O irmão da melhor amiga

Um conto erótico de Ninfeta
Categoria: Heterossexual
Contém 809 palavras
Data: 29/05/2026 09:14:43

Eu estava no último ano do ensino médio, mas minha mente já estava em lugares muito mais adultos. Fui passar o fim de semana na casa da minha melhor amiga para terminar um trabalho escolar, mas a verdade é que, desde que cheguei, meu radar de putaria já estava ligado. O irmão dela, dois anos mais novo que eu, era um pecado. Alto, gato, com aquele vigor de quem tem a testosterona fervendo. Eu, com meus 1,54m, me sentia minúscula perto dele, e isso só me dava mais vontade de ser dominada.

Na sexta à noite, o clima estava perfeito. Estava frio lá fora, e nós três nos amontoamos no sofá da sala para ver um filme. Pipoca, doces e uma coberta enorme que nos envolvia. Eu estava no meio, entre minha amiga e ele. Eu usava um pijama fininho, sem sutiã, e sentia meus mamilos endurecendo a cada cena mais quente do filme.

De repente, senti. Algo duro e quente cutucando minha coxa por baixo da coberta. Meu coração disparou. Eu conhecia aquele volume; era a pica dele, armada e pulsando contra mim. Então, senti a mão dele. Começou como um carinho inocente na minha barriga, movimentos circulares que me faziam arquear as costas discretamente. Minha bucetinha começou a "piscar o pisca-alerta", jorrando lubrificação instantaneamente.

Quando o filme chegou em uma cena explícita, ele não aguentou mais. A mão dele subiu com firmeza e apertou meu seio, esmagando o mamilo contra a palma da mão. O choque elétrico do prazer percorreu meu corpo. Sem pensar duas vezes, deslizei minha mão para dentro do short dele.

Que coisa imensa! Eu comecei a punhetá-lo devagar, sentindo a cabeça da pica latejar na minha palma, enquanto ele, com a outra mão, encontrou a entrada da minha xana molhada e começou a brincar com meu clitóris. A gente não conseguia mais prestar atenção no filme; a única coisa que importava era o atrito proibido sob a coberta, enquanto minha amiga estava ali do lado, completamente alheia ao crime sexual que acontecia a centímetros dela.

Ele gozou na minha mão, contorcendo-se em silêncio, sussurrando gemidos roucos no meu ouvido que me deixaram em chamas. Ele se levantou, me deu um olhar predatório e sussurrou:

— Vou tomar banho. Vou deixar a porta do quarto destrancada... me espera.

Olhei para o lado e vi que minha amiga tinha caído no sono, abraçada à coberta. Filha da puta... pensei, rindo internamente. Melhor para mim.

Fui ao banheiro, limpei a mão rapidamente e caminhei até o quarto dele como se estivesse indo para o abate — ou melhor, para o banquete. Abri a porta e lá estava ele: pelado, deitado, com o pau mirado para o céu, duro novamente, como se o orgasmo anterior tivesse sido apenas um aquecimento.

Tranquei a porta com um estalo seco. Não quis perder tempo com preliminares. Caí de joelhos e envolvi aquela pica com a boca, sugando cada gota de sêmen que ainda restava ali, sentindo o gosto forte do homem. Tirei minha roupa num piscar de olhos e montei nele.

Comecei a cavalgar com vontade, sentindo a rola grossa preencher cada espaço da minha bucetinha apertada. Eu queria ser usada.

— Bate na minha bunda! Bate na minha cara! — eu sussurrava, desesperada por mais agressividade.

Ele obedeceu. Me virou de quatro na cama, agarrando meus quadris largos com força e martelando minha bunda com tapas que ecoavam no quarto. PAFT! PAFT! Eu gemia baixinho, mordendo o travesseiro para não acordar a casa, enquanto ele me socava por trás com uma fúria animal.

Quando ele estava prestes a gozar, ele tirou a pica bruscamente e descarregou jatos longos e quentes bem na entrada do meu cuzinho. Senti o leite quente escorrendo pelas minhas nádegas, mas ele não tinha parado. Antes que eu pudesse recuperar o fôlego, ele pressionou a cabeça da rola no meu rabo e empurrou com tudo.

— AHNNNN! — eu quase gritei quando senti meu cu ser rasgado por aquela pica que teimava em continuar dura.

Ele me fodeu no rabo com uma energia surreal, gozando pela segunda vez dentro de mim, preenchendo meu intestino com seu sêmen. E não parou por aí. Ele continuou me massacrando até que, num último esforço de luxúria, gozou a terceira vez, inundando meu interior. Que saúde absurda aquele garoto tinha!

Sair dali foi um desafio; eu estava trêmula, exausta e completamente preenchida. Tomei um banho rápido, mas deixei o resto da porra escorrer naturalmente, sentindo o rastro do prazer enquanto voltava para a sala.

Minha amiga ainda dormia. Quando ela acordou, perguntei que parte do filme ela tinha perdido. Fomos para o quarto dela dormir, e enquanto eu me deitava, sentia a porra dele escorrendo lentamente do meu cu, me lembrando a cada segundo de que eu tinha acabado de ser devorada pelo irmão da minha melhor amiga.

Que delícia de final de semana.

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