Caros leitores, inicio a narrativa do último capítulo deste segundo livro, o Rosa Flor 2, onde contei sobre eu, minha jovem e bela esposa Rosinha e a nossa amizade íntima, muito íntima com o meu tio Carvalho, coroa experiente e dono de uma pica descomunal que, por vários meses enfeitiçou e satisfez os desejos da minha esposa putinha. Com ele aprendemos as delícias do sexo a três, sem preconceitos, sem vergonha e sem ciúme, ou melhor, quase sem ciúmes (risos).
Acordamos cedo na segunda-feira e levamos o tio Carvalho ao aeroporto, pois ele viajaria para reencontrar a esposa Carmem da qual estava separado há alguns meses. Apesar da falta que o tio certamente nos faria, pra mim e a Rosinha era motivo de alegria ver a felicidade do nosso tio querido indo ao encontro da mulher que ele tanto amava. Depois do embarque, voltamos eu e a minha amada no carro, em silêncio, disfarçando a tristeza que sentíamos ao vê-lo partir, pois, afinal, além de parceiro de sexo nos fins de semana, era o nosso tio e melhor amigo.
Eu (acariciando a coxa da minha esposa, sentada no banco do carona, exibindo suas belas pernas, já que a saia curta quase nada cobria) – Tá triste?
Rosinha (devolvendo o carinho, me acariciando na coxa próximo ao pinto) – Vou sentir falta do tio, do nosso amigo e parceiro de safadezas, mas estou feliz porque ele vai reencontrar a tia Carmem, ele gosta muito dela e sinto que ela também o ama muito.
Eu (tentando criar um clima mais descontraído) – Você vai sentir mais falta da amizade ou do pintão que o tio te dava todos os fins de semana?
Rosinha (sorrindo e apalpando meu pinto por sobre a roupa) – Vou sentir saudades da amizade, da companhia nos almoços nos fins de semana; o tio fará muita falta! (sorrindo, me provocando, apertando meu pinto) – Também vou sentir falta daquele pintão de cavalo que esticava meus buraquinhos me fazendo gozar gostoso. Mas estou feliz, pois tenho você, o meu maridinho gostoso que tanto amo e tenho certeza de que você e esse seu pinto gostoso irão continuar apagando meu fogo todos os dias!
Voltamos pra casa, eu fui trabalhar e a Rosinha também iniciou seus trabalhos. À noite, ao sair do serviço, enviei mensagem perguntando pra minha amada se ela queria que eu passasse na padaria pra comprar algo. Diante de resposta negativa voltei pra casa. Ainda me sentia triste ao lembrar que o tio Carvalho havia viajado, mas quando abri o portão, tive uma grata surpresa, pois a minha amada Rosinha me esperava numa posição bastante convidativa. Com os pés apoiados no chão, as pernas abertas e o restante do corpo apoiado na tampa aberta da caçamba da caminhonete do tio Carvalho, aguardava que eu entrasse em casa. Naquela posição o vestido curto mostrava a metade da bunda e meus olhos foram atraídos para a rachinha raspadinha entre as coxas e o cuzinho que se destacava, com sua pele mais moreninha, entre as nádegas lindas. Diante de tanta beleza e daquele convite descarado pra comê-la, nada falei e nem esperei outro convite. Ma agachei atrás dela e enfiei a cara entre as coxas quentes apreciando o cheiro de fêmea que tanto gosto e, a seguir, estiquei a língua e também provei o sabor daquela fruta rachada, úmida e quente. Sem nada falarmos, baixei minha calça, pincelei a cabeça do pau duro entre os lábios bocetais e o empurrei pra dentro daquele túnel acolhedor. Que delícia de trepadinha, rapidinha, mas muito prazerosa! Depois de gozar, fomos esquentar o jantar. Ao final daquela noite, após nos banharmos, a Rosinha quis mais sexo e eu lhe proporcionei mais um gozo com a minha boca e língua, lambendo e sugando sua grutinha.
Na manhã seguinte acordei de pau duro, como quase todos os dias. Fui ao banheiro mijar e, quando voltei pro quarto, minha Rosinha, fingindo dormir, me esperava nuazinha com as pernas muito abertas exibindo a xaninha me convidando silenciosamente pra que eu lhe desse carinho. Transamos, mas não gozei, pois queria guardar minhas energias para a noite, quando voltasse do trabalho.
E assim foi se seguindo aquela semana, eu dando carinho e gozo pra minha fogosa esposa todas as manhãs e noites, mas evitando gozar pela manhã, poupando energias para o fim da noite. Chegou a sexta-feira, pedimos pizza pro jantar e comemos acompanhada de uma garrafa de vinho. Lembrei do tio Carvalho, mas nada falei. Após lavar as louças, fomos pro banco do quintal terminar o resto do vinho e foi então que tocamos, pela primeira vez, no nome do tio. Acho que para evitar aumentar a saudade que sentíamos, passamos a semana toda evitando falar dele.
Eu (sentado pelado sobre uma toalha, ao lado da Rosinha) – Tá sentindo falta do tio?
Rosinha (também nua, séria, após tomar um gole) – Muita, principalmente hoje, pois ele sempre voltava pra casa nas sextas-feiras.
Eu (não conseguindo esconder minha tristeza) – Eu também sinto saudades dele, e acho que amanhã e domingo será pior, sentiremos ainda mais falta dele.
Rosinha (mudando sua expressão facial, sorrindo e pegando no meu pinto mole) – Fer, nada de tristeza, o tio foi e sempre será nosso melhor amigo, devemos pensar que ele está feliz com a tia Carmem, certamente nesta semana que passou ele cheirou e lambeu muito a xaninha dela, deu muito pau e muito gozo, eles estão felizes!
Eu (tentando me alegrar) – Siiim, e talvez ele e a tia Carmem já estejam fazendo troca de casais com o Júlio e a Júlia; eles são muito safados e devem estar na maior putaria!
A saudade que eu sentia do tio me fez sentir vontade de transar com a Rosinha fantasiando com ele, como muitas vezes fizemos logo que viemos morar com ele e antes de iniciarmos as nossas safadezas a três.
Eu (acariciando minha esposa entre as coxas, deslizando o dedo na rachinha úmida e quente) – Você pensa no pintão do tio quando transa comigo?
Rosinha (se ajoelhando entre minhas pernas, apoiando os joelhos nos chinelos e abocanhando meu pinto mole que crescia) – Fer, melhor não pensarmos mais nas safadezas que fazíamos com o tio, aliás, penso que não mais devemos pensar em sexo com outras pessoas, a três ou em grupo, agora somos só nós dois e será entre nós que teremos que apagar nosso fogo.
Eu (sentindo meu pau endurecendo na boca da minha mulher) – Você acha que não devemos mais fantasiar?
Rosinha (apoiando meu pinto na bochecha e falando carinhosa) – Amor, fantasiar vai me dar vontade de realizar as fantasias e o tio Carvalho, em quem você confiava, voltou pra tia Carmem. Sinto que você não confia em mais ninguém e não quer conhecer outras pessoas para amizade ou algo mais. Então, acho que fantasiar e não realizar não será o bastante pra mim!
Fiquei triste ao perceber que a Rosinha não queria mais fantasiar, mas disfarcei não deixando transparecer minha frustração. Parei de pensar naquilo e me concentrei nas delícias que a boca quente e as mãos da minha esposa me proporcionavam. Naquela noite transamos com muito carinho expressando na cama todo o amor que sentíamos e gozamos muito gostoso. Amanheceu o sábado e eu, tentando não lembrar tanto do tio Carvalho, saímos com a caminhonete dele, pois ele havia pedido para usá-la de vez em quando. Fomos até uma cidade vizinha onde há alguns locais turísticos e lá passamos o dia, inclusive dormimos num hotelzinho simples, mas aconchegante onde transamos gostoso antes de adormecer. No domingo fomos em algumas atrações turísticas e, percebendo que a Rosinha usava calcinha, perguntei:
Eu (sorrindo) – Ueeé, resolveu usar calcinha hoje, é?
Rosinha (devolvendo o sorriso) – Tô usando, amor, minha saia é muito curta, aqui tem muitas crianças e não quero que vejam minha perseguida. Se fosse um local só de adultos eu até iria me divertir um pouco não usando nada por baixo da roupa e agradando aos olhos de alguns marmanjos!
Rimos os dois e continuamos nosso passeio. No meio da tarde voltamos pra nossa cidade. Durante o trajeto, dentro do carro, a Rosinha resolveu me provocar e, sem qualquer aviso, tirou a calcinha e a colocou sobre o painel.
Rosinha (suspirando) – Ufa, que bom tirar a calcinha, ontem usei o dia todo e hoje pela manhã também, sinto que minha perseguida fica sufocada!
Eu apenas sorri sem nada dizer e, olhando minha esposa tentando inutilmente cobrir a xaninha com a saia curta, senti meu pinto pulsando dentro da roupa. Acelerei um pouco até me aproximar de um caminhão que seguia logo à frente, pois eu havia visto vídeos na internet de casais que se exibem na estrada e senti tesão ao imaginar a alegria do caminhoneiro se visse a minha esposa pelada da cintura pra baixo. Aproveitando que a estrada era de pista dupla, mudei de faixa, mas me mantive uns trinta metros atrás do caminhão.
Rosinha (percebendo a minha safadeza) – Fer, o ar aqui dentro tá muito frio! Que tal desligar o ar condicionado e abrir os vidros?
Sentindo que ela desejava a safadeza que eu imaginava, a minha resposta foi silenciosa e apenas desliguei o ar condicionado, abri os vidros e acelerei levemente sinalizando que iríamos emparelhar com a cabine do caminhão. A Rosinha, percebendo que em segundos estaríamos lado a lado com o caminhoneiro, me surpreendeu outra vez ao tirar rapidamente a saia e a camiseta que usava se mostrando totalmente peladinha e exibindo, além da xota raspadinha, os peitos lindos de bicos pontiagudos.
Rosinha (se ajeitando no banco, sentando um pouco mais à frente, colocando os pés no painel e abrindo as pernas deixando que o sol iluminasse sua xaninha entre as coxas) – Ohhh, Fer, é muito bom tomar sol na pepeca!
Eu (ao lado, prestando atenção na estrada e também apreciando a minha putinha com o canto dos olhos enquanto emparelhava nosso carro com a cabine do caminhão) – Esse vento que entra pela janela não vai fazer mal pra sua pererequinha?
Rosinha (sorrindo ao perceber que estávamos lado a lado com a cabine do caminhão, tesuda e beliscando os dois mamilos, porém sem olhar pro caminhoneiro) – Tá calor, amor, minha toquinha tá bem quente e precisando de algo pra esfriar a quentura dela!
Espiei pelos retrovisores, prestei bastante atenção na estrada e vi que poderíamos ficar ali por mais um tempo e, então, provoquei:
Eu – Rosinha, vai deixar o caminhoneiro ver você assim, peladinha?
Rosinha (arreganhando totalmente as pernas, exibindo descaradamente a xota) – Oh, Fer, coitado dele, deve tá trabalhando desde cedo, acho que ele ficará feliz ao ver uma xaninha gostosinha assim como a minha. Certamente, quando voltar pra casa, ele vai pegar a esposa e transar com bastante fogo.
O caminhoneiro, ao perceber a nudez da minha esposa, deu um leve toque na buzina, abriu o vidro e botou o braço pra fora fazendo sinal de positivo com o polegar. Por alguns segundos estivemos lado a lado com o caminhão e a Rosinha fazendo um carinho na rachinha provocando ainda mais o caminhoneiro. Ao ver pelo retrovisor um veículo distante, avisei a Rosinha que teríamos que abandonar a brincadeira.
Rosinha (olhando pra trás) – Oh, amor, aquele carro tá bem longe de nós, ainda dá pra eu mostrar minha xaninha um pouco mais e agradar o nosso amigo caminhoneiro. (se posicionando de joelhos sobre o banco com a bunda na janela, um pouco pra fora, e abrindo o zíper da minha bermuda pra chupar meu pau duro) – Deixe ele ver mais um pouquinho o meu corpo, amor, enquanto eu chupo esse seu pau gostoso!
Caros leitores, que tesão eu sentia vendo minha esposa com a bunda encaixada na janela mostrando as nádegas, o cuzinho e a rachinha para um desconhecido! Permanecemos lado a lado com o caminhão por mais alguns segundos, eu sentindo a boca quente da minha mulher sugando meu pau duro e imaginando a bela paisagem que o caminhoneiro assistia. Ao ver que o carro atrás de nós estava a uns cem metros, acelerei evitando que o motorista também visse a exibição que a Rosinha fazia. Seguimos nosso caminho deixando o caminhoneiro pra trás, mas ainda ouvimos ele soar a buzina algumas vezes, certamente em sinal de agradecimento pelo espetáculo proporcionado pela minha esposa. Cheguei em casa excitado e logo levei minha amada pra cama onde a comi com muito, muito tesão até gozarmos juntos. Enquanto transávamos, tentei incentivar minha esposa a fantasiar com o caminhoneiro, mas ela não quis. Mesmo assim foi uma delícia de trepada!
Amanheceu a segunda-feira e iniciamos nossa rotina de trabalho, porém sempre curtindo o sexozinho gostoso pela manhã e uma trepadinha ainda mais deliciosa à noite. No meio da semana, quando voltei pra casa, fui surpreendido ao ver a cinta de couro pendurada no varal, aquela que a Rosinha usa quando come minha bunda. Entrei sem nada comentar, dei um beijo gostoso na minha amada e fui até o quarto trocar de roupa quando me surpreendi outra vez ao ver vários brinquedos e consolos, aqueles da tia Carmem, espalhados sobre a cama. Aí não tive como não questionar a Rosinha:
Eu (entrando na cozinha para ajudar com o jantar, dando uma palmada na bunda da Rosinha e provocando) – Ver a cinta de couro pendurada no varal e também todos aqueles brinquedos sobre a cama me fez imaginar que o seu dia foi bastante animado!
Rosinha (sorrindo) – Não é nada disso que você tá pensando, amor, eu não usei aqueles consolos, ainda; eu apenas resolvi lavar os brinquedos da tia Carmem, pois gosto de manter tudo limpinho! (me abraçando pela lateral do corpo, alisando meu pinto com uma mão e minha bunda com a outra) - Aliás, o meu dia foi de muito trabalho e vou precisar de uma boa diversão antes de dormirmos. (afundando um dedo entre minhas nádegas, procurando meu cuzinho) – Prepare-se porque hoje estou com espírito de macho, tô muito a fim de comer uma bundinha de homem!
Eu (rindo, me virando e escapando da mão atrevida da Rosinha) – Eu, heim! Tô fora!
Rosinha (rindo, provocando) – Prepare-se, pois logo mais eu estarei dentro, e bem dentro de você!
Eu nada disse, mas confesso que senti um leve tesão ao imaginar minha esposa usando a cinta de couro e um consolo acoplado, parecendo uma linda e dotada travesti. Após o jantar fomos pro quintal tomar uma cerveja gelada e conversar sobre nosso dia. Desconfiado e prevendo o que poderia acontecer naquela noite, pedi um tempo pra Rosinha e fui pro banheiro e, mesmo sem vontade, me esforcei e me aliviei, pois não queria correr nenhum risco caso a minha mulher insistisse em comer minha bunda (risos). Caros leitores, não vou esconder que a ideia de dar a bunda me pareceu tentadora, pois há algum tempo a Rosinha não me enrabava. Deixo claro a todos que adoro mulher, amo os cheiros e sabores de uma fêmea, enfiar meu pau em buraquinhos femininos e dentro deles esvaziar meu saco. Mas depois que descobri que o meu cuzinho é uma enorme fonte de prazeres, depois que aprendi gozar dando a bunda para a minha mulher e seus consolos, perdi a vergonha, os preconceitos de que homem não sente tesão no cu e me sinto mais à vontade pra virar a bunda pra minha amada esposa (risos)! Após me aliviar no trono, voltei ao quintal e convidei minha Rosinha pra nos banharmos, pois a noite quente convidava a um banho de ducha.
Após nos lavarmos, a Rosinha pegou a cinta de couro no varal e seguimos pro nosso quartinho, pequenino, aconchegante e com muitos espelhos nos quais nos apreciamos quando transamos.
Rosinha (sorrindo maliciosa, pegando o maior consolo, aquele cujo tamanho assemelha-se ao cacetão do tio Carvalho) – Que tal usarmos este hoje, amor? (segurando pela base e balançando o pintão pra mim) – Este você nunca comeu!
Caros leitores, apesar de sentir muito tesão no cu, aquele consolão me parecia muito grande e tive receio de sentir mais dor do que prazer, além disso ele me lembrava o pauzão do tio Carvalho, no tamanho e no formato, e eu não curtia nem um pouco imaginar o tio metendo na minha bunda.
Eu (escolhendo as palavras pra não frustrar minha esposa) – Oh, Rosinha, esse consolão aí é muito grande e tenho medo de não aguentar ou, se eu conseguir, talvez eu sinta mais dor do que prazer! Melhor usarmos um dos menores!
Rosinha (compreensiva, sorrindo e pegando o consolo médio, semelhante ao meu pinto, talvez um pouco maior) – Tudo bem, amor, eu entendo! Então será este, já meti ele no seu cuzinho algumas vezes e você gostou muito!
Eu (sorrindo um pouco envergonhado porque meu pinto crescia rápido) – Como você sabe que eu gostei deste aí!
Rosinha (agarrando meu pinto que estava quase duro e massageando) – Porque senti que você gozou muito gostoso quando comi sua bunda com este consolo! E agora seu pinto já está endurecendo só de você imaginar ele dentro do seu cuzinho outra vez!
Eu nada falei, pois sentia vergonha de estar de pau duro, o safado do meu pinto denunciou o meu tesão. Em seguida a Rosinha saiu do quarto e foi até o banheiro levando o consolo e a calcinha de couro; senti que ela queria se “vestir” longe da minha vista. Achei estranho, pois nas vezes anteriores ela vestia a cinta e o consolo na minha frente, inclusive me pedia ajuda para ajustar e fechar a fivela, mas nada falei. A minha surpresa veio quando ela voltou pro quarto vestindo um short daqueles apertados que as mulheres normalmente usam em academias e, embaixo dele o enorme volume do pintão de silicone apertado dando à minha esposa a aparência de uma traveca super dotada. Quando vi, ri, pois ela estava bem engraçada com aquele cacetão virado pro lado quase ultrapassando o quadril. Aquilo parecia ainda maior naquela posição!
Eu (rindo, sentindo meu coração bater forte e prestando atenção nos movimentos dela que vinha pro meu lado alisando aquele torpedo com as duas mãos de forma provocativa) – Cê tá parecendo uma traveca pintuda!
Rosinha (subindo na cama, se aproximando de mim, pegando minha mão e me fazendo pegar e apertar aquela coisa grossa) – Sou a sua travequinha pauzuda, amor, e hoje vou meter todo o meu cacetão no seu cuzinho, vou te fazer gemer de dor e prazer, vou te foder bem gostoso até você gozar e esvaziar o seu saco!
Caros leitores, minha mulher me fez pegar e apertar aquilo e, apesar de aquele pintão estar sob a roupa, confesso que me senti um pouco desconfortável, mas não quis negar os pedidos da minha esposa e satisfiz os seus desejos. Mas também confesso que imaginar aquela coisa dura dentro da minha bunda me deu um puta tesão e, antes mesmo dela tirar o short, meu pau estava duro igual a uma barra de ferro. E assim brincamos por algum tempo, curtindo as preliminares da sacanagem que estava por vir até que a Rosinha ficou nuazinha. Aí, sim, vi que aquele cacetão, mesmo sendo o de tamanho médio, era bem grande.
Rosinha (parecendo uma traveca tarada, pegando aquilo pela base, exibindo e provocando) – Veja, Fer, o que tenho pra você, veja o pauzão duro da sua travequinha gostosa! (sorrindo e balançando o pintão) – Vou enfiar tudo isso no seu cuzinho, sem deixar nada de fora! Hoje quero ouvir você gemer muito, de dor, de prazer e de gozo!
O meu tesão, que já era grande, aumentou quando ouvi minha esposa falando aquilo. Confesso que, apesar de envergonhado por estar de pau tão duro, eu também sentia muita vontade de satisfazer os desejos da minha mulher e, não nego, os meus também! Sem coragem pra tomar qualquer iniciativa, deixei que minha esposa tarada conduzisse a nossa safadeza.
Rosinha (me dando uma camisinha, se deitando apoiada em um almofadão e abrindo as pernas) – Amor, hoje serei sua traveca pintuda e você vai fazer tudo que eu mandar, tá! Tome esta camisinha e vista ela no meu pauzão!
Muito tímido, rasguei a embalagem e fui vestindo o preservativo no “pau da minha esposa”. Senti um arrepio quando tive que pegar naquilo outra vez e meu coração bateu mais forte quando percebi que, pra cobrir todo o consolo, tive que desenrolar quase toda a camisinha. Ufa! Eu olhava para aquilo e imaginava ele todo dentro da minha bunda, pensava na dor que eu sentiria, no prazer e o gozo ao final.
Rosinha (me puxando pra me beijar e provocando) – Qual a posição que o meu maridinho gostoso vai querer ser enrabado hoje?
Eu (muito tímido pra qualquer atitude, principalmente escolher a posição na qual eu seria enrabado) – Você pode escolher!
Rosinha (sorrindo feliz) – Amor, hoje vou comer sua bunda em todas as posições, mas quero começar metendo olhando pro seu rosto, pois me dá muito tesão ver suas expressões de dor quando meu pau começa a entrar no seu cuzinho.
Eu (sorrindo tímido) – Safada!
Rosinha (me empurrando com carinho, me ajeitando no colchão e ordenando) – Fique de frango assado pra mim!
Timidamente me coloquei na posição, levantei minhas pernas e as segurei exibindo minha bunda e meu cu, silenciosamente oferecendo à minha esposa que naquele momento usava um consolo enorme de silicone preso na altura da xota, o meu cuzinho que piscava de medo e tesão.
Rosinha (sorrindo safada, mostrando o tubo de gel numa das mãos e, na outra, o dedo do meio esticado em posição ameaçadora) – Além do lubrificante, vai querer um ou dois dedinhos pra abrir o buraquinho, ou será macho o suficiente pra deixar entrar o meu pauzão sem amaciar o furinho?
Caros leitores, o meu tesão e a vontade de ser enrabado era tão grande quanto a minha vergonha de tomar iniciativas e, então respondi tímido:
Eu (olhando o pauzão da minha mulher balançando ameaçadoramente e que parecia brotar naturalmente do seu corpo) – Deixo você decidir!
Rosinha (rindo) – Então vamos pôr só lubrificante e dispensar o dedinho pro furinho continuar bem apertadinho e ir abrindo aos poucos à medida que meu cacetão for entrando! (sorrindo pra mim, provocando) – Vou adorar rasgar suas preguinhas!
Caros leitores, eu já contei várias enrabadas que ganhei da minha esposa e acho que esta seria apenas mais uma e, então, vou resumir. Naquela noite “sofri” e gozei muito no “pau da minha esposa”. Não vou negar o prazer que senti ao ser enrabado pela minha amada, sentir seu corpo quente em cima ou em baixo do meu. Ela metia devagar evitando me fazer gozar e assim trepamos nas mais variadas posições, ou melhor, levei pau na posição de frango assado, de lado, de bruços, de quatro, ela por baixo e eu cavalgando e até em pé fizemos. Contarei agora o que aconteceu de especial depois que fui enrabado em todas as posições:
Rosinha (me pegando de quatro) – Fer, quero algo especial hoje! (soltando a fivela e liberando a cinta do seu corpo, mas sem tirar o consolo da minha bunda) – Quero que você me coma sem tirar o consolo da sua bunda! (se colocando de quatro à minha frente, de pernas abertas se oferecendo pra ser penetrada) – Vem, amor, mete em mim, mas não deixe o consolo sair do seu cuzinho!
Mesmo sendo novidade aquela posição de meter na Rosinha com um pau enfiado no meu cu, não neguei o pedido dela, pois além do meu tesão, que era enorme, eu queria satisfazer os desejos da minha amada. Segurei o consolo pra que ele não escapasse da minha bunda e meti forte na buceta que ela me oferecia. Meu pau estava mais sensível, parecia maior, mais grosso e duro. Tentei me controlar pra não gozar enquanto metia na Rosinha ouvindo seus gemidos de tesão que também sentia meu pau diferente.
Rosinha (gemendo) – Ai, amor, seu pau tá maior e mais duro, que delícia! Mete!
Eu sentia que aquela coisa dura dentro da minha bunda aumentava muito o meu tesão e comecei a meter com força.
Rosinha (rebolando) – Fer, pegue o consolo e movimente ele dentro de você, puxe e enfie igual você tá fazendo comigo! Quero que você sinta o mesmo que eu, me fode e fode seu cu também!
Obedeci não apenas pra satisfazer um desejo da minha mulher, mas também porque eu estava gostando daquilo e comecei a me foder no cu enquanto olhava meu pau super duro e grosso entrando e saindo da buceta da Rosinha. Que coisa boa!
Rosinha (se surpreendendo e gozando muito rápido) – Aiiiii, amor, tô imaginando tanta coisa gostosa, ai, tá muito bom, ai, que delícia, vou gozar, vou gozaaaaar!
Normalmente eu dou um tempo à Rosinha pra descansar depois que goza, mas naquela situação, estando eu também perto de gozar, continuei metendo. Ela, percebendo que eu também estava me aproximando do prazer maior, se movimentou desfazendo nosso engate e me fez sentar no colchão sem me dar tempo pra tirar o consolo do meu rabo.
Rosinha (eufórica) – Senta, amor, senta com o pau no seu cu que eu vou montar você!
E assim fizemos. Ao sentar no colchão aquela coisa se enterrou no meu rabo e entrou ainda mais quando a Rosinha veio por cima montando em mim e enfiando minha pica na sua buceta. Jogando seu peso sobre mim, me fez sentir o consolo entrar até não sobrar um só centímetro de fora. Não nego, caros leitores, que quase gozei naquela hora! Respirei fundo, desviei o pensamento e consegui me segurar. O meu tesão era imenso e queria aproveitar um pouco mais daquelas novidades que a minha esposa safada inventava pra nos dar prazer. Naquela posição, eu sentado no colchão com o consolo profundamente atolado no meu cu e meu cacete na buceta da Rosinha, metemos por um tempinho até que tive a ideia de comer o cuzinho dela.
Eu (molhando o dedo nos fluídos sexuais expelidos pela racha da minha mulher e enfiando a pontinha do cuzinho piscante) – Quero comer seu rabo também, quero que você sinta o mesmo que eu tô sentindo agora!
Rosinha (sorrindo safada) – Se o seu pau entrar no meu cu agora, eu vou gozar!
Eu (segurando na cintura dela e a empurrando pra cima pra desfazer nosso engate) – Senta no meu pau com o seu cuzinho, quero te enrabar, vamos gozar juntos que eu também não tô aguentando mais segurar meu gozo!
E assim fizemos. Sem qualquer dilatação e usando apenas nossos lubrificantes naturais que brotavam abundantemente de nossos sexos, molhei as pregas anais da Rosinha e segurei meu pau apontado pra cima. Minha esposa safada se encarregou de fazer o engate entre nós. Sentando firme, sem enrolação, gemeu de dor enquanto descia a bunda me presenteando com a delícia que era sentir seu cuzinho apertado agasalhando, numa só enfiada, todo o meu cacete duro.
Rosinha (gemendo) – Aiiiii, puta que pariu, seu cacete tá muito grosso e duro hoje, mais que o normal! Aiii, dói muito!
Eu (puxando ela pra baixo, enterrando toda a pica no cuzinho apertado sem me importar com a dor que ela sentia) – Senta, putinha, come meu pau inteiro com esse cuzinho guloso!
Rosinha (gemendo) – Ai, amor, cê tá rasgando meu cu com esse seu pau grosso!
Quando senti o anelzinho anal da Rosinha apertando a base do meu cacete, fiquei quieto esperando ela se acostumar com meu pau dentro do cu. Ao perceber que a dor estava passando, peguei na cintura dela e a fiz rebolar.
Rosinha (sorrindo sapeca) – Tô quase gozando, amor, se eu rebolar com seu pau dentro do meu cu, vou gozar!
Eu (sorrindo) – Eu também tô quase gozando, não vou conseguir me segurar mais!
Rosinha (forçando a bunda pra baixo e iniciando um rebolado gostoso) – Então vamos gozar juntos, não aguento mais!
Eu (sentindo a pressão da bunda dela sobre meu púbis, o meu pau totalmente atolado no cuzinho apertado e, no meu cu, o consolo atingindo profundidades nunca antes exploradas) – Puta que pariu, vou gozar, isso é bom demais, vou gozar, ai, tá vindo meu gozo, aiii, que delíciaaa!
Rosinha (rebolando e pressionando a bunda pra baixo) – Ai, amor, vou gozar também, ai, que delícia sentir meu rabo cheio com seu cacete, que bom que é gozar pelo cu sabendo que você também tem um pau no rabo, ai, ai, tô gozandooooo!
Explodimos num gozo intenso, longo e extremamente prazeroso. Nossas peles se arrepiaram, senti correntes elétricas percorrendo meu corpo todo e o coração acelerar. Atingi, junto com minha esposa, o prazer maior que só o sexo bem feito com a pessoa amada pode nos dar. Que delícia gozar com a Rosinha!
Gosto de ficar engatado com minha mulher após gozar, curtindo o calor do corpo dela, mas daquela vez, após aquele orgasmo intenso, a minha vontade era de tirar rapidamente aquele cacetão que estava enterrado no meu rabo (risos).
Eu (empurrando ela com delicadeza) – Saia de cima de mim, quero tirar logo essa coisa dura da minha bunda!
Rosinha (rindo, tentando se manter sobre mim e pressionando sua bunda pra baixo) – Não, amor, continue aí, espere que esse pauzão gostoso que tá enfiado no seu cuzinho amoleça e saia sozinho!
Eu (rolando na cama e escapando da minha esposa safada) – Nãaao, esse negócio aqui na minha bunda não vai amolecer; tenho que tirar isso do meu cu!
Ofegantes, deitamos na cama, tirei da minha bunda aquela coisa dura e adormecemos. Acordamos minutos mais tarde, tomamos banho e dormimos felizes.
Rosinha (segurando meu pinto mole antes de adormecer) – Amor, foi muito bom dar minha bunda pra você, gozei muito gostoso, principalmente porque o seu pau estava mais duro e grosso que o normal. (me dando o último beijo antes de adormecer) – Adorei dar meu cuzinho sabendo que você também tinha um pau enfiado no seu rabo! Vou querer fazer assim mais vezes, tá!
E assim, caros leitores, uma deliciosa rotina foi criada entre eu e minha amada esposa depois que o tio Carvalho viajou. Transávamos pelas manhãs e eu fazia ela gozar, embora eu segurasse meu gozo pra dar a ela mais uma dose de sexo à noite. Uma vez por semana ela me dava a bunda, normalmente no fim de semana, mas também comia a minha com os seus consolos, quase sempre no meio da semana. Criativa, a Rosinha sempre inventava brincadeiras pra animar o nosso sexo. Quando saíamos, ela quase sempre ia sem calcinha ou, quando saia de casa usando, voltava com a xotinha desprotegida debaixo da saia pra me provocar. Sempre que possível fazíamos fotos exibicionistas em locais públicos e até algumas vezes fomos flagrados por outras pessoas, o que nos dava um tesão especial quando trepávamos ao chegar em casa. Uma vez brincamos de dominante e dominado, onde ela dava ordens e eu obedecia; e depois invertemos, eu mandava e ela cumpria meus desejos. Não usamos coleiras, algemas ou coisas do tipo como forma de dominação, mas apenas dávamos algumas ordens para que o outro cumprisse. Vou fazer um breve resumo para que vocês, leitores, tenham ideia da nossa brincadeira. Uma tarde, logo que eu voltei do trabalho e entrei pela sala, percebi que ela se comportava diferente comigo, estava autoritária e, então, me lembrei de que tempos atrás ela havia comentado sobre brincarmos de dominante e dominado.
Rosinha (autoritária) – Fernando, não vá ao quarto trocar de roupas agora, pois preciso de você imediatamente! (levantando o vestido e o retirando pela cabeça se mostrando nuazinha, sentando e apoiando os pés sobre o tampo da mesa, abrindo as pernas e exibindo a rachinha linda cujos pelinhos, com cerca de um centímetro tornavam ainda mais linda aquela fruta feminina) – Venha lamber minha buceta, pois hoje eu vi muitos pintos na internet e estou muito tesuda e precisando gozar!
Acho que nenhum homem ousaria desobedecer uma ordem dessa, principalmente vendo uma mulher como a Rosinha sentada sobre a mesa, abrindo as pernas, mostrando a buceta e pedindo língua. E então, vendo ela autoritária daquela forma, me lembrei de que dias atrás conversamos sobre brincarmos de dominação. Não querendo desobedecer minha esposa e vendo sua xaninha linda e aberta esperando carinho, me sentei na cadeira em frente àquelas pernas abertas e obedeci.
Rosinha (puxando minha cabeça pro seu entre coxas) – Não tenha pressa, antes de me fazer gozar com sua boca, quero que você lave minha buceta com a sua língua, lamba tudo aí embaixo e tire essa meleca e esse cheiro, pois hoje fiquei molhada muitas vezes e minha racha tá toda melada e com cheiro de buceta!
Cheirei o seu entre coxas e senti o aroma tão característico de buceta de final de dia que, para mim, é um perfume afrodisíaco que sempre faz meu pau endurecer em poucos segundos. Cheirei e lambi toda aquela fruta deliciosa retirando dela o sumo do tesão, a baba do desejo e o cheiro de buceta! Depois de deixá-la limpinha, colei meus lábios aos dela e caprichei lambendo a portinha do paraíso e o grelinho fazendo minha amada gozar em poucos minutos.
Rosinha (após gozar, descansando deitada na mesa enquanto eu esquentava o jantar, dengosa, provocativa e abrindo as pernas mostrando a racha linda e molhada) – Amor, quer que eu retribua agora o prazer que você me deu ou deixamos pra mais tarde?
Eu (de pinto mole e sentindo meu estômago roncando de fome) – Melhor deixarmos pra mais tarde, pois estou com muita fome! (complementando depois de um breve silênciode comida!
Eu sentia saudades do tio Carvalho, e creio que a Rosinha também. Nos fazia falta a amizade, a alegria, a companhia e principalmente as safadezas que fazíamos a três. Nossas brincadeiras com ele nos davam muito tesão e nos proporcionava gozos incríveis, mas, apesar da falta que sentíamos do tio, a relação entre eu e a minha esposa era muito boa, pois nossas brincadeira sexuais pela manhã e mais sexo ao final da noite, nos mantinha felizes e unidos. Admito, entretanto, que apesar de me sentir feliz com a minha amada, eu queria mais, queria transar fantasiando com outras pessoas, imaginar situações tesudas, apimentar nosso sexo com sonhos, mas a Rosinha dizia que não queria fantasiar, pois isso a faria desejar e ela não queria sonhar com algo que não iria ter. Disse que, por eu confiar somente no tio Carvalho, eu não queria fazer novas amizades visando sexo liberal, mas que ela compreendia isso. Quando eu tentava fantasiar, ela me beijava e dizia que estava feliz comigo, que me amava e adorava o sexo que fazíamos, mas que preferia não fantasiar, já que não poderíamos realizar nossos sonhos. Disfarcei e escondi minha frustração, mas o tempo foi passando e minha vontade aumentava. Sempre que eu tentava imaginar situações excitantes com o tio Carvalho, ou com a Rita, amiga da Rosinha; ou com o casal Paulo e Ana, que conhecemos numa lanchonete; ou também com o casal de negros Maria e Bruno, que conhecemos numa loja; minha esposa se recusava alegando que, se não poderíamos realizar as fantasias, seria melhor não imaginar. E assim fomos tocando nossas vidas até que alguns meses se passaram desde que o tio Carvalho viajou e a minha vontade de fantasiar foi se tornando um forte desejo, quase uma necessidade. Não bastava eu fantasiar sozinho, não era satisfatório, pois eu queria a participação da minha amada Rosinha, queria que ela viajasse comigo nos meus sonhos, nas situações excitantes que eu imaginava com outras pessoas. Apesar disso, não toquei no assunto.
Uma noite voltei pra casa e ao entrar no quarto vi que uma das gavetas do armário estava um pouco aberta. Estranhei, pois a Rosinha sempre mantém tudo organizado e não deixa nada fora do lugar. Era uma gaveta usada somente por ela e eu não tinha o hábito de mexer nas coisas da minha esposa, mas naquela ocasião fui curioso e resolvi espiar pelo vão entreaberto. Vi algo que parecia uma calcinha e estranhei, pois a Rosinha guarda suas roupas íntimas numa outra gaveta menor. Abri e vi, além de uma calcinha, alguns bilhetes com anotações. Resolvi olhar e em dois dos bilhetes havia números de telefones e nomes, sendo um deles da Rita, aquela amiga da Rosinha e, no outro, o telefone do casal Bruno e Maria, o casal de negros que um dia conhecemos numa loja quando fazíamos fotos exibicionistas. Mas o que mais me chamou a atenção foi a calcinha com um cartão. Olhei melhor e me lembrei do casal Ana e Paulo, que tempos atrás conhecemos numa lanchonete onde nos provocamos, nos exibimos discretamente e, ao final, eles deixaram conosco a calcinha da Ana antes de irem embora. Aos leitores que não se lembram das pessoas que mencionei, leiam os capítulos 38 e 40 do primeiro livro e, capítulo 30 deste segundo volume. Curioso, peguei a calcinha e cheirei tentando sentir naquela minúscula vestimenta algum cheiro de mulher, mas ela estava limpinha.
Fui pra cozinha ajudar a esquentar o jantar, mas nada falei com a Rosinha sobre os bilhetes, telefones e a calcinha que vi na gaveta. Jantamos e, como de costume, fomos pro banco do quintal curtir um naturismo e uma cerveja gelada. Ah, como é bom não vestir roupa nenhuma e sentir o corpo nu! Eu e minha esposinha, após conversamos sobre o nosso dia, iniciamos lentamente uma troca de carinhos e terminamos por fazer sexo ali no banco. Primeiramente fui eu que, ajoelhado sobre os chinelos, enfiei a cara entre as coxas da minha amada e me deliciei com o delicioso perfume de mulher que emanava daquele sexo que, após algum tempo sem ser raspado, estava peludinho como eu tanto gosto. Depois me sentei e foi minha mulher quem se ajoelhou entre minhas pernas abertas e me deliciou com sua boca quente no meu cacete duro. Após me chupar o pau por algum tempo ela se levantou, virou as costas pra mim e sentou-se na minha pica comendo ela com a bucetinha quente, escorregadia e acolhedora. Ela estava tarada naquela noite, pois gozou rebolando no meu cacete em poucos minutos. Eu não havia gozado e, então, a convidei pra tomarmos banho na ducha do quintal. Depois fomos pra nossa casinha, escovamos os dentes e nos deitamos para a trepadinha gostosa de todas as noites, pois meu pau estava sensível e eu precisava esvaziar o saco e aliviar o tesão. Minha amada, depois de gozar lá no quintal, estava mais calma e pudemos fazer um sexo mais demorado, com uma longa troca de carinhos durante as preliminares. Quando comecei a meter meu pau na xotinha, olhando ele entrar lentamente até se aconchegar dentro dela, lembrei das muitas vezes que vi o cacetão do tio Carvalho percorrendo aquele mesmo caminho até desaparecer por completo na rachinha que sempre me pareceu muito pequena pra ele. Naquela noite senti um prazer especial em fantasiar, mesmo sabendo, ou pensando que somente eu imaginava coisas gostosas, pois por várias vezes, em outras ocasiões, achei que a Rosinha também fantasiava com outras pessoas. Iniciei uma metida lenta, cadenciada e fui fantasiando, imaginando minha mulher e o tio Carvalho fazendo as sacanagens que tanto me davam tesão. Lembrava da Rosinha brincado com o pauzão do tio, beijando, lambendo, chupando até ele gozar na boca dela. Me veio à mente as muitas lembranças das metidas que ele deu na xaninha da minha mulher e senti um tesão especial ao relembrar o cuzinho pequenino, porém guloso da minha esposinha engolindo o cacetão que lhe abria as pregas e, ao final, deixava dentro dela o seu creme de macho tarado. Gozei intensamente naquela noite.
Os dias se passavam e eu não mais me reprimia quanto a fantasiar sozinho durante as trepadas que dava com minha amada. Não eram todas as vezes que eu imaginava outras pessoas enquanto transávamos, mas de vez em quando era inevitável fantasiar. Quanto tesão eu sentia imaginando situações gostosas! E não raro eu fantasiava mesmo sem estarmos transando. Às vezes, até mesmo durante o trabalho, me pegava imaginando a mãozinha delicada da minha esposa no pauzão do tio Carvalho ou em um outro pau qualquer. Quando isso acontecia, eu ia ao banheiro dar uma mijada pra me distrair, mas quase sempre mijava de pau duro. Passei a sonhar acordado sentindo tesão ao fantasiar minha mulher com outras pessoas, com homens e também mulheres. Não raro acontecia de eu voltar andando do trabalho pra casa e pelo caminho pensar em como seria transar com a Rosinha e a sua amiga Rita. Pensava também no casal Paulo e Ana, imaginava aquela mulher gostosa comigo e a minha Rosinha com o Paulo. Eu ficava de pau duro pensando no quanto seria gostoso beijar e meter na xota negra da Maria e ao mesmo tempo ver o pau preto do Bruno entrando na xaninha clarinha da minha esposa. Imaginando tantas coisas gostosas eu encontrava energias para aquelas noites em que eu estava um pouco cansado; era só pensar nas muitas safadezas que fizemos com o tio Carvalho ou sonhar com outras pessoas que meu pau endurecia firme e forte e meu gozo era mais intenso. A Rosinha também notava meu tesão aumentado e sorrindo dizia que eu estava muito fogoso.
O tempo passava e o nosso relacionamento continuava gostoso, embora eu desejasse muito que a Rosinha voltasse a fantasiar junto comigo, igual fazíamos logo que conhecemos o tio Carvalho e ainda não havia intimidades entre nós. As brincadeiras que fazíamos mantinha nosso humor em alta e sempre alimentava nosso tesão. Um dia a Rosinha estava no trono fazendo xixi e pediu que eu levasse papel higiênico, pois havia acabado. Para provocar minha mulher, me masturbei sem que ela visse até endurecer o pau e depois encaixei o rolo nele e entrei no banheiro de pau duro com o papel encaixado no pinto. Ela riu e provocou:
Rosinha (sorrindo sapeca e pegando o rolo de papel) – Fer, você é muito safado me provocando assim! Me fez lembrar do tio Carvalho num daqueles dias em que ele tirou férias e ficamos só eu e ele aqui em casa. Um dia, após transarmos, eu levei o rolo de papel pra cama para nos enxugar e tentei encaixar no pauzão dele que ainda estava duro, mas não foi possível, pois o pintão dele é muito grosso!
Eu (enxugando a xotinha dela com o papel) –Se você estiver com saudades do tio e do pintão dele poderemos fantasiar, lembrar do que fazíamos ou imaginar coisas gostosas com ele. Que tal?
Rosinha (sorrindo e não querendo me magoar) – Melhor não, amor, você sabe que não temos mais o tio em nossa cama e, então, é melhor não fantasiar, pelo menos com ele!
Eu (sentindo que talvez ela estivesse disposta a fantasiar com outras pessoas diferentes do tio) – Se for com outras pessoas, você topa fantasiar?
Rosinha (dando um beijo carinhoso na cabeça da minha pica) – Oh, amor, você não quer fazer amizades com outras pessoas, acho que somente sonhar não será legal, mas se você quer tanto, poderemos tentar hoje à noite, após o jantar.
Fiquei super feliz e não via a hora de jantar e irmos pra cama, doido pra fantasiar junto com a minha amada esposa. Após a refeição e um bom banho fomos pra cama e iniciamos nossos jogos amorosos.
Eu (beijando os lábios, fazendo um carinho na xaninha da minha mulher e sentindo a toquinha quente) – Você já disse que não quer mais fantasiar comigo. Mas nem mesmo sozinha você fantasia, não pensa mais no tio Carvalho ou outras pessoas?
Rosinha (parecendo tímida) – Evito fantasiar pra não desejar o que não teremos, mas às vezes, quando estou muito tesuda, não consigo me controlar e imagino coisas gostosas com pessoas diferentes.
Eu (escorregando meu dedo molhado de melzinho de buceta pra o cuzinho e sentindo as preguinhas apertadinhas) – Com o que ou quem você sonha quando transamos?
Rosinha (me beijando e massageando meu pinto duro) – Amor, sonho muito em ser corna! Imagino você com outra mulher, beijando, mamando nos peitos, lambendo a xota, a bunda, metendo em todos os buraquinhos, fazendo ela gozar e gozando nela, melando ela de porra quentinha. Vou adorar lamber ela toda gozada do seu creminho! Acredite se quiser, mas pensar em você com outra me dá muito tesão, sabia?
Eu (enfiando o dedo na xaninha molhada e quente) – Você não fantasia com outros pintos? Não se imagina experimentando uns cacetes diferentes?
Rosinha (sorrindo) – Claro, amor, que eu gostaria de comer outros homens, outros pintos diferentes; já dei muito antes de casar com você e também recentemente me diverti bastante com o tio Carvalho. (sorrindo sapeca) - Já comi muita pica e gostaria de comer outras, mas ultimamente sinto muito tesão quando penso em você com outra mulher, comendo outra xota, sentindo outro cheirinho e outro sabor diferente do meu! (com cara de safada) – E não nego que eu também tenho curiosidade de experimentar uma rachadinha, mamar nuns peitos gostosos, cheirar e lamber uma bucetinha; de tanto ouvir você falar que é bom, fiquei curiosa!
Eu (curioso) – Se eu topasse conhecer outra mulher, você teria alguém em vista?
Rosinha (montando em mim, comendo meu pau com a xaninha quente, sorrindo safada) – Tenho, sim, mas só vou falar quem é se você topar um encontro!
Eu (tesudo, metendo de baixo pra cima e fazendo ela se lembrar do casal Paulo e Ana) – Já pensou no casal Paulo e Ana que tempos atrás conhecemos na lanchonete? Com eles teríamos um macho e um pau diferente pra você brincar, e eu poderia experimentar outra fêmea, uma bucetinha diferente da sua pra eu cheirar e comer!
Rosinha (de olhos fechados) – De vez em quando penso nisso, sim! Imagino nós quatro, todos juntos e embolados na mesma cama, fazendo tudo! (rebolando, esfregando a buceta no meu púbis ) - Ufffff, sinto um puta tesão pensando nas delícias que seria fazer troca de casais, eu com outro, você com outra, nós dois comendo pinto e buceta diferentes! Ai, tô ficando louca só de imaginar!
Eu (lembrando do casal de negros Bruno e Maria) – E o Bruno e a Maria, lembra deles? Eu nunca comi uma mulher negra, nunca enfiei meu pau branco numa rachadinha preta! E você, já comeu um negão e sentiu uma pica preta nessa sua bucetinha branca? (fazendo ela imaginar) – Só de pensar no contraste de cores, eu com uma preta e você com um preto, meu pau pula de tesão!
Rosinha (rebolando forte na minha pica) – Nunca comi um preto; fico tesuda quando imagino um negão montando em mim, metendo um cacete preto na minha bucetinha branca! Ai, que tesão! (pressionando a buceta no meu púbis) – Você vai gostar de ver sua esposinha branca gemendo e gozando debaixo de um negão? Eu vou adorar ver você comendo uma negra, imaginar seu pau branco dentro de uma buceta preta faz minha xota ficar molhadinha!
Durante aquela trepada fantasiamos muito com as pessoas das quais falávamos, acho que a Rosinha imaginava homens, pintos, mulheres e xotas diferentes enquanto rebolava e comia minha pica com sua buceta gulosa. Da minha parte eu também pensava no quanto seria gostoso uma transa com a Rita e a Rosinha, nós três na mesma cama; eu me sentiria um rei entre duas mulheres! Fantasiei também com a Ana e o Paulo e a Maria e o Bruno; imaginava minha esposa experimentando outras picas diferentes da minha. Confesso que senti um tesão especial ao pensar nela comendo um pau preto e eu me deliciando com uma mulher negra. Nunca comi uma preta e sempre que imaginava um corpo negro, peitos, xota e bunda, meu pau endurecia. Era uma curiosidade e um desejo que eu tinha desde garoto, mas nunca tive a oportunidade.
Eu e a Rosinha metíamos com gosto curtindo as delícias dos nossos corpos suados engatados pela xota e pelo pau, mas nos segurando pra não gozarmos rápido, pois queríamos prolongar ao máximo aquele prazer de meter e fantasiar coisas gostosas. Mudei a posição e comecei a foder na posição de frango assado, abrindo bem as pernas da Rosinha e assistindo meu pau entrar e sair do corpo da minha amada. Sentia muito tesão vendo meu pau entrando e saindo daquela buceta e imaginando outra pica, de outro macho, fodendo minha esposa. Pra desviar a atenção do tesão que sentíamos e tentando adiar o nosso prazer maior, parei os movimentos de mete e tira e, alisando os pelos pubianos da minha mulher, brinquei:
Eu (olhando pra buceta peludinha da minha esposa) – Sua xota tá linda peludinha assim. Outro dia eu estava lendo um conto erótico e os personagens chamavam a xota peluda da mulher de ratinha.
Rosinha (iniciando um rebolado gostoso, esfregando a buceta no meu púbis e o cu no meu saco) – Deixei os pelos crescerem porque sei que você gosta da minha ratinha peluda assim! Ufffff, a minha ratinha tá com fome de pica, além do seu cacete, ela quer comer muitos outros. (fechando os olhos, imaginando coisas) - Ela tá com tanta fome que comeria até uma cobra! Que tal você ser um corninho bonzinho e arranjar umas cobras bem gostosas pra minha ratinha comer.
Eu (não resistindo a tanto tesão e sentindo minha pele se arrepiar aos primeiros sinais do meu gozo se aproximando) - Aiiii, putinha,vou gozar, vou gozar, ai, que delíciaaa!
Rosinha (puxando meu corpo contra o dela, esfregando a buceta em mim) – Ufffff, eu também vou gozar, ai, que delícia gozar com o meu amorzinho e imaginando outros machos me comendo, ai, ai, putz, tô gozandooooo!
Durante aquela trepada fantasiamos com a Rita, a amiga da Rosinha, e também com os casais Paulo e Ana e o Bruno e a Maria. Circulavam pela minha mente imagens fantasiosas da minha esposa se pegando com homens e mulheres, beijando, chupando pintos e xotas, fazendo 69 e muito mais. Algumas cenas criadas pelo meu cérebro mostravam minha amada, agarrando com a mão delicada, outros cacetes maiores que o meu ou, simplesmente diferentes. Sonhava com ela chupando outros pintos e bucetas, fazendo gozar e gozando com outras pessoas. Minhas fantasias giravam mais em torno da minha esposa, mas também me via beijando bocas femininas, chupando peitos, xota e bundas deliciosas, principalmente me via embolado com a negra Maria, esposa do Bruno. Sonhando e fantasiando, gozamos juntos, eu e a Rosinha de forma prolongada e intensa. Ahhh, que delícia gozar com a minha amada!
Cochilamos por alguns minutos após o gozo e depois fomos até o banheiro, lavar o pinto e escorrer a meleca da xota.
Eu (me ajoelhando e beijando a Rosinha sentada no trono fazendo xixi) – Adorei fantasiar com você e gozei muito gostoso!
Rosinha (preguiçosamente beijando meus lábios) – Eu também gostei, amor!
Nos deitamos pelados na cama e nos ajeitamos pra dormir de conchinha.
Rosinha (pegando no meu pinto mole) – Fer, amo muito você e esse seu pinto gostoso!
Eu (depois de alguns segundos em silêncio) – Rosinha, você ainda tem o telefone da sua amiga Rita?
F I M