar muito rápido, depois goza de novo. Sei que na hora que você estiver atrás do bumbum pretinho lindo da Sara, vai ficar duro na hora.
Leah nem me deixou falar e já lambia aquela delicinha de nossa linda irmã preta como ébano, igual mamãe.
Brinquei com meus dedos preparando aquele buraquinho tão apertado e quando percebi que não dava para alargar mais com os dedos, os tirei e levei minha glande dando uma leve forçada até que entrou 1 centímetro sentindo seus músculos muito poderosos como em seu canal vaginal.
Encaixado sem poder escapar, levei a mão a sua cintura por cima da calcinha preta e cinta liga e comecei a realizar meu sonho de comer aquela bunda monumental, de perfil mais bonita do que qualquer uma que eu já tinha visto. As de Sara e mamãe também eram arrebitadas, mas nelas o detalhe era a curvatura das ancas como um pêssego. Com certeza eu nunca acharia uma mais gostosa do que a outra.
– Fode meu cuzinho, fode irmãozinho. Ahhhhuuu. De hoje em diante não vai ter um lugar de sua irmã mais velha que você não poderá despejar seu esperma quente e gostoso.
Lá de baixo, sem que eu pudesse mais ver seus olhos com meu pau entre os meus e os dela, Sara apreciava meu pau grande e grosso arrombando a estrelinha de sua irmã sabendo que logo seria o dela e não muitos dias depois o de nossa mãe.
– Ohhhhh deus. Dóiiiii. Dói muito, mas estou gostando..... tantooooo.
Era a primeira vez que eu penetrava um ânus e não conseguia tirar os olhos de meu pau arrombando aquele buraquinho tão pequeno que ia se esticando e se moldando a ele.
– Ahhhuuuu. Essa bunda é de outro mundo. Você é toda gostosa irmãzinha.
– Ela é sua, irmãozinho. Sua. Para sempre. Nunca pare de a foder, porque estou adorando a sensação de te pertencer também assim.
Meu pau já estava pela metade e mesmo com seu anelzinho tentando resistir, nada pararia o monstro que avançava tomando posse da última virgindade de minha irmã.
– Bate na minha bunda Lucas. Com esse pau me arrombando e a linguinha da Sara na minha bucetinha vou ter um de meus maiores orgasmos.
Assim que fez esse pedido, Leah se afastou com força se enterrando em meu pau enquanto minha mão viajava no espaço e acertou o tapa que ela pediu.
Plaft.
Mais um e mais um.
Plaft. Plaft.
Enquanto Leah gritava da dor que sentiu se enterrando daquela forma, eu já tinha puxado meu pau e o enterrado novamente. Depois outra e mais outra e não parei mais.
Eu só conseguia me segurar, porque queria dar bastante porra também para Sara, então só gozaria uma vez.
Dois minutos arrombando aquele cuzinho não mais virgem, além dos tapas incessantes e Leah não aguentou mais.
– Lambe mais forte meu clitóris Sara. Fode mais forte meu cuzinho irmãozinho. Ahhhhhhhhhhhhhhhhh. Estou gozando, falou com seu corpo tremendo todo, tendo como ela previu um de seus mais poderosos orgasmos até aquele dia.
Meu esperma explodiu como uma erupção de um vulcão e era tanto e tão quente, que Leah sentiu e começou a tremer ainda mais.
– Estou gozando irmãzinha. Que delicia de cuzinhoooooo. Vou querer sempreee.
– Hammmm, ham, gemeu concordando enquanto gozava sem parar.
Foi quando me lembrei de Sara e não sabia se Leah conseguiria a lamber, então usei sua submissão.
– Goza também Sara.
Tirando a boca da buceta da irmã, deu um grito anunciando seu orgasmo que ela devia estar fazendo um esforço enorme para segurar.
– Estou gozaaaaandoooo.
Era maravilhoso estarmos os três gozando ao mesmo tempo e tão forte. A imagem do corpo delicioso de Leah com aquela lingerie preta deixava tudo mais perfeito e devagar cada um de nossos gozos foi se apagando, primeiro o meu, depois o de Leah e por fim o de Sara que foi o último a começar.
Nem bem terminei, deixei o bumbum de Leah e fui para o banheiro lavar meu pau, pois logo estaria no bumbum pretinho de Sara. Quando voltei, fiquei olhando as duas deitadas abraçadas com a bunda arrebitada de Leah para cima com a calcinha mal cobrindo seu rego em uma visão impressionante de erotismo que já começou a reacender meu tesão.
Assim que Leah, se refez a mandei ao banheiro se lavar porque Sara iria a lamber seu clitóris e era melhor estar bem higienizado. Quando voltou deixei as duas deitadas lado a lado se abraçando e se enroscando com aquelas misturas de cores que me atraiam tanto.
– É gostoso dar o bumbum, Sara perguntou a Leah.
– É uma delícia Sara. Dói bastante porque ele é muito grosso e grande, mas a sensação de pertencimento aumenta muito dando o cuzinho. Não tem mais nada meu, que não pertença a nosso irmão e ele pode usar qualquer coisa agora, quando quiser, falou feliz da vida.
– Ah Lucas, come meu cuzinho também. Sei que você quer porque já está duro, falou apontando o dedo para meu pau.
– Como não estaria pensando que vou estrear seu bumbum tão redondo e cheio, com uma cintura tão fina para segurar. Gostaria de ir com mais calma com vocês duas, mas não temos tempo. Se coloquem na posição.
Enquanto se colocam no 69, desta vez com Sara por cima, ela ia falando quase o mesmo que Leah falou.
– Outro dia você faz com mais calma. Hoje é o dia de estrear o cuzinho de suas putinhas. Como a Leah, não pare por nada, ainda mais agora que ela já conseguiu. Não vou ficar só eu sem fazer isso, falou safada enquanto Leah ria lá embaixo entre suas pernas.
Leah afastou a calcinha e começou a lamber aquela bucetinha preta toda melada de seu gozo. Com o cuzinho levemente mais claro que sua pele ébano, fiz com ele todo o preparo que fiz com Leah e só com meus dois dedos lá enterrados e a língua de Leah, Sara já gozou.
– Ahhhhhhhhh, estou gozaaaaaaaando. Adoro meus irmãos me usandooooo.
Aproveitando seu orgasmo e relaxamento, tirei meus dedos e coloquei a glande já a encaixando inteiro.
– Ohhhhh. É tão grossssooooooo. Dói, mas é booooom.
Fui enterrando meu pau rosa naquele anelzinho preto, mas de bordinha rosa aproveitando o anestesiamento causado pelo seu orgasmo. Faltavam poucos centímetros quando seus tremores e seu gozo terminaram.
– Ohhhh deus. Você vai me explodir Lucasssssss.
– Não. Você é uma putinha submissa e vai aguentar tudo e depois vai adorar e sempre querer mais, falei segurando mais firme em sua cinturinha terminado de enterrar meu pau, com aquele anelzinho muito esticado, parecendo que iria romper.
– Ahhhhh. Foi tudoooooo. Goza no meu cuzinho Lucas. Me faz gozar com você.
Com os dedos das mãos se sobrepondo por sua cintura ser tão fina, a segurei quase doloridamente e comecei a estocar começando devagar e indo aumentando.
– Ohhhhuuuuuu. Sou mesmo a putinha de meu irmão, pois estou adorando dar o cuzinho para ele.
Do mesmo jeito que em Leah, comecei a desferir tapas naquele bumbum perfeito, mas nesse caso ela não precisou pedir.
– Sim Sara, você é minha putinha. Ohhhhhh. E vou te dar prazeres que você nunca teria.
– Você já me dá irmãozinho e ainda por cima tem esse pauzão que me arromba e eu adorooooooooo.
Ficamos um pouco em silencio enquanto aproveitávamos o momento com meu pau a penetrando com cada vez mais força com o estalo do encontro de nossos corpos se misturando com os estalos dos tapas que não marcavam sua pele escura. Lá embaixo Leah lambia seu clitóris enquanto Sara lambia o de Leah quando não estava gemendo ou gritando.
– Eu vou gozar irmãozinho. Não aguento vocês dois fazendo isso comigo. Vai ser tão forteee. Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaauuuuuuuuuuuuuuuuuuuuiiiiiiiiiiihhhhhhh.
Olhando para aquele contrate de meu pau entrando e saindo em seu bumbum perfeito eu já segurava meu gozo e o liberei.
– Estou gozaaaaaaaando. Goza para mim irmãzinha. Você também Leah, goza para nós.
Gozávamos novamente os três juntos e nada melhor no mundo do que dar e receber prazer de quem amamos tanto e quem nos ama. Brotou esperma lá de minha alma, pois dei a Sara quase o mesmo tanto que tinha dado a Leah, fazendo que seu gozo também ficasse mais forte.
Quando terminamos precisávamos parar pois já não tínhamos mais tempo de segurança antes de meu pai e mamãe voltarem da igreja. Mesmo assim deitamos os três apertados quase caindo de minha cama para um breve descanso.
– Hoje é dia de almoçar fora com nosso pai, então não tirem essas lingeries, a não ser a meia. Coloquem uma roupa que não a deixem aparecer, principalmente você Leah, já que preto chama muita atenção.
– Mesmo com a roupa feia por cima, vou me excitar por você saber como estou por baixo no restaurante. Não só a lingerie, porque meu cuzinho está bem dolorido, falou sorrindo.
– Vou me sentir igual a você Leah e temos que lembrar que a mamãe também estará marcada pelo Lucas. Vai ser um almoço inesquecível.
Sara, apesar da timidez, era sem dúvida a mais safadinha de nós. Se a vingança alimentava a safadeza de Leah, era a luxuria que alimentava a de Sara. A luxuria e sua submissão.
– Vai ser sim. Antes do almoço já fiz amor com minhas três lindas mulheres. Sou o homem mais sortudo do mundo, falei feliz enquanto elas sorriam.
Lembrei algo que Leah falou.
– Essa semana a mamãe já vai começar a comprar roupas mais de acordo com a idade de vocês. Sei que nosso pai não vai aceitar de qualquer jeito, mas para não o enfurecer muito, não comprem nada que mostre muito. Vão com calma até ele acostumar.
– Eu nem quero roupas que mostrem muito Lucas. Quem eu quero que veja meu corpo, já vê tudo, mas mesmo se formos com calma, o papai vai ficar uma fera. Você vai ver, falou Leah.
– Vamos esperar a mamãe falar com ele, pois combinei que ela vai falar quando estivermos juntos, pois assim posso defender vocês e até apoiar.
– Está bem irmãozinho. Se pudermos comprar, quero que você dê opiniões, pois eu também só quero ficar bonita e gostosa para você, falou Leah.
– Vou tentar ir com vocês quando forem comprar. Agora vão para seu quarto cobrir essa lingerie ou vou comer vocês de novo, ameacei brincando.
– Eu ficaria o dia todo fazendo amor com você, te dividindo com a Sara e também com a mamãe. Tão excitante saber que faz amor também com ela.
– Culpa de vocês que me fizeram dar em cima dela, as provoquei.
– Culpa da Sara. Foi ela quem disse que a mamãe é submissa e você deveria tentar com ela, Leah brincou já se levantando.
– Eu assumo e adoro saber que estou dando essa alegria a ela. Agora só falta ela se juntar a nós algumas vezes.
– Ai meu deus. Preciso me cuidar para satisfazer vocês três.
Rindo elas se foram e quando nos encontramos com meu pai e mamãe para o almoço, suas roupas sérias e sem graça cobriam o monumento erótico que eram seus corpos com aquelas lingeries sensuais.
Foi impossível não pensar em como cada uma delas estava e como mamãe parecia tão séria na frente de meu pai, sabendo muito bem como ela era comigo, como ela foi naquela manhã.
Naquela tarde e noite só trocamos carinhos e não fizemos mais nada pois meu pai estranhamente estava ativo sem ficar parado na sala de TV ou em seu quarto. Era melhor esperar a tarde de segunda-feira, quando teríamos a casa só para nós. Naquela segunda-feira mamãe começaria a trabalhar de casa no período da tarde e muitas novidades poderiam acontecer.