VIREI MARMITA DO MEU VETERANO E DA NAMORADA DELE

Um conto erótico de DENTISTA DOM
Categoria: Heterossexual
Contém 3082 palavras
Data: 29/05/2026 13:51:41

Já ouviram aquela frase de que quem fala demais de uma coisa acaba atraindo exatamente aquilo pra própria vida?

Pois é.

Durante anos eu fui o cara que jurava, com a maior convicção do mundo, que jamais viraria marmita de casal. Sempre fazia piada dizendo que, no máximo, eu seria o sujeito levando a marmita pra dentro. Nunca o prato principal.

A vida, obviamente, adorou me fazer morder a língua.

Podem me chamar de Henry. Nome fictício, apesar de muito próximo do verdadeiro. Alguns talvez já me conheçam como “Dentista Dom”, porque já contei muita história por aqui. Mas nunca essa. Nunca a principal.

Nunca contei como fui parar no meio da relação do meu veterano da faculdade e da namorada dele.

E muito menos como aquilo durou quase três anos.

Quando entrei na odontologia eu tinha acabado de completar dezessete anos. Era novo demais pra quase tudo. Apesar de sempre ter sido um cara bonito, loiro, relativamente bem de vida e acostumado a chamar atenção sem muito esforço, eu era tímido. Quieto. Observador.

No primeiro ano existia uma dinâmica em algumas matérias onde os calouros acompanhavam alunos do último ano, quase como uma tutoria prática. E foi assim que eu conheci ele.

João, O presidente da atlética.

O cara mais popular do curso inteiro.

Ele era daqueles homens que parecem ocupar mais espaço do que realmente ocupam. Alto, desenrolado, seguro de si, cercado de gente o tempo inteiro. O tipo de pessoa que entra numa festa e imediatamente vira o centro dela sem precisar tentar.

Pra um moleque tímido de dezessete anos, aquilo parecia uma pegadinha.

Só que deu certo.

Muito certo.

Ele me acolheu desde o primeiro dia. Me apresentou pras pessoas, me colocou nas rodas, me ensinou como funcionava aquele universo universitário que parecia tão maior do que eu. E sem perceber, eu fui entrando no mundo dele.

No começo eu praticamente andava colado nele. Depois fui criando meu próprio grupo, meu próprio espaço dentro da atlética, minhas amizades, meus cargos. Só que, mesmo quando já tinha minha própria galera, eu acabava voltando pra perto dele nos momentos importantes.

Nas festas.

Nas viagens.

Nas cervejadas.

Porque onde ele estava… era onde tudo acontecia.

E talvez tenha sido aí que a linha começou a ficar perigosa.

Nossa amizade ficou íntima rápido demais. Próxima demais. E aos poucos comecei a notar certas coisas que fingia não entender.

Mas entendia.

Principalmente quando ele bebia.

Era sempre depois de algumas cervejas que as perguntas começavam.

— Você já ficou com casal?

Eu ria.

— Lá vem você…

Ele insistia.

— Tô perguntando sério, porra.

Às vezes ele fazia aquilo olhando diretamente pra mim, apoiado no balcão da festa, segurando uma long neck como se estivesse falando da coisa mais normal do mundo.

— E aí? Já?

— Não.

— Nunca teve curiosidade?

Eu dava de ombros, tentando parecer tranquilo.

— Sei lá… nunca pensei muito nisso.

Mas pensava.

Principalmente porque existia um detalhe importante nisso tudo:

Ele namorava.

E não era qualquer namoro universitário. Eles estavam juntos fazia anos. Todo mundo conhecia os dois juntos. Tinham aquela energia irritantemente bonita de casal que realmente se gosta.

E ela…

Ela piorava tudo sem fazer esforço.

Jessica. Linda. Morena. Inteligente. Engraçada. E perigosamente confortável perto de mim.

Ela me abraçava por tempo demais. Sentava no meu colo durante as festas e ria quando eu ficava sem reação.

— Relaxa, Henry… parece que vai desmaiar.

E eu quase desmaiava mesmo.

Quando comecei a treinar e ganhar mais corpo, ela passou a provocar ainda mais.

— Tá ficando convencido agora, né?

— Nada a ver.

— Tá sim. E tá gostoso também.

Ela falava rindo, passando a mão no meu corpo, mordendo os lábios, como se fosse brincadeira.

Só que não parecia brincadeira.

E ele assistia tudo.

Sempre com aquele meio sorriso de quem estava gostando da cena.

Até a noite em que tudo começou a mudar de verdade.

Depois de uma cervejada da atlética eu estava bêbado demais pra dirigir. A maioria da galera já tinha ido embora quando ele jogou a chave do carro na mão dela e olhou pra mim.

— Dorme lá em casa hoje. Você tá péssimo pra voltar.

— Não precisa, sério…

— Para de graça, Henry. Você vai morrer no volante.

Ela apareceu do lado dele segurando a bolsa e concordou:

— Vai lá pra casa. Amanhã cedo você vai embora e pronto.

Falei “beleza” mais por falta de força pra discutir do que qualquer outra coisa.

No caminho os dois iam cochichando na frente enquanto eu observava pelo retrovisor. Em alguns momentos ela olhava pra trás e sorria pra mim daquele jeito lento, quase debochado.

E aquilo começou a mexer comigo.

Quando chegamos no apartamento ela foi tomar banho primeiro. Eu fiquei na cozinha com ele tentando sobreviver à ressaca antecipada enquanto tomava água.

Foi aí que ele soltou, completamente do nada:

— Ela te acha bonito pra caralho.

Eu ri sem graça.

— Ah, mano… para com isso.

— Tô falando sério.

Ele me encarava enquanto falava.

Sem rir.

Sem desviar o olhar.

E aquele silêncio que veio depois foi estranho pra caralho.

Pesado.

Então ela saiu do corredor.

Short minúsculo. Camiseta larga. Cabelo molhado.

Sem sutiã.

E o pior não era a roupa.

Era a naturalidade.

Ela andava pela sala como se não tivesse nenhum problema em ser observada. Como se soubesse exatamente onde meus olhos estavam.

E sabia.

Quando passou por mim, sorriu de canto.

Só aquilo.

Mas foi suficiente pra eu passar a madrugada inteira no sofá tentando não pensar nos dois e meu pau não explodir ouvindo eles transando.

Spoiler: pensei e ouvi.

Muito.

Depois daquela noite, as coisas mudaram.

As mensagens dela começaram a aparecer tarde da noite.

“Tá acordado?”

“Acabei de lembrar de você.”

“Hoje você tava insuportavelmente gostoso naquela camisa.”

E o pior?

Ele sabia.

Às vezes eu respondia alguma coisa mais ousada e minutos depois aparecia mensagem dele:

“Cuidado com ela.”

Ou:

“Você provoca também, viu?”

Aquilo bagunçava minha cabeça.

Porque parecia que os dois estavam me cercando devagar.

E talvez estivessem mesmo.

Até a viagem dos jogos universitários.

A atlética alugou uma casa enorme. Gente espalhada em colchão, sofá, quarto, varanda. Música alta, bebida, calor, bagunça.

Na segunda noite eu já estava completamente alterado.

Álcool. Tensão e tesão acumulados. Desejo reprimido fazia meses.

Ela apareceu usando uma blusa branca fina sem sutiã e um shorts marcando aquela buceta tão curto que parecia feito pra testar minha sanidade.

E talvez fosse.

Em determinado momento ela segurou minha mão no meio da festa.

— Vem aqui rapidinho.

— Pra onde?

— Só vem.

Ela me levou até um corredor mais escuro da casa, longe da música e da bagunça. Meu coração estava batendo tão forte que chegava a ser ridículo.

Ela encostou na parede na minha frente.

Perto demais.

— Você fica nervoso perto da gente.

Eu ri tentando disfarçar.

— Impressão sua.

Ela aproximou o rosto do meu.

— Henry… você é péssimo mentindo.

O jeito que ela falava comigo era cruel. Calmo. Seguro. Como se estivesse assistindo minha resistência acabar aos poucos.

Ela segurou minha nuca devagar.

— Você faz ideia do quanto ele gosta de te provocar?

Aquilo atravessou meu corpo inteiro.

E antes que eu conseguisse responder, ouvi a voz dele atrás da gente.

— Eu falei que ele ficava bonito nervoso.

Quando virei, ele estava parado no começo do corredor observando nós dois com a maior calma do mundo.

Ela não soltou minha nuca.

Muito pelo contrário.

Sorriu enquanto olhava pra ele.

E foi naquele instante que eu entendi uma coisa que talvez já soubesse fazia tempo:

Aquilo nunca tinha sido brincadeira.

Nunca.

Ela deslizou a mão lentamente do meu pescoço até meu peito e depois desceu até meu pau, enquanto ele se aproximava.

— Tá vendo? Ele tá tremendo, mas tá gostando.

Ele riu baixo.

— E você ainda achava que ele não queria.

Meu corpo inteiro queimava naquela altura.

Porque eu não era só desejado, era tudo.

Eu estava sendo observado pelos dois ao mesmo tempo.

Provocado.

Lido como um livro aberto.

E a pior parte?

Eu gostava.

Gostava da sensação de estar no meio dos dois. Gostava do jeito como ela me olhava enquanto ele analisava minha reação. Gostava de perceber que eu ocupava espaço na intimidade deles.

Que eles falavam sobre mim quando estavam sozinhos.

Que eu tinha virado assunto dentro da cama de um casal.

Ela percebeu exatamente o momento em que aquilo me afetou.

Os olhos dela desceram rápido antes de voltarem pros meus.

E ela sorriu.

Devagar.

Satisfeita.

— Eu sabia.

O corredor parecia pequeno demais. Quente demais. Os dois perto demais.

Ela voltou a tocar meu pau lentamente enquanto ele se aproximava do meu ouvido e falava baixo:

— Se você quiser que a gente pare… a gente para.

Só que ninguém ali queria parar.

Muito menos eu.

Ela ficou me olhando por alguns segundos como se estivesse esperando eu finalmente parar de lutar contra aquilo.

E talvez eu tivesse parado.

Porque, pela primeira vez desde que tudo começou, eu não recuei, quando ela se aproximou mais. Eu puxei ela pra mim. Não tentei fingir que meu corpo não reagia à presença dos dois, meu pau estava muito duro e fiz questão que os dois sentissem.

Ela percebeu na hora.

Claro que percebeu.

Os olhos dela desceram lentamente pelo meu corpo antes de voltarem pros meus com aquele sorriso satisfeito, quase cruel.

— Viu? — ela falou baixo, olhando rapidamente pra ele. — Eu falei que ele estava louco pra fuder com a gente.

Ele estava encostado na parede observando nós dois com um tesão da porra, já com o pau pra fora e batendo uma. E aquilo me bagunçava ainda mais. Porque ele gostava de assistir tudo acontecendo. Gostava de perceber exatamente o momento em que eu estava prestes a comer a namorada dele, colocar ela pra mamar.

E talvez gostasse ainda mais de saber que eu estava gostando.

Ela desceu e colocou meu pau lentamente na boca e disse.

— Seu pau é gostoso demais .

— Difícil não ficar louco nessa situação…

Ela riu pelo nariz, colocando mais o pau na boca e engasgando .

Com o pau na mão, me perguntou:

— E o que tá passando nessa cabeça agora?

Eu deveria ter desconversado.

Mas já não fazia sentido fingir.

— A gente fudendo.

O jeito que ela sorriu depois daquilo quase acabou comigo.

Ela olhou pra ele com meu pau na boca, tirou e disse.

— Tá vendo? Eu falei que ele imaginava coisa pior.

Ele passou a mão na barba devagar, sem tirar os olhos de mim.

— A questão nunca foi essa.

— Então qual era?

Ele deu um passo na nossa direção.

— Quanto tempo você ia aguentar fingindo que não queria.

E porra…

Aquilo bateu forte porque era verdade.

Eu queria fazia tempo.

Talvez desde as primeiras perguntas bêbadas nas festas. Talvez desde a primeira vez que percebi ela me olhando enquanto ele observava minha reação em silêncio.

Ela colocou o pau na boca outra vez, lentamente, como se ainda estivesse me provocando.

Eu não recuei.

Dessa vez minhas mãos seguraram a cabeça dela, forçando muito. E aquilo mudou completamente o clima entre nós três.

Ela engasgou muito, fechando os olhos por um instante e soltando pra respirar.

— Caralho, finalmente…

O jeito que ela falou não parecia provocação.

Parecia alívio.

Como se ela também estivesse cansada de esperar.

Atrás dela, ele abriu um sorriso lento enquanto observava a cena.

E eu comecei a entender que aquilo mexia com os dois de formas diferentes.

Ela gostava do tesão, do sexo.

Ele gostava de assistir ela me desmontando.

E eu… eu gostava da sensação absurda de estar exatamente no meio daquilo.

Ela voltou a me mamar forte, dessa vez, os dedos deslizando pra dentro da buceta dela. Ele disse:

— Você faz ideia do quanto ficou difícil dormir depois daquela noite no apartamento?

Meu coração disparou.

— Eu achei que era coisa da minha cabeça.

Ele riu baixinho.

— Henry… você praticamente tirou nosso sono durante meses.

“A gente.”

Sempre aquela palavra.

E toda vez parecia pior.

Ou melhor.

Eu já nem sabia mais.

O corredor parecia quente demais naquela altura. A música distante da festa, o álcool correndo no corpo, os dois perto demais… tudo parecia embaralhado.

Ele encostou a testa na minha por um instante, íntima demais, enquanto falava quase num sussurro:

— A gente tava esperando você parar de fugir pra isso finalmente acontecer.

O fim da festa chegou. Os dois me chamaram para ir pro quarto deles lá na casa da atlética. Aceitei, mas disse que iria depois que as coisas se acalmassem por lá. Fomos embora da festa. O pessoal se acalmou mais ou menos uma hora depois que chegamos no alojamento. Tomei um banho e fui.

Quando cheguei, bati na porta e eles só gritaram:

— Tá aberta.

Quando entrei, estava meu amigo deitado e a namorada dele chupando ele de 4, pelada. Ele só disse:

— Aproveita e já começa a chupar ela aí, que ela tá loca querendo.

Eu só disse:

— Que isso, assim do nada?

Foi um baita susto. Eu paralisei. Ela parou de chupar e disse:

— Me chupa logo, tô louca por isso há muito tempo.

Meu amigo também estava com uma cara de tesão absurda, gemendo e forçando a cabeça dela contra a pica dele, que a essa altura estava mega dura. Decidi tacar o fodase. Eles estavam bebendo. Dei um mega gole na bebida deles e fui tirando minha roupa também.

Assim que tirei minha cueca, os dois comentaram:

— Caralho, isso porque você estava se fazendo, né? Olha esse pau seu filho da puta.

Isso porque minha pica me denunciava; estava estourando de dura e babando. Era inevitável não ver: a piroca do meu amigo estava enorme, literalmente com a “barraca armada”.

João levantou, pegou mais bebida e nos serviu. Quando foi colocar no meu copo, roçou o pênis no meu braço. Eu olhava para ele enquanto a namorada beijava meu pescoço e rebolava no meu colo; impossível não babar pela pica.

Ela narrava para o marido que sentia minha pica entrando nela, e ele perguntava se já queria me dar ou queria ser chupada ainda. A música era envolvente, havia mais bebida nos copos. Jéssica retirou a parte de cima da lingerie. Os seios saltaram na minha cara.

Eu estava inerte, sem saber como reagir. Ela esfregava as mamas na minha cara, acatando as ordens do meu melhor amigo. Coloquei a boca, e ele mandou eu chupar.

Colocaram o corpo na mesa. Ela abriu as pernas, ficando de frente para mim, e eu chupando os dois seios, enquanto meu amigo assistia e se masturbava ao lado. Até que a Jéssica pediu para ele colocar na boca dela.

João perguntava se eu estava gostando. Eu concordava com a cabeça. Jéssica mamava meu amigo, que gozou na boca dela. Ela cismou de me beijar, dividindo o esperma que tinha recebido.

Depois disso, ela levantou e me chupou enquanto o namorado a penetrava. Ela narrava para mim o que ele fazia com ela. A “puta” exigia esperma, e como resistir a uma mulher que pede “leitinho” com voz melosa e olhar de vagabunda?

Gozei, lógico. Desta vez, ela dividiu o gozo com o meu amigo, novamente com beijos calientes. Eles estavam em pé e ele fez sinal com o dedo para eu vir atrás dela. Assim fiz, penetrando-a, enquanto ela novamente narrava o que acontecia.

Fomos para o quarto. João ia de mãos dadas com ela, e eu “engatado” na Jéssica. A safada pedia para não “descarrilar o trenzinho”.

No quarto, ela ficou na cama e eu mantive a penetração. Jefferson começou a passar a mão em mim, beijar meu pescoço por trás, com o pau dele tocando na minha bunda. Eu me arrepiava a cada toque; não conseguia reagir.

Jéssica observava pelo espelho e pedia para o marido “engatar” em mim. A vadia falava:

— Mete nele, amor!

E eu, sinceramente, não fiz nada. João alisando, apertando e até dando palmadas na minha bunda. Jéssica perguntou onde estava a pomada KY.

João pegou e começou a passar no meu ânus e no pau dele. A vadia passou a dizer que o namorado dela, meu veterano, ia me comer, enquanto eu fudia ela.

Jefferson encostou o pau duríssimo no meu cu e empurrou. No início foi difícil; o pau dele é igual ao meu, uns 20cm e grosso, e doeu muito. Jéssica saiu da posição, passou a me beijar em pé e a massagear minhas bolas.

Ela dizia que eu ia gostar; eu só sabia gemer. Ela me beijava e falava para o namorado me comer. O pau entrou e senti como se fosse rasgar; parecia que eu estava sendo esquartejado.

Jéssica amenizava meu sofrimento com palavras, beijos e carinhos manuais no meu pênis. Bastou o João começar o vai e vem no meu rabo para eu gemer; ela agachou e passou a me chupar.

De forma instantânea, eu gozei. Nunca tinha gozado daquele jeito: sendo chupado e penetrado ao mesmo tempo. João também gozou dentro de mim, e a Jéssica comemorava beijando o esposo e dizendo que eu tinha uma bunda linda.

Voltamos para a sala e bebemos mais cervejas. Jéssica estava alucinada, acho que ela tomou algo, estava diferente. Pediu para eu comê-la na posição de papai e mamãe e, quando comecei, meu amigo subiu em mim e me comeu de novo.

Eles estavam combinados, só pode. Fui comido pelo meu amigo várias vezes; ele nem tocava na mulher. Eu era o “sanduíche” da brincadeira, a verdadeira marmita do casal.

Jéssica também pediu para o marido me chupar. Nessa hora, ela filmou e disse que era para eles assistirem depois.

Foi diferente. Jamais imaginei que eles fossem tão safados. Foi excitante e muito gostoso. Dormi com eles.

Essa loucura já se repetiu várias vezes. Em seguida, ela pediu para o namorado a comer e eu comer o namorado. Falei que nunca tinha comido outro cara. Eles falaram:

— Ué, vem logo e me fode caralho. Quero te dar pra porra.

Ele meteu forte na namorada de 4, e logo fui engatar nele. Entrou fácil, acho que ele era mais acostumado, mas quando meti nele, ele deu um grito, seguido de um gemido:

— Caralho, foi muito bom.

Comecei a meter muito forte. Ele gemeu muito e ficou nós três fudendo muito e gemendo. O cheiro de sexo e porra estava grande, o que aumentava mais ainda nossa excitação.

A Jessica quer chamar uma das meninas que eu pego para participar na próxima. Não sei se estou preparado para “mostrar” que dou para meu veterano assim, mas confesso que estou na vontade de ter duas bucetas pra fuder comigo e com ele.

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