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MEU FILHO E EU TRANSFORMAMOS MINHA SOGRA NUMA PUTA FAMINTA PT 11

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Um conto erótico de GABRIEL SILVA
Categoria: Heterossexual
Contém 2865 palavras
Data: 29/05/2026 15:59:24

Terça-feira de manhã. Angela desceu as escadas arrumada, mala na mão, como sempre. Deu um beijo rápido em mim, outro em Neide e acenou para Maycon, que fingia estar no celular.

— Volto sexta à noite. Se cuida, amor — disse ela, antes de entrar no Uber.

Assim que o carro virou a esquina, o ar da casa mudou completamente.

Fechei a porta e me virei para os dois. Neide e Maycon estavam parados na sala, me olhando.

— Precisamos conversar. Agora.

Levei os dois para o escritório e fechei a porta. Sentei na cadeira e fui direto:

— Eu tenho quase certeza que a Angela tá me traindo. E acho que é com o Julian.

Maycon arregalou os olhos. Neide ficou paralisada por um segundo, depois colocou a mão na boca.

Contei tudo: os olhares, os toques, o abraço demorado, a história do quarto de hotel, o jeito como Julian me provocava. Quanto mais eu falava, mais a expressão de Neide se transformava — de surpresa para raiva pura.

— Aquela … — murmurou ela, quase cuspindo as palavras. — Depois de tudo que eu ensinei pra ela… depois de tudo que passamos juntos. Trair o marido? Com aquele viadinho falso?

Maycon estava mais frio, calculista:

— Eu te falei, pai. Sempre desconfiei daquele filho da puta. O jeito “gay” dele é fachada, certeza.

Neide andava de um lado para o outro, nervosa.

— Eu não imaginava isso da minha própria filha… Eu criei ela pra ser diferente. Ensinei valores, ensinei respeito… e agora ela faz isso? Com um cara que finge ser gay pra disfarçar?

Ela parou, respirou fundo e disse com determinação:

— Vamos descobrir a verdade.

A partir dali, começamos a investigação.

Maycon sentou no computador e começou a fuçar as redes sociais de Angela. Entrou no Instagram dela (tinha a senha guardada), olhou stories antigos, mensagens diretas. Não achou nada comprometedora, mas notou que Julian curtia quase todos os posts dela e comentava com frequência.

Depois, o golpe mais pesado: Maycon clonou o WhatsApp dela usando um programa que ele “baixou na internet”. Demorou uns 40 minutos, mas conseguiu. As mensagens começaram a aparecer na tela.

Neide ficou ao lado dele, lendo tudo em silêncio. Quanto mais lia, mais seu rosto se contorcia de decepção.

Depois disso, Neide decidiu ir para o quarto do casal. Abriu o guarda-roupa de Angela, vasculhou gavetas, bolsas, até a nécessaire de maquiagem. Encontrou lingerie nova que ela nunca tinha usado , perfumes caros e um envelope com recibos de hotéis.

Eu, por minha vez, peguei o telefone e liguei para um investigador particular que um amigo meu havia recomendado tempos atrás. Marquei uma reunião para o dia seguinte.

Quando voltei para o escritório, Neide estava sentada na cadeira, olhando para o nada. Parecia realmente abalada.

— Eu não criei ela assim, Beto… — disse ela, voz embargada. — Eu sempre falei pra ela: “seja fiel, seja honesta, valorize seu casamento”. E agora… olha o que ela tá fazendo. Trair você. Trair a família. Com aquele… aquele verme.

Maycon, ainda olhando as mensagens clonadas, falou sem tirar os olhos da tela:

— Tem várias conversas com o Julian. Nada explícito ainda… mas tem muita mensagem fora de horário de trabalho. “Já chegou?”, “Tô pensando em você”, “Saudade da nossa conversa de ontem”. Coisas assim.

Eu me sentei pesadamente na cadeira.

O peso da traição estava começando a cair sobre mim. Não era mais só desconfiança. Eram provas se acumulando.

Neide se levantou, veio até mim e segurou meu rosto com as duas mãos. Seus olhos estavam úmidos, mas havia raiva neles.

— Se ela estiver mesmo te traindo… eu te ajudo no que der e vier e aquele Julian aff. Ninguém mexe com a minha família e sai impune.

Maycon olhou para nós dois e completou, frio:

— E se for verdade… a Gabi vai ser só o começo. A gente vai ter muito mais putas nessa casa.

Desaprovei ele e fiquei em silêncio, olhando para o chão.

A casa que eu construíra com Angela estava desmoronando. E o mais triste era perceber que eu, Maycon e Neide estávamos do mesmo lado — do lado errado.

E que, pela primeira vez, eu não sabia se queria salvar meu casamento… ou se queria destruí-lo.

A semana passou como um borrão pesado.

Maycon mergulhou de cabeça na investigação, mas sua obsessão por Gabi só aumentava. Quase todos os dias, depois da escola, ele a trazia para casa. Eu ouvia os gemidos abafados vindos do quarto dele à tarde — 2, às vezes 3 vezes por dia. Gabi saía de lá com as pernas bambas, rosto vermelho e olhar perdido, cada vez mais submissa. Maycon, no entanto, ainda tinha energia de sobra. À noite, quando Angela não estava, ele e Neide transavam com fome. Eu ouvia os gritos dela do meu escritório.

Eu mal dormia. Passava as noites pensando no que o investigador poderia encontrar.

Na quinta-feira à noite, meu celular tocou. Era ele.

— Sr. Adalberto, tenho material. Fotos e vídeos. Quer que eu envie?

Meu coração acelerou. Fiz um PIX de R$ 1.000,00 na hora. Cinco minutos depois, o link chegou.

Chamei Maycon e Neide para o escritório. Tranquei a porta. A casa estava em silêncio absoluto. Angela viajando, como sempre.

Sentamos os três em frente ao computador. Maycon abriu o arquivo.

As primeiras fotos foram um soco no estômago.

Angela e Julian se beijando na beira de uma piscina à noite. Ela usando um biquíni vermelho extremamente pequeno — o mesmo que eu nunca tinha visto antes. Julian segurava a cintura dela, mão descendo para a bunda. Outra foto: ele beijando o pescoço dela enquanto ela ria, cabeça jogada para trás.

Neide apertou minha mão com força. Maycon respirava pesado.

Depois vieram os vídeos.

O primeiro era curto: Angela e Julian se beijando dentro de um quarto de hotel. Línguas se enrolando, mãos dele apertando os seios dela por cima do vestido.

O segundo vídeo foi a gota d’água.

30 minutos de gravação.

Angela estava de joelhos no chão do quarto do hotel. Julian, completamente nu, segurava o pau preto grosso e longo — possivelmente maior que o meu. Angela olhava para cima com olhos cheios de desejo e chupava ele com vontade. Lambia toda a extensão, passava a língua nas bolas pesadas, depois engolia o máximo que conseguia, engasgando, baba escorrendo no queixo. Julian segurava o cabelo loiro dela e fodia sua boca com estocadas firmes.

— Isso, sua vadia… chupa gostoso — ouvia-se a voz dele.

Angela gemia, mamando com fome, olhos lacrimejando, mas sem parar.

Depois ele a colocou de quatro na cama. Angela empinou a bunda, gemendo alto enquanto Julian enfiava o pau preto nela. Metia com força, segurando a cintura dela, socando fundo. O barulho molhado ecoava no vídeo. Angela gritava de prazer:

— Ai, Julian… mais fundo… me fode… você é gostoso…

Julian ria, dava tapas fortes na bunda dela e acelerava.

— Isso… diz que sou seu gay diz que meu pau e melhor que pau de macho…

— É melhor… porra, é muito melhor… me arromba!

O vídeo terminou com Julian gozando dentro dela, Angela tremendo em orgasmo, gemendo o nome dele.

A sala ficou em silêncio absoluto por quase um minuto inteiro.

Neide chorava baixinho, lágrimas escorrendo pelo rosto. Maycon estava com o maxilar travado, punhos cerrados. Eu sentia um ódio tão grande que mal conseguia respirar.

Maycon quebrou o silêncio, voz rouca:

— Pai… eu tô do seu lado. Se quiser largar dela, eu apoio. A gente cuida de você.

Neide, ainda chorando, limpou o rosto e falou com a voz embargada:

— Eu não acredito que minha filha… depois de tudo…

Maycon olhou para mim novamente, olhos brilhando com algo perigoso:

— Pai… e se a gente transformar ela em nossa puta também?

Eu virei o rosto para ele, chocado.

— Como assim, Maycon? Sua mãe não vai cair nessa.

Neide, ainda com lágrimas nos olhos, soltou uma risada amarga e seca.

— Cai sim… — disse ela. — Vocês acham que eu não sabia que aquela história da “doença” do Maycon era mentira? Eu sempre soube. Desde o começo. Mas eu entrei na brincadeira… porque eu queria. Porque eu gostei.

Ela olhou para mim, o olhar duro:

— Se a Angela tá traindo você… então ela não merece mais respeito. Podemos usar isso contra ela. Devagar. Com paciência. Até ela virar nossa puta também.

Fiquei em silêncio por um longo tempo, o ódio queimando no peito como ácido.

Olhei para a tela congelada do vídeo — Angela gemendo com o pau do Julian dentro dela.

Respirei fundo e falei, a voz baixa e fria:

— Não custa nada tentar.

Bolamos o plano com frieza e detalhes. Era arriscado, sujo e definitivo. Mas depois de assistir aos vídeos de Angela chupando e sendo fodida pelo Julian, eu já não sentia mais remorso — só ódio e uma vontade doentia de vingança.

Angela chegou mais cedo na sexta-feira, por volta das 16h10. Assim que abriu a porta, Neide já estava na sala, com cara de preocupação.

— Angela! Graças a Deus você chegou mais cedo. O Maycon passou mal de novo.

Angela franziu a testa, largando a mala no chão.

— Como assim “de novo”? Ninguém me falou nada!

— O Beto tá lá em cima falando com o médico no telefone agora. Ele não quis te preocupar enquanto você viajava.

Angela subiu as escadas correndo. Eu estava no quarto do Maycon, com o celular no ouvido, fingindo uma conversa séria com o “médico”.

— Sim, doutor… ele tá com muita dor de novo. Tá inchado… Sim, eu entendo. Vou levar ele na zona hoje mesmo se for necessário… Tá bom, obrigado.

Desliguei o telefone no exato momento em que Angela entrou no quarto.

Maycon estava deitado na cama, suado, gemendo baixo, fingindo dor. Eu me virei para ela com cara de cansado.

— Amor… o Maycon teve outra crise. O médico disse que tá piorando. Falou que o ideal é levar ele pra uma casa de mulheres limpas o quanto antes. Senão pode complicar.

Angela ficou pálida. Olhou para o filho, que gemia segurando a barriga.

— Meu Deus… por que vocês não me contaram antes?

— Não queríamos te preocupar durante a viagem — respondi. — Mas agora tá sério.

Maycon gemeu mais alto, contorcendo o corpo.

— Mãe… tá doendo muito… parece que vai explodir…

Angela ficou nervosa, andando de um lado para o outro. Eu saí do quarto dizendo que ia à farmácia buscar um remédio que o médico indicou. Na verdade, desci, peguei meu celular e abri o link da câmera que Maycon tinha instalado no notebook do quarto dele. A imagem estava nítida.

Neide saiu de casa dizendo que ia comprar algo na padaria, mas na verdade só deu uma volta no quarteirão para não atrapalhar.

Pelo celular, vi Angela se aproximando da cama. Maycon estava com o short abaixado, o pau semi-duro para fora, segurando ele com a mão.

— Mãe… tá doendo demais… eu não consigo… — choramingou ele, voz sofrida.

Angela estava visivelmente desesperada. Olhava para o pau do filho, depois para o rosto dele, em pânico.

— Maycon… meu filho… eu não sei o que fazer…

— Mãe… por favor… só me ajuda…… eu tô implorando… tá doendo pra caralho… acho que vou infartar…

Angela cobriu a boca com a mão, lágrimas nos olhos. Hesitou por quase dois minutos inteiros, andando de um lado para o outro. Depois sentou na beira da cama, tremendo.

— Meu Deus… me perdoa… — sussurrou ela.

Com as mãos trêmulas, ela segurou o pau do filho. Maycon soltou um gemido de alívio. Angela começou a masturbar ele devagar, olhando para o lado, envergonhada. Aos poucos, o pau dele endureceu completamente na mão dela.

— Assim, filho? — perguntou ela, voz falhando.

— Mais rápido, mãe… por favor…

Angela acelerou o movimento, respirando pesado. Maycon gemia, empurrando o quadril para cima.

— Mãe… não tá descendo… tá travado… precisa de boca… por favor…

Angela negou com a cabeça várias vezes, lágrimas escorrendo. Mas o desespero do filho e a culpa a venceram. Ela se inclinou, abriu a boca e colocou a cabeça do pau do Maycon entre os lábios.

Começou a chupar devagar, insegura. Maycon segurou o cabelo loiro dela com carinho.

— Isso, mãe… chupa… tá melhorando…

Angela foi tomando mais fundo, engasgando, baba escorrendo. Chorava enquanto chupava o próprio filho, mas não parava.

Maycon gemeu mais alto:

— Mãe… eu preciso sentir buceta… por favor… só um pouco…

Angela tirou o pau da boca, olhou para ele com desespero e vergonha. Levantou o vestido, tirou a calcinha e subiu na cama. Sentou devagar sobre o filho, segurando o pau dele e posicionando na entrada da buceta.

— Me perdoa, meu filho… — sussurrou, antes de descer.

Maycon gemeu alto quando entrou nela. Angela soltou um gemido sofrido, cobrindo a boca. Começou a subir e descer devagar, lágrimas caindo no peito do filho.

Eu assistia tudo pelo celular, o ódio e o tesão misturados de forma doentia.

Maycon segurou a cintura dela e começou a meter de baixo, cada vez mais forte. Angela gemia, tentando segurar os gemidos, mas o prazer traía ela.

— Ai… Maycon… devagar… meu Deus…

Foi nesse momento que eu abri a porta do quarto.

Angela congelou em cima do filho, pau dele enterrado dentro dela, olhos arregalados de pavor ao me ver parado na porta.

O silêncio que se seguiu foi ensurdecedor.

Angela parou de se mover abruptamente.

Ainda sentada no colo de Maycon, com o pau dele dentro dela, ela virou o rosto para a porta onde eu estava. Seus olhos, antes cheios de desespero e culpa, mudaram em questão de segundos. Havia algo diferente neles agora.

Desconfiança.

Ela desceu devagar do Maycon, o pau dele saindo dela com um som molhado. Puxou o vestido para baixo rapidamente, tremendo. Maycon tentou segurar o braço dela, mas Angela se afastou como se tivesse levado um choque.

— Sai de perto de mim — disse ela, voz baixa e gelada.

— Mãe… espera… — tentou Maycon.

Angela olhou para ele, depois para mim. Seus olhos estavam vermelhos, mas a expressão não era mais só de vergonha. Era de fúria contida.

— Vocês… armaram isso, né conheço vocês?

O silêncio que veio em seguida foi sufocante.

Ela saiu do quarto e desceu as escadas. Eu e Maycon fomos atrás. Neide, que tinha acabado de voltar da “padaria”, estava na sala. Angela parou no meio da sala, virando-se para nós três.

— Como vocês puderam fazer isso comigo? — a voz dela começou baixa, mas foi subindo. — Usar o próprio filho pra me manipular? Vocês armaram essa merda toda da “doença”? Vocês me enganaram… me fizeram chupar meu filho… me fizeram transar com ele… tudo armado!

Ela estava tremendo. Lágrimas de raiva escorriam pelo rosto.

— O que vocês pensam que eu sou? Uma puta? Vocês queriam me transformar numa vadia da família é isso? É isso? Você quer ser corno, Beto? Quer ver sua mulher sendo comida pelo próprio filho? É isso que te excita agora?

Eu dei um passo à frente, peguei meu celular e abri o vídeo. Sem dizer uma palavra, coloquei o vídeo dela com Julian na tela e entreguei o aparelho para ela.

Angela pegou o celular. No começo, não entendeu. Depois seu rosto foi mudando conforme o vídeo rodava: ela beijando Julian na piscina, o biquíni minúsculo, ela de joelhos chupando o pau preto dele com vontade, gemendo alto enquanto ele metia nela de quatro.

O celular tremeu na mão dela. Angela ficou branca como papel. Sentou no sofá, sem forças.

A sala ficou em silêncio absoluto por quase um minuto. Só se ouvia o som do vídeo ainda rodando baixo.

Angela levantou os olhos para mim. A dor, a raiva e a humilhação estavam todas ali.

— Então é isso… — disse ela, voz rouca. — Vocês descobriram… e resolveram se vingar me fazendo transar com o nosso filho. Vocês são doentes. Todos vocês.

Neide tentou falar:

— Filha… você que começou traindo o seu marido. Com aquele homem…

— Cala a boca! — gritou Angela, explodindo. — Você… minha própria mãe… participou disso né com certeza deve ter dado pra eles. Deixou eles usarem você e ainda ajudou a armar pra cima de mim? Que tipo de mãe é você?

Neide ficou quieta, lágrimas escorrendo.

Maycon tentou se aproximar:

— Mãe, eu…

— Não chega perto de mim! — ela gritou, levantando a mão. — Você fodeu sua avó?… e agora quis foder a própria mãe? Vocês são monstros.

Eu fiquei parado, sentindo o peso de tudo.

— Angela… você me traiu primeiro. Com aquele filho da puta. Eu vi os vídeos. Ouvi você gemendo o nome daquele arrombado.

Angela se levantou, limpou as lágrimas com raiva e olhou para nós três como se fôssemos estranhos.

— Eu errei. Traí você. Isso é verdade. Mas o que vocês fizeram… usar nosso filho, mentir, manipular, me fazer transar com ele… isso não tem perdão. Vocês destruíram tudo. Tudo.

Ela respirou fundo, tentando se controlar.

— Eu vou pro quarto. Amanhã eu vou embora. Não quero mais ver nenhum de vocês por enquanto.

Angela subiu as escadas sem olhar para trás. A porta do quarto bateu com força.

Ficamos os três na sala em silêncio.

Neide sentou no sofá, chorando baixinho. Maycon estava pálido. Eu me sentei na poltrona, olhando para o chão.

A casa, que antes era nosso lar, agora parecia um campo de guerra.

E o pior era saber que, independentemente do que acontecesse a partir dali, nada nunca mais seria como antes.

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Foto de perfil genéricaGabriellllContos: 385Seguidores: 496Seguindo: 28Mensagem Escritor nas horas vagas se tiver ideias de conto me mande no e-mail lxvc1987@gmail.com ou lxvc1987@hotmail.com

Comentários

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deviam se juntar e viver felizes para sempre, ou irem se foder a todos, tudo hipócritas e manipuladores. o outro a aproveitar-se da namorada apaixonada para a partilhar com o pai. a outra a comer o marido da filha e a dizer que não a criou assim... mas que... tudo doente. a ângela é a mais normal daquela casa, pelo menos fode fora.

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teus contos todos são muito bons, acompanho quase todos. Eles saem do lugar comum do "apenas sexo" e enveredam por outros lugares que a trama de conto erótico geralmente passa direto. Não e uma crítica nem nada, mas esse conto pessoalmente me passou um algo muito inquietante...

Parabéns, abraço

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Loucura geral mais algo me diz que ela vai querer kkkkkk nota mil parabéns

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Cara, não entendo essa mulher, ela é uma tremenda safada e hipócrita, que direito ela tem de acusar os outros da família.

Tudo bem que eles traíram desde o começo dos contos,mas se for analisar bem

O esposo,o filho da sogra, só se envolveram depois que a sogra veio doente.

A Ângela já traía a muito tempo,esse papo de sair na segunda e voltar só na sexta, não cola não.

Como disse,o colega pega,o patrão provavelmente também,o personal,o motorista,o porteiro.

E ela fica negando o cuzinho para o marido, aposto que o negão,pauzudo já enrabou ela várias vezes.

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Não sei o que pensar....ela traia antes, mas ele traiu mesmo sem saber que a esposa era puta...outra coisa, mulher viajar a semana toda com colega de trabalho...não tem como...eu já tinha separado no início

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porra, cara

já estava desconfiado dela desde o primeiro capítulos com essas viagens constantes.

ela toda linda e gostosa, tendo contato com todo tipo de homem...

uma hora ia rodar.

se ela não tivesse esse amante fixo , ela com certeza teria dado suas escapadinhas com outros machos..

ou se não deu não é...

e o besta do beto nem imaginava. o filho de 18 que perceveu as maldades. ele tem mais sagacidade que esse corno.

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Essa história de incesto é muito nojento. Li o primeiro e esse capítulo mas não vou ler os demais. Acho desnecessário esse tipo de leitura, me desculpa o autor, não 👎 dar.

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Cara,o próprio título já diz que é incesto,por que você vem fazer de inocente,se já sabe o tema desde o começo.

Nojento é a pessoa ler, sabendo do assunto e vem com esse papo.

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Eu nunca me fiz de inocente seu babaca, eu falei e falo que acho nojento esse tipo de leitura,se você gosta, se farte.

Vai te lascar seu otário, eu não estou pedindo sua opinião prá nada. Ver se me erra seu doente mental.

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francamento só existe lixo nessa família.

acho que o mais sensato é a separação do beto e angela, mas não pela traição, pois ninguém ali tem moral, mas sim pelo fato de a angela estar mais fora de casa do que o normal.

já pararam para pensar que ela passa mais tempo em viagens do que com a familia?

praticamente ela só se encontra com eles os finais de semana, já que de segunda a sexta ela é daquele filho da puta do jullian.

ou seja, ela é mais esposa do colega de trabalho do que o beto.

sua família parece que já estava em segundo plano para ela, talvez até ela sem perceber.

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Só acho que alguem deveria arrebentar aquele comedor filho da puta.

pois alguém que aperta sua mão, mas por trás está comendo sua mulher e ainda humilhando o marido no ato, não pode sair impune.

Breno não parece ter muita fibra ou sagacidade para isso, sendo assim, o cara mais indicado para dar uma surra naquele verme dissimulado desgraçado seria o maycon mesmo.

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Que nada cara, ela já está envolvida com o Julian,o sensato é separar e deixar ela ir morar de vez com a bicha falsa.

O problema é que depois que separar,a sogra vai embora, pois não é mais parente,a não ser que ele assume um compromisso com ela abertamente.

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hauhauahhauhaua

você é doido,

Fazedor de Cornos?

foi justamente o que eu disse no meu comentário, na segunda linha, inclusive:

"acho que o mais sensato é a separação do beto e angela, mas não pela traição, pois ninguém ali tem moral, mas sim pelo fato de a angela estar mais fora de casa do que o normal."

pelo o simples motivo complementado no decorrer do comentário:

"praticamente ela só se encontra com eles aos finais de semana, já que de segunda a sexta ela é daquele filho da puta do jullian.

ou seja, ela é mais esposa do colega de trabalho do que do beto."

*****************************

contudo se houver a separação mesmo, não acho que a sogra vá viver com a filha. afinal de contas, ela descobrir a paixão por pika e não vai querer outra coisa. vai viver com o genro e o neto.

além do mais o neto também é família dela, não só a filha.

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Um pedido autor.. agora que esta tudo as claras... independente do que aconteça, faz acontecer uma DP do marido e filho na Angela...

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Mas... Angela e Beto aparentam se curtirem. A revolta foi mutua. Agora está tudo as claras, se Beto realmente falar a verdade sobre a sogra. Se pararem pra pensar cada um aproveitava ao seu modo quando estava distantes. Ninguém é inocente. Houve manipulação de ambos, porém, Angela esta certa, a manipulação da proria família, de seu filho e sua mãe é bem mais pesada.

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Acho que agora não é mais possível, tinha que confrontar primeiro, antes da transa com o filho.

Abrir o jogo,falar que aceita o caso dela, desde que transa com pai e o filho também e aos poucos contar que a sogra começou a se envolver com o genro. Tem que ser na calma, senão a esposa vai embora de vez, mas acho que agora que o marido sabe, ela provavelmente vai embora com negão pauzudo dela,vai dar mais que chuchu na cerca.

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Interessante.. mas não justificando a traição dela com Julian, mas naquela casa quem tem moral? O Beto antes de suspeitar da esposa ela ja traia várias vezes... gente qual é a da Neide. Ela trai a filha e cobra que da própria filha fidelidade. O Beto tb trai. Ela é a única pua da história e os outros? Decepcionado com esse desfecho. Por que nào foram sinceros e se abriram com ela tb?

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Kasdo, ninguém está certo nessa história,mas você falou o marido traí,mas a esposa(já traía a muito mais tempo).

Quanto a ser sinceros e abrir o jogo, ainda tem história e o desfecho provavelmente, vai ser bom,quem sabe todos da família se envolvem entre si,e assim dá um desfecho legal ao conto,o foda é o Julian nessa história toda.

Uma pergunta ficou na minha mente,se o esposo era tão fodão,por que deixou a mulher carente a ponto de se envolver com o colega de trabalho?

Sei que a ocasião faz o ladrão,mas louras sempre sente tesão por um negão pauzudo, ainda mais se o cara for alto.

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