TRÊS FORMAS DE AMAR, TRÊS FORMAS DIFERENTES DE SENTIR TESÃO.
Narrador hero e o Augusto.
Sou eu, um advogado que aprendeu a ler as pessoas e as leis, mas que se perdeu nos próprios instintos. Sou um cara alto, magro, sempre impecável nos ternos, mas por dentro carrego um vulcão de safadeza que ninguém imagina. Meu braço direito, meu irmão de alma e sócio, é o verdadeiro garanhão. O cara é um sedutor nato, muito safado, um alemão de um metro e oitenta, braços fortes, coxas grossas, careca, com ombros que parecem paredes e um bigode marcante que dá pra ele um ar de homem perigoso e viril. É um machão insaciável, um brutamontes que passa o rodo na cidade inteira há três anos, vivendo a vida sem rédeas.
Nós dois somos muito amigos, confidentes, não temos segredos. A nossa rotina era sufocante; sempre ficamos no trabalho, somos advogados e na empresa somos os mais contratados. Só pegamos casos altos e nunca perdemos uma causa. O sucesso nos trouxe dinheiro, mas também um tédio corrosivo que só o perigo poderia aplacar.
— Meu amigão, a gente precisa de um escape, ou eu vou acabar dando um tiro num desses clientes — o garanhão disse certa tarde, enquanto girava um copo de uísque na mão.
— Eu sei, parceiro. A vida não pode ser só terno e gravata. Eu quero o caos, quero sentir o sangue ferver de novo — respondi, olhando pra ele com desejo silencioso.
Pela rotina, pela praticidade e exaustos pelo trabalho, resolvemos construir um templo pra nossa libertinagem. Levávamos sempre mulheres pra fuder; muitas delas eram clientes ou mulheres de clientes, o que dava um sabor de risco ainda maior. Era uma cobertura de luxo que ninguém sabe que existe. É o nosso playground particular. No mezanino, ficam os quartos com hidromassagem; embaixo, uma sala de cinema e um bar de primeira. Lá nós éramos livres pra qualquer coisa, sem regras. Na verdade, éramos felizes lá muito mais que em nossas casas.
Ficávamos pelados, de cuecas, bem à vontade. Muitas vezes passávamos a noite toda lá. Eu mentia pra minha mulher que estava viajando; já ficamos juntos uma semana inteira, bebendo uísque caro, cheirando pó e ouvindo música alta. Éramos dois homens livres, parceiros de copo e de vida, mas o meu desejo era mais fundo. Eu comecei a imaginar ele com a minha mulher; queria vê-lo fudendo a safada, ou melhor, queria vê-lo usando toda aquela força bruta que só ele tem.
A minha mulher é um espetáculo: baixinha, branca, com uma carinha de santa e uma bunda que é uma delícia. Mas o que eu realmente desejava estava ali, na minha frente, na forma do meu amigo. Eu instalei câmeras 4K em cada canto daquela cobertura: na sala, na cozinha, dentro da hidro e, principalmente, sobre a cama. Tudo ligado num telão enorme no meu quarto secreto no mezanino.
O ACORDO, A RECUSA E A CONDIÇÃO
Numa dessas noites, dopados de testosterona e álcool, sentei pra conversa séria com ele. O clima estava carregado, cheio de suspiros e olhares que diziam mais que palavras. Minha mente fervia de vontade, de dúvidas, de imaginar o impossível se tornando realidade.
— Me escuta direito, parceiro — comecei, aproximando mais a minha cadeira da dele, olhando fundo nos olhos azuis dele. — Eu confio em você mais que em mim mesmo. Tu é o cara mais forte, mais viril que eu conheço.
— Fala logo, irmão, o que tá pegando? Tu tá me olhando diferente... — disse ele, bebendo um gole, mas sem desviar o olhar.
— Eu quero te entregar algo que é meu mais precioso. Eu quero que você coma a minha mulher. Quero que você mostre pra ela o que é prazer de verdade. Tu quer ver esse pauzão fudendo ela? É isso que eu quero ver.
Ele recuou o corpo, arregalou os olhos, balançou a cabeça negativamente. A tensão no ar era palpável.
— Nossa, Gutão... que isso cara? É a sua mulher, porra! Eu não sei não... isso é coisa séria, muito estranho entre nós. Não sei se rola, não sei se consigo fazer isso contigo olhando.
— Por favor, amigão... eu tô te pedindo, insisto muito! — falei, colocando a minha mão por cima da mão grande dele. — É um desejo meu, uma fantasia que eu tenho. Só você tem capacidade de realizar isso.
Ele ficou em silêncio, pensativo, olhando pro nada, respirando fundo. A dúvida estampada na cara dele, lutando contra o desejo que começava a nascer.
— Tá... — disse ele depois de um tempo longo, com a voz mais baixa, grave. — Eu faço. Mas com uma condição, e é pra valer, irmão. Nós fazemos, rola tudo o que tiver que rolar, mas nunca mais vamos falar sobre isso depois. Nada de comentários, nada de lembrar depois. O que acontecer na cama fica na cama, segredo absoluto entre nós.
— Fechado! — concordei na hora, sentindo o coração bater forte.
— Eu vou fazer porque tu tá pedindo, porque tu é meu irmão e eu faria qualquer coisa por ti — continuou ele, olhando pra mim com um carinho diferente, quase romântico. — Mas aviso logo: eu vou fazer com muito gosto, vou ser romântico com ela, bem pegado, vou fazer ela sentir prazer de verdade. Sem regras, sem limites no que rolar, mas sempre com respeito, sempre com carinho. Ela vai se sentir amada, entendeu?
— Claro, meu amor... faz do jeito que tu sabe, do jeito que tu achar melhor. Eu confio cegamente em ti. — respondi, arrepiado só de imaginar.
Ele sorriu, um sorriso de lado, safado e dono de si.
— Então me diz... como ela é? O que eu posso fazer?
Aproveitei a deixa e sussurrei, olhando pra ele com malícia:
— Tu pode fazer tudo, amigão. Pode usar ela todinha. Inclusive... tu pode tentar tirar o cabecinho anal dela. Ela é muito apertadinha, tenho certeza que vai gostar de sentir o seu grosso entrando devagar.
Ele arregalou os olhos de novo, dessa vez de pura excitação, e deu um soco leve na mesa.
— SÉRIO ISSO, IRMÃO? NÃO ACREDITO QUE ELA É ZERADINHA AINDA, GUTÃO? — perguntou ele, já com a voz rouca, completamente enlouquecido pela notícia. — PORRA CARA, QUE PRESENTE FODA QUE TU ESTÁ ME DANDO! Nossa, isso sim é coisa de irmão!
Ele passou a mão na cabeça, respirou fundo, parecia não acreditar na sorte.
— Pode deixar, parceiro... pode deixar que eu vou saber agradecer. Vou fazer exatamente o que tu quer. Vou meter com jeito, com carinho, mas vou fundo. Vou fazer ela sentir o que é um homem de verdade. Ela vai lembrar desse dia pra sempre!
O pacto estava selado. Mais do que um acordo, era uma entrega total.
O PLANO E A CONQUISTA
Eu armei tudo. Menti pra ela sobre uma viagem e fiz com que eles se encontrassem. Com um microfone escondido, eu ouvia tudo, soprava cada segredo no ouvido dele, fazendo ela acreditar que ele era sua alma gêmea. Quando entraram na cobertura, eu já tava no mezanino, deitado na cama, de pau duro, assistindo tudo pelas telas.
— O lugar é incrível... — disse ela, olhando em volta.
— É meu refúgio. E hoje, é seu — respondeu ele com aquela voz de trovão, cheia de malícia e doçura.
Ele começou o jogo, tirou a camisa devagar e exibiu aquele peito peludo de urso, os músculos saltando. Ela ficou hipnotizada. O uísque desceu, a conversa fluiu, suave, sedutora, e quando ele a puxou pela cintura, o mundo parou.
O garanhão a guiou até a cama com delicadeza, mas com uma autoridade de quem sabe o que quer. Ele tirou a roupa dela beijando cada pedacinho da pele, diferente de qualquer coisa que ela já tinha sentido. E quando soltou aquele pauzão monstruoso, duro como pedra, ela quase perdeu o fôlego.
— Meu Deus... que coisa enorme... — ela arquejou, tocando o membro latejante com medo e desejo.
— Calma, minha putinha, eu vou fazer com jeitinho... vou ser todo seu hoje — ele sussurrou, beijando o pescoço dela.
Ele começou devagar, beijando todo o corpo dela, lambendo com vontade, fazendo ela gemer baixinho. O clima era de puro erotismo, pele suando, cheiro de homem e mulher se misturando.
Ele se posicionou, segurou ela com carinho mas com firmeza, e começou a invadir aquele corpo quente. A cada estocada forte que ele dava, a bunda dele ficava rígida, tensa, um músculo de aço se contraindo e esticando, mostrando toda a força daquele homem.
Eu olhava para aquela sua bunda perfeita de homem macho batendo com ritmo, e sentia o mundo girar. O suor dele brilhava na tela, parecia que o cheiro estava aqui no meu quarto, impregnando tudo, me deixando louco. Seus gemidos de macho enfiavam no meu ouvido, profundos, roucos, viris, me fazendo tremer inteiro.
Ele cumpriu a promessa: foi pegado, foi romântico, sussurrava coisas gostosas no ouvido dela, mas metia com vontade, sem dó, mostrando quem era o dono da situação. E no meio da loucura, ele lembrou da minha fantasia. Com muito cuidado, com beijos e carinho, foi estimulando até sentir ela relaxar, e devagar, começou a pressionar o cabecão grosso no lugar proibido.
— Vai ser gostoso, sim... deixa eu entrar aqui também, deixa eu te possuir por completo... — ele sussurrou.
Ela deixou. Ele entrou devagar, gemendo alto de prazer, sentindo a apertadura máxima. Eu vi ele perdendo a cabeça, vendo que realmente era zeradinha, virgem naquele lugar, um presente exclusivo que eu tinha dado pra ele.
Ele fodeu ela a noite inteira, com amor, com tesão, sem limites, cumprindo cada parte do acordo.
A MUDANÇA DE JOGO
Depois que ela foi embora, eu desci. Ele estava lá, só de cueca, o pau ainda meio duro descansando na coxa grossa. O clima era de outro mundo.
— Tu viu tudo, né, seu safado? — disse ele sorrindo, com um olhar cansado mas satisfeito.
Eu só cheguei perto e encostei a mão no ombro quente dele. O desejo por ele agora era maior que tudo.
Dias depois, ele me chamou pra conversar, com um olhar diferente.
— Ela acha que tu está viajando né?
— Sim... só volto semana que vem.
— Então parceiro... quero te pedir uma coisa. Tu é muito importante pra mim, cara. Mais que irmão. Mas o que eu quero te falar é estranho... posso te abraçar?
— Claro, meu amigão.
Ficamos abraçados, apertados, sentindo o calor do corpo. Ele me soltou devagar e me deu um beijo no rosto, bem pertinho da minha boca, quase tocando os lábios. Meu coração disparou.
— Então... posso ir lá na sua casa? — disse ele finalmente. — Estou louco pra fuder ela de novo. Aquela safada é incrível, aquela bucetinha... aquela bunda... me deixa louco. Vai me liberar, irmão?
Na hora, o mundo caiu. Eu achando que ele ia me pedir algo pra nós dois... e ele só queria ela de novo. Sorri forçado, engoli a seco.
— Claro... vai lá. Tu sabe que eu te amo muito... o que é meu é seu.
— Valeu, parceiro! Tu é o cara! — disse ele saindo todo animado.
A NOITE DA DOR E DO DESEJO
Eu não conseguia dormir. Andava pela cobertura inteira, bebendo uísque como água, sentindo uma raiva louca. Não era raiva dele estar com ela... era raiva de ELA estar com ELE. Eu queria ser o lugar onde ele estava colocando toda aquela força. Eu queria ser fodido por aquele machão.
Joguei um copo na parede, o vidro se espatifou. Eram quase três horas da manhã quando o celular vibrou. Corri pra ver, na esperança dele ter voltado, dele ter mudado de ideia.
Era uma mensagem dele. Um vídeo.
Abri tremendo, com esperança de ver ele dizendo que me amava, que vinha me encontrar. Mas não. Era ele fodendo ela na minha própria cama.
Ele tinha filmado tudo, com qualidade perfeita, mostrando ele socando aquele pauzão grosso dentro dela, gemendo alto, fazendo ela gritar. Era o meu amigo, o homem da minha vida, dando prazer a outra enquanto eu morria de amor por ele.
As lágrimas escorriam pelo meu rosto tipo uma cachoeira, sem parar. Eu assisti tudo, mas não senti tesão nenhum. Senti era dor, ciúmes, uma agonia que apertava o peito. Minha autoestima era zero. Eu só queria estar no lugar dela, sentindo ele me invadir, me usar, me amar.
Bebi até às seis horas da manhã, até perder a noção das coisas, e adormeci jogado no chão frio, só de cueca, acabado.
TRÊS FORMAS DE AMAR, TRÊS FORMAS DE SENTIR TESÃO.
SEGUNDA E ÚLTIMA PARTE
O CARINHO, A REVELAÇÃO, O SEGREDO DE DOIS HOMENS
Era 11 horas da manhã quando senti alguém me mexendo. Abri os olhos ainda meio perdido e vi ele ali. Ele tinha vindo da casa da minha esposa. Eu sabia muito bem como ele era, ele tinha fodido ela a noite toda, a madrugada inteira, até agora pouco tempo atrás. Mas mesmo assim, ficou parado me olhando com uma cara assustada, decepcionada, estava muito chateado com o que via.
Sem falar nada, me pegou pelos braços e me levou até o banheiro. Ligou o chuveiro, ele sabia que eu não tava conseguindo ficar de pé sozinho. Tirou a minha cueca e ficou me segurando firme. Entramos juntos debaixo da água, ele mesmo com a roupa toda molhando
