Entre o Sangue e o Desejo
Eu sempre senti atração por homens bem mais velhos do que eu, desde criança, talvez por nunca ter tido um pai. Sou casada com um tio, irmão da minha mãe que morava conosco. Me entreguei pra ele cedo, quando percebi que eu não queria mais ser virgem e não aguentava mais segurar tanto tesão por aquele homem. Foi em uma noite, quando escutei ele chegando de madrugada meio bêbado e aproveitei a ocasião e fingi estar com medo, inventei algo, e o abracei. Eu estava com uma camisola bem transparente que deixava tudo a mostra e não usava nada por baixo. Fomos direto pro quarto dele e perdi a minha virgindade com aquele homem viril e que hoje é o meu marido. A partir daquela noite, passamos a dormir juntos sem ninguém desconfiar. Fazíamos tudo com bastante cuidado para que minha mãe não desconfiasse de nada, pois ela jamais aceitaria o nosso relacionamento. Ele tinha 38 anos e eu muito novinha, mas já com maioridade. Seria um escândalo na família e evitamos tudo por muito tempo. Meu pai faleceu quando eu era bebê e minha mãe não quis casar novamente. Tio Roberto sempre foi o equilíbrio da família e minha mãe tinha total confiança nele. Sempre foi calado, de poucas palavras e tinha fama de ser mulherengo. Homem típico do interior, tem o corpo normal, barriguinha de cerveja e um vasto bigode. Sempre viu as mulheres como submissas aos homens e eu cresci ouvindo ele dizer que “mulher minha não estuda, mulher minha não trabalha, mulher minha não corta o cabelo, mulher minha tem que obedecer, mulher minha vive para o lar, cuidar da casa e do marido, mulher minha não vive na rua etc. Sempre dando ênfase no “MINHA”, como alguém que pertence a ele, e era justamente isso que me fascinava nele, talvez por eu não ter tido um pai e ele ter sido a representação do masculino e da fortaleza em nossa casa. Foi ele que me ensinou tudo em relação ao sexo. No inicio ele tinha bastante cuidado comigo, mas com o passar do tempo, fomos aprimorando, principalmente com as mudanças do meu corpo. Eu era muito novinha e ele foi o primeiro que me viu menstruar. Depois me tornei adolescente, e finalmente uma mulher, quando me entreguei pra ele. Eu não tinha nenhum conhecimento da vida a dois e tudo eu aprendi com ele, principalmente a me entregar como uma verdadeira mulher. Já estávamos vivendo juntos há alguns anos quando resolvi me emancipar. Eu queria a minha casa, meu marido e nossa privacidade. Minha mãe faleceu antes de saber toda a verdade, o que tornou tudo mais fácil. Quando resolvemos assumir relacionamento, o resto da família ficou em choque, mas aos poucos entenderam que não havia ninguém melhor que ele pra cuidar de mim. Eu sempre fui fascinada por ele, a ponto de ficar hipnotizada só com o cheiro e a voz dele. Ele sempre foi um homem bonito e viril. Sua masculinidade sempre foi o ponto alto e é justamente isso que me atrai em um homem. Minha mãe, desde que ficou viúva, praticamente virou uma freira. Vivia em igrejas e missões religiosas, e me deixava sozinha com tio Roberto. Praticamente já vivíamos como um casal e transávamos todos os dias. Ele sempre foi insaciável e eu também. Ele é estéril, não pode ter filhos, o que facilita bastante a nossa vida sexual, pois eu nunca precisei tomar anticoncepcional e nunca usamos camisinha.
Voltando para a nossa primeira noite: minha mãe viajou em missão e ficamos sozinhos. Foi aí que armei o meu plano. Eu não aguentava mais ser virgem e queria desesperadamente me tornar mulher, a mulher do meu tio. Incentivei-o a sair e a não se preocupar comigo. Eu disse que iria dormir na casa de uma tia e que ele não se preocupasse. Ele sempre saia nas sextas e sábados e gostava de beber. Tomei banho, fiquei bem cheirosa e coloquei uma camisola bem sexy que eu já tinha comprado há uns meses. Ela é totalmente transparente, deixando praticamente tudo a mostra. Apesar de na época eu ser muito nova, eu já tinha corpo de mocinha: bumbum empinado e seios durinhos. Fazia o tipo ninfeta. Cabelos claros e compridos e pele muito branquinha. Pois bem, fiquei contando os minutos até escutar o barulho da porta se abrindo. Corri para os seus braços dizendo ter escutado barulho no quintal e estava com muito medo. Ele cheirava a cerveja e quando eu o abracei, senti suas mãos na minha cintura. Encostei os meus seios em seu tórax e abracei o seu pescoço com força. Ele me colocou no colo e me levou pra cama. Tirou a roupa, me chamou por outro nome, que agora eu não lembro, abriu as minhas pernas e começou a chupar a minha buceta. A sensação era tão gostosa que eu comecei a uivar, me debater e segurar a sua cabeça forçando para que ele entrasse ainda mais na minha vagina. Gozei pela primeira vez na vida com a boca daquele homem me chupando, e ele sempre me diz que nunca viu tanto tesão em uma mulher como eu senti naquela noite. Eu sou daquelas mulheres que tem muitos flúidos quando goza e ele saboreou tudinho. Ele tirou a boca da minha buceta e abocanhou os meus seios. Mamou como um animal no cio e foi nesse momento que ele começou a me penetrar. A minha vagina já estava bastante lubrificada e seu pau entrou com facilidade, apesar deu ainda ser virgem. Ao perceber isso, ele ficou louco de tesão. Me comia enquanto mamava os meus peitos e de repente senti o meu tio gozando dentro de mim, seu leite quente, foi a melhor sensação da minha vida. Ficamos nesse movimento até amanhecer o dia. Pela manhã, ele ainda estava de pau duro e mamei até ele gozar novamente, só que agora na minha garganta. Eu estava louca pra experimentar o seu leite e ser totalmente dele, sem ter deixado de fazer absolutamente nada. Senti o seu gemido alto quando ele gozou na minha boca. Me puxou pelos cabelos e me beijou. Disse que sempre me desejou e que agora ele era um homem realizado e que eu seria dele para sempre. Deitei sob o seu peito e adormeci. Acordei com café da manhã na cama, e aquele homem muito romântico disposto a prosseguir num relacionamento sério. O meu plano tinha dado mais do que certo e agora eu já era dele, daquele homem que me viu nascer, acompanhou todos os meus passos e que agora era meu. Apesar da química entre nós dois, não podíamos nos descuidar por eu ainda ser muito novinha, mesmo com a maioridade. Novinha se comparando com ele, já homem feito. E seria um escândalo em família. Sabemos que dentro de um relacionamento, tudo pode acontecer, havendo consentimento, conforto e limites pessoais. Entre nós dois nada tinha limites e tudo, aos poucos, estava sendo permitido. Apesar do Roberto ser um homem simples do interior, ele é muito bem resolvido em termos de sexo, entrega e permissividades. E assim seguíamos nos descobrindo a cada dia que vivíamos como marido e mulher. Havia entre nós uma liberdade silenciosa, daquelas em que tudo acontecia, mas não falávamos sobre o assunto. Eu estava menstruada e Roberto me olhava sem nenhum resquício de tabu, como se cada parte do meu corpo, inclusive aquele momento tão peculiar as mulheres, fosse apenas mais uma expressão de desejo que nos unia. Ao perceber a intensidade do olhar dele, eu relaxei e me entreguei sem reservas, sentindo-me aceita de um jeito raro e profundo. O toque do Roberto, cuidadoso ao mesmo tempo, carregado de vontade de experimentar, despertava em mim um prazer além do físico, sem filtros, sem vergonha. E ali, naquele momento só nosso, onde nada precisava ser escondido, o desejo parecia ainda mais vivo, mais cru, mais verdadeiro. Roberto tirou a minha calcinha, olhou firme como se estivesse hipnotizado pela cena, olhou pra mim, baixou a cabeça novamente, arregalou os olhos e caiu de boca na minha vagina. É esse tipo de entrega que me fascina e nós dois estávamos começando, aos poucos, a não termos limites a dois.
Minha mãe tem outros irmãos e meu falecido pai também. São muitos, apesar da minha família não ser unida. Tenho muitos tios e todos eles sempre me atraíram , principalmente o meu tio mais velho. Um homem alto, de bigode e barriga e um olhar penetrante. Era bem casado e tem dois filhos. Ele mora na capital e às vezes aparece na cidade. Tio Paulo seria o homem ideal para mim, pois tudo nele é contido e moderado, inclusive o tom da sua voz. Quando criança eu vivia em seu colo, mas depois que casou e foi morar longe, raramente nos vemos.
Passado o susto de todos do meu relacionamento com o meu tio, e já na nossa casa, recebo a visita do tio Sérgio, procurando o irmão, sem ter avisado que iria lá em casa. Eu costumo ficar em casa muito a vontade, pois não recebemos visitas. Geralmente fico de camisola ou de baby doll, pois Roberto adora me ver sexy e com pouca roupa. Tio Sérgio, que surpresa. Falei quando abri a porta. Ele fitava os olhos nos meus seios, que estavam com os mamilos quase a mostra. Falei que o irmão dele estava trabalhando e só chegaria a tardinha. Ele foi logo entrando sem eu o ter convidado. Ficou observando a casa como se estivesse procurando por algo. Ele exalava sexo, pois é um homem viril, forte, macho mesmo e tinha um volume enorme aparecendo na calça. Ele percebeu que eu olhei, mesmo que discretamente, e na lata disse que o irmão tinha muita sorte de ter uma mulher como eu. Que sou gostosa desde criancinha. Fiquei paralisada com a possibilidade de acontecer algo entre nós dois naquele momento. Mesmo com muita vontade, disfarcei e perguntei pela minha tia. E ele disse que a velha era chata e que não o satisfazia na cama. Não viviam como marido e mulher há muitos anos. Eu gelei e tentei mudar de assunto. Ele me pegou no braço e disse pra eu não fingir nem mudar de assunto e que desde que eu nasci que era louco por mim e que sempre percebeu os meus olhares para ele, e que estava morrendo de inveja e ciúmes do irmão. “Desde que eu soube que vocês estão juntos, eu fico imaginando estar no lugar dele.” Me pegou pela nuca e me puxou pra ele. Me virou, enrolou os meus cabelos com a mão, baixou as calças, cuspiu, lubrificou o seu pau e começou a comer o meu cu segurando os meus seios com uma mão e com a outra me imobilizando pelos cabelos, puxando a minha cabeça e começou a me beijar. Derrubou tudo que estava na mesa, me puxou, abriu as minhas pernas e me penetrou, mamando meus seios. A sensação que tive foi que ele não transava há anos, pois era tanta vontade e tesão que eu fiquei assustada. Tio Sérgio é um homem bruto, típico coronel rico e poderoso do interior, bigode grosso, calvo, barriga saliente, e sempre andava de chapéu e botas, sendo um homem selvagem no sexo. Seu pau é avantajado e pela primeira vez eu senti doer na penetração. Nem quando perdi a virgindade eu senti isso, apesar de não ter sido ruim. Agora eu entendo o por que da minha tia não querer sexo com ele. Tio Sérgio tirou o pau de dentro de mim, me deu um tapa na cara e gozou nos meus seios. Colocou a roupa, e disse que voltaria na próxima semana. Fiquei um tempão tentando assimilar o que tinha acontecido. Ele era muito melhor que o irmão. Tinha mais experiencia na cama e sabia ser macho na medida certa. Eu tinha gostado muito do que aconteceu e não conseguia parar de pensar nele, que também é meu tio, em sua masculinidade de um homem maduro de 50 e poucos anos e de como ele era melhor que Roberto no sexo, e sua obsessão por sexo anal. Talvez seja uma forma de se manter no poder sobre as mulheres. Minha cabeça estava a mil.
Roberto chegou e como sempre, fomos pra cama…sentei em cima dele com muito tesão e gozei antes dele. Continuei em cima até ele gozar. Ele percebeu que a minha excitação não era normal, mas estava gostando. Enquanto estávamos transando, eu pensava no tio Sérgio.
Aos poucos eu deixei de ser uma menina criada pela mãe, que tinha tudo e me tornei dona de casa, pois quando a minha mãe morreu, Roberto não deixou que eu continuasse os estudos. Ele é funcionário público e o que ganha é suficiente para nós dois. Ele abastece a casa com tudo e não nos falta nada. Minha rotina é de qualquer dona de casa, que cuida de tudo para esperar o marido. Lavo, cozinho, e desde que me entreguei a ele, não me interessei em ter amigas ou vida social. Ele já me bastava em tudo. Temos uma vida tranquila, até que a visita do tio Sérgio mudou a maneira deu ver a vida e o casamento. Eu não conseguia parar de pensar nele, no seu cheiro, hálito, no tamanho do seu pau, na sua pegada de macho, no som que fez quando gozou e principalmente no tapa que ele me deu. Roberto nunca me bateu, apesar de ameaçar sempre que chega em casa bêbado. Os dois irmãos são parecidos em relação as mulheres. Gostam de dar ordens e de serem obedecidos. Eu sempre fui de um homem só, mas agora eu senti como é ter outro homem e isso despertou algo incrível em mim. Talvez eu estava me descobrindo como uma nova mulher, que pode experimentar coisas novas, ir além.
Meu marido não desconfiou de nada e na semana seguinte, no mesmo dia e hora, tio Sérgio chegou como se fosse o dono da casa. Tirou o chapéu, colocou em cima da mesa, sentou e pediu para que eu tirasse as suas botas. Obedeci, me ajoelhei, ele pediu para que eu olhasse pra ele enquanto tirava suas botas, e eu estava hipnotizada com aquela situação de submissão. Com uma mão, ele me pega pelos cabelos, levanta meu rosto e diz que eu sou a mulher mais bonita que ele já conheceu. Disse que tinha tido muitas mulheres fora do casamento, mas nunca alguém igual a mim. Tirei as suas botas, ele me pegou pelos cabelos e me arrastou até o quarto. Me jogou na cama, arrancou minha calcinha, rasgou meu baby doll, abriu as minhas penas e caiu de boca na minha buceta. A sensação era de que ele estava faminto, querendo se alimentar de todos os fluídos que tinham na minha vagina. Ele mordia, lambia, enfiava não somente a língua, mas também o rosto como se quisesse entrar dentro de mim. Arrancava meus pentelhos com os dentes, e emitia sons de um homem selvagem. O bigode grosso em contato com a minha vagina despertava em mim uma sensação enlouquecedora. Ficou uns quinze minutos explorando tudo até que eu gozei na boca dele e ele engoliu tudo, todo o líquido do meu gozo. Ele sobe e vai direto para os meus peitos, mama feito um louco, depois levanta meu braço direito e lambe minha axila, me beija com força e nesse momento já está me penetrando com um desespero de quem está fudendo pela primeira vez. Ele goza e continua dentro de mim, sem pausas, continua me fudendo e agora sou eu que gozo novamente. Enquanto ele me fode, fixa o olhar em mim, observando cada reação minha, cada virada de olhos, expressão de dor e de desejo, gemidos. Ele aumenta a intensidade dos movimentos e em um grito diz que vai gozar...e goza dentro de mim novamente. Ficamos abraçados por um bom tempo. Faço um cafuné enquanto ele dorme roncando sob meus peitos. Dez minutos depois ele desperta e começa a me beijar carinhosamente. Diz que não consegue parar de pensar em mim e que está quase enlouquecendo. Que não faz sexo com minha tia há mais de dez anos e que precisa me ver mais vezes. Diz estar preocupado com o filho, que já percebeu que ele está diferente desconfiado de que eu estou traindo a mãe dele. Pergunta se tem cerveja na geladeira e pede pra eu o servir. Também pergunta se o almoço está pronto, como se fosse o verdadeiro dono da casa e o meu marido. Falo que é arriscado ele almoçar comigo e o Roberto chegar. Ele diz que explica que é uma visita. Coloquei a mesa, e ele ficou esperando que eu colocasse a comida no seu prato. Esses hábitos são típicos dos homens do interior, que enxergam as mulheres como objetos prontos a serví-los. Assim o fiz, coloquei sua comida, almoçamos e ele foi embora dizendo que voltaria no outro dia, na mesma hora. Olhou pra mim e disse que espera que o filho não descubra nada. Esse meu primo é bem revoltado e rebelde. Sempre deu muito trabalho para os meus tios e nunca fomos próximos. Ele tem uns 23 anos e estuda na capital. Está passando as férias aqui.
Roberto sempre chega às 14h, almoça e tira um cochilo e muitas vezes ele gosta de gozar antes de cochilar. Já entendo como ele funciona nesses dias que está a fim de transar. Ele olha pra mim com cara de safado, faz um sorriso nos cantos do lábio e espera por mim na cama. Eu sento em cima dele, cavalgo, ele goza e dorme. Hoje, quando ele chegou, percebeu que tinha mais um prato no escorredor e perguntou quem esteve em casa. Na hora eu não conseguia pensar em outra coisa a não ser falar a verdade. Foi tio Sérgio que esteve a sua procura. Ele chegou justamente na hora que eu estava almoçando e pra minha surpresa ele aceitou. “Sérgio, aqui? Coisa boa não deve ser. Sempre que ele ronda é perigo na certa. Nunca me fez uma visita, nem mesmo quando a sua mãe morreu. Foi contra o nosso casamento e nunca fomos amigos. Eu não quero ele aqui, viu?” Mas, Roberto, o que eu podia fazer? Ele é seu irmão e quer conversar algo com você. “Ele sempre esteve de olho em tudo o que é meu, desde que eu era criança. Só por que é rico, acha que pode mandar em tudo, ser o dono da verdade. Casou com a coitada da Helena só por causa da herança dela, por isso é podre de rico. A fez sofrer muito, a humilhando, traindo e nunca a respeitou como esposa. Tem fama de bater em mulher e eu não duvido nada que Helena já tenha apanhado dele. Por isso o Serginho é revoltado com ele.” Aquelas palavras me deixavam ainda mais fascinada pelo tio Sérgio. Ter um homem poderoso como ele sempre me despertou curiosidade. Ele é viril no ponto certo, me trata como eu realmente gosto de ser tratada e eu quero conhecer cada vez mais esse homem que o Roberto parece odiar, apesar de serem irmãos. A sensação de ser possuída por um homem assim me encantava cada vez mais. Roberto, por que você não o procura pra saber o que ele quer conversar com você? “Deus me livre. Dele eu quero distância.”
Percebo que a situação complicou e eu não posso deixar vestígios das visitas do tio Sérgio, mesmo por que eu o quero loucamente. Quero ser sua de todas as formas possíveis, sem ressalvas.
Roberto sai para trabalhar e dois minutos depois a porta se abre e tio Sérgio entra, com as chaves na mão, balançando e me mostrando como se fosse um troféu. Disse que pagou para um chaveiro fazer. Tal ousadia me deixou muito excitada. Dessa vez eu mesma tirei o seu chapéu e me ajoelhei para tirar as suas botas. Ele me puxou pelo braço e fomos direto para a cama, arrancou a minha calcinha com a boca, me colocou de quatro e sem tempo de tirar suas roupas e botas me fudeu como se fosse a primeira vez. A fascinação dele por sexo anal é anormal. Me domina pelos cabelos, engole a minha orelha, puxa a minha cabeça e me come enquanto me beija…me vira e me senta em cima dele, me deixando no comando, cavalgando enquanto ele segura os meus seios com as duas mãos. Depois aperta o meu pescoço me deixando sem ar e sem forças para tirá-las e conseguir respirar. Eu estava sufocando quando ele solta um uivo bem alto e goza. Fez tanta força que desfaleceu. Seu pau continua duro dentro de mim. Deito em cima dele e começo a beijá-lo. Ele abre os olhos, me coloca de lado e começa a me comer novamente, segurando os meus seios e me penetrando de lado e por trás. Goza novamente e diz , novamente, que sempre sonhou com uma mulher igual a mim.
Minha rotina com Roberto continua a mesma e o nosso relacionamento como homem e mulher não terminou por que eu sempre penso no tio Sérgio na hora que estamos na cama. Eu sinto prazer pelo meu marido, mas a pegada dele não é igual ao do tio Sérgio, que me completa como mulher em todos os sentidos. Roberto cuida de tudo externo para que eu não precise sair de casa. Às vezes eu vou no supermercado perto de casa e a cidade pequena não oferece opções de laser. Mas eu gosto de ser dona de casa e viver para o meu marido. Isso pra mim é prazeroso. Saber que há alguém superior a mim é excitante.
Tio Sérgio está vindo mais vezes e hoje, quando chegou, foi logo pedindo pra eu pegar espuma e gilete de barbear do Roberto. Perguntei se ele iria fazer a barba, e ele disse que iria me depilar. Falei que não podia, pois Roberto adora os meus pentelhos e sempre dorme acariciando eles. “É justamente por isso que eu te quero lisinha, sem nada. Já está na hora de você pensar mais no que eu gosto do que o que ele gosta, afinal de contas nós dois estamos construindo a nossa história. Ele já tem você todos os dias, na hora que quer. Aliás, vocês estão juntos desde que você é menina. Eu quero tirar o atraso e também poder ser o seu homem igual ao Roberto. Ele não terá mais pelos pra acariciar na hora de dormir e isso fará você pensar em mim.” Peguei tudo, entreguei a ele, que me puxou pra cama, arrancou a minha calcinha, colocou espuma e começou a me depilar, bem devagarinho. Aquilo me deixou muito excitada e gozei enquanto ele me observava. “Viu como eu sempre tenho razão’, disse ele, com voz de macho dominador. Tio Sérgio termina o serviço e cai de boa na minha vagina, que está lubrificada e ele é viciado em sexo oral. Morde a minha vagina como se quisesse sangrar. Me vira e me come de quatro até gozar. Diz que a partir de hoje ele mesmo cuidará da minha depilação, pra eu não tirar nada, deixar pra ele. Olho nos seus olhos e digo que sim. Ele me pega pelos cabelos, faz com que me ajoelhe e chupe o seu pau. “Deixe ele bem limpinho, filha.” Tio Sérgio tem um pau grande e grosso. Deve ter uns 22cm. Roberto também tem, mas o dele é menor. Acredito que deve ser de família.
Roberto chega e avisa que vai caçar no final de semana com os amigos. Esse é um hábito muito comum entre os homens do interior. Se embrenhar na mata pra caçar. Ele faz isso uma vez por mês, saindo na sexta a noite e só voltando no domingo a tardinha. Falei pra ele que tinha uma surpresa. Tirei a calcinha e perguntei se ele estava notando algo que fiz pra ele. Roberto fica furioso ao me ver depilada e com muita ira pergunta quem deixou eu fazer aquilo. Eu disse que tinha feito pra ele, pra mudar um pouco. E ele ainda furioso disse que só conseguia dormir pegando nos meus pentelhos e que não tinha me dado permissão pra fazer aquilo. A minha única tática era tentar seduzí-lo e assim eu fiz. Abri as pernas, e mesmo com raiva ele não resistiu e caiu de boca. Comeu a minha buceta literalmente. Olhou pra mim, e mais calmo disse que tinha adorado tudo lisinho. Me colocou no colo e me comeu. Gozamos e ele foi se arrumar pra ir caçar. Faz um mês que eu e tio Sérgio estamos tendo um caso, e sabendo que eu terei o final de semana livre, disse que iríamos para uma de suas fazendas e que me pegaria na sexta-feira assim que Roberto saísse de casa pra caçar. Ao chegar, disse que tinha um presente pra mim, que eu iria usar sempre que eles estivessem juntos. Tirou do porta malas um pacote e me entregou. Era uma coleira de couro, daquelas usadas por cachorro e que encontramos na feira de rua. Tio Sérgio, o que significa isso? “Uma coleira, filha. você não está vendo?” “Esse final de semana você será a minha cadelinha”. Aliás, nesse final de semana você vai conhecer quem eu realmente sou, pois teremos tempo pra nós dois. Dispensei todos os empregados, e seremos somente nós dois na fazenda.” Colocou a coleira no meu pescoço, ligou o carro, colocou a mão direita dentro da minha blusa e enquanto dirigia, acariciava o bico do meu mamilo. Aquilo era tão excitante que eu não aguentei, principalmente quando vi que seu pau já estava duro. Tio Sérgio parou o carro em uma estrada de cana, sentei em cima dele, ele me segurou pela coleira, começou a mamar meus seios, depois me virou, colocou o pau no meu cu, começou com movimentos lentos, foi aumentando e gozamos com tanto desejo que ficamos uns dez minutos desfalecidos.
Chegamos na fazenda e antes de abrir a porteira, tio Sérgio parou o carro e disse, novamente, que se eu for boazinha com ele, eu terei tudo na vida. Eu estava tão deslumbrada com tudo aquilo, que apenas concordei, sem medir consequências nem questionar a coleira e tudo mais...a minha primeira impressão é que aquilo não era real, tamanha imponência. Tudo muito bem cuidado e rico em detalhes. A casa da fazenda é enorme, luxuosa e moderna. Tio Sérgio diz de agora em diante eu sou a dona da fazenda e pergunta se eu quero viver lá. Não respondo nada, pois ainda estou encantada com tanta riqueza. Há muitos empregados, mas ele dispensou todos restando apenas um caseiro da sua total confiança. Zé é um mulato forte e troncudo, muito matuto, sem os dentes da frente, mas o seu porte atlético chama atenção. “Muié nova, doutor”? Tio Sérgio fez sinal pra ele e eu fingi não ter escutado ou visto nada. Ele me mostrou a casa e fomos direto para o nosso quarto, que tinha uma cama enorme e poucos móveis. Uma TV muito grande, frigobar e um banheiro enorme e uma banheira também. Antes do almoço eu quis dar um mergulho na piscina. Coloquei biquini e ao sair de casa eu vi que o Zé não tirava os olhos de mim. Confesso que gostei da sensação de ser observada por um homem quase que selvagem, sem estudo nem instrução e fiquei curiosa de como seria ir pra cama com um homem assim. Tio Sérgio veio em seguida, mas não quir mergulhar. Ficou sentado, bebendo whisky e fumando charuto. Estava feliz por estarmos a sós naquele ambiente quase que deserto. Éramos apenas nós dois e o caseiro. Fiquei pouco tempo na piscina e fui tomar banho. Zé não tirava os olhos de mim, e eu, sutilmente, comecei a provocá-lo, puxando a alça do biquini deixando o meu mamilo a mostra, subindo a parte de trás, fazendo com que o biquini entrasse na minha bunda, e dando leves puxadas na frente deixando tudo a mostra. Eu fingia que não estava percebendo nada. Da janela eu o observava, e deu pra perceber que ele não usa cueca, pois o seu pau ficava balançando e dava pra perceber o volume e a grossura, principalmente da glande. Saio do banho e coloco um robe bem transparente, sem nada por baixo. Fiz isso de propósito, pois eu estava adorando provocar o Zé. Tio Sérgio vem ao meu encontro, me beija, pergunta se eu estou a vontade, diz que a casa é minha, me coloca no colo e me leva pro quarto. Transamos novamente e gozamos como nunca antes. Sempre era melhor que a transa anterior. Estávamos nos aperfeiçoando e tínhamos muita química. Coloco o robe novamente e tio Sérgio diz que o Zé ficará perturbado quando me vir sem nada por baixo. Perguntei se ele queria que eu colocasse calcinha e sutiã, e ele disse que eu ficasse a vontade pra fazer o que quisesse. E que ficava orgulhoso dele ver a mulher linda que eu tenho. Ele sabe que sou sua sobrinha? “Aqui você é e será sempre a minha mulherzinha”. Fomos pra mesa e o Zé que nos serviu. Ele não disfarçava o espanto em me ver daquele jeito e sua ereção era visível. Ele me chamava de patroinha e era muito respeitoso, mas me comia com os olhos e aquilo era muito excitante. Tio Sérgio diz que meus pentelhos estão crescendo e diz que mais tarde irá me depilar novamente. E assim o fez, e novamente fiquei tão excitada que gozei pela terceira vez em um único dia, só com aquele homem me depilando. A sensação que eu tinha era de que ia enlouquecer de tanto tesão. Imagine um coronel, másculo e viril, insaciável, cuidando dos seus pelos pubianos. E ele sabia fazer aquilo com maestria, pois eu ficava tão excitada que a lubrificação da minha vagina era quase que imediata. Ele passava a espuma de barbear lentamente, depois começava a raspar tudo com a gilete, e sempre observando as minhas reações. “Agora, sim, lisinha como eu gosto.” e me convidou para andar de cavalo. Fui na garupa, com ele me segurando pela cintura, outras vezes com a mão dentro da minha blusa, apalpando os meus seios e mordiscando minha nuca e orelhas. Ele sabia como me deixar excitada, era mestre nisso. Estávamos cavalgando já bem distante da casa grande quando ele colocou a mão na minha vagina e percebeu que ela estava lubrificada. Pegou o dedo e lambeu, depois colocou no meu lábio. Nesse momento eu senti sua ereção, e sem eu perceber já estava comendo o meu cu lentamente, em cima do cavalo. Consegui ver que Zé observava tudo de longe, escondido. Tio Sérgio não percebeu, e eu preferi não comentar nada. Voltamos pra casa, jantamos e fomos pro quarto. Finalmente passaríamos a nossa primeira noite juntos. Tomei outro banho, passei óleo corporal com um perfume irresistível e fui pra cama. Começamos a ver um filme, tio Sérgio de cueca e eu totalmente nua. Me deitei sob seu peitoral e ele começou a acariciar a minha cintura, nádegas, axilas, vagina... e quando percebemos já estávamos dormindo. De madrugada eu senti que tio Sérgio estava de pau duro. Sentei em cima dele e comecei a cavalgar. Ele abriu os olhos, deu um sorriso, me colocou de quatro e me comeu com bastante intensidade. Gozou e dormiu novamente.
Acordo e estamos de conchinha, com tio Sérgio beijando minha nuca, mordiscando minha orelha e de pau duro começa a me penetrar devagarinho, bem de leve, a mão no meu seio e a outra me puxa o rosto e me beija. Diz que eu sou dele e que vai me fazer a mulher mais feliz do mundo e que se eu for boazinha eu terei tudo que quiser. Me entrego totalmente pra ele, que me come num papai/mamãe bem selvagem, do jeito que gostamos. Eu me sinto protegida por ele, que me satisfaz como mulher. Mesmo tendo apenas pouca idade, eu já me sinto plena e realizada como mulher, pois até agora eu tive dois homens experientes. Pergunto pra ele se eu sou boazinha, e ele diz que preciso aprender muito sobre vida a dois, que preciso de muito tempo pra entender o que ele deseja, mas isso é questão de tempo...e pergunta se eu quero satisfazê-lo, sem ressalvas. Falo que sim, e ele diz que será um ótimo professor. Falo que estou pronta para aprender a fazê-lo feliz. Ele se levanta, abre uma gaveta, pega uma mochila, me pega pelos cabelos, me beija e colocando as minhas mãos para trás, me algema. Diz que é uma amostra da primeira aula. Olho nos olhos dele e falo que estou pronta, que sou dele e que prometo ser uma aluna exemplar. Ele coloca uma venda nos meus olhos, me coloca nos braços, ainda algemada, e me leva para uma cadeira. De repente sinto um cheiro muito forte que me deixou muito excitada. Tio Sérgio está me dopando com alguma coisa afrodisíaca. Fico tonta, paralisada, sem controle dos movimentos, e muito excitada. Começo a ter alucinações e sinto quando ele me coloca nos braços novamente e me leva pra cama e começa a explorar o meu corpo, que está indefeso. Sinto suas mãos, boca e língua. Ele me dá algo pra beber, o que piora ainda mais a minha situação, pois além de dopada, estou, também, embriagada. Tio Sérgio me come de todas as maneiras possíveis e talvez até impossíveis. Sinto que estou urinando e ele está bebendo tudo, e também sinto mordidas no meu corpo, e algo queimando os meus mamilos. Consigo sentir o cheiro da fumaça do charuto. Ele está encostando o charuto acesso no bico dos meus seios. A sensação de embriaguez misturada com a dor é perturbadora. Acordo do transe e vejo ele me observando. Sorri e diz que fui aprovada no primeiro teste. Pergunto o que aconteceu e ele apenas me beija. Sinto o bico dos meus seios ardendo, pergunto o que aconteceu e ele passa pomada, sem explicações. Ainda estou tonta quando o celular dele toca e do outro lado alguém diz que o seu filho Serginho sofreu um acidente de carro e está na uti. Ele sai correndo, pede pra eu ficar e diz que dará notícias. Fala que tudo o que eu precisar o Zé está lá pra me ajudar. Ainda tonta eu vou na varanda olhar o carro saindo. Vi ele conversando com o Zé e em seguida pega a estrada. Percebo também o Zé vindo em direção a casa grande. Ainda sob o efeito das drogas e bebida que tio Sérgio me deu, aproveito a situação para provocar o caseiro. Coloco uma camisola transparente sem nada por baixo e deixo o mamilo esquerdo a mostra. Escuto que ele está dentro de casa e vou em direção a ele, que fica surpreso quando me vê. “a patroinha precisa de alguma coisa?”, pergunta com a voz trêmula. Percebo que ele está com ereção e vou em sua direção. Finjo que vou cair e me seguro nele. O seu cheiro natural de homem é perturbador e me deixa ainda mais excitada. Ele me pega no colo e me leva pro quarto. Eu estou agarrada no seu pescoço e ele não consegue me soltar e é obrigado a deitar na cama também. Finjo que estou tonta e encosto minha cabeça no seu peitoral. Vejo que o seu pau está duro. Chamo ele de Sérgio, sento em cima e começo a cavalgar. Ele não abre os olhos, mas vejo que está gostando. Ele possui o maior pau que já senti dentro de mim e isso é maravilhoso. Saio de cima dele e começo a explorar o seu corpo. Me ajoelho e começo a lamber os seus pés. Engulo dedo por dedo, lambo solado dos pés, olho pra ele que está delirando e gemendo de tanto tesão. Eu nunca tinha tido um homem tão rústico e ele nunca tinha estado com uma mulher como eu. Vou subindo lambendo suas pernas e fico surpresa com o volume dos seus pentelhos. Ele nunca os aparou. Caio de boca no seu pau e mamo com vontade. Acho que nunca mamei um pau com tanto desejo. Subo até o seu umbigo, mamilos e caio de língua em suas axilas. Aquele cheiro de macho do mato me deixa louca de excitação. Abro a sua boca pra conferir a falta de dentes e aquilo é muito excitante. O beijo loucamente e ele vai ao delírio. Me coloca de quatro, enrola os meus cabelos com a mão, e come o meu cu selvagemente. Me chama de cadela do patrão, que nunca comeu um cu tão gostoso, pergunta se o patrão também come o meu cu como ele e muitas palavras de baixo calão. Depois abre as minhas pernas, e cai de boca na minha vagina e me come com a boca numa velocidade absurda. Ele diz que nunca lambeu uma buceta tão macia e cheirosa...abre ela com as duas mãos, faz força para o rosto entrar e nesse momento eu gozo na boca dele...Gritamos os dois juntos de tanto prazer. Ele me dá um tapa na cara, me vira de costas, me pega pelos cabelos novamente e me come me chamando de cadela do patrão...goza e cai por cima de mim. Ficamos grudados por muito tempo, até que meia hora depois ele se levanta e vai pra casa, sem dizer nada. Fico na cama extasiada com tudo aquilo. Zé é o terceiro homem que me possui e a vontade que tenho é de sempre conhecer mais e mais homens, de todos os tipos.
O dia transcorre normalmente e eu me sinto cansada e fico descansando no quarto. Tio Sérgio manda mensagem dizendo que não voltará mais e que no dia seguinte vai mandar um carro pra me pegar e levar de volta pra casa. O dia passa rápido e a tardinha eu entro na piscina. Zé está capinando o mato e olhando pra mim com cara de safado. Ele se aproxima da piscina e percebo sua ereção. Ficamos nos olhando e ele se joga na piscina com roupa e tudo. Tira meu biquini, me vira de costas e come o meu cu dentro d’água. Enquanto está me comendo ele sussurra no meu ouvido “cadela gostosa, putinha do patrão, minha branquela vadia…” eu fico hipnotizada com a sua voz e pegada de homem do mato. Pra ele eu certamente estava sendo um troféu. Ele nunca imaginou que uma mulher como eu me entregaria para um matuto desdentado como ele, muito menos naquela intensidade e sendo a mulher do patrão.
Saimos da piscina e fomos pra casa grande. Tomamos banho juntos e ele fez questão de ensaboar o meu corpo todinho. Perguntei por que ele não comia minha buceta e ele disse que eu era a mulher do patrão e com respeito a ele, preferia o meu cu. Fomos pra cama ainda molhados, abri as pernas e encostei o seu corpo sob o meu...lentamente eu senti o seu pau encostar a minha vagina...ele resiste um pouco, mas eu o puxo e começo a beijá-lo, encostando ainda mais minha vagina no pau dele, que vai entrando lentamente, com resistência, até que sinto entrar de vez…ele me agarra com força e começa a me fuder desesperadamente…mama meus peitos, lambe minhas axilas, me beija, me aperta com força e goza soltando um uivo muito alto, que dura alguns segundos. Mesmo já tendo gozado ele continua uivando e em estado de êxtase. Ficamos na cama o resto da noite e dormimos juntos. Ele é muito inquieto e insaciável, e no fundo ele sabe que nunca terá outra mulher igual a mim, por isso não quer perder tempo e me fode a noite inteira, com alguns intervalos dormindo e outros me comendo. Da mesma forma que eu tenho muitos fluídos vaginais, o que não é comum entre as mulheres, Zé tem um esperma muito grosso e volumoso. O cheiro também é diferente do esperma do Roberto e do tio Sérgio.
De madrugada ele me virou de conchinha, encostou a cabeça no meu pescoço, colocou uma mão na minha vagina e a outra no meu seio e conseguimos dormir.
Acordo com ele me chupando…gozo em sua boca...ele sobe e cospe o líquido da minha vagina na minha boca…direciona o pau na minha buceta e me come como se fosse a primeira e última vez. Goza dentro de mim e continua com o pau duro...mordo o seu pau com a minha buceta e ele começa a me comer novamente….goza de novo e eu continuo no movimento contraindo a vagina e deixando ele ainda mais excitado...goza pela terceira vez e desfalece. Ficamos abraçados e eu fiz cafuné, enquanto ele dormia.
Acordo sozinha na cama...me levanto e observo meu corpo no espelho. Vejo que me transformei em uma mulher muito bonita, modéstia parte. Apesar de ter apenas 22 anos, meu corpo já está formado. Meus seios são bonitos, durinhos, mamilos rosados e largos e tem bicos compridos. Meu bumbum é do tamanho ideal para a minha altura e peso. Meu cabelo está precisando de um corte, mas Roberto não deixa eu fazer mudanças. É por ele que os homens me dominam na cama. Percebo, também, que a minha cabeça está mudando e isso é muito bom. Apesar da pouca idade, já transei com três homens de estilos diferentes e há um fogo enorme dentro de mim. Minha vida praticamente é ser mulher. Começo a sentir saudades do meu marido, de sua pegada e estou louca de vontade de transar com ele e voltar a nossa rotina de marido e mulher.
O carro chega pra me pegar e chamo o Zé para me despedir. Ele diz que tudo pareceu um sonho pra ele, que nunca imaginou que uma mulher como eu daria bola pra um homem pobre, feio e humilde como ele. Disse que sabe que nunca mais terá outra mulher igual a mim e que de todas as mulheres que o coronel já trouxe pra fazenda, eu era a mais bonita e especial. Tiro a roupa, ele observa o meu corpo, olha nos meus olhos, tira a roupa também, vou pra cama e ele me come carinhosamente, como nunca tinha feito antes. Diz estar apaixonado, mas que sabe que eu não casaria com um homem pobre. Tira a minha coleira, me beija, escolhe uma roupa para mim e nos despedimos.
Chegando em casa, faço o jantar e fico esperando Roberto. Por volta das 16h ele chega, me beija, diz que está morrendo de saudade, vai tomar banho e eu o espero pelada na cama. Eu também estava cheia de vontade dele. Roberto começa a lamber os meus pés, vai subindo beijando as minhas pernas e nesse momento a minha vagina já está lubrificada de tanto tesão. Diz que sentiu falta da minha bucetinha lisinha e começa a me chupar. Não aguento e subo em cima dele. Cavalgo até ele gozar dentro de mim. Eu ainda estou cheia de tesão e com muita vontade de também gozar e continuo em cima dele até gozar também. Ficamos agarradinhos até a hora do jantar. Falo pra ele do acidente com o sobrinho e ele não pergunta detalhes. Dormimos cedo aquela noite, pois estávamos os dois cansados. Roberto sempre dorme com uma mão acariciando a minha buceta, até cair no sono.
Pela manhã, levanto pra ajeitar o café da manhã do Roberto. Ele sai pra trabalhar e dois minutos depois tio Sérgio chega e me arrasta pra cama. Sem tempo de tirarmos a roupa, ele me come vorazmente. Fode como se nunca tivesse tido uma mulher na vida. Tio Sérgio sabe fazer de uma maneira que me espera pra gozarmos juntos e isso é incrível. E foi o que aconteceu. Gozamos e ficamos grudados, ele cheio de saudades, lamentando não ter ficado comigo na fazenda e que o filho já tinha saído da uti. Pergunta pela coleira e eu digo que ficou na fazenda. Passamos a manhã juntos e transamos mais duas vezes.
Roberto chega do trabalho adoentado. Chamamos o médico da cidade, Dr Samuel, um homem de aproximadamente 60 anos, muito sério, inteligente, e casado com a irmã do prefeito. Apesar da idade, ele é muito charmoso e atlético. Parece ter menos idade. Dr Samuel medica Roberto, que já está dormindo. Sirvo um café pra ele, que diz não lembrar de mim. Explico que sou caseira e raramente saio de casa. Que estou casada com Roberto há alguns anos e vivemos só pra nós dois. Percebo que ele está muito curioso pra saber de nós dois, que não sabia que Roberto era casado com uma mulher tão bonita, que lamenta não ter me visto antes, que eu não passaria despercebida e que devo ser muito paquerada. Fico perplexa com as investidas do Dr Samuel, um homem tão sério, bem casado, dando em cima de uma mulher casada e que conhece o meu marido. Enquanto ele me cantava, comecei a observá-lo, de como era atraente e ousado e de como seria sem roupa. Escuto a voz do Roberto me chamando e vou no quarto verificar. Dr Samuel vai também e diz que ele está delirando por causa da febre, mas que eu não me preocupasse, que era normal. Senti quando ele encostou em mim e o volume em sua calça. Fomos pra sala e o ambiente já estava fora de controle, pois não consigo encará-lo. Ele levanta o meu queixo, pede pra olhar em seus olhos e diz pra eu não fingir e deixar fluir. Sua mão já está na minha cintura e a outra dentro da minha blusa, já apalpando o meu mamilo direito. Nos beijamos, enquanto ele tirava a minha roupa. Transamos alí mesmo, em pé. Diferente dos outros homens que já tive, ele é muito carinhoso e cuidadoso. Me fode sem exageros, sem agressividade, tudo dentro dos limites e apesar da ousadia em ter dado em cima de mim, achei-o respeitoso. Mamava meus peitos como um bebê faminto e gozou sem emitir nenhum som ou gemido. Coloca a roupa, dá instruções de como cuidar do meu marido, um atestado de uma semana e vai embora, como se nada tivesse acontecido.
No dia seguinte, tio Sérgio chega e explico que Roberto está acamado. Ele diz que o irmão sempre foi fraco de saúde e que estava demorando pra adoecer. Peço pra ele ir embora, mas ele fica. Senta e aponta pras botas. Fecho a porta do quarto e volto pra sala pra tirar as suas botas. Ele me pega pelos cabelos e olhando nos meus olhos diz que está com saudades. Me arrasta até o quarto onde está Roberto, tapa a minha boca com a mão, para que eu não emita nenhum som, e me fode de quatro, ao lado dele que continua dormindo. Depois me coloca no colo e me leva pro sofá. Pergunta se eu gostei do que aconteceu na fazenda e se eu quero continuar sendo boazinha com ele. Digo que sim, que estou disposta a conhecer o mundo ao seu lado.
Minha menstruação atrasou e Roberto já está desconfiado e querendo saber o que está acontecendo, pois desde que estamos juntos dividíamos esse momento de intimidade a dois. Meu Deus, eu não posso estar grávida, principalmente por que Roberto é estéril. Isso acabaria com o meu casamento e eu não quero me separar do homem que me ama e me dar tudo o que eu quero como mulher, principalmente segurança e virilidade. Preciso de um plano, com urgência. Finjo estar indisposta e peço pro Roberto chamar Dr Samuel. Peço pra ficar a sós com ele e digo que possivelmente o filho é dele. Só assim ele saberá como conduzir a situação. Filhos nunca estiveram nos meus planos e eu não quero modificar o meu corpo com as mudanças de uma gravidez, e o pior, Roberto não pode gerar filhos. Dr Samuel abismado pergunta como eu pude não evitar uma gravidez e que tinha certeza que eu estava me previnindo. Falo pra ele da infertilidade do meu marido e que aquele dia eu não imaginava que fosse acontecer o que aconteceu entre nós dois. Falo que Roberto controla a minha menstruação desde o primeiro dia que me viu menstruar e que está começando a desconfiar. Dr Samuel chama Roberto pro quarto e diz que estou com uma pequena infecção urinária e por isso a menstruação está atrasada e que possivelmente nos meses seguintes ela não virá. Percebo que ele ficou desapontado, pelo fato de interrompermos nossa intimidade. Dr Samuel pede pra Roberto ir na farmácia enquanto ele me examina melhor. Ele diz que preciso me prevenir, usar métodos anticoncepcionais, que eu vacilei muito. Falo que não quero usar preservativos, pois sentir o homem gozando dentro de mim me deixa realizada como mulher. Ele concorda, receita um anticoncepcional, explica como devo usar e em seguida, já cheio de tesão, baixa as calças, pega a minha cabeça e me força a chupar o seu pau, enquanto explora a minha vagina com as mãos. Com voz de tarado, diz que para o exame ser completo aquilo era necessário. Goza na minha boca e diz que voltará no outro dia. Deixa as recomendações por escrito e para eu não me preocupar, pois a gravidez está no início e tudo se resolverá. Lamenta, pois queria ter um filho comigo, pra ser nosso segredo.
Roberto não queria ir trabalhar e me deixar sozinha. Eu já estava preocupada com a gravidez e agora com a possibilidade de tio Sérgio chegar de repente e Roberto descobrir o nosso caso. Esse filho só pode ser dele, mas também pode ser do Zé. Estive com 3 homens diferentes nas últimas semanas e tudo é possível. A ideia de jogar a responsabilidade no Dr Samuel foi a melhor opção, pois é inteligente e já está conduzindo o caso. Peço para o Roberto não se preocupar, pois já estou bem melhor e medicada. Dois minutos depois que ele sai, tio Sérgio abre a porta. “Filha, estou com fome”. Dando ordens, pede para que eu prepare o seu café da manhã, me dando um beijo de bom dia. Tiro o seu chapéu, suas botas, enquanto ele enrola meus cabelos com a mão e levanta meu rosto para que eu fique olhando nos olhos dele. É assim que ele gosta e é assim que sempre acontece. Ele comeu e fomos pra cama. Perguntou qual final de semana Roberto iria caçar e respondi que ainda não estava sabendo. Ele disse que iríamos para a fazenda e que está preparando algumas surpresas para mim. Fiquei curiosa, mas me contive a não fazer perguntas, pois tio Sérgio não gosta de ser questionado nem confrontado. Transamos e ficamos juntos a manhã inteira. Não falo nada sobre a gravidez, pois tenho medo da reação dele, que sempre deixou bem claro que não quer ter mais filhos, e sei que ele não quer mudanças no meu corpo. E também não quero perdê-lo, pois ele me satisfaz como mulher.
Passadas duas semanas e nada deu menstruar...começo a ficar em pânico e procuro outras alternativas, como um chá de ervas do mato muito forte e que talvez funcione. Além disso, esse será o final de semana do Roberto ir caçar e provavelmente tio Sérgio me levar para a fazenda.
Roberto se despede e em cinco minutos tio Sérgio para o carro, entro e seguimos pra fazenda. Coloca coleira em mim, dessa vez mais grossa e com uma correntinha de ouro em formato de coração com as nossas iniciais. Coloca a mão direita dentro da minha blusa e enquanto dirige fica apalpando o bico do meu peito, me deixando extremamente excitada. Abro o zíper da sua calça, tiro o seu pau e fico acariciando. Tio Sérgio para o carro em frente a um motel, olha pra mim, digo que sim e transamos na garagem, dentro do carro, sem termos tempo de ir para o quarto, tamanho era o tesão. Mamando meus peitos, sentada em cima dele, faço movimentos de cavalgada até ele gozar. Continuo os movimentos até eu gozar, mas não paro, pois quero que ele goze novamente, e assim foi feito.
Chegamos na fazenda e Zé abre o portão. Seus olhos não disfarçam o seu desejo acumulado. “Bons dia coronel, bons dias patroinha”. Tio Sérgio abre o a mala do carro e pede pra ele levar tudo o que tem dentro para o quarto. Pergunto o que são aquelas caixas, mas ele apenas sorri e pede pra eu ser boazinha pra ele, como sempre diz quando quer ultrapassar os limites da nossa intimidade. Zé leva tudo, mas olhando pra mim, tropeça e uma caixa cai, revelando o que tem dentro. São vários tamanhos de pênis de borracha. Ele arregala os olhos, coloca tudo dentro e não diz nada. Evito fazer perguntas, pois a essa altura eu já tenho certeza do que vai acontecer entre nós dois. Zé, o que tem pra beber, pergunta tio Sérgio. Vou abrir uma cerveja pro coronel. A patroinha também quer? Obrigada, Zé, mas etá muito cedo pra bebidas. Tio Sérgio é daqueles homens que gostam de ser servidos. Incapaz de fazer qualquer movimento, ordenando sempre o que os outros tem que fazer. Não tirou nada do carro, nem mesmo a sua mochila com itens pessoais. Ficando tudo pra mim e pro Zé. Da janela do quarto, enquanto arrumo tudo, vejo que ele sentou sem tirar a roupa e de calça jeans, camisa social, botas e cinto de couro, chapéu e fumando charuto, senta na sombra perto da piscina e Zé serve a sua cerveja. Cinco minutos depois ele está roncando. Achei estranho, pois ele é duro na queda e dorme muito pouco, sem dizer que não aparentava estar cansado. Zé entra no quarto e me agarra por trás. Morde minha nunca,coloca as tiras na minha coleira, puxa minha cabeça e me beija. Tento me livrar dele, pelo perigo da situação, é quando ele me vira e diz que o doutor vai dormir um bocadinho. Entendi o que aconteceu, dele ter colocado algo na cerveja, olho pra ele, a sua astúcia e coragem me deixa louca de desejo, puxo ele pra cama, abro as penas e ele entra dentro de mim, mamando meus peitos, vai descendo, tira o pau e começa a me chupar. Grito de tanto prazer. Ele se levanta, me puxa pra beira da cama, vira a minha cabeça e começa a fuder a minha boca até garganta, dizendo que se eu vomitar vou ter que engolir e limpar tudo sozinha. Zé está quase gozando, e evitando, me puxa pelos cabelos, me coloca de quatro e começa a comer o meu cu. Vejo pelo espelho o quão selvagem ele é na hora do sexo anal. Com uma mão ele me segura pelos cabelos, como se fosse a rédea de uma égua e com a outra puxa as tiras que estão engatadas na coleira. Eu me sinto totalmente dominada por ele e a sensação de submissão a um homem macho é muito boa. Ele goza e fica deitado sobre meu corpo. Depois me coloca de lado e ficamos de conchinha. Diz que o doutor só vai acordar a tarde, pra eu não me preocupar. Seu pau começa a ficar duro novamente, ele levanta a minha perna direita, e aos poucos começa a me penetrar novamente, bem devagarinho, a mão no meu seio, engolindo a minha orelha, dizendo que está comendo a cadelinha do patrão, a mulherzinha do coronel, a piranha do doutor e a putinha dele. Ouvir tudo aquilo enquanto ele me penetra é enlouquecedor. Ele me faz gozar, grito de prazer, ele continua me comendo, tirando do meu cu e colocando na minha buceta, nesse vai e vem absurdamente sexy. Ele goza dentro de mim e dá um uivo tão alto que escuto o cachorro assustado latindo lá fora. Ficamos imóveis, ele adormece e começa a roncar baixinho, a mão na minha barriga e a outra no meu seio, me segurando como se não quisesse que eu escapasse.
Acordamos e pedi pra ele ir pra casa, mas ele relutou. Disse que queria ficar a vida inteira comigo e pra isso ele estaria disposto a fazer qualquer coisa, até mesmo matar. Aquilo me assustou bastante, e preferi não dar importância, e insisti para que ele fosse pra casa. Tomei banho, coloquei uma camisola nova, daquelas que os mamilos ficam aparecendo e fui verificar o que mais tinham nas caixas que tio Sérgio trouxe. E pra minha surpresa, eram objetos estranhos, de ferro e couro, de todos os tipos. Fechei as caixas, respirei fundo e fui pro sofá, esperar que tio Sérgio acordasse. Meia hora depois escuto seus passos e comento sobre o seu cochilo. Ele diz que aquilo nunca tinha acontecido com ele, que ainda estava meio tonto e pediu pra eu ir pro quarto com ele, que precisava de um banho. Preparei a banheira, tirei a roupa dele, e entramos nós dois. Ele disse que eu estava cada dia mais linda e que quer que eu abandone Roberto e fique morando na fazenda. Falo que não posso abandoná-lo agora e que seria outro escândalo em família e que todos já são contra ela por causa do casamento com o Roberto, que é meu tio, imagine o que aconteceria se todos soubessem que estamos juntos. Ele diz que vai dar um jeito em tudo isso e que em muito menos do que eu pensasse, já estaremos vivendo juntos como marido e mulher. “Você só precisa continuar sendo boazinha comigo”. Tio Sérgio é um homem muito poderoso e consegue tudo o que quer, e isso me assusta, pois apesar de gostar de estar com ele, eu não quero deixar o Roberto. Foram anos construindo juntos a nossa intimidade e eu não quero me separar.
“Filha, coloca duas taças de whisky e venha beber comigo!” Tio, eu não gosto dessa bebida. “Eu vou te ensinar a gostar. Um homem precisa de companhia pra beber, não pode beber sozinho.” Obedeço, ele pega o copo e coloca na minha boca. O gosto é horrível e coloco tudo pra fora. Ele enche a boca e me beijando despeja a bebida na minha boca. Tio, por favor. Eu bebo qualquer coisa, menos isso. Furioso ele baixa a cueca, mija na taça, me pega pela coleira, abre minha boca e me faz beber tudo. Mija novamente e bebo o segundo copo. Foi melhor do que eu esperava.
Levanto pra ir ao banheiro e ele percebe que estou sangrando. Olho e vejo que minha menstruação voltou e sinto um enorme alívio. Talvez a gravidez fosse falsa ou os remédios serviram. É a primeira vez que ele me vê daquele jeito. Ele se ajoelha e tira a minha calcinha. Está bem sério. Talvez nunca tenha visto uma mulher naquele estado. Olha fixamente pra mim e eu aceno positivamente. Ele me senta na beirada da cama e de joelhos começa a me lamber, aumentando a intensidade. Talvez esteja fazendo isso por que está bêbado e a bebida o soltou ainda mais. Ele aumenta a intensidade e eu vou ao delírio e gozo com a boca dele em mim. Tinhamos o hábito de sempre limpar o outro com a própria boca após o sexo e foi isso que aconteceu. Com Roberto também é assim. Nunca ficamos com resquícios nosso ou do outro.
Passamos a tarde na rede. O por do sol estava deslumbrante. Tio, nós somos amantes. A família não iria me perdoar nunca se soubessem que estamos juntos. “Filha, eu vou resolver a nossa situação o mais breve possível. Eu quero você como a minha esposa oficial, e dane-se o mundo.” Ele me beija e diz que eu sou a mulher da vida dele. Olho nos olhos dele, ficamos nos olhando por um bom tempo, sem dizer nada, apenas nos olhando. De repente escutamos o barulho de um carro se aproximando do portão. “É Julio, meu compadre, amigo e confidente. Mora na fazenda ao lado e deve ter me visto passar de carro. Pergunto se devo ficar ou sair, colocar uma roupa mais decente. Tio Sérgio diz pra eu ficar exatamente como estou, que quer fazer inveja ao amigo e que quer ficar a sós com o amigo, mas que eu não preciso sair imediatamente. “Boas tardes, compadre Sérgio”. “Vá entrando, compadre.” “Boas tardes, madame”, ele me cumprimentou com olhar assustado. Me olhou da cabeça aos pés. Eu estava com uma camisola bem fininha com praticamente tudo a mostra. Aquele homem da roça não estava acostumado a ver uma mulher a vontade e com pouca roupa. “Compadre, essa e Aninha , a minha mulher.” Eu disse um oi e saí, deixando-os a sós, mas fiquei curiosa pra saber o que eles iriam conversar.
Mulher nova, compadre? E a comadre, ainda juntos? Essa eu arrumei de Roberto, meu irmão. Lembra dele? Tirou o cabaço dela quando ainda era novinha e já peguei ela amaciada. Pense numa mulher fogosa e boa de cama. Do Roberto, explica compadre? Aninha é filha da minha irmã, e é casada com Roberto, meu irmão. Tá tudo em família, compadre. Disse tio Sérgio, dando uma gargalhada. Não é pecado comer a sobrinha, compadre? Julio, se não fosse Roberto e eu, seria outro homem. Sendo assim, melhor ficar tudo em casa, não é? O amigo sempre gostou de mulher novinha, mas essa parece ser sua neta. Ela aguenta a vossa chibata, compadre? Sei que o amigo sempre teve dificuldades de encontrar mulher que topasse encarar. Compadre Julio, ela já chegou pra mim sem cabaço e amaciada. Roberto vem comendo ela faz muito tempo. Ela aguenta mais do que o compadre imagina e é fogosa, viciada no meu cacete. Ela quer o dia inteiro e eu tô aproveitando essa oportunidade. Vou tirar ela do meu irmão e trazer pra morar aqui e ser somente minha. Eu sou tarado nela, gosto de mais, compadre. Também pudera, compadre. Uma mulher nova e bonita como essa é raro da gente encontrar, ainda mais fogosa como o amigo diz. Ah, fogosa é pouco. Ela já tem bastante experiência na cama e estou ensinando ela a se soltar cada vez mais. A bicha se entrega pra valer, é viciada no meu pau e faz tudo o que eu quero. Até mijo já tomou, sem reclamar. Pego ela dia e noite, e ela só dorme segurando a minha chibata.
Eu não estava acreditando no que estava ouvindo. Tio Sérgio estava expondo a nossa intimidade, muito mais a minha intimidade, como se eu fosse um objeto, um pedaço de carne. Estou me sentindo culpada por estar traindo Roberto, por estar alí, por não estar em casa cuidando do meu lar e esperando o meu marido. Eu precisava respirar, pensar na vida, ficar sozinha. Pego o cavalo e saio sem rumo…queria ficar distante daquela casa. As palavras do tio Sérgio não saiam da minha cabeça. Zé iguala o seu cavalo e me puxa pra garupa dele. Cavalga pra mais distante enquanto me aperta, coloca a mão embaixo da minha blusa e beija o meu pescoço. Paramos e ele me pegou pelas mãos e me deitou no mato. Esqueci do mundo e de todos e me entreguei novamente pra ele. Ele disse que eu era dele, somente dele e que homem nenhum iria me deixar triste. Ele sabia das conversas íntimas que aconteciam entre aqueles dois. Disse que o coronel sempre levou muitas mulheres pra lá e que sempre contava tudo pro Dr Julio. Que eu não ligasse pra isso. Era uma maneira dele se sentir macho. Zé, mesmo sem instrução, conseguiu me acalmar e usar as palavras certas. Era isso mesmo, tio Sérgio estava apenas querendo ser o machão que tem uma mulher nova e bonita.
Volto pra casa e ele nem percebe que fui cavalgar. Me lavo e lembro de ter visto um vestido bem curtinho em uma das caixas que ele trouxe. Coloco ele, que é mini, me deixando muito sexy, quase não cobre nada, pergunto se posso me sentar com eles, e começo a acariciar o bigode do Tio Roberto, as suas orelhas, lábios, beijo sua nuca, falo baixinho no ouvido que estou lubrificada de tanto desejo por ele começo e a fazer elogios. Se ele expôs a nossa intimidade para um desconhecido meu, se gabando, agora será ao vivo. Veja, como ele é bonito, sr Julio. Eu tenho muita sorte de ter um homem assim, tão forte, inteligente e que eu amo muito. Sr Julio não tirava os olhos dos meus seios, que estavam praticamente a mostra. Faço carícias de mulher apaixonada até deixá-lo excitado e sem jeito na frente do compadre dele. Tio Sérgio tenta disfarçar ereção, e eu invisto ainda mais nas carícias. Insinuo que quero transar, que estou no cio e o sr Julio se despede e vai embora, todo envergonhado com a cena. Tio Sérgio chama a minha atenção e pergunta se estou louca. Falo que estou louca de saudade dele, que quero ele e tiro a camisola e transamos ali mesmo, praticamente ao ar livre, e o mais excitante foi ver que o Zé observava tudo de longe. Tio Sérgio me colocou de 4 e comeu o meu cu como um animal selvagem.
Estávamos na cama e já era tarde da noite quando pegamos no sono. De repente a porta do quarto se abre e Serginho aparece transtornado. Estou pelada e tio Sérgio de cueca, quando ele fica perplexo com a cena. “Eu sabia que o senhor estava traindo a minha mãe, mas pai, com a Aninha do tio Roberto? Como o senhor pode trair a minha mãe e o meu tio ao mesmo tempo? Ele está aos prantos, como pai, como?” “Filho, você é homem e precisa me entender. Nós nos apaixonamos e íamos assumir relacionamento. A gente estava estudando uma maneira de não magoar sua mãe nem o seu tio.” A sua prima e eu estamos apaixonados e pretendemos viver juntos.” Apaixonados, pai? Você e essa menina mimada, que nem cresceu e que desde pequena já dava pro tio Roberto, e nem respeitava a própria mãe. Você não percebe que ela só quer o seu dinheiro? O senhor já é um homem velho, com quase 60 anos e ela é uma criança, pai. Sem dizer que ela é casada com o seu irmão, meu tio. O coitado nem imagina que isso pode estar acontecendo. Eu vou embora e vou contar tudo pra ele, pra minha mãe, pra cidade inteira que vocês dois são amantes.” Filho, espera…não faça isso, por favor”
Eu estava imóvel. Aquela situação era a mais constrangedora da minha vida. No fundo Serginho tinha razão. Eu estava traindo meu marido e tia Helena. Serginho sai transtornado, pior do que quando chegou e nos pegou no flagra na cama. Tio, Sérgio, e agora, como vamos ficar? “Relaxa, filha, foi melhor assim. Vamos aguardar os acontecimentos. Talvez o seu primo antecipe o que nós dois desejamos, que é morarmos juntos e viver um para o outro. Eu te garanto que nada te faltará, e eu vou te proteger aconteça o que acontecer. Eu me sentia segura com ele, e ele me fez relaxar. Ficamos agarradinhos na cama, ele fazendo cafuné em mim. Senti seu bigode espetando a minha nuca. Tio, precisa aparar o bigode. Está muito grosso e comprido. “Filha, amanhã eu deixo você cuidar do meu bigode, igual eu cuido de você. Tá entendendo? Nós dois rimos, continuamos abraçados e caímos no sono. O dia tinha sido intenso.
Acordamos com Zé batendo na porta. Estava afobado. Coronel, teve acidente com o menino Serginho. A coisa foi feia, patrão. Eu estava na cama pelada, ouvindo tudo e Zé não conseguia disfarça os olhares pra mim. Tio Sérgio colocou as calças e saiu ainda trocando de roupa. Disse que eu ficasse na fazenda e ele daria notícias. Zé está atordoado sem saber o que fazer, para onde olhar, todo perdido. Escuto o carro se distanciando e Zé entra no quarto e fecha a porta com chave. Tira a roupa e vai pra cama. Começa a beijar meus pés, pernas, cochas até chegar na minha vagina. Fica cheirando por um tempão, começa a lamber de leve, abre com as duas mãos e começa a me chupar. Sobe para o meu umbigo, chega nos meus seios e nesse momento seu pau já está dentro de mim. Ele revira os olhos quando sente que seu pau entrou completamente. Mama meus peitos, me agarra pelos braços e me come desesperadamente. Goza rápido dentro de mim e não tira o pau. Ficamos abraçados, e a sensação era maravilhosa. Sentir aquele homem ainda dentro de mim, com o leite ainda escorrendo por dentro era indescritível.
Serginho não resistiu aos ferimentos e chegou a óbito. Tio Sérgio estava devastado e precisava de mim. Eu tinha que voltar pra casa antes do Roberto, esperar ele chegar, contar sobre o acidente, ir ao velório. Zé conseguiu um carro de praça e fomos juntos pra cidade. Ele foi direto pro velório e fiquei esperando Roberto. Ele já estava sabendo de tudo quando chegou. Fomos imediatamente para o cemitério. Tio Sérgio e tia Helena estavam desolados. Cumprimentamos os dois e pude perceber que a família me olhava com desdem por eu estar vivendo com um tio. Fiquei imaginando o que iriam pensar que eu também sou mulher do tio Sérgio. Eu não estava me sentindo confortável com a situação e fui pra casa. Dois minutos depois bateram na porta e era Zé. “vi que a patroinha estava triste e vim te ver.” Zé, você enlouqueceu? E se o meu marido chega e vê você aqui? “Eu mato ele, mas eu não volto pra fazenda enquanto não fizer isso.” Ele fecha a porta, me coloca de costas, levanta a minha saia e me come ali mesmo na sala. Goza e vai embora.
Hoje é a missa de sétimo dia do Serginho e faz exatamente uma semana que tio Sérgio não me procura. Preciso vê-lo, saber como está. Que agonia eu tô sentindo e muita falta dele perto de mim. Na missa, tio Sérgio estava sentando na primeira fileira, ao lado de tia Helena, que tinha envelhecido uns vinte anos. A igreja está lotada e vai ser difícil fazer com que ele me veja. A esperança seria na hora da comunhão e a tentativa deu certo. Passei perto dele e toquei no seu ombro. Ele olhou pra mim com cara de criança querendo colo. Foi de cortar o coração. Roberto não pode ir por que tinha uma reunião importante no trabalho, sem dizer que não eram próximos. Ele não sentiu a morte do sobrinho. Zé estava na igreja e ficava dando voltas tentando falar comigo. Fingi que não o via, pois eu não queria ficar com ele. O que eu queria mesmo era tio Sérgio, mas estava difícil. Volto pra casa e meia hora depois Zé leva um bilhete pra mim. Era do tio Sérgio dizendo pra eu me encontrar com ele na esquina, logo após Roberto ir pro trabalho. Chego e ele está me esperando dentro do carro. Fomos direto pro motel e lá nos amamos desesperadamente. Fomos tirando a roupa do outro ainda em pé e ele me jogou na cama e confesso que foi uma das melhores transas que já tivemos. Também pudera, mais de uma semana sem nos vermos.
Já em casa, Roberto chega contando que tia Helena tinha falecido. Não aguentou o baque da morta prematura do único filho, começou a definhar, não se alimentar e teve uma parada respiratória. Mais um velório em família. E lá está tio Sérgio velando outra pessoa da família. Eu e Roberto o cumprimentamos, mas fomos logo pra casa por causa dos murmurinhos causados por estamos juntos. Após a missa de sétimo dia, tio Sérgio passou lá em casa e disse pra eu pegar os meus itens básicos que eu iria morar na fazenda definitivamente com ele, já que agora ele é viúvo e livre. Eu não relutei em nenhum momento, pois eu também queria mudanças na minha vida. Vivia com Roberto há anos e não fazia sentindo viver escondida com tio Sérgio. Sabíamos que iríamos enfrentar a fúria de todos, mas estávamos preparados pra isso, principalmente eu, que ainda sofria as consequências por viver com Roberto. Escrevi uma carta pro Roberto explicando tudo e pedindo o seu perdão. Apenas omiti o fato de já estar me relacionando com tio Sérgio há algum tempo. Disse apenas que a tristeza dele despertou compaixão em mim e que iria passar uma temporada na fazenda com ele. Eu não quis entrar em detalhes, mas pelo menos falei a verdade de onde ele podia me encontrar.
Seguimos pra fazenda e chegando lá eu tive uma grande surpresa. Tio Sérgio tinha comprado um enxoval completo pra mim, mas tudo no seu gosto. Roupas, sapatos, peças íntimas, camisolas, biquinis...tudo novo. Olhei pra ele, que me colocou no colo e disse, como nos filmes, enfim, só nós dois! Me beijou, tirou a minha roupa, observou todo o meu corpo e disse que eu era a mulher da vida dele. Me possui na cama, lentamente, como se estivesse degustando a sua refeição favorita.
Acordamos com Roberto na sala, revoltado, incrédulo. Esculhambou o irmão, dizendo que desde que ele era criança ele sempre quis tudo o que era dele, e comigo não foi diferente, me tirando dele. Ele me via com inocência, como se eu estivesse ali forçada. Ele tinha tanto ódio do irmão que não conseguia encará-lo, dizendo que a vontade que tinha era de matá-lo.
Roberto, me escute. Falei firme. Eu estou aqui por que eu amo esse homem. Eu quero muito que você entenda que tudo o que existiu entre nós dois foi lindo. Você me transformou numa mulher, mas acabou. Agora eu sou do Sérgio. Pela primeira vez eu não o chamei de tio, e sim apenas de Seŕgio. De agora em diante eu sou a mulher dele e ele o meu homem. E você precisa se conformar. Por favor, vá pra casa e não se humilhe. Você encontrará uma mulher que mereça você, que é um homem maravilhoso e que amei muito.
“Aninha, venha comigo. Ele vai te destruir, como faz com tudo e com todos. Ele não presta. Você sabia que ele bate em mulher? Dizia isso aos prantos. Ele vai te trocar por outra em breve, e você vai pedir pra voltar pra mim e eu não vou te querer mais. Essa é a última chance de você se livrar desse imundo”!
Abraçando tio Sérgio, eu peço pra ele ir embora. Roberto saiu humilhado, e eu o entendo perfeitamente. Como eu o amei, mas a vida é cheia de surpresas e nada é para sempre!
Pronto, agora somos só nós dois de verdade e não devemos satisfações a ninguém. Amanhã eu peço pro meu advogado dar entrada no seu divórcio e como estou viúvo, a gente se casa em seguida. Eu quero casar com você no papel passado, tudo certinho. Vamos viver aqui, longe daquela gente fofoqueira e invejosa.
A fazenda tinha muitos empregados e agora tio Sérgio não precisava dispensá-los quando estávamos lá. Inclusive, para a minha surpresa, Zé é casado com uma mulata e tem 5 filhos, todos brancos e de cabelos claros e olhos esverdeados. Desconfio que são todos filhos do tio Sérgio, devido as semelhanças, mas evito entrar em atritos, principalmente nessa nova fase das nossas vidas, onde agora eu me encontro na posição de patroa, dona da fazenda.
Nos casamos no civil, mas optamos por não casarmos no religioso, pois sabíamos que as pessoas não iriam para o nosso casamento. Eu agora estou com 28 anos e tio Sérgio já passa dos 60, e sexualmente muito ativo. Digamos que insaciável. A sensação que tenho é que ele precisa recuperar algum tempo perdido ou talvez se sentir poderoso e viril. Fazemos sexo todos os dias e algumas vezes três vezes por dia. A nossa chama está sempre acesa e eu me sinto realizada, desejada, amada.
Entre todos aqueles empregados da fazenda, o que mais me chamou atenção foi o veterinário Dr Gustavo, a sua beleza quase europeia e a sua ingenuidade. Posso dizer que o pouco que o conheço já percebo como ele é puro de alma. Outra coisa que também me chamou bastante atenção, é a maneira como ele lida com tio Sérgio. O olhar dele para ele é, digamos, de um homem apaixonado. É verdade, ele o olha com admiração, respeito e um brilho diferente nos olhos. Ao comentar isso com tio Sérgio, ele diz que conhece o Dr Gustavo desde que ele era criança. “Um dia eu vi aquele menino tão lindo e doce, parecia um anjinho com os cabelos loirinhos e encaracolados, pele branquinha e olhos azuis. Houve, naquele momento, algo que não consigo te explicar. Ele veio em minha direção e com a voz doce e suave pediu pra eu comprar um picolé pra ele. Pedi pra ele entrar no carro e seguimos até a sorveteria mais perto. Disse que seu nome era Guga, que adorava picolé de chocolate, que adorava bichos, mas os pais não deixavam ele ter um animal de estimação. Com a voz doce ele disse: Tio, você fala com meus pais pra eles deixarem eu ter um gatinho?” “Aquilo me comoveu bastante. Serginho nunca tinha sido assim comigo. Me aproximei dos pais deles, um casal muito pobre e prometi cuidar do Guga, custeei seus estudos até ele se formar, e ele vivia na fazenda comigo. Engraçado que ele é muito medroso, tem medo de tudo e a noite ele pedia pra dormir na cama comigo. Se agarrava comigo com os olhos arregalados de tanto medo da noite, do que tinha lá fora. Depois que se formou veio trabalhar comigo. Ele está noivo da filha do compadre Julio, que ia ser freira e por ser filha única, o compadre sonha com um herdeiro, mas a menina só quer saber de rezar. Já era pra estarem casados, mas Gustavo fica adiando o casamento.”
Os dias passam lentamente na fazenda e eu cuido da casa, do jardim, das refeições. Na verdade, eu fiscalizo tudo, pois temos muitos empregados. Com os empregados de volta, só uso a coleira nos momentos de intimidade, mas essa fase de dominação já passou um pouco e tio Sérgio nem se lembra muito dela. E sobre os afazeres da fazenda, fazer mesmo eu não faço nada. Tio Sérgio foi bem claro quando disse que não quer que eu me estresse com esse tipo de coisa. Me quer sempre limpa, cheirosa e depilada. Pois bem, curiosa pra saber mais sobre o Dr Gustavo, pego o cavalo e sigo pra baia, que é muito distante da casa grande. Vejo que o carro do tio Sérgio está parado lá, mas não vejo nenhum movimento. Entro silenciosamente e me deparo com uma cena que eu jamais poderia imaginar, nem mesmo nos filmes. Tio Sérgio está comendo Dr Gustavo, enquanto ele geme como se fosse uma mulher vadia no cio. Tio Sérgio o chama de “minha putinha”, enquanto ele empina a bunda se entregando ainda mais. Tio Sérgio goza, tira o pau do cu do Dr Gustavo, pega ele pelos cabelos, o coloca de joelhos e ele começa a chupá-lo, na intenção de limpar seu pau. Ele se levanta e tenta abraçá-lo, que o empurra. Percebo que o Dr Gustavo está carente de afeto, mas tio Sérgio o rejeita. “já marcou a data do casamento?” “Tio, eu não quero me casar. Por favor, me livre dessa obrigação. Eu faço o que o senhor quiser, mas casar, não, por favor. Fala isso aos prantos. Eu amo o senhor e não preciso de mais nada. O senhor já me basta.” “Oxe, quem já viu isso, me amar. Você está misturando tudo. O que acontece entre a gente é só uma brincadeira. Não tem essa de amor. De onde você tirou isso?” Dr Gustavo hipnotizado olha pra ele com lágrimas escorrendo e diz: “Tio, por favor. Eu não posso me casar com alguém pensando no senhor.” Ah, assim já é demais. Quem já viu isso? Marque logo a porra dessa data, pois precisamos organizar a festa e compadre Julio está velho e precisa de um neto homem. Tem que ser homem, viu?”
Percebo que Dr Gustavo está usando algo no pênis. Uma espécie de gaiola, ou castidade. Algo que deixa o seu pênis apertado dentro daquilo minúsculo. Também não tem pelos pelo corpo e que o bico dos seus mamilos são compridos para o padrão masculino. Fico perplexa com a bissexualidade do meu marido e me lembro as palavras do Roberto, dizendo que um dia eu saberei quem ele realmente é.
No outro dia, chego antes dos dois e fico escondida esperando eles. Dr Gustavo chega primeiro e está muito ansioso a espera do tio Sérgio, que chega minutos depois. Dr Gustavo corre e o abraça, diz que desde ontem está com saudades e que não conseguiu dormir direito. Tio Sérgio é frio com ele, mas abraçados ele pega o dedo dele, olha a aliança e vejo que é igual as nossas. Ele pergunta se ele fez o que ele pediu e ele, sem tirar os olhos do tio Sérgio, começa a tirar a roupa. Ele está usando langerie vermelha: uma calcinha minúscula com um lacinho na frente e a parte de cima com bojo, ficando ele com volume nos seios. “Minha mocinha linda” Eles ficam se beijando por um bom tempo enquanto tio Sérgio percorre seu corpo com as mãos. Segura ele e entram num quartinho que há dentro da baia. Consigo escutar os gemidos do Dr Gustavo e barulhos de tapas. Entre eles há essa cumplicidade sadomasoquista e é nítido que o Dr gosta de apanhar. “Tio, isso não, por favor. Hoje,não. Eu não vou aguentar, dói muito.” Tio Sérgio, autoritário, ordena: “abre a boca e bebe tudo.” Acho que tio Sérgio está dopando ele. Minutos de silêncio. Não consigo imaginar o que está acontecendo lá dentro. Meia hora depois, os dois saem do quarto. Tio Sérgio colocando as calças e Dr Gustavo com hematomas no corpo, mas parecendo estar feliz cambaleando e tonto. Abraça tio Sérgio pelas costas, que o empurra e ele cai. “Moleque, você não sabe que sou um homem casado? Se comporte como homem, cabra. Oxe, parece uma mulherzinha no cio. Nem a minha mulher é tão carente assim.” Dr Gustavo permanece no chão, sem dizer nada.
Tio Sérgio antes de sair ordena que ele se levante e aja como homem. Dr Gustavo permanece no chão, com o olhar perdido, como se estivesse esperando que tio Sérgio voltasse...mas quem entra é o Zé, que pega ele pelo braço, levanta, cospe no pau e começa a comer ele. Goza rapidinho e sai. A cena é perturbadora. Aquele homem tão sensível sendo usado por eles. Consigo sair sem ser vista e vou pra casa perplexa com o que vi.
Tio Sérgio tinha ido a cidade comprar vacinas para o gado. Vi quando ele entregou as vacinas para o Dr Gustavo. Ambos se falavam formalmente, como se nada tivesse acontecido. Convido ele pra almoçar conosco, mas ele recusa. Pergunto o que aconteceu no seu rosto, aquele vermelhidão. Ele disfarça e diz que é alergia a ração dos cavalos. Percebo que ele está se sentindo humilhado pela situação e vai embora. Em casa, tento puxar assunto sobre ele com o meu marido, que disfarça me fazendo carícias. Como já tinha transado com o Dr Gustavo, ficou escapulindo de mim, apesar da minha insistência proposital. Aquelas cenas me deixaram com vontade, mas não tive sucesso.
A noite transamos normalmente, como todo casal, e eu estava com a cabeça a mil tentando arquitetar um plano para ajudar Dr Gustavo.
No outro dia, fiquei atenta aos movimentos na baia. Antes do Dr Gustavo chegar, eu dei um jeito de ficar escondida dentro do quartinho. Lá tem umas caixas enormes, onde eles guardam ração. Fiquei lá aguardando os dois. Vinte minutos depois, escuto barulho e em cinco minutos os dois entram. Tio Sérgio foi logo jogando ele em cima de um monte de feno e ele já estava despido, usando apenas calcinha e sutiã e o pênis preso pela gaiola de castidade. Dr Gustavo diz que tio Sérgio mudou desde que casou. Que antes era mais atencioso e carinhoso com ele. Pede pra ele largar tudo e os dois viverem juntos, como faziam antes. “Tio, eu estou prestes a fazer uma loucura. Até pensei em tirar a minha vida. O senhor não é mais o mesmo comigo. Antes tão carinhoso e cuidadoso e agora é frio. Fala isso com lágrimas nos olhos. Tio Sérgio apenas escutava, com um ar de superioridade de macho dominador, que tem a sua presa aos seus pés. E é justamente isso que acontece. Dr Gustavo se ajoelha e implora pra vida dos dois voltar a ser como era antes, pra ele o livrar daquele casamento, pra ele salvar a sua vida novamente, como fez quando ele era uma criança. Tio Sérgio friamente se abaixa, levanta o queixo dele com o dedo, pede pra ele olhar nos seus olhos e dar um tapa na cara dele, que cai chorando. “Tio, pode me bater, eu não me incomodo pois eu amo o senhor.” Tio Sérgio dar outro tapa, agora com mais força. “Bata, mas fale alguma coisa, pelo amor de Deus.” “Como eu pude criar um ser humano tão fraco como você, hein? Seja homem, porra! Você não percebe que agindo assim só dificulta as coisas pra nós dois.” Dr Sérgio o observa, cheio de ternura, sem falar nada, mas o olhar revelando tudo. Ele é realmente um homem apaixonado. “Tio, eu preciso do senhor.” Tio o caralho, porra” Foda-se você. Foi pra isso que eu te dei estudos, dinheiro, roupas, carro e ajudei os seus pais a sairem da extrema pobreza, foi?” Tio, me escute, por favor. Não é disso que estou falando, mas sim de nós dois. O senhor casou e mudou em relação a mim e está sendo muito difícil conviver com isso.” “Ah, eu não tenho mais paciência com você.” Bateu a porta e o deixou sozinho, no chão, chorando. Eu precisava ajudá-lo de alguma forma, pois eu sentia o seu desespero. Apareci e ele tomou um susto. “Dona Ana, a senhora viu tudo?” Fique calmo...eu quero te ajudar! Ele me abraçou, pediu perdão por estar com o meu marido, disse que eles vivem juntos há muito tempo e que o relacionamento esfriou desde que eu apareci na vida do tio Sérgio. Perguntei sobre o Zé, e como alguém tão apaixonado pode ficar com outra pessoa em seguida. Ele explicou que o Zé sempre foi muito observador e que descobriu tudo entre os dois faz tempo e desde então faz chantagem com ele. Mas que tio Sérgio não sabe de nada. O Zé é revoltado com o tio, pois pegou ele e a mulher juntos e como precisa do emprego, tem que aguentar. Inclusive, todos os cinco filhos parecem ser do tio. Zé por vingança faz isso comigo. Pensei na hora, e comigo também. Escuto barulho de alguém chegando e é justamente o Zé. Me escondo novamente e escuto quando ele pergunta como tinha sido hoje com o patrão. Dr Gustavo sai do quarto para que eu não presencie a cena, fecha a porta e escuto os sons dois dois transando. Da pra perceber a violência do Zé com ele e palavras como “putinha branquela, cadela, minha buceta...”. Lembrei de que eles também usam de violência comigo, só que Dr Gustavo é um homem e eu sou mulher. Pra ele deve ser humilhante demais ser usado por aqueles dois. Zé sai e eu entro novamente. “Desculpe novamente, diz ele chorando.” é assim que as coisas funcionam aqui, praticamente todos os dias, há anos. Só que agora o tio está frio comigo e isso me faz sofrer muito. Olhando nos meus olhos ele diz: eu daria a vida por ele. Ele é tudo pra mim e não consigo lidar com o afastamento dele, que agora só me procura de vez em quando e ainda está me forçando por um casamento que não quero.”
Gustavo, olhe pra mim. Levando a cabeça dele e falo. Você vai se casar sim, e vai ser um homem muito rico, pois a sua noiva é a única herdeira do coronel Julio e o que ele mais quer é um neto. Você vai dar esse neto a ele e combina com a sua futura esposa a vocês viverem como amigos. “Mas dona Ana, eu não sinto tesão por mulheres. E o meu pênis nem funciona mais. A senhora sabe o que é isso, apontando pra gaiola.? É uma gaiola de castidade. Tio Sérgio colocou em mim faz muito tempo. Depois de seis meses usando eu não sinto mais nada. Só sinto tesão ou gozo pelo anus.” Nesse momento ele baixa a cabeça envergonhado. Gustavo, como você permitiu isso? “Eu sempre disse sim pro tio Sérgio. Ele mesmo colocou e eu queria que ele ficasse feliz e tivesse certeza que eu era propriedade dele, entende?” Entendo perfeitamente! Sei como funcionam os homens e suas taras! E essa marca no seu pescoço? “Usei coleira por muito tempo.” Disse ele, todo envergonhado.
Levante-se, tome um banho, e erga a cabeça. Pense no que eu te disse. Mude sua vida e você terá todos os homens que quiser, ficando rico e poderoso. “Obrigado, dona Ana, mas eu já tenho o meu homem.”
Pelo jeito não será nada fácil fazer com que ele reaja e mude de vida, que tenha uma visão maior sobre tudo o que está acontecendo, que ele não pode parar a vida dele em função de outro homem. Dr Gustavo é muito imaturo e ingenuo. Esse tipo de homem que não existe mais. Ele é um ser em extinção. Eu não sinto ciúmes ou raiva dele, e sim pena, muita pena. Preciso fazer com que o Zé não o perturbe mais.
Zé, venha cá...”Pois não, patroinha. Nós ficamos sabendo que o Dr Gustavo está com uma doença contagiosa, e isso é sigiloso. Você, por favor, não pode falar isso pra ninguém. “Patroa, do céu, o que ele tem?” Ainda não sabemos, mas melhor evitar contato com ele, pra gente não se contaminar também. Deu certo, ele saiu falando sozinho e morrendo de medo de ter contraído a tal doença.
No outro dia acordamos com a notícia do noivado do Dr Gustavo e a Julinha. Percebi que tio Sérgio estava, digamos, aliviado. “A lua de mel será o meu presente.”, foi logo dizendo, todo feliz. Eu acho que Dr Gustavo escutou os meus conselhos e estou disposto a ajudá-lo. A festa de noivado foi o grande acontecimento da cidade e a sensação que tive foi que os dois estavam noivando, meu marido e o seu veterinário. Ninguém percebeu as trocas de olhares, encostadas no outro, cochichos no pé do ouvido, mãos juntas, e muitos abraços. Na hora de cortar o bolo, sim, teve bolo e parecia realmente uma festa de casamento. Pois bem, na hora de cortar o bolo, Dr Gustavo chamou o meu marido pra ajudá-los, alegando que eram inexperientes. E teve também o detalhe da aliança do noivo, igual ao do meu marido.
Os meses passaram rápido e a rotina era a mesma. Instruí Dr Gustavo como agir na noite de núpcias, que ao deitar com a esposa, ele pensasse no tio Sérgio. Garanti que funciona e ele topou tentar. Também combinei com ele, que nos dias combinados com tio Sérgio, que eles não fosse pra baia e sim para o meu quarto. Eu daria um jeito de ir pra cidade. E assim foi feito. Às vezes eu percebia que ele tinha usado uma camisola minha ou calcinha, que já deixo de propósito. Tio Zé retirou a gaiola de castidade do Dr. Gustavo e ordena que ele volte a ser homem. Quanto ao Zé, tento mantê-lo sempre ocupado para que não tenha tempo de procurar o Dr Gustavo.
A cerimônia de casamento movimentou toda a cidade. A igreja estava belíssima e Dr Gustavo não disfarçava o nervosismo e a sensação que tive, talvez por conhecer toda a história, é que ele estava se casando com o meu marido. Os olhares, movimentos, falas do padre sobre amor, companheirismo e fidelidade eram sempre acompanhadas por olhares e gestos dos dois. Ao se ajoelhar, percebi que na sola dos sapatos estava escrito a letra “S”, e na hora do sim, ao invés dele olhar para a noiva, olha para tio Sérgio, que corresponde. Na foto oficial com os padrinhos, tio Sérgio coloca a mão na cintura dele, depois na nuca e por fim um abraço bem demorado entre os dois e cochichos nos ouvidos, com direito aos lábios encostando no rosto e quase nos lábios. A recepção foi um luxo, tudo bem organizado e muitos convidados. Julinha estava muito bonita, mas os dois não pareciam unidos. Percebo a ausência do Dr Gustavo e do meu marido. Procuro no salão, sem sucesso. Onde eles poderiam estar? Já sei, no carro do Tio Sérgio. Ao chegar no estacionamento, vejo Dr Sérgio saindo do carro todo assanhado e roupa amassada. Ele afivela o cinto, arruma os cabelos e segue pro salão. Em seguida sai tio Sérgio, levantando o fleche da calça. Dr Gustavo está radiante no salão. Alguma coisa muito boa aconteceu naquele carro entre os dois, além da trepada.
Tio Sérgio senta e eu pergunto onde ele estava. Disse que tinha ido ao banheiro e que tinha uma novidade pra mim. “Vamos viajar com os dois para Paris na lua de mel, aproveitamos e curtimos a nossa também. Desde que estamos juntos nós nunca viajamos juntos.” Que notícia maravilhosa, meu amor. Beijei-o e senti gosto de sexo em sua boca. Mas agora era a vez deu curtir o meu marido. Fomos pra pista de dança e apesar dos olhares críticos e preconceituosos, nós dançamos bastante. Dr Gustavo já tinha bebido bastante e praticante se declarava para o meu marido, abraçando, puxando pra dançar, alisando seu rosto, pegando no bigode, segurando suas mãos, mas todos achavam graça, sem entender que eles são amantes.
Viajamos no dia seguinte, os 4 juntos. Na hora tive a ideia de trocarmos de cadeiras, para que os dois fossem juntos e eu e a Julinha também. Em algum momento, acordo e vejo que Dr Gustavo estava dormindo sobre o ombro dele, sua cabeça enroscada no pescoço dele e tio Sérgio com o braço envolvendo ele, como se fossem um casal. Julinha é muito tola e jamais vai perceber alguma coisa.Me mostrou a cena dizendo que os dois pareciam pai e filho. Em determinado momento, vi que Tio Sérgio foi ao banheiro. Minutos depois, Dr Gustavo entrou no mesmo banheiro. Ficaram lá por uns quinte minutos. Acredito que com o casamento, tio Sérgio relaxou mais, pois agora fica mais difícil alguém desconfiar dos dois. Sobre eu ficar grudada na Julinha e deixar os dois a vontade vivendo a lua de mel, o mesmo aconteceu em Paris, eu combinava ir passear e fazer compras só nós duas, o dia inteiro, pra que eles ficassem a vontade na lua de mel dos dois. Era visível a felicidade deles, ainda mais do tio Sérgio se sentindo o verdadeiro garanhão sem ao menos sonhar que eu sei de toda a verdade. Dr Gustavo sempre me agradecia por tudo e ele era o homem mais feliz do mundo. Imagine passar lua de mel ao lado do homem que ele ama, tendo o momento só deles.
Voltamos a rotina normal e semanas depois a notícia de que Julinha estava grávida. Dr Gustavo conseguiu. Aos poucos percebo ele mais amadurecido, seguro, independente. Ele e o meu marido estavam mais grudados, faziam tudo juntos numa cumplicidade visível. Formavam um verdadeiro casal e nos convidou para sermos padrinhos do filho. Meu marido cumpria suas obrigações de macho, e estava ainda mais viril. Sempre que a gente transava eu ficava imaginando os dois juntos e isso me dava muito tesão. Estar com aquele homem poderoso me possuindo e sendo a sua legítima esposa é afrodisíaco.