Como fiz minha esposa evangélica virar puta parte 19

Um conto erótico de Ricardo
Categoria: Heterossexual
Contém 2428 palavras
Data: 29/05/2026 09:53:06

Subi os degraus da escada com o pau quase estourando o short. O som dos gemidos abafados da Naty lá embaixo na piscina ainda ecoava na minha cabeça, misturado com a imagem da japa pagando um boquete no Felipe no quarto de hóspedes. O cabaré estava completo, e agora era a minha vez de cobrar o imposto da professora de química.

Empurrei a porta da suíte e entrei direto no banheiro. O vapor d’água estava tão denso que as paredes de porcelanato estavam escorrendo. A Helena continuava na mesma posição, ajoelhada dentro da banheira de hidromassagem, com aquela bunda loira e gigantesca empinada para cima, balançando de leve no meio da espuma. No que ela ouviu o barulho dos meus passos, ela olhou por cima do ombro, com as bochechas vermelhas e os olhos azuis brilhando de ansiedade.

— Fechou a porta, Paulo? — ela perguntou, com a voz num fio, o peito farto subindo e descendo na água morna. — Demorou... eu achei que você ia me deixar aqui esperando.

— A porta tá bem guardada, santinha. E tem gente cuidando muito bem do movimento lá embaixo — respondi, com a voz grossa, já arrancando o short de uma vez e deixando meu pau pular para fora, completamente vermelhos e pulsando de tanta pressão.

A Helena olhou para trás e engoliu em seco quando viu o tamanho do prejuízo. A boca dela abriu de leve e ela deu uma rebolada na água, se ajeitando para receber o castigo.

Eu não perdi tempo com frescura. Montei na borda da banheira, enfiei as duas mãos na água morna e segurei firme nos quadris dela, cravando os meus dedos na carne branca daquela raba de professora. Puxei o corpo dela para trás com ignorância, colando a bunda dela direto na minha coxa.

Sem nenhum aviso, mirei meu pau direto naquela carne quente, encharcada e enfiada na espuma, e afundei de uma vez só, até o osso.

— Ahhhhhhh! Meu Deus, Paulo! — a Helena soltou um grito agudo que ecoou nos azulejos do banheiro, cravando as unhas com força no fundo da banheira para não cair de cara na água. O impacto foi tão seco que a água da hidro transbordou, molhando o chão do banheiro todo. — Entrou tudo... puta que pariu, me rasga!

— Cala a boca, Helena! Esquece que você é professora, esquece o Tomás e foca no seu dono! — rosnei no ouvido dela, segurando o rabo de cavalo loiro dela por trás e puxando a cabeça dela um pouco para trás para ela sentir a pressão.

Comecei a dar estocadas violentas, ritmadas, fazendo a buceta bater com força de um jeito bruto. Plact, plact, plact. O barulho da carne batendo misturado com o da água da hidromassagem tomou conta do banheiro. A loira se entregou por completo àquela loucura, chorando de tesão e de pânico, rebolando contra a minha pica a cada volta, totalmente dependente daquela humilhação gostosa.

Enquanto eu socava com ódio, lembrando do vídeo que ela tinha me mandado do banheiro da faculdade, eu olhei de relance para o espelho grande da suíte, que dava para ver pelo vão da porta entreaberta do banheiro.

Pelo reflexo do espelho do quarto, deu para ver a porta do closet se mexer de leve. O Felipe estava lá. O moleque, com a boca ainda cheia de baba depois do batizado que levou da Akemi, estava com o olho colado na fresta, assistindo a própria tia de quatro na banheira do chefe, levando uma surra doentia de pica e gemendo igual uma cadela.

Ver o sobrinho do Tomás na sombra assistindo a noiva do tio ser desmoralizada daquele jeito foi o combustível que faltava para incendiar o resto do meu juízo. Aumentei o ritmo até o limite, metendo com uma força selvagem, sem dó nenhuma.

— Vai, Paulo... da uma leitada no meu útero! — a Helena gritava abafado, o corpo inteiro dela entrando em uma rigidez absurda, as coxas brancas tremendo na água morna. — Eu sou sua... sou sua putinha!

A bucetinha rosinha dela começou a dar espasmos violentos, prendendo o meu pau lá dentro com uma força surreal de tanto pânico e tesão acumulado. Ouvir a moralista da faculdade se entregando daquele jeito, com o sobrinho espiando na escuridão, foi o nocaute.

Segurei os quadris dela com tanta força que meus dedos quase afundaram na pele, dei as últimas três botadas mais fundas e descarreguei tudo lá dentro, enchendo a professora de química até a boca do útero com um jato quente atrás do outro.

A Helena desabou de peito na borda da banheira, com a cabeça escorada nos braços, bufando feito um animal cansado. A água morna da hidromassagem continuava batendo no quadril dela, misturando a espuma com o rastro do estrago que eu tinha acabado de fazer. Saí de dentro dela devagar, vendo a loira soltar um suspiro longo de alívio e fechar os olhos azuis, completamente anestesiada.

Não deu cinco minutos, o celular dela, que tinha ficado jogado em cima da bancada da pia, começou a vibrar na pedra de mármore. O visor acendeu com o nome do Tomás.

O susto limpou a cara de tesão da Helena na mesma hora. Ela deu um sobressalto na água, com os olhos arregalados de pânico, limpando o rímel que tinha borrado todo de novo com o suor e o vapor do banheiro.

— Meu Deus, Paulo... é ele! É o Tomás! — ela gaguejou, a voz trêmula saindo num fio de voz. Ela saiu da banheira com as pernas bambas, pegando a toalha de qualquer jeito para se secar. — O treino dele já deve ter acabado. Eu preciso ir embora agora! Se ele desconfia... se ele resolve me caçar...

Eu dei um riso cínico, parado ali pelado no meio do banheiro, sentindo o meu pau ainda meio esperto, melado com o suco da loira.

— Calma, professora. Você não vai embora correndo desse jeito não. O jogo só termina quando o dono decide — falei, com a voz grossa.

Caminhei até o quarto da suíte. Abri a gaveta da mesa de cabeceira e peguei um plug anal de silicone preto, com uma pedra azul brilhante na base, de tamanho médio, que eu já guardava separado exatamente para esse momento. Voltei para o banheiro com o brinquedo na mão.

No que a Helena viu aquilo, ela deu dois passos para trás, batendo com as costas na parede de azulejos, com os olhos azuis quase pulando para fora do rosto.

— Paulo... não... isso não! — ela suplicou, juntando as mãos. — Eu tenho que pegar o carro, tenho que falar com o meu noivo... não vai dar tempo...

— Cala a boca, Helena, e vira de costas — ordenei, segurando o braço dela com força e girando o corpo dela de uma vez. Empurrei o tronco dela para a frente, fazendo a loira apoiar as duas mãos na bancada da pia, com aquela raba branca e gigantesca empinada direto na minha direção.

Pelo espelho da pia, deu para ver o pavor e a luxúria se misturando na cara dela. E lá no fundo do reflexo, pelo vão da porta do quarto, a fresta do closet continuava mexendo. O Felipe estava assistindo tudo, vendo a futura tia levar o castigo final da tarde.

Passei um pouco de lubrificante na ponta do plug, mirei direto no cuzinho bem apertado da loira e, sem nenhuma delicadeza, empurrei de uma vez só, fazendo a base larga encostar na pele branca.

— Ahhhhhhh! — a Helena soltou um choro agudo, um grito abafado que ela tentou morder com os dentes na própria mão para não ecoar pela casa toda. As lágrimas desceram direto pelo rosto dela, limpando o resto de maquiagem que sobrava. — Dói... Paulo, por favor... tira isso... tá empurrando tudo por dentro...

Segurei o queixo dela por trás, forçando ela a olhar para o próprio reflexo no espelho, toda desmanchada em lágrimas, com o plug preto enfiado até o talo no rabo.

— Você vai aguentar esse rojão bem quietinha, santinha — sibilei bem perto do ouvido dela. — E escuta bem o que o seu dono tá mandando: você vai se vestir agora, vai entrar no seu carro e só vai tirar essa porra de dentro do seu cuzinho quando chegar em casa. Quero você dirigindo o caminho todo sentindo o meu tamanho te rasgando por dentro. Se você tirar antes, o Tomás recebe o vídeo da faculdade antes de você estacionar na garagem. Entendeu o contrato?

A Helena chorou mais um pouco, soltando um soluço longo, mas o corpo dela a traiu de novo: a bucetinha loira deu aquela latejada de tanto tesão que o medo causava nela. Ela assentiu com a cabeça, tremendo inteira, segurando o choro para conseguir respirar.

— Sim... sim, meu dono... eu... eu vou tirar só em casa... eu juro — ela sussurrou, a voz toda arfada.

— Ótimo. Agora limpa essa cara, bota aquele vestido azul e bota o pé na estrada que o seu boi tá esperando — dei um tapa estalado bem no meio da raba dela, fazendo a pedra azul do plug balançar.

Deixei a loira se arrumando no banheiro e saí para o quarto, rindo sozinho daquela perversão toda. Quando passei pela porta do closet, dei duas batidas na madeira.

— Pode sair da toca, Felipe. A sua tia já foi enquadrada. Agora vem aqui na piscina ver o que a Naty e o Tizil estão aprontando — avisei, ouvindo o moleque respirar fundo lá dentro, completamente louco com o tamanho do segredo que carregava na cabeça.

O Felipe saiu de dentro do closet parecendo um morto-vivo. O moleque estava sem o paletó, com a camisa social branca toda amarrotada e aberta, o cabelo bagunçado e os olhos verdes esbugalhados. Ele olhava para mim como se eu fosse um Deus da safadeza. A calça social dele estava até desalinhada de tanto que o bicho lá embaixo tinha trabalhado assistindo à surra de pica que a tia levou na banheira.

— D-Doutor Paulo... meu Deus... o senhor colocou aquilo nela mesmo... — o moleque gaguejou, limpando o suor da testa com a manga.

— Vai lá para a piscina ficar com Carlos e com a Naty, Felipe. Desce e vai tomar uma cerveja para acalmar esse sangue — ordenei, dando um tapa nas costas dele. O moleque assentiu igual a um robô e desceu as escadas pisando torto, indo direto para o quintal.

Virei as costas e entrei de volta na suíte. A Helena já tinha saído do banheiro. Ela estava de pé, na beira da cama, terminando de puxar o vestido azul colado pelo corpo. Dava para ver pelo andar travado dela, bem curtinho e rebolado, o desconforto gostoso do plug preto enfiado até o talo no cuzinho. Ela estava sem calcinha de novo, com a pedra azul do brinquedo pressionada bem no meio das duas bandas da bunda loira por baixo do tecido fino.

Cheguei junto por trás, lacei a cintura dela com força e colei o meu corpo no dela. A Helena soltou um arquejo alto, jogando a cabeça para trás no meu ombro, com os olhos azuis ainda meio lacrimejando do choro de pânico e tesão.

— Paulo... — ela sussurrou, a voz toda rouca, virando o rosto para me olhar. — Eu já estou indo... mas bota uma coisa nessa sua cabeça: você é o meu único dono. Eu sou sua cadelinha. Essa bucetinha loira aqui só vou dar para você de agora em diante.

Ela se virou de frente no meu peito, segurando os meus braços com as mãos trêmulas, e abriu o jogo:

— Para você saber o nível da minha loucura... já tem alguns dias que eu não dou para o Tomás. Eu invento dor de cabeça, cansaço da faculdade, tudo... só de pensar em tocar nele me dá nojo. Meu corpo só acende quando eu lembro de você me esbofeteando e me pegando de jeito.

Eu dei um riso cínico, aquela risada de canto bem debochada, e olhei para aquela loira conservadora totalmente corrompida pelo meu parquinho. Segurei o queixo dela com força e mandei em tom de zoeira, só para queimar o juízo dela de vez:

— É mesmo, Helena? O boi está na seca? Pois ó... se continuar nesse ritmo, qualquer dia desses eu vou fazer um filho em você para o corno do seu noivo criar.

No que eu falei em fazer um filho nela para o Tomás criar, a cabeça da Helena pareceu rodar. A loira deu um sorriso aberto, um riso de puro delírio e luxúria cega, achando a ideia a maior perversão do mundo. Ela não falou nada; só me puxou pela nuca com uma vontade absurda e me deu um beijo de cinema, daqueles profundos, cheios de língua, dente e saliva, selando o pacto da nossa sem-vergonhice.

Quando o beijo terminou, ela limpou o batom borrado com o dedão, me deu um último olhar de submissão e saiu da suíte, descendo as escadas apressada e travada por causa do plug no rabo, saindo de vez da minha casa para ir encontrar o noivo.

Fiquei um minuto ali na suíte, só de short, rindo sozinho do tamanho do estrago. Peguei uma lata de cerveja que tinha deixado em cima da mesa de cabeceira e resolvi descer para a piscina para ver como o Tizil e a Naty estavam se saindo com o Felipe lá embaixo.

Saí do quarto e comecei a andar pelo corredor dos fundos, em direção à escada. Mas, antes de chegar nos degraus, a porta do banheiro social se abriu devagar.

Parei no mesmo instante. O cheiro daquele perfume doce e oriental tomou conta do corredor na hora.

Era a Akemi. A japonesa tinha acabado de sair do banheiro e estava completamente nua, sem nenhum fio de roupa no corpo violento de violão. A pele branquinha contrastava com os cabelos pretos chanel e com o dragão vermelho tatuado que descia pelas costelas. Mas o que quebrou as minhas pernas foi quando ela virou de costas de propósito: a japa estava usando um plug anal menor, de metal, enfiado bem no meio daquela bunda empinada que parecia esculpida.

Ela se virou de frente, passou a ponta da língua nos lábios e me olhou com aqueles olhos puxados cheios de malícia pura, apontando com o dedo indicador direto para a porta do meu quarto.

— O Carlos e a Naty esqueceram da vida lá fora na piscina, Paulo... — a Akemi sussurrou, a voz mansa e venenosa, dando uma rebolada que fez o plug piscar no rabo dela. — E o seu estagiário novinho já entregou todo o estoque que tinha. Agora eu quero ver se o dono da casa tem tanta marra na cama quanto tem na banheira. Me leva pro seu quarto...

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Comentários

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Agora ta faltando o Felpe transar com uma das duas gatas ,e como Akemi já deu uma mamada nele ,pode ser ela a primeira. Ai na sequência falta a irmã Vera ter um momento de oração com o irmão Paulo e a esposa na casa deles ou na Igreja mesmo

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O Tomás precisa se divertir tb.... Acho que a Naty deveria dar um chá de buceta nele.. ele deve estar na seca, vai pegar ela firme! Deveria pegar o Tomás na frente da Helena e deixar ela na vontade.

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Já pensou se a Naty obriga Helena a apresentar seu noivo pra ela kkk? Do jeito que ela esta submissa ao Paulo seria fácil a Helena falar com o marido para isso acontecer ou então como elas trabalham no mesmo local a Naty poderia começar a se aproximar dele e dizer que é colega de trabalho da noiva dele ,e jogar seu " charme " ,ele não resistiria.Ainda tem a possibilidade dela começar a frequentar a academia que ele frequenta, e ai como ela agora é uma Puta ,bastava usar uma roupa de academia bem provocante.

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É verdade ,quem era Helena antes e quem é agora kkk. A mulher esta caida pelo Paulo e nem pensou no que ele disse em fazer um filho nela . Agora que o Paulo já comeu a sobremesa ( Helena) vai para o prato principal (Akemi). Uma dúvida? Eu não vi nos capítulos anteriores o momento em que o Paulo disse sobre o Felipe ao casal de amigos? Porque de repente a Akemi ja estava fazendo boquete no garoto.

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Ele tava só, ai viu ele vendo a Helena e pagou um boquete para ele

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