Bianca, a infiel 10

Um conto erótico de Sr Boi
Categoria: Heterossexual
Contém 1113 palavras
Data: 30/05/2026 06:15:13
Assuntos: Heterossexual

Capítulo 10: A Vez de Carlos

Carlos sorriu com aquele olhar predatório, faminto, enquanto Marcelo saía lentamente do meu cu. Senti o pau dele deslizar para fora com um som molhado e obsceno, e logo em seguida a porra quente e grossa começou a escorrer pela minha bunda, descendo pelas coxas em fios lentos e viscosos. Meu cu pulsava, aberto, inchado, quente e completamente usado. O ardor era delicioso, uma mistura de dor e prazer que fazia minha buceta latejar sem parar.

— Agora é minha vez — repetiu Carlos, a voz rouca de tesão, quase um rosnado.

Ele me puxou pela cintura com força, virando meu corpo como se eu não pesasse nada. Fui colocada de quatro novamente sobre a maca, a bunda bem empinada, o rosto pressionado contra o colchão frio de vinil. Minha respiração estava acelerada, o coração batendo forte no peito. Senti o pau dele, grosso, pesado e quente, roçando entre minhas nádegas meladas. A cabeça larga pressionava a entrada do meu cu, que ainda piscava, cheio da porra de Marcelo.

Ele não pediu permissão. Cuspiu na mão, espalhou saliva no pau já brilhante e empurrou com vontade.

— Porra… que cu guloso — grunhiu, forçando tudo de uma vez.

Gemi alto, quase um grito abafado contra a maca. Carlos era mais grosso que Marcelo. Senti minhas paredes sendo esticadas ao limite, o pau dele invadindo fundo, abrindo caminho através da porra que ainda estava lá dentro. A sensação era quase insuportável de tão cheia, uma pressão deliciosa e ardente que subia pela minha espinha. Ele parou por um segundo, saboreando o aperto, depois começou a meter com força, sem dó, os quadris batendo contra minha bunda com estalos altos e molhados.

— Isso, toma no cu, sua vadia da clínica — rosnava ele, dando tapas fortes e pesados na minha bunda já vermelha e marcada. Cada tapa ardia, enviando ondas de calor direto para minha buceta, que pingava sem controle no chão do consultório. — Marcelo te deixou prontinha pra mim, né? Olha como escorre a porra dele enquanto eu te fodo.

Marcelo assistia sentado na cadeira próxima, as pernas abertas, o pau meio duro novamente, um sorriso satisfeito e preguiçoso no rosto. Ele acariciava lentamente a própria rola, observando tudo.

Carlos metia sem piedade, fundo, girando os quadris em círculos largos para que o pau grosso roçasse todas as paredes internas do meu cu. Eu gemia como uma puta desesperada, empinando mais a bunda, pedindo em silêncio por mais. O som molhado da porra de Marcelo facilitando cada estocada era obsceno e me deixava ainda mais excitada.

— Mais forte… por favor… — implorei, a voz rouca e quebrada.

Carlos riu baixo, malicioso, e obedeceu. Segurou meus cachos com força, usando-os como rédea, e começou a me foder com violência brutal. O pau saía quase todo, deixando apenas a cabeça dentro, e entrava com tudo novamente, batendo fundo. Meu corpo inteiro balançava. Meus peitos pesados roçavam contra a maca, os mamilos duros e sensíveis enviando choques de prazer a cada movimento.

— Olha essa preta safada — grunhiu ele, virando meu rosto de lado e dando um tapa forte na minha bochecha. O ardor se misturou ao prazer. — Goza com pau no cu, vai, vadia. Quero sentir esse cu apertando minha rola.

Ele enfiou dois dedos grossos na minha buceta encharcada enquanto continuava metendo no cu. Fodendo os dois buracos ao mesmo tempo, ritmado, implacável. Os dedos dele entravam e saíam rápido, curvando-se para acertar meu ponto G. Gozei forte, o corpo convulsionando violentamente. Meu cu apertou o pau dele como um punho, pulsando, ordenhando-o. Um jato quente de mel escorreu pela mão de Carlos e pingou no chão.

— Isso, porra! Goza gostoso, sua puta! — ele gritou, sem parar de meter.

Marcelo se levantou, aproximou-se e segurou minha cabeça pelos cabelos. Sem aviso, enfiou o pau ainda com gosto do meu cu na minha boca.

— Chupa enquanto leva no cu, Bianca. Quero sentir você gemendo na minha rola.

Agora os dois me usavam completamente. Carlos destruindo meu cu com estocadas profundas e rápidas, Marcelo fodendo minha garganta com vontade, segurando minha cabeça no lugar. Eu estava cheia nos três buracos — boca, buceta (com os dedos) e cu. Saliva escorria pelo meu queixo, lágrimas de prazer molhavam meu rosto. Meu cu ardia de forma viciante, o pau grosso de Carlos esticando-me ao máximo a cada investida.

Carlos acelerava cada vez mais, os tapas na minha bunda e coxas não paravam. Minha pele queimava.

— Vou encher esse cu de novo… toma tudo, sua puta!

Ele segurou minha cintura com força bruta, cravando os dedos na minha carne, e gozou com um gemido rouco. Senti jatos quentes e grossos invadindo fundo meu cu, misturando-se à porra de Marcelo. Ele pulsava dentro de mim, esvaziando-se completamente, enchendo-me até transbordar. Quando finalmente saiu, uma grande quantidade de sêmen escorreu do meu cu aberto, descendo em cascata pelas minhas coxas e pingando ruidosamente no chão.

Eu desabei na maca, ofegante, o corpo destruído de prazer. Meu cu latejava, vermelho, inchado e completamente cheio. Meu rosto estava suado, saliva escorrendo, os cabelos grudados na testa.

Marcelo deu um tapa leve na minha bunda e riu.

— Boa menina. Amanhã tem mais.

Carlos limpou o pau sujo na minha saia jogada no chão e disse com um sorriso:

— Você é o melhor brinquedinho dessa clínica, Bianca. Não esquece de limpar essa bagunça antes de ir embora.

Os dois se arrumaram calmamente, vestiram os jalecos brancos e saíram do consultório conversando sobre um paciente qualquer, como se não tivessem acabado de me destruir.

Fiquei lá, deitada, respirando com dificuldade. Levei quase dez minutos para conseguir me levantar. O cu doía a cada movimento, mas era uma dor gostosa, viciante. Limpei o chão e a maca com papel toalha, tentando apagar as evidências. Lavei o rosto no pequeno lavatório, mas o cheiro forte de sexo, suor e porra ainda impregnava o ar. Vesti a roupa amassada e saí da clínica com as pernas tremendo, o cu dolorido, sentindo a mistura quente dos dois médicos escorrendo lentamente pela calcinha.

No ônibus de volta, sentada com extremo cuidado, eu pensava em Rafael. A culpa apertava meu peito com força, mas minha buceta ainda pulsava, molhada e excitada com tudo que tinha acontecido. Cheguei em casa quase à noite. Rafael me esperava na sala, o olhar desconfiado ainda presente.

— Tudo bem no trabalho? — perguntou, analisando meu rosto.

— Normal — respondi, forçando um sorriso.

Fui direto para o banho, lavando com cuidado o sêmen que ainda escorria do meu cu. Deitada ao lado de Rafael mais tarde, o ventilador rangendo no teto, eu sabia que estava afundando cada vez mais. E, por mais que doesse admitir, uma parte profunda de mim não queria parar.

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Comentários

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Seja honesta com ele e com você liberando o cara para seguir o caminho dele e encontrar alguém que o respeite.

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É claro q meta o pé na bunda da vagaba já q ela adora tomar na bunda

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Quero ler o capítulo onde ele descobre a pita q é casada com ele

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