Passado uns dias com cinto era horrível, mijar, dormir, trabalhar, o pior era os momentos sozinho eu não podia pegar no meu pênis. Minha irmã estava me evitando por esse tempo até que eu não aguentei e a enfrentei.
“Ei irmã, quando?”
“Você está pensando em desistir?”
“Eu sinto saudades.”
“Pensa o tanto que Pamela vai ficar feliz.”
“Por favor, eu não vou me masturbar só quero ficar deitado na sala segurando ele.”
“Você promete?”
“Sim.”
Ela fechou a porta do quarto e logo voltou com a chave na mão, “só por 30 minutos!”
Eu já estava pulando de felicidades, fui pro meu quarto e tirei e parecia que o pênis tinha ficado menor e estava dormente e sem falar no cheiro.
“Irmã, posso tomar um banho tá fedendo lá embaixo.”
“Tá bom, vou confiar em você.”
Tomei um banho bem gostoso, ele foi voltando ao tamanho natural, não era grande coisa mas qualquer milímetro faz falta. Coloquei um filme na sala e fiquei assistindo, logo minha irmã chegou e se sentou comigo.
“Você lavou o seu negócio.”
“Lavei sim.”
“Isso é importante.”
“Higiene né, passei até um hidratante a pele já estava seca.
“Ishe, já que você falou de hidratante vou te contar um negócio, quando eu vou chupar um pau.”
Ela me olhou com aqueles olhos grandes, aquela conversa me deixou interessado.
“Toda vez que vou chupar um pau, eu sempre cheiro, tem pênis que tem um cheiro bom, eu fico cheirando antes de chupar.”
“Entendi.” não queria parecer um pervertido.
“Imagina um pênis com cheiro de hidratante não legal, eu gosto de cheiro de homem mesmo, cheiro de pele.”
“Entendi.”
“E tem que ter um pouco de pêlos.”
Eu fiquei olhando.
“Mas talvez você seja melhor tirar.”
“Porque irmã?”
“Seu pau é pequeno né, você mesmo falou, na hora de chupar vai vir um monte de pelo, agora quando é um pau maior raramente eu consigo colocar tudo na boca, e vem menos pentelho na boca.”
Nesse momento meu pênis ficou duro como uma pedra, eu até respirava diferente.
“Sem hidrante e sem pelo no pau.” eu falei.
“Isso, faz isso, Pamela vai gostar… E você está bem com isso? Só não quero um irmão precoce, momentos como esses são bons para você.”
“Obrigado pelos conselhos e pela ajuda. Eu tenho que te confessar, estou tendo muitos sonhos eróticos, esse cinto está me matando.”
Ela olhou pro pênis, eu estava só de short sem cueca então a ereção era visível e quando eu pensei que ela não estava olhando, eu estava segurando ele.
“João porque sua mão está nele.”
“Eu te falei, eu queria segurar ele um pouquinho.”
“É… mas parece que você está me enganando, não iria ficar segurando quando estivesse com ele mole.”
Minha ficha caiu, ela pensou que estava me masturbando ou querendo?
“Não irmã.”
“Está na hora de você colocar o cinto.”
“Não irmã, por favor deixa eu ficar mais um pouco.”
Ela ficou pensando.
“Posso fazer qualquer coisa.”
Ela me olhou estranha.
“Posso te ensinar como fazer aquele doce que você ama que vende na padaria, posso ficar com as mãos para trás enquanto assistimos o filme.”
Tudo que eu falava ela fazia uma cara nada amigável. Foi então que tive uma ideia.
“Já sei… Deita aí comigo.”
Ela ficou me olhando com uma cara: de como assim?
Fiz ela se deitar inverso comigo, os pés na minha cara e os meus pés na cara dela, mas sem esse fetiche de podolatria, a gente poderia ver o filme enquanto as minhas mãos ficavam ocupadas fazendo uma massagem nela.
Comecei a fazer uma massagem, ela relaxou e ficou assistindo o filme enquanto puxava devagarinho os pêlos da minha perna.
Fui massageando e apertando seus pés. Eu sou bom nisso, acostumado a bater massa de pão todo dia, às sujeira do pé dela caia no meu peito, mas era minha irmã, eu não tinha nojo, fui subindo dos pés para panturrilha, onde eu apertava ela gemia.
Foi quando ela colocou as mãos no meu joelho e afastou o seu corpo para mais perto de minhas mãos, ela certamente sentiu meu pênis duro, a bunda grande de Paola estava praticamente na minha cara, poucos centímetros.
Ela era a minha irmã, eu não podia sentir tesão, ela estava usando um short legging apertado que visão, eu tremia massageando suas coxas, ela foi vindo para trás como se estivesse se acomodando.
“Você é bom nisso.”
Depois de uns ela veio mais um pouquinho pra trás.
“Seu pênis está encostando quase nós meus seios.”
“Foi mal.”
Foi quando ela levantou o quadril e foi vindo com a bunda no meu rosto, eu juro que não queria sentir tesão na minha irmã, mas estava demais com a bunda no meu rosto, eu virei a cara e sua bunda encostou na minha bochecha. Eu sentia o calor e cheiro da minha irmã, ela sempre foi uma mulher natural, sem hidrante ou coisa do tipo, só um velho sabonete que usou hoje de manhã antes do serviço. Com a minha mão massageava sua cintura e com os meus dedos apertando cada vez mais, ela gemia esfregando a bunda no meu rosto sem parar, eu estava morrendo de tesão e fui virando o rosto quando a sua bunda finalmente entrou no meu rosto literalmente, meu nariz cheiravas suas partes íntimas, foi quando ela soltou o peso na minha cara, eu não conseguia respirar.
Eu só conseguia respirar quando ela mexia o quadril, ela começou a subir o quadril, passando o cu e buceta no meu nariz e boca, eu simplesmente tentei não fazer nada só continuei massageando, eu lembrei como a minha irmã gosta de dar o cu, meu pau pulsava, sentia o calor e umidade de sua bucetinha, atrás do short de legging, era impossível minha irmã não notar a minha respiração alta.
Quando eu tentei dar uma lambida sabia que era errado eu não podia fazer aquilo, minha irmã saiu de cima.
“Senti um negócio.”
“Como assim?” tentei dar um besta.
Ela me olhando “você não sabe.”
“Não.”
“Já sei, aqui não vai dar certo, vem comigo.”
Fui com ela ao seu quarto, eu estava pensando besteira.
“Deita ai.”
Ela foi no guarda roupa e tirou uma algema, colocou meus braços na cama de madeira, passou por trás da madeira e algemou minhas duas mãos, ela sabia onde algemar pra mim não era primeira vez que ela fazia isso.
“Você quer ver ele ou prefere ficar dentro do shorts?”
“Já que não posso tocar deixa eu ver pelo menos.”
Ela tirou meu short me deixando nu com o pênis duro na cama dela.
“Pronto assim ele fica livre e você não se masturba.
“Isso é maldade irmã.”
“Eu estava lendo que isso é um alívio pra você, porque normalmente quem tem um pênis pequeno não tem relacionamento ao longo do tempo, no que resulta carência e masturbação excessiva.”
“Como assim irmã?”
“Estou falando que Pamela pode se cansar de você, principalmente se gozar rápido.”
Nesse momento meu pau ficou duro no máximo, era constrangedor ficar daquele jeito com a minha irmã na cama.
“Se cansar de mim?”
“Você já tem um pênis pequeno, não pode gozar rápido.”
Nesse momento fechei os olhos, sabia que era a verdade.
“Tem que melhorar em outras qualidades no sexo.”
“Como assim?”
“Aí João tenho que explicar tudo?”
“Começou agora termina.”
“Pode ser um pouco cruel o que eu falar mais é verdade e é pro seu bem.”
“Tá bem.”
“Com o seu pipi você nunca ouvir a frase SEU PAU FOI INCRÍVEL, mas pode conseguir outras, você usou aquele vibrador perfeito, a sua língua é a melhor que existe.”
Nesse momento meu pau estava duro como pedra e uma gota de pré gozo saiu e escorreu.
Eu tentei escapar daquelas algemas e queria me masturbar.
“Irmã você está sendo um pouco cruel.”
“Você mesmo pediu pra eu falar, eu não queria mas você pediu uma explicação.”
“Tá bom você venceu eu sou um beta por favor tira essas algemas de mim.”
“E desde quando beta manda?”
Fiquei suspirando com tesão e raiva.
“Irmã.” Eu murmurei.
“Você quer se masturbar comigo na cama? Você não tem mais controle, tá vendo como o cinto é necessário.”
Fiquei em silêncio, e tentei me acalmar quando o pênis deu uma amolecida.
“Posso voltar no cinto?”
“Pode sim.”
Ela pegou o cinto e tirou as algemas, tinha as marcas no meu pulso da algema, coloquei o cinto de castidade e tranquei com ela conferindo e sai do quarto todo derrotado.
Fui pra sala terminar o filme, eu escutei a minha irmã se masturbando, ela gemia com a porta aberta era pra eu ouvir, me levantei em silêncio e fui até a porta do quarto, ela estava deitada nua com fones de ouvidos seus gemidos tinham perdido o controle, eu olhei enquanto ela apertava os peitos e a bucetinha tinha consolo dentro dela, logo sua mão desceu e brincou com o clitóris.
Ela olhou pra porta e me viu.
“João? Pode entrar.” Com uma risadinha.
Entrei com medo.
“Já que está aqui pode me ajudar?”
Sentei na cama morrendo de tesão.
“Esse consolo é grande e minhas mãos estão lambuzadas de lubrificante, você quer me ajudar segurando o vibrador?” Ela falou com um sorriso.
Fiquei olhando “irmã!”
Ela riu “então segura pelo menos o celular.”
Peguei o celular da mão dela e comecei a segurar, sua bucetinha estava molhada e lubrificada.
Era bem maior que meu pênis. “Parece bem grande.”
Ela gemeu e foi colocando ele.
“João a tela ficou preta.”
Olhei tinha acabado o filme.
“Acabou o filme.”
“Pega o lubrificante para mim.”
Peguei o lubrificante.
“Passa em mim João.”
Eu abri a tampa e coloquei um pouco no meu dedo.
“Passo onde?”
Ela tirou o vibrador.
“Pode passar na portinha.” falou com uma voz de putinha.
Eu suspirando fundo passei o dedo na sua bucetinha, estava tão quente e quando eu olhei ela estava com o celular na mão, devia estar escolhendo outro filme.
“Vamos João coloque em mim.”
Peguei o vibrador e coloquei na sua portinha ouvi ela gemer baixinho, e fui colocando devagarinho, eu me arrepiei em fazer isso.
“Pode ir mais fundo.”
Ela com uma voz de excitada me matava, fui mais fundo e seus gemidos mais altos, me senti com tesão e feliz em fazer ela sentir prazer, eu continuava bem devagarinho entrando e saindo, ela agarrou a minha perna, eu morria de tesão e pensava em gozar, foi quando ela começou a gozar, se contorceu na cama e arranhou a minha perna enquanto o seu corpo se contraia.
“Agora você aprendeu… satisfazer a Pamela mesmo se você não conseguir com o seu pênis.”
Eu suspirava fundo como se tivesse tendo um orgasmo, ela olhou diretamente para o meu colo, a mancha era óbvia impossível de esconder.
“Meu Deus João, você gozou nas calças.”
Aquilo foi humilhante.
“Não acredito que você gozou nas calças usando um cinto de castidade, você tem tesão por mim? Isso é estranho.”
Pra tentar me defender.
“Você também gozou.”
“É mais tinha um consolo dentro de mim me fazendo gozar, agora você estava trancado com o pênis mole e mesmo assim gozou.”
Eu estava morrendo de vergonha.
“Olha o tamanho dessa mancha, você tá pior que o meu ex.”
Ela foi até a gaveta e me deu a chave. “Vai se limpar.”
Saí morrendo de vergonha e fui tomar um banho, e quando eu voltei a minha irmã me trancou e me abraçou “oque vamos fazer com você?”
E dormi na cama dela naquela noite, eu precisava mesmo ficar do lado de alguém, eu me sentia desprotegido e a melhor coisa era a companhia de alguém.