Chegamos em casa ofegantes, o coração ainda batendo forte por tudo que passamos na rua. Subimos correndo pro quarto, fechando a porta com cuidado.
"Banho!" eu sussurrei para a Cami. "Um de cada vez. Se minha mãe ver a gente entrando juntas no banheiro, ela desmaia."
Ela riu, me dando um tapa na bunda. "Vai lá, santinha. Lava bem esse corpo que tá cheiro de sexo de fazenda."
Entramos uma de cada vez. O chuveiro quente batendo na pele, lavando a poeira da estrada, o suor e o gozo seco. Eu fechei os olhos e lembrei da Bruna, da Gabi, da rola roxa... e sorri sozinha. A filha da Dona Maria estava virada na putaria total.
Descemos para o jantar. A mesa estava posta. Frango com quiabo, angu, salada. Meu pai e minha mãe nos olharam com aquela cara de "que felicidade ver minhas meninas".
"Gostaram do passeio, filha?" meu pai perguntou, enchendo o copo de suco.
"Ah, pai, foi maravilhoso!" eu disse, com a voz mais doce do mundo, enquanto por baixo da mesa minha perna roçava na da Cami. "A gente caminhou muito, conversou..."
"Conversamos muito sim, Dona Maria," Cami emendou, olhando para minha mãe com aqueles olhos de anjo. "A Bia me contou tantas histórias de quando era criança..."
Eu quase engasguei. Se ela contasse as histórias reais, meu pai jogava o prato na parede.
Jantamos rápido, com aquele clima de ansiedade no ar. A gente mal conseguia olhar uma pra o outra sem querer rir ou pular no pescoço. Mal o relógio bateu as 22h, eu disse:
"Vamos dormir, mãe. Estamos exaustas de tanto passear."
Subimos pro quarto. A porta fechou. CLIC. O mundo de mentiras ficou do lado de fora.
"Agora..." Cami sussurrou, já me puxando para a cama pequena. "Agora é a nossa vez."
Foi o amor mais silencioso e delicioso do mundo. Nós duas nos enroscamos no lençol pequeno, pele com pele, suor com suor. Ela me beijou com vontade, eu agarrei o corpo magro dela. Nos tocamos, nos comemos, nos fizemos gozar sem fazer nenhum som, só com o barulho molhado da carne e a respiração ofegante abafada no travesseiro.
Quando acabamos, estávamos as duas derretidas, satisfeitas, o corpo pesado de prazer.
"Boa noite, minha vida," ela sussurrou, beijando minha testa.
"Boa noite, meu amor," eu respondi, abraçando ela forte. "Amanhã... a gente vê o que o destino nos reserva."
O sol raiou forte outra vez. Acordamos, tomamos café com pão de queijo e fomos pra rua de novo. A missão era clara: Aventura. Ou encontrar as meninas da fazenda de novo.
Caminhávamos pela rua principal, eu de vestido rodado, Cami de shortinho e camiseta, chamando atenção por onde passávamos.
De repente, eu parei.
Meu coração deu um salto.
Lá na calçada oposta, encostada num muro, fumando um cigarro, estava ela.
Rafaela.
Nossa, como ela tinha mudado? Mas ao mesmo tempo, continuava a mesma.
Ela sempre foi a mais corajosa da escola. Desde os 15 anos, com camisa de banda preta, calça jeans rasgada, coturno pesado. Ela nunca ligou pra opinião de ninguém. "Eu sou sapatão e tô feliz da vida", ela dizia pra todo mundo.
E agora? Agora ela estava ainda melhor. Continuava rockeira, mas tinha engordado, ficado com o corpo mais cheio, mais gostoso. Seios grandes, bunda empinada, braços fortes, cabelo grande e cacheado, cheio de tatuagens pretas pelo corpo. Ela era a cara da Sapatão de Respeito.
Nossos olhos se cruzaram.
Ela parou de fumar. Levantou a sobrancelha. Um sorriso safado, de quem reconhece uma irmã, apareceu no rosto dela.
Eu olhei para a Cami. Cami olhou para mim. "Ele é, Bia?"
"Ela é," eu sussurrei. "A Rafaela. Sempre foi puta. Sempre foi safada."
Atravessamos a rua devagar. O clima ficou elétrico. Chegamos perto. O cheiro dela era de cigarro de palha e perfume amadeirado forte.
"Não acredito..." Rafaela disse, a voz grossa e grave, olhando de cima a baixo pra mim. "Beatriz? É você mesmo, filha da Dona Maria?"
"Eu mesma, Rafa," eu disse, sentindo uma chama acender dentro de mim. "Voltei pra visitar. E trouxe minha amiga, Camila."
Rafaela olhou para a Cami, demorou nos piercings e no cabelo azul, e sorriu ainda mais safada. "Prazer, princesa. Vocês parecem perigosas."
"Somos," Cami disse, cruzando os braços. "Muito."
Rafaela jogou a bituca do cigarro no chão e apagou com o pé forte.
"Então..." ela disse, se aproximando mais, o corpo gordo e quente quase colando no meu. "Vocês não vieram aqui só pra dizer 'oi', né? Porque eu tô aqui sozinha na minha casa hoje. Meus pais viajaram. O lugar é grande, tem som alto, e eu tô morrendo de vontade de saber como é que é a boca da filha da professora."
Eu senti minha buceta molhar na hora.
"Que coincidência," eu disse, chegando mais perto ainda, roçando meu peito no dela. "Porque eu também tô morrendo de vontade de ver se essa boca de rockeira sabe chupar de verdade."
Rafaela gargalhou. Uma risada alta, de quem não tem vergonha de nada.
"Então vem," ela disse, apontando para uma rua de paralelepípedo que dava para o bairro mais antigo. "Minha casa é logo ali. E hoje... ninguém vai mandar ninguém calar a boca."
A casa da Rafaela era o oposto da minha. Era bagunçada, cheia de discos de vinil, instrumentos musicais, pôsteres de banda nas paredes, cheirando a mato e liberdade.
Mal entramos e ela já trancou a porta. E dessa vez... não teve silêncio.
"Finalmente," Rafaela disse, me agarrando pela cintura e me puxando pra um beijo forte. "Eu sempre quis te comer, Bia. Desde a escola. Você com esse corpo de mulher, essa cara de santinha..."
Ela me beijava com fúria, enquanto a mão grande dela descia pra minha bunda gorda, apertando com força.
"E você trouxe presente," ela disse, olhando para a Cami que já estava tirando a blusa. "Magrela com piercing... eu amo."
"Chega de papo," eu disse, puxando Rafaela pelo colarinho da camisa preta. "Você disse que queria me comer? Então mostra serviço."
Empurrei ela no sofá de couro marrom.
"Deita," eu ordenei. "E pega os brinquedos que eu sei que você tem escondido aí."
Rafaela sorriu, safada. Ela foi no quarto e trouxe duas coisas. Dois vibradores enormes. Um roxo e um rosa. Grandes, grossos, com cabo grande pra segurar bem.
"Escolhe," ela disse, me entregando o roxo. "Esse aqui é potente. Gosta de sentir tremer?"
"Gosto," eu disse, pegando o vibrador roxo na minha mão gorda. "E esse rosa aí... é pra você entreter a minha mulher enquanto eu te como."
A formação foi obra de arte.
Eu me posicionei atrás da Rafaela. Ela ficou de quatro, empinando aquela bunda grande e gostosa, as costas tatuadas. Eu segurei firme na cintura dela.
"Prepara a boca, Rafa," eu avisei. "Porque você vai ter trabalho dobrado."
Ela olhou pra trás, viu o vibrador roxo na minha mão e gemeu. "Vem, gorda. Me enche."
Aproximei. Passei a cabeça grossa na entrada dela, que já estava melada de tesão.
"TOMA!"
E enfiei com tudo, ligando na potência máxima.
ZZZZZZZZZT!
"GAAAAAAAAAAAAAAHHHHHH! FILHA DA PUTA! QUE COISA GROSSA E FORTE!" gritou a Rafaela, o corpo todo tremendo com a vibração. "TREME TUDO DENTRO DE MIM!"
Eu comecei a foder. Fodia socando o vibrador pra dentro e pra fora, com força, enquanto ele vibrava que nem louco dentro dela.
PLAC! PLAC! PLAC!
"ISSO! VAI! VOU FODER ESSA ROCKEIRA!" eu gritava, batendo na bunda dela. "AGORA OCUPA ESSA BOCA AÍ!"
E foi aí que a magia aconteceu.
Rafaela, mesmo sendo fodida forte por trás, virou a cabeça pra frente e agarrou a Cami.
A Cami se deitou no sofá, de frente pra ela, abrindo as pernas.
Rafaela pegou o outro vibrador, o rosa, e enfiou com tudo dentro da Cami!
ZZZZZZZZZT!
"AAAAI! RAFA! QUE DELÍCIA!" gritou a Cami, arqueando as costas.
E Rafaela não parou por aí. Ela enfiou o vibrador rosa na buceta da Cami, deixando ele lá trepando, e mergulhou a cara dela entre as pernas da magrela.
SCHLUCK! SCHLUCK! SCHLUCK!
"ISSO! CHUPA ELA! USA O VIBRADOR NELA!" eu gritava, metendo cada vez mais forte no cuzinho e na buceta da Rafaela com o meu vibrador roxo.
Era uma sinfonia de prazer!
- Eu atrás, fodendo a Rafaela com o vibrador roxo até ela quase desmaiar.
- Rafaela no meio, gemendo muito, chupando a Cami com vontade e deixando o vibrador rosa trabalhando dentro dela.
- Cami na frente, gritando gostoso, sentindo a língua quente e o motor potente dentro dela.
"EU NÃO AGUENTO! EU VOU GOZAR!" gritou a Rafaela, o corpo todo espasmando.
"EU TAMBÉM! EU TAMBÉM!" gritou a Cami, agarrando o cabelo da rockeira.
"GOZEM JUNTAS! SUJEM TUDO!" eu ordenei.
E elas gozaram. As duas ao mesmo tempo!
A Rafaela gozou molhando tudo no meu vibrador, e a Cami gozou enchendo a boca da Rafaela de gozo. O som dos vibradores, o som da boca chupando, o som dos gritos... encheu a casa inteira!
Eu continuei metendo até o último segundo, sentindo o corpo da Rafaela tremer muito, até que ela caiu pro lado, exausta.
Caímos as três no sofá, uma bagunça de pernas e braços, suadas, ofegantes, todos os vibradores ainda zumbindo baixinho no chão.
Rafaela estava toda vermelha, o cabelo cacheado todo grudado no suor, sorrindo feito uma louca.
"Vocês são doidas..." ela disse, passando a mão na minha coxa grossa. "É muito bom ser comida assim. E eu ainda consegui comer a magrela ao mesmo tempo... que sonho."
Eu me levantei, ajustando o vestido, me sentindo poderosa.
"É porque a gente se completa, Rafa," eu disse, beijando ela na testa. "Você cuida da Cami que eu cuido de você."
"Eu ainda quero repetir, vocês voltam ?" ela perguntou, com cara de quem quer mais.
"Sim voltamos," eu sorri. "Agora... a gente tem que ir. E
Saímos de lá, e mais uma vez, felizes da vida.