O sequestro e estupro de Iago (BDSM)

Um conto erótico de Thiago P.
Categoria: Gay
Contém 2703 palavras
Data: 30/05/2026 07:50:22

A noite estava escura e abafada. Iago caminhava sozinho por uma rua pouco iluminada, o corpo ainda quente depois de um longo dia. A camiseta branca colada no peito largo e suado, marcando os músculos do peito e do abdômen. O short leve de tecido fino balançava com o passo, deixando as coxas grossas e bronzeadas à mostra. Ele olhava o celular, distraído, o rosto bonito com barba por fazer ligeiramente iluminado pela tela.

De repente, uma van preta surgiu silenciosa ao seu lado, faróis apagados. As portas laterais deslizaram com um ruído metálico rápido.

Quatro homens saíram ao mesmo tempo.

Diego foi o mais rápido. O homem grande, careca, peito largo e braços grossos como troncos, agarrou Iago por trás num mata-leão poderoso. O braço peludo e quente apertou firme ao redor do pescoço dele, cortando o ar imediatamente. Iago soltou o celular, que caiu no asfalto com um baque seco.

— Que porra é essa?! — gritou Iago, a voz rouca de surpresa e raiva.

Ele se debateu com força, cotovelos para trás, tentando acertar o corpo sólido de Diego. Mas era como bater em uma parede de músculos quentes e suados. O cheiro forte de suor masculino subiu direto no nariz de Iago enquanto lutava.

Victor se aproximou calmamente, voz grave e controlada:

— Calma, Iago. Não adianta resistir.

Raul, magro e ágil, segurou o braço direito de Iago, torcendo-o para trás com precisão dolorosa. Marco, o mais jovem, veio pelo outro lado e agarrou o braço esquerdo. Juntos, eles imobilizaram Iago enquanto Diego mantinha o pescoço preso.

Iago lutava desesperado, pernas chutando o ar, corpo se contorcendo. O suor escorria pelo seu rosto, misturando-se ao suor do braço de Diego que pressionava contra sua pele. Seus músculos definidos tensionavam ao máximo, veias saltando nos braços e no pescoço.

— Me soltem, caralho! Socorro! — berrou ele, a voz ficando mais abafada pela pressão no pescoço.

Victor pegou um pano branco e pressionou contra o nariz e a boca de Iago. O cheiro doce e químico invadiu suas narinas. Iago prendeu a respiração o máximo que pôde, olhos arregalados de pânico, mas o ar acabou e ele foi obrigado a inspirar. A tontura veio rápido, as pernas ficando moles, o corpo pesado.

— Isso… respira devagar — murmurou Victor, mantendo o pano firme.

Diego arrastou o corpo cada vez mais fraco de Iago para dentro da van. O metal frio do chão da van contrastou com a pele quente dele. Raul e Marco entraram em seguida, fechando as portas com um baque pesado. A van começou a se mover suavemente, sem pressa.

Dentro do espaço escuro e confinado, o ar estava quente e carregado com o cheiro dos quatro homens — suor, couro e algo metálico. Iago, semi-consciente, sentia mãos ásperas sobre seu corpo.

Diego segurou os pulsos dele e os amarrou com corda grossa atrás das costas, apertando o suficiente para deixar marcas vermelhas na pele. Raul puxou a camiseta de Iago para cima, deslizando o tecido molhado de suor pelo peito largo, expondo os mamilos escuros e o abdômen marcado. A camiseta foi jogada num canto da van.

Em seguida, Marco e Raul puxaram o short e a cueca de uma só vez. O tecido desceu pelas coxas grossas, passando pelos joelhos e pés. O pau grosso e pesado de Iago caiu livre entre as pernas, mole e exposto ao ar frio da van. Eles tiraram também os tênis e as meias, deixando-o completamente nu.

Iago gemeu baixo, a cabeça girando, o corpo mole e pesado. Sentia o metal frio do chão contra a pele nua das costas e das nádegas. O ar condicionado gelado da van soprava sobre seu corpo suado, arrepiando a pele bronzeada.

Victor se inclinou sobre ele, observando o corpo exposto com calma.

— Olha só como você ficou… todo pelado, todo vulnerável.

Diego passou uma mão grande pelo peito de Iago, sentindo os músculos firmes, descendo pela barriga até parar perto da virilha, sem tocar diretamente. Apenas o suficiente para fazer Iago sentir a humilhação da exposição completa. O corpo dele tremia levemente, ainda lutando contra a tontura.

Raul colocou uma venda preta grossa sobre os olhos de Iago, mergulhando-o na escuridão total. Depois, uma mordaça de bola foi enfiada entre seus dentes, a tira apertada atrás da cabeça. O gosto de borracha encheu sua boca.

A van seguia em movimento constante. Iago, nu, amarrado, vendado e amordaçado, sentia cada curva da estrada no corpo. O chão metálico frio contra sua pele quente, o cheiro forte dos quatro homens ao redor, a respiração deles pesada no espaço fechado.

Diego sentou perto, o corpo grande ocupando espaço, emanando calor. De vez em quando, o braço peludo roçava na pele nua de Iago, lembrando-o constantemente da presença deles.

Victor falou baixo, quase sussurrando no ouvido dele:

— Você agora é nosso, Iago. Essa viagem é só o começo.

A van continuou rodando pela noite, carregando o corpo nu e indefeso de Iago para o desconhecido. O único som era o ronco baixo do motor e a respiração pesada do homem capturado, ainda lutando fracamente contra as cordas que prendiam seus pulsos.

Iago sentiu q iria desmaiar, quando acordou, já esvam no destino e ele, acorrentado e nu.

A sala subterrânea era um cubículo úmido e frio, com paredes de concreto rachado que soltavam umidade em gotas lentas. O ar estava carregado, denso, misturando cheiro de suor azedo, mijo seco no chão, couro velho e lubrificante de silicone. Uma única lâmpada vermelha pendia do teto, jogando sombras longas sobre tudo. No centro, Iago estava preso: braços esticados para cima por correntes grossas presas ao teto, pernas bem abertas por uma barra de metal que mantinha os tornozelos afastados. Seu corpo bronzeado de sol de praia brilhava de suor. O peito largo subia e descia rápido, o abdômen marcado tremia levemente, e o pau grosso pendia mole, pesado, sem qualquer sinal de endurecimento entre as coxas grossas.

Victor foi o primeiro a se aproximar, caminhando devagar, a voz grave e baixa ecoando como se saboreasse cada palavra.

— Olha só esse macho todo exposto… pele quente, músculos tensos. Vamos abrir você bem devagar hoje.

Raul, magro e preciso, testou o chicote no ar. O estalo seco cortou o silêncio. Diego, o bruto careca de peito largo e peludo, ficou parado com os braços cruzados, o corpo emanando calor e cheiro forte de suor masculino. Marco sorria, girando um dildo grosso nas mãos.

O primeiro golpe de chicote veio de Raul, acertando em cheio o peito de Iago. A tira de couro mordeu a pele, deixando uma linha vermelha ardente que queimou imediatamente. Iago puxou as correntes, gritou alto:

—Poora, me deixem, AAAAHHHHH

O corpo se contorcendo. Outro golpe nas costelas, depois na barriga. Cada impacto fazia a pele arder, um fogo latejante que se espalhava. O suor escorria pelas marcas novas, ardendo mais ainda.

Iago gritava e se contorcia.

Diego se aproximou por trás sem dizer nada. Agarrou o cabelo de Iago com a mão enorme e puxou a cabeça dele para trás. Ergueu o braço e pressionou o sovaco peludo, molhado de suor quente, direto contra o rosto de Iago. O cheiro era forte, azedo, salgado, quase podre de homem suado o dia inteiro.

Iago virou o rosto, nojo puro contorcendo a boca.

— Que nojo… para com isso…

Diego apertou mais, esmagando o nariz e a boca contra a axila úmida. O pelo áspero raspou na pele sensível dos lábios.

— Lambe.

A língua de Iago tocou a pele encharcada. O gosto explodiu na boca: amargo, salgado, azedo, com um fundo de suor velho que fez seu estômago revirar imediatamente. Ele lambeu devagar, engasgando, a ânsia subindo pela garganta em ondas quentes. O cheiro invadia as narinas, denso, sufocante. Diego esfregava o sovaco inteiro, forçando o pelo a entrar na boca de Iago, que lambia contra a vontade, baba misturada com suor escorrendo pelo queixo. O nojo era tão forte que o corpo dele tremia, o estômago contraía, mas Diego mantinha a cabeça presa.

Victor observava, narrando baixo:

— Sente o gosto, Iago? Esse suor de macho entrando na sua língua… lambe tudo, bem devagar.

Diego soltou o sovaco e se virou, os outros estavam abaixando o corpo de Iago. Diego abriu a bunda peluda com as mãos grandes e pressionou o cu sujo contra o rosto de Iago. O cheiro era ainda pior: almíscar denso, suor acumulado, vestígios terrosos de sujeira natural. Iago sentiu ânsia imediata, o estômago subindo pela garganta.

— Não… isso tá sujo pra caralho… eu não aguento…

Diego segurou a cabeça com as duas mãos e pressionou forte para trás.

— Lambe o cu.

—Não.

—Lambe, porra—e mais uma chicotada.

Iago notou que precisava fazer, senão iria sofrer mais.

A língua tocou o buraco enrugado. O gosto era forte, amargo, terroso, com um fundo azedo e sujo que fez Iago engasgar violentamente. Ele lambeu, o nojo fazendo lágrimas escorrerem dos olhos. O estômago dava voltas, ânsia seca subindo, o corpo inteiro se rebelando. Ainda assim, a língua entrava e saía, lambendo o cu peludo, sentindo cada dobra, cada gosto nojento impregnando sua boca. Diego gemia baixo, esfregando o cu contra o rosto dele, sujando nariz, boca e queixo.

Victor continuava falando:

— Isso… enfia a língua bem fundo no cu sujo do macho. Olha a cara dele, morrendo de nojo, mas lambendo mesmo assim.

O som das risadas dos sádicos enchia o ambiente.

Raul e Marco chicoteavam as costas e as coxas enquanto Iago lambia. Golpes ritmados, ardentes, que faziam a pele queimar e latejar. O corpo de Iago sacudia entre a dor dos chicotes e o nojo profundo da lambida.

Depois de longos minutos, eles trouxeram o dildo. Marco lubrificou o objeto grosso, preto, de 22 centímetros, com veias salientes. Victor segurou o queixo de Iago:

— Agora vamos abrir esse cu.

Diego abriu as nádegas de Iago com força bruta. A cabeça grossa do dildo pressionou contra o anel apertado. Iago tensionou o corpo inteiro. Victor empurrou devagar. A dor queimou forte enquanto o silicone grosso forçava passagem, esticando as paredes do cu centímetro por centímetro. Iago gemeu alto, um som rouco e sofrido. O dildo entrava, as veias raspando dentro dele, abrindo fundo.

—Tira! Tira essa merda do meu rabo! —Iago berrava.

— Tá sentindo cada pedaço entrando no seu cu? — murmurou Victor.

Marco assumiu e começou a mover o dildo em estocadas longas e profundas. Cada entrada fazia um som obsceno. O objeto batia fundo no rabo de Iago, enchendo ele completamente, pressionando lá no fundo. Iago sentia a barriga inchar levemente a cada estocada, a sensação de estar sendo rasgado por dentro, cheio demais. O dildo saía quase todo e voltava com força, abrindo o cu novamente. Seu pau permanecia mole, balançando sem vida entre as pernas.

Enquanto Marco fodia com o dildo, Diego forçou Iago a lamber o outro sovaco. O gosto azedo voltou, misturado com o suor novo. Iago lambia, engasgando, ânsia vindo em ondas fortes que faziam seu peito subir e descer rápido. O nojo era constante, visceral.

Eles trocaram o dildo por um ainda maior, 28 centímetros, com bolas falsas na base. Victor enfiou devagar, girando, fazendo Iago sentir cada textura raspando nas paredes sensíveis do cu. O buraco estava vermelho, esticado, piscando ao redor do objeto grosso. Marco chicoteava as nádegas abertas enquanto o dildo entrava e saía, o ardor se misturando à sensação de estar sendo fodido profundamente.

Depois de quase uma hora de dildos entrando e saindo, girando, enchendo o rabo de Iago até o limite, eles soltaram as correntes. Colocaram ele de joelhos no chão frio e molhado. O corpo de Iago estava exausto, músculos moles, sem força.

Diego foi o primeiro a foder. Cuspiu na mão, passou no pau grosso e duro e pressionou contra o cu já aberto. Empurrou. O pau entrou de uma vez até o fundo, as bolas batendo contra as nádegas de Iago. Diego grunhiu e começou a meter com força bruta, estocadas pesadas que faziam o corpo de Iago balançar. Cada entrada preenchia o rabo dele completamente, o pau grosso raspando por dentro, batendo fundo.

Victor se ajoelhou na frente e enfiou o pau na boca de Iago. Fodeu a garganta com movimentos lentos e profundos, narrando:

— Isso… boca e cu cheios ao mesmo tempo. Sente o pau do macho no fundo da sua garganta.

Iago engasgava, baba escorrendo pelos cantos da boca, olhos lacrimejando. Diego metia forte no cu, segurando os quadris com mãos grandes, o som molhado de carne ecoando. Raul tomou o lugar na boca depois, fodendo mais rápido, batendo no fundo da garganta.

Marco continuou com o chicote nas costas, tiras ardentes marcando a pele suada.

Eles foderam Iago por longos minutos nessa posição. Diego gozou primeiro, enchendo o cu dele com porra quente e grossa. Puxou para fora e Raul entrou no lugar, metendo no buraco já molhado e escorregadio, fodendo com estocadas profundas que faziam o porra escorrer pelas coxas de Iago.

Victor segurou a cabeça de Iago com firmeza e, enquanto o pau ainda estava na boca, soltou um jato longo e quente de mijo direto na garganta dele. O líquido salgado, metálico, encheu a boca. Iago engoliu desesperado, tossindo, parte escorrendo pelo queixo e peito. Victor terminou de mijar e continuou fodendo a boca molhada.

— Engoliu tudo como um bom buraco.

Mudaram de posição. Colocaram Iago deitado de costas no chão, pernas erguidas e abertas. Diego deitou sobre ele, corpo pesado suado, e enfiou o pau novamente no cu, fodendo cara a cara. Iago sentia o cheiro forte de suor do peito peludo de Diego, o calor do corpo bruto pressionando o dele. Victor sentou no peito e enfiou o pau na boca mais uma vez.

Iago foi sendo usado, engolia pau, depois trocavam, o forçaram a fazer tudo.

Marco e Raul se revezavam forçando sovacos e cus sujos no rosto de Iago entre as fodas. A cada vez que um cu sujo era pressionado contra sua boca, o nojo voltava com força total. Iago lambia, língua trabalhando nas dobras sujas, gosto terroso e amargo enchendo a boca, ânsia fazendo o corpo convulsionar. O estômago revirava, mas ele continuava lambendo, baba e nojo escorrendo.

Diego voltou a meter fundo no rabo, estocadas longas e brutas. Iago sentia o pau inteiro saindo todo e voltando até o talo, abrindo o cu repetidamente. Seu próprio pau continuava completamente mole, flácido, sem qualquer reação, apenas balançando a cada estocada.

Eles continuaram assim por horas. Paus trocando de buraco: um no cu, outro na boca, depois invertendo. O cu de Iago estava vermelho, inchado, escorrendo porra a cada saída. A boca inchada, gosto de mijo, porra e suor impregnado na língua. O corpo inteiro mole, exausto, tremendo de dor e nojo constante.

Em um momento, Victor forçou Iago a lamber o cu sujo de Diego enquanto Raul fodia o rabo dele. A língua entrava fundo, sentindo o gosto misturado de suor, porra e sujeira. O nojo era tão intenso que Iago teve ânsias secas fortes, o corpo se contorcendo, mas Diego segurava a cabeça no lugar.

— Lambe tudo, porra. Limpa o cu que te fodeu.

Os chicotes não paravam. Tiras acertando coxas, costas, nádegas já abertas. Cada golpe ardia mais que o anterior, a pele vermelha e sensível.

Iago foi fodido em todas as posições: de quatro, de lado, deitado, de pé preso. Boca sempre cheia de pau, cu sempre sendo aberto por paus grossos que entravam fundo no rabo. O cheiro de sexo, suor e mijo dominava o ar. O chão era uma poça misturada.

No final, depois de incontáveis estocadas, Iago estava deitado de lado no chão molhado, cu aberto e piscando devagar, escorrendo porra branca e grossa pelas coxas. O corpo inteiro coberto de marcas vermelhas de chicote, suor, baba e mijo. A boca aberta, respiração pesada, língua dolorida de tanto lamber sovacos e cus sujos. O nojo ainda revirava seu estômago, o gosto impregnado para sempre.

Victor se agachou ao lado, passando a mão no cabelo molhado e sujo dele.

— Olha o estado que você ficou… todo mole, todo usado. Amanhã vamos começar de novo.

A porta de ferro fechou com estrondo. No escuro, só se ouvia a respiração lenta de Iago e o gotejar constante dos fluidos no chão frio.

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