No dia seguinte, quando acordei e me sentei na cama, senti o meu cu todo dorido. O Souza tinha arrebentado de vez o meu cu todo com aquelas duas fodas seguidas e, o pior, foi quando me levantei: senti ainda mais o estrago que os 24 cm de piroca grossa do Souza tinham feito ao meu cu; mal conseguia andar. Nem na minha primeira vez com o sargento Ramirez me tinha sentido assim. O Ferreira, que dorme ao meu lado, apercebeu-se logo e o sacana não se segurou para lançar logo um comentário malicioso:
- Estás com um andar novo, Martins?
- Vai-te foder, Ferreira!
- Estou com ciúmes, sabias?
- Vai-te foder, já falei…
- Queria ter sido eu a deixar-te assim… [Riso sacana]
Eu estava, literalmente, todo fodido; não estava com paciência para o Ferreira e afastei-me dele. Para minha sorte, era sábado, a rotina no quartel era mais branda, se não ia ser complicado fazer os exercícios matinais da recruta com o cu naquele estado.
Estava já eu a chegar junto do refeitório para tomar o pequeno-almoço e sinto o Souza a abraçar-me por trás e a encaixar o seu corpo no meu:
-Bom dia, gostoso! Já estou de pau duro para ti!
Fiquei puto com aquela atitude dele, virei-me para ele e dei-lhe um murro no estômago, e ele caiu no chão a contorcer-se.
-Tu me respeita cara - apontei-lhe o dedo, bem lixado.
- Que é isso, Martins? — Ele olhava para mim sem reação.
- Já te falei para me respeitares; mais uma dessas e encho-te de porrada!
- Mas…
- Mas nada! Afasta-te de mim, porra!!!
Fui buscar o meu pequeno-almoço todo fodido, e sentei-me sozinho numa mesa. Não queria falar com ninguém, mas, passados uns minutos, o Souza sentou-se à minha frente. Eu sabia que tinha pegado pesado com ele, mas o meu orgulho de macho estava ferido e não falei nada.
- O que se passa, cara?
- O que se passa? O que se passa é que tu não me respeitas. Não é por ter dado o meu cu para ti duas vezes que me vais tratar como se fosse teu namoradinho…
- Eu sei disso, e já deixámos isso bem claro ontem, só que acordei com tesão para te comer de novo, e não te faças de ofendido, que eu sei que gostaste de ser comido por mim.
- Não me provoques, cara, olha que eu perco o respeito por ti e te arrebento todo!!
- Ah, vai-te foder, Martins! E olha que eu não sou cara para ficar quieto. O que eu sei é que tu ontem gozaste bem gostoso enquanto te sentavas no meu pau, e agora estás a fazer-te aí de virgem ofendida - ele ficou bem putão e começou a falar alto e eu, meio envergonhado, tentei acalmá-lo; não queria que os outros se apercebessem do conteúdo da nossa discussão.
- Fala baixo, cara…
- Porquê? Estás com vergonha que todos saibam que gostas de gozar sentado no meu pau?
- Fala baixo, cara, por favor, respeita-me…
- Então admite: gostaste ou não gostaste de cavalgar no meu pau?
- Gostar, gostei, mas tu não me respeitas e estou com o meu cu todo arrebentado, mal me posso sentar; não quero que te chegues perto de mim…
Os meus olhos encheram-se de lágrimas, levantei-me e fui-me embora, e só o ouvi a falar, todo murchinho:
- Desculpa, cara…
Nos dias seguintes, eu andava de mau humor; as dores no meu cu iam passando muito devagar, mas o desconforto ia diminuindo. Eu e o Souza mal nos falávamos; o Ferreira, que é um safado e sabia de tudo, também não me procurava para foder; e o Basil, o meu puto de serviço, ignorava-me para sexo, pois andava todo feliz da vida a dar o cu a toda a hora ao Souza. O cara é um touro, não se cansava de comer o Basil, que, putão como é, já tem aquele cu tão acostumado à piroca dele que nunca se recusava ao Souza. Enfim, dei por mim a começar a subir pelas paredes com falta de foda; comecei a andar sempre de pau teso, mas o meu cu ainda não estava pronto para levar com vara. Eu tinha-me acostumado a fuder todos os dias naquele quartel, precisava de ação e, então, o meu mau humor só aumentava. E, para piorar o meu mau humor, estava eu a fazer a limpeza de um armazém, ordens do Sargento Morais, quando me entra o Ferreira lá:
- Quero falar contigo! - disse logo ele, bem direto.
- Fala - respondo secamente.
- Que mau humor é esse que não passa?
- Tu sabes bem porquê.
- Estás a ser um idiota, Martins, nenhum dos teus amigos tem culpa que andes de mau humor por teres esse teu cu todo ardido depois de duas pirocadas gostosas do Souza… - sempre venenoso o Ferreira.
- Vai-te foder, falas assim porque não és tu que andas assim…
- Até parece que não sei o que é ter um cu ardido…
- Sabes? - eu pensava que o Ferreira era só ativo.
- Sei, e nunca fiquei com esse mau humor, pareces uma florzinha.
- Caralho, sempre fizeste cu doce para mim, seu viado - fiquei todo fodido por saber que o sacana também levava com rola no cu.
- É, para ti sou macho!
- Porra, cara, ainda tens a lata de dizer isso para mim, tantas vezes que tentei foder-te e sempre deste para trás. Porquê?
- Porque tu és especial, cara, tu és um macho que gosta de pau no cu, isso não se encontra por aí, não, se eu pudesse ter-te-ia só para mim.
- Aaahhhh, vai-te foder, Ferreira, conversinha dessa para cima de mim? Eu quero saber porque não dás o teu cu para mim, se dás para outros caras?
- Estás com ciúmes, Martins? - ele falou com aquela sua cara bem maliciosa.
- Não tenho ciúmes nenhuns, mas se dás esse cu para os outros e para mim não, esquece, que nunca mais faço nada contigo - e virei-lhe as costas; ele veio e agarrou-me por trás e senti o pau dele duro a roçar a minha bunda, mas eu empurrei-o com força para longe.
- Que é isso, cara, que estressadinho…
- Não te quero mais perto de mim - falei-lhe cheio de raiva.
- Tanto drama, cara, só porque ainda não te dei o meu cu…
- Só quero entender o porquê de não quereres que eu te foda…
- Falei a verdade, Martins, para mim tu és especial, és o cara com quem eu gostaria de namorar, de ter como companheiro, mas sei que isso é impossível, e sei lá, meti na minha cabeça que contigo eu seria o macho - ele pareceu-me sincero, mas eu nem liguei, estava zangado com aquela conversa dele.
- Pois, mas isso acabou, enquanto não me deres o teu cu, o meu tu não comes mais!
- Porra, ainda não tinha visto esse teu jeito bravo.
- Pois, mas esse vai ser o meu jeito contigo daqui para a frente…
Num segundo o clima passou de gelado para bem quente, nem sei explicar, mas o tesão entre dois machos começou a pairar no ar, e senti o meu pau a ficar bem teso, e ele olhou-me com cara de safado:
- Não me fales assim que eu adoro um cara bravo!
- Deve ser isso que eu tenho falhado contigo, devo ser muito brando, sempre amiguinho, mas isso hoje acabou.
- Caralho, assim fico sem jeito…
O Ferreira aproximou-se de mim e apertou o meu pau que já estava bem duraço dentro das minhas calças, não falei nada, só observei.
- Caralho, Martins, já estás assim?
- Quero te comer seu viado - estávamos os dois bem coladinhos frente a frente e o Ferreira tentou beijar-me, mas eu desviei a cara.
- Certo…
Sentei-me em cima de um saco de lona e abri bem as pernas; estava com um volume enorme no meio delas. O Ferreira sabia bem o que eu queria e veio até mim, ficamos os dois sentados lado a lado e o safado apertou logo de novo o meu pau:
- Estás bem putão, Martins!
- É só o começo…
- Eu tenho resistido tanto a esta piroca gostosa - ele começou a apertá-la em todo o seu contorno, ela ainda estava dentro dos meus calções.
- Resistir para quê, cara? - agarrei na cara dele e lhe dei umas palmadinhas levinhas no rosto - bota ela para fora!
- Porra, cara, que Martins é esse? - eu estava de cara cerrada e falava bem sério para ele.
- A partir de hoje sou o teu macho, agora faz o que eu mandei!
- Caralho, cara, assim me deixas louco…
O Ferreira botou o meu pau para fora, e ele apareceu logo bem teso, estava já duro que nem pedra; toda aquela conversa estava a deixar-me louco para o foder.
- Caralho, como este pauzão está duro! - e agarrou nele.
- Chupa!
Era um Ferreira diferente, eu não conhecia aquele lado dele mais de bichinha, ele sempre se mostrava tão macho comigo, mas naquele momento os olhos dele brilhavam e, bem obediente, abocanhou o meu pau e deu logo uma sugada bem gostosa e depois olhou para mim:
- Uhmmmm, que gostosa que esta pica está!
- Paraste porquê? Continua…
- Que macho bravo…
O safado abocanhou o meu pau quase todo e deu-me mais uma sugada gostosa para caralho, que me arrancou um gemido:
- Uhmmmm… caralhooooo… tu mamas bem, seu viado!
- Gostas?
- Gosto quando estás com a boca no meu pau, não quando estás a falar…
- Assim?
O safado engoliu o meu pau todinho, porra, ele mamava bem para caralho. O filho da puta andou a fazer cu doce para mim, mas era bem experiente, e sem que eu dissesse nada, o safado engoliu o meu pau todo, até às bolas, e eu fiquei louco:
- Caralho… que puta de boca gulosa, tu de macho não tens nada, seu viado, vou-te comer…
Levantei-me, agarrei nas pernas dele e comecei a puxar as suas calças…
- Que é isso, cara?
- Vou-te foder, já disse!
- Estás a deixar-me maluco, cara - nossa, a cara dele era de puro tesão.
- Maluco vais ficar é quando eu tiver o meu pau todo enterrado nesse teu cu, seu viado!
- Então vem logo enterrá-lo, que estou a ficar louco com esse teu jeito de macho safado.
Bem rápido ficamos os dois nusões, o meu pau estava estourando de tão teso que estava, e o do Ferreira também. Eu de pé e o Ferreira deitado de barriga para cima com as pernas levantadas, me olhava com aquela sua cara de safado, os seus olhos brilhavam:
- Caralho, como tu és gostoso assim todo mauzão, Martins!
- Seu idiota, passando todo esse tempo se fazendo de difícil comigo, mas eu já te vou mostrar quem manda…
- Mal posso esperar por isso.
Ver assim o Ferreira todo vulnerável e à minha mercê era excitante demais; agarrei as pernas dele pelos tornozelos, abri-as bem e empurrei-as contra o seu corpo. Automaticamente a bundinha dele ergueu-se, e vi o seu cuzinho todo arreganhado e, caralho, piscava muito; o sacana estava cheio de vontade de levar com a minha rola.
- Estás louquinho para levar piroca, não é, seu viado?
- Estou! Mas vai com calma, o meu cu não é tão rodado como o teu… [Riso sacana]
O filho da puta, mesmo naquela situação não deixava de ser bem sacana. Não liguei à sua provocaçãozinha, e mesmo assim a seco, encostei o meu pau no seu botãozinho, que tesão, senti o cuzinho dele a piscar na cabeça do meu pau, forcei, e a cabeça entrou:
- Ai, porraaaaaa…. - foi meio a gemer, meio a reclamar. Não sei se era por eu só ter comido o Basil e o tenente Jordão, mas achei aquele cuzinho dele bem apertado.
- O meu pau é um tesão, né, seu viado?
- É, mas vai com calma, Martins…
- Vou!
Eu estava muito putão com ele, e então, eu, bem filho da puta, de uma só vez, enterrei o meu pau todo no cu dele.
- Aaaaaaahhhh porraaaaa caralhoooooo Martins…
- Que foi?
- Porraaaa… que me arrebentas todo, caralhoooooo…
- Pois é mesmo isso que eu quero!
Nossa, que cu mais gostoso que o Ferreira tem! Quentinho, bem apertadinho; eu sentia aquela pressão do seu anelzinho no meu pau. Queria dar uma lição de piroca nele, mostrar o quanto sou macho e, sem dó nem piedade, comecei a mandar vara naquele cu dele:
- Caralho, és tão filho da puta, uhmmmmmm…
Mas o sacaninha gostava; o seu pau não amoleceu nem um pouco;
- Toma vara que tu gostas, seu viado!!!
- Aaiiii… caralhooo… porraaaaa… Martins… uhmmmmm…
Eu estocava aquele cu bem gostoso, metia o meu pau bem forte, e aquele cuzinho, que no início era bem apertadinho, habituou-se rápido e aguentava bem a metida do meu pau.
- Delícia este teu cu, sabias?
- Delícia és tu, ai nossaaaaa… como tu fodes bem, caralho! - dava gosto ver um cara como o Ferreira a gemer de prazer com a metida do meu pau naquele cu:
- Quero-te de quatro para o teu macho, então!
- Fico já…
Tirei o meu pau daquele gostoso e o safadinho do Ferreira ficou logo de quatro. Eu, então, bem sacana, fui logo por trás dele, segurei bem forte na sua cintura e enterrei o meu pau todo de uma só vez naquele cuzão gostoso.
- Ai porra… como tu és grande, Martins!!!
- Tu gostas, né, seu safado? Gostas de uma piroca grande e grossa neste cu!
- Ai, adoro, podes me foder, podes me foder com tudo…
Comecei a socar aquele cu bem gostoso; eu tirava e metia o meu pau bem fundo nele, e o Ferreira, ou já era bem rodado ou do tipo que aguenta bem um pau, pois o sacana aguentava bem facilmente o meu pau. Eu fodia-o como queria, e o sacana só gemia de prazer:
- Isso… mete… mete bem gostoso, meu macho… porra…
- Toma lá piroca, seu sacana - eu atolava o meu pau todo naquele cu.
- Puta que te pariu, Martins, fodes tão gostoso… uhmmmm nosssaaaa… isso… enfia… enfia essa piroca toda e arrebenta o meu cu, meu macho - ele me deixava ainda mais putão e eu então comecei a dar estocadas ainda mais fortes naquele cuzinho.
- É assim que tu queres, é seu viado? - eu estava a arrombar aquele cu todo.
- Ai, nossa… é assim que eu gosto, seu filho da puta… adoro ter essa piroca toda no meu cu, me faz gozar pelo cu, me faz meu macho…
Comecei a sentir o cu dele se contraindo e fazendo aquela pressãozinha no meu pau; eu, que também adoro levar com um pau no cu, sei que, quando isso acontece, a gozada está para chegar.
- Seu viado do caralho, eu já te faço gozar pelo cu, mas eu quero ver essa tua cara de viado a se contorcer de prazer enquanto gozas com o meu pau cravado neste cu.
Saí rápido de dentro dele e o joguei na cama de barriga para cima; agarrei de novo as pernas dele, e o cuzinho dele automaticamente se levantou novamente para mim. O buraquinho dele estava todo aberto, e eu enfiei o meu pau até ao talo todinho dentro dele.
- Ai, caralho, que tesão! Isso, mete tudo no meu cu, meu macho!
- Tesão vai ser quando tu gozares com o meu pau todo enterrado neste cu guloso…
Nossa, aquele era um Ferreira totalmente diferente do que eu conhecia; estava bem submisso a mim. Era um tesão ver aquele cara musculado, com aquele peito todo tatuado, com uma cara de macho safado, a gemer e a se contorcer de prazer com o meu pau atolado no seu cu, e eu então, bem sacana, comecei a socar o meu pau bem forte nele.
- Mais, fode-me mais…, me faz gozar gostoso, faz.
- Vais ter a melhor gozada da tua vida, seu viadinho, e eu vou encher este teu cu de porra…
- Aaaiiiii… nosssaaaaaa… isssoooo… enche, meu macho, meu Martinzão fodão do caralho…
O meu amiguinho estava no ponto, agarrei no pau dele, que estava duro que nem pedra, e comecei a tocar uma punheta nele bem forte, enquanto socava o meu pau bem fundo naquele cu quentinho. O Ferreira foi à loucura:
- Ai, porra, seu filho da puta! És um macho gostoso para caralho, eu vou gozar…
- Goza, viado! Goza com o pau do teu macho atolado neste cu!
O Ferreira segurava bem firme nas suas pernas e continuava com aquele cu todo arregaçado para o seu macho, e berrava de prazer. E eu, então, tive uma visão deliciosa do caralho, enquanto eu socava aquele cu com tudo e agarrava o seu pauzão teso que nem pedra; o primeiro jato saiu, nossa, vi aquele jato de porra voar bem alto e cair no seu peito, ele ficou ainda mais doidão:
- Aaaiiiiiiiii… caralhooooooooooo…. estou gozando pro meu macho, uhmmmmmmmm… arrebenta o meu cu com esse pirocão, arrebentaaaaaaa….
- Issso… goza gostoso, seu viado - fiz o que ele pediu e comecei a arrebentar ainda mais aquele cu.
- Aaaaiiiiii… que deliciaaaaaaaaa… isssoooo… fode-me, faz-me gozar muitoooooo…
Noossaaaa… ele jorrava porra para todo lado, aquele pauzão dele parecia um vulcão, e eu não consegui me segurar mais, soltei o pau dele, curvei-me sobre ele e falei bem no seu ouvido:
Agora vou encher-te de leite!
- Ai que delíciaaaaaa.... issooooo... Enche o meu cu de leite, meu macho filho da puta!
- Eu já te dou leite, seu viado!
Louco de tesão, apertei o seu pescoço bem forte. O pau do Ferreira continuava duraço e eu, em quatro ou cinco estocadas naquele cu delicioso, comecei a gozar também:
- Toma o meu leite, seu viado!
- Ah, caralho, esse é o meu macho, enche o meu cu com esse teu leite quentinho - o Ferreira berrava que nem um touro, e, incrível, o cara começou a gozar de novo sem se tocar, enquanto eu enchia o cu dele com o meu leite.
- Toma, seu filho da puta, toma o meu leite todo!
- Aiiii, caralhooooo…. tu és fodão demais, Martins!
Que loucura de gozada, eu continuei a socar aquele cu até o meu pau começar a amolecer, e quando terminei olhei bem nos olhos do Ferreira:
- Caralho… tu és um puto de um viado, Ferreira!
- E tu és o macho que eu sempre pensei que fosses - eu já tinha saído de dentro dele, e o Ferreira segurava no meu pau, que ainda estava meio duro, todo satisfeito
- Não vou te deixar comer mais o meu cu não, agora és meu viadinho que nem o Basil - falei só para o provocar.
- Quem disse que eu vou querer te comer de novo? Depois desta foda, eu vou querer é esta piroca gostosa a me foder sempre - [Riso sacana]
- Ferreira, Ferreira, eu não devia era foder mais contigo, sabias? A fazeres cu doce este tempo todo, mas do que tu gostas mesmo é de boa pirocada nesse teu cu guloso.
- Vais dizer que não gostaste das pirocadas que te dei?
Saí de perto dele e comecei a me vestir.
-Isso agora é passado, no meu cu tu não tocas mais, e se quiseres mais pau nesse cu, vê bem o jeito como me falas…
O Ferreira então, bem safado, já se vestindo também, veio até perto de mim com aquele seu jeito de gozão que só ele tem e passou a mão na minha bunda:
- Martinzinho, eu vou te comer sempre que eu quiser, porque tu adoras piroca tanto quanto eu - eu até engoli em seco, porque era verdade, e o sacana sabe bem como me fazer gemer de prazer com o pauzão dele atolado no meu cu - mas fica tranquilo, meu cu é teu, a partir de hoje podes me comer sempre que quiseres, vou estar sempre pronto para rebolar gostoso em ti, tu és um cara raro, és macho e bem viado ao mesmo tempo, se quisesses, casava já contigo… [Riso Safado]
- Vai-te foder, seu viado - falei, empurrando-o para mudar o rumo daquela conversa, e o Ferreira sorriu.
- Vou, mas só se for contigo…
Sorrimos os dois e fomos embora, já era tarde…
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