Meu vizinho safado e ordinário fode minha esposa há 6 meses e eu me excito os filmando

Um conto erótico de Marcela Araujo Alencar
Categoria: Heterossexual
Contém 1692 palavras
Data: 30/05/2026 17:01:56

Meu vizinho safado e ordinário fode minha esposa há 6 meses e eu me excito os filmando

Conto n.º 221 de Marcela Araujo Alencar

Tema: Estupro, Abuso, violência, sexo, infidelidade, traição, submissão, corno manso.

***

Meu nome é Anibal, eu moro em um apartamento alugado com minha esposa em uma cidade do cento-oeste de nosso país. Trabalho em um supermercado. Minha esposa Anita tem um emprego meio período em uma lanchonete, das 8:00 as 12:00 localizada perto de nossa residência. Tenho 35 anos, 1,75 m e sou invejado por todos os meus colegas do supermercado, tudo devido ao mulherão que é minha esposa. Anita tem 23 anos, loira, com 1,72 m é bastante bonita e tem um corpo simplesmente divino.

Minha esposa sempre teve um forte senso de justiça e de limpeza e ultimamente tem se sentido incomodada, pelo comportamento de nosso vizinho de porta. Ele é um homem bastante porco, espécie de gente bastante desqualificada. Descobri que se chama Leopoldo. Bastante abusado, fuma nos elevadores e joga toco de cigarros pelo chão, sem a menor cerimônia.

A propósito, ela foi convidada na reunião da associação de moradores para levar aviso para ele mudar de atitude, caso contrario será expulso do prédio. Entendo que eles deveriam ter escolhido a Sra. Tania do 2º andar, ela é a mais idosa.

***

Duas semanas depois, Anita e Anibal estão no quarto pela manhã, conversando.

— Anibal, você está ocupado com o trabalho esta noite?

— Sim, eles têm nos mantido muito ocupados e chegarei em casa depois da meia-noite. Porque está peguntando isso, Anita?

— Por nada. Então você não vem jantar em casa hoje?

— Não, vou comer na cantina de lá.

***

Entretanto, ao chegar no supermercado, Anibal foi informado pela chefia que o inventário do estoque foi transferido para o dia seguinte e que hoje todos os estoquistas escaladados seriam liberados na hora normal.

Então, como sempre faz, chegou em casa na hora de sempre, as 20:00, levando a janta que comprou na lanchonete em que Anita trabalha pela manhã.

— Eu queria a surpreender chegando de mansinho em casa.

Abri a porta da sala procurando não fazer barulho. Supõe que está na cozinha, não está, vai para o corredor, em direção do quarto do casal, mas antes de chegar próximo da porta, escuta uns sons muito estranhos, vindo do quarto. Cauteloso, olha pela porta que está entre-aberta; o que vejo me deixa horrorizado, petrificado.

Minha esposa, Tao certinha e puritana está nua ajoelhada entre as pernas de Leopoldo, chupando o pau enorme dele, como que o quisesse engolir. Ele também nu, sentado na beira da cama, tem as mãos por atrás de sua cabeça e a puxa, para que o pau não saia de sua boca, isso enquanto ri e fala:

— Não pare de me chupar, vadia!

Fico atordoado e decepcionado com minha esposa; não entendo como ela pode me trair, justamente com o sujeito que dizia ter nojo de suas atitudes nas áreas comuns do condomínio. Não sou um homem violento, de atitudes precipitadas, não iria invadir o quarto e cobrar explicações dela, pois o que estava vendo era real, dispensava ser explicado e, além disso, Leopoldo é o dobro do meu tamanho ou quase isso.

Preferi pegar o celular e filmar a traição de Anita. Tive a pachorra de ficar os filmando por quase 15 minutos, vendo as barbaridades acontecendo entre Anita e seu amante, no meu quarto, na minha cama. Vi quando se posicionaram e começaram a fazer um ruidoso 69; filmei minha delicada esposa gemer como uma puta enquanto Leopoldo a fodia pelo cu, coisa que nunca deixou eu fazer. Entretanto, acontecimento muito estranho ocorria comigo, enquanto via o louco sexo deles, tenho de confessar, fiquei de pau duro e minha cueca ficou umedecida. Parei de os filmar e silenciosamente, como entrei, sai de casa e fui beber na lanchonete em que Anita trabalha, em meio turno. Fiquei lá até perto das 22:00, sentado num cantinho, bebendo e revendo tudo que filmei de minha esposa e do nojento Leopoldo e fiquei novamente de pau duro.

Quando entrei em casa, já passava das dez horas. Anita não estava no quarto, que tinha a cama arrumada, estava no banheiro, embaixo do chuveiro e demorou quase dez minutos no banho. Fui para a sala e fiquei sentado na mesa, com o celular a minha frente, esperando que saísse do banheiro. Ela saiu enrolada numa toalha enquanto tirava a touca da cabeça e me viu na sala e falou, com voz melosa:

— Amor, o que está fazendo aí sentado, olhando para o celular? Venha se deitar com sua mulherzinha, querido!

— Anita, venha se sentar aqui na minha frente, tenho coisa muito importante para falar com você.

Ela veio e se sentou na minha frente, a mesa da sala é pequena e, assim ficamos cara a cara.

— Querido, você está muito sério… o que foi que aconteceu? Você foi demitido do emprego?

— Não é nada disso, meu emprego continua firme, o que quero é que você me explique por que fez isso.

Anibal, enquanto fala com a esposa, ligou o celular e virou a telinha para ela. Anita ficou pálida quando viu ela nua com o pau de Leopoldo na boca, empurrou o celular e baixou a cabeça, chorando, envergonhada.

— Não quer ver mais, tenho quase 15 minutos filmando tua traição, na minha própria cama!

— Posso explicar, amor… eu não queria que isso acontecesse.

— Amor… é uma ova… isto ai não tem explicação!

— Tem sim… deixe eu falar como tudo começou, aí você vai entender… no início ele me forçou, depois ele fez chantagem e fui obrigada a fazer sexo com ele… após um tempo… sabes como é... de tanto fazer… fiquei viciada em faze essas coisas com ele!

— Não estou acreditando nessa história que ele te forçou e de chantagem, mas estou disposto a te ouvir.

***

— Você está lembrado que há seis meses, eu fui escolhida para ‘levar uma advertência do condomínio para ele? Você não gostou, então fui falar com a síndica para ela escolher outra pessoa, ela disse que devia ser eu, por ser vizinha de porta dele, então fui. Bati na porta dele para entregar os papéis com a advertência. Ele abriu a porta e eu disse o motivo da minha visita.

Mandou eu entrar e me sentar à mesa, e solicitou o documento. Pareceu que o lia, depois começou a rir e rasgou o papel, debochando, que aquilo só servia para limpar a bunda. Se levantou e veio em minha direção, falando: mulher, você é muito gostosa e há muito tempo estava te desejando, com vontade de te comer… já que está na minha casa, vamos aproveitar e dar uma boa foda.

Recuei em direção da porta, falando… você está louco, eu sou uma mulher casada! Ele continuou avançando, dizendo: adoro foder mulher casada. Lutei com ele, mas muito mais forte me derrubou e com ferocidade começou a me desnudar. Depois colocou a cara no meio de minhas coxas e começou a chupar minha boceta. Fiz o que pude para o evitar, mas não consegui e durante horas me comeu, até pelo cu.

Eu estava exausta, sem forças para nada e foi quando começou a me filmar com o celular, enterrando os dedos em minha vagina… o pau em minha boca… ejaculando nos meus seios. Quando tentava me esconder, me dava violentos tapas. Ele me filmou enquanto fazia tudo o que quis em mim e eu não pude o evitar.

Satisfeito mandou me levantar e nua como estava, me expulsou do apartamento. Corri para a minha porta, dando graças por ninguém me ver. Foi quando… suprema humilhação… tive de voltar ao apartamento dele, para buscar minha chave, que devia estar perdida no meio de minhas roupas rasgadas e espalhadas por todo canto da sala. Ele apoveitou e voltou a me comer

***

— Anibal foi assim que tudo aconteceu. Eu me tranquei em casa, pensando que tudo tinha acabado e com medo de contar a você o meu drama.

— Isto foi há seis meses, então por que você não o evitou e continuou fazendo sexo com aquele canalha?

— Dois dias depois, ele me pegou quando fui levar a sacola de lixo ele se aproximou e me obrigou a ver o seu celular com tudo que filmara de mim. Fiquei horrorizada e implorei para ele deletar o vídeo. Ele falou que só após o mostrar aos colegas de você e de minhas amigas da lanchonete onde trabalho.

— Nossa, Anita, se ele ,fizesse isso seria a nossa total desmoralização!

— Mas ele falou que não exibiria o vídeo para ninguém, se eu continuasse a foder com ele.

— Foi o que preferir fazer e, desde então, comecei a fazer sexo com ele, duas ou três vezes por semana, obrigada que fui.

— Há seis meses isso vem acontecendo e eu lutando para evitar que você descobri o que eu fazia.

— Eu me tornei corno, sem saber de nada!

— Querido, me desculpe, mas após seis meses, não deu para evitar… fiquei gostando de foder com ele… passou a ser um vício… entendo que passei a ser escrava sexual de Leopoldo.

— Agora que descobri tudo, amanhã, vá falar que não irás mais foder com ele.

***

— Fui falar com Leopoldo, como você solicitou, mas ele afirmou se eu parasse de foder com ele, exibiria o vídeo para todo mundo.

— O que faço, querido? Julgo que não temos saída!

***

Oito meses depois

— Anibal, querido, lave a louça do jantar, por favor. Não me espere. Esta noite Leopoldo, vai trazer um amigo, para fazermos sexo à três, estou empolgada, deve ser maravilhoso, vou até sem calcinha e sutiã. A farra deve durar a noite toda.

— Querida, não esqueça de deixar a porta do quarto apenas encostada, para que eu possa filmar você fazendo sexo com dois homens, deve ser muito excitant

— Anibal, meu querido corninho, é isso que faço sempre. Leopoldo, sabe que ficas nos filmar. Ele não fica incomodado. Até gosta.

FIM

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