O Nerdola - Sexo Escondido (Parte 1)

Um conto erótico de Limx
Categoria: Gay
Contém 1140 palavras
Data: 31/05/2026 04:18:45
Assuntos: Escola, Gay, pornografia, Sexo

Nunca fui de ter muita paciência com gente que fala demais.

Na escola tinha um moleque que sentava duas fileiras na minha frente. Magrelo, sempre com um livro na mão, nota alta em tudo. O problema não era ele ser nerd. Se fosse só isso, eu nem ligava.

O que me irritava era a maneira que ele falava.

O cara tinha uma resposta pra tudo. Você comentava qualquer coisa e ele aparecia pra corrigir. Não importava se ninguém tinha pedido opinião. Ele entrava na conversa, soltava um monte de informação e ainda fazia aquela cara de quem sabia mais que todo mundo.

No começo eu ignorei, depois comecei a evitar, mas tinha dias em que parecia que ele fazia de propósito.

Lembro de uma aula em que o professor comentou um negócio qualquer sobre história.

O moleque levantou a mão e ficou quase cinco minutos falando. Não respondendo. Falando, como se estivesse dando aula no lugar do professor.

A sala inteira ficou quieta.

Quando ele terminou, eu só balancei a cabeça e falei:

— Caramba, tu não cansa de ouvir a própria voz não? Seu esquisito!

A turma riu, ele não...

Só me olhou por cima dos óculos e respondeu alguma coisa sobre ignorância e conhecimento.

Foi ali que comecei a pegar raiva dele de verdade.

Eu não suportava aquele nerd.

Não era implicância de escola. Não era uma daquelas coisas que você esquece depois de uma semana.

Eu realmente sentia raiva quando ele aparecia.

O problema não era ele ser nerd. Se fosse só isso, eu tinha ignorado como ignorava vários outros. O problema era que ele parecia ter prazer em entrar onde ninguém tinha chamado.

Naquela época eu me achava o cara mais macho do mundo. Cabeça dura, pavio curto e convicto de que minha visão era a certa. Eu andava com meus amigos, falava o que queria e não aceitava que ninguém viesse me dar sermão.

Aí aparecia ele.

Sempre com uma resposta pronta.

Sempre com um argumento.

Sempre querendo transformar qualquer conversa em debate.

E eu odiava isso.

Mais ainda porque ele era assumidamente gay e adorava entrar em assuntos que normalmente estavam rolando entre os caras da sala.

Namoro, masculinidade, relacionamento, qualquer coisa.

Ele não ficava quieto.

Questionava tudo.

Cutucava tudo.

Enquanto ele falava, eu já sentia meu sangue esquentando.

Teve época em que eu acordava, chegava na escola, via ele no corredor e meu humor já piorava.

Era nesse nível.

O pior era que ele não demonstrava medo.

Outras pessoas evitavam discussão comigo.

Ele não.

Quanto mais eu endurecia a voz, mais ele mantinha aquela calma irritante.

Aquilo me deixava maluco.

Porque eu queria encerrar a conversa.

Queria que ele recuasse.

Queria que ele simplesmente admitisse que estava errado.

Mas ele nunca fazia isso.

E quanto mais eu tentava mostrar que estava no controle, mais ele encontrava um jeito de me tirar do sério.

Naquele tempo, se alguém me perguntasse quem era a pessoa de quem eu menos gostava naquela escola inteira, eu responderia o nome dele sem pensar nem por um segundo. (MATHEUS)

Com o passar das semanas, a raiva foi virando obsessão.

Eu não discutia mais com ele só porque ele me irritava.

Eu procurava motivo.

Se ele falava alguma coisa na sala, eu prestava atenção.

Se ele discutia com alguém, eu observava.

Se ele passava por mim no corredor, eu acompanhava com o olhar.

Na minha cabeça, eu já tinha decidido que uma hora nós dois iríamos conversar sem ter ninguém por perto.

Sem professor.

Sem amigos.

Sem ninguém para interromper.

Eu só esperava a oportunidade e ela apareceu.

Atrás do ginásio havia um depósito antigo da escola. Era um lugar meio esquecido. Não estava abandonado, mas quase ninguém passava por lá. Alguns materiais esportivos velhos ficavam guardados ali, e o corredor que levava até lá era meio que interditado.

Numa tarde, depois da última aula, eu vi ele andando naquela direção sozinho, na hora eu já senti aquele calor subir pelo peito.

Era a chance que eu estava esperando fazia tempo.

Olhei em volta, ninguém prestou atenção, ninguém parecia ter visto....Então fui atrás dele.

O som das vozes da escola foi ficando distante e os passos dele ecoavam no corredor de cimento, eu continuava andando sem falar nada.

Quando cheguei perto do depósito, vi ele entrando...Fui indo atrás e quando eu ja estava no depósito eu ouvi vozes de outra pessoa, fiquei atrás de um armario de aço velho que estava todo amassado e empoeirado, olhei e vi ele mais outro rapaz, os dois eram do mesmo porte físico, magrinhos, porém com jeitinhos delicados, notei que os dois deram um beijo um no outro, logo depois tiraram as camisas, o outro rapaz que estava com Matheus começou a pegar na bunda dele e dar umas apertadas com a mão...

— Que Patifaria! "Falei Baixo"

Logo após, o rapaz tirou o short escolar de Matheus e notei que Matheus estava usando uma calcinha de mulher na cor azul clara, sua bunda era bem branquinha, parecia exatamente como as bundas das mulheres que eu pegava...Aquilo fez meu corpo esquentar um pouco.

Matheus se ajoelhou e começou a mamar aquele rapaz, de onde eu estava, dava pra ouvir o barulho do boquete que ele estava fazendo, eu pela primeira vez estava assistindo um porno gay, e um porno gay ao vivo, fiquei só observando...

De repente, o rapaz pegou nos cabelos de Matheus com uma mão e puxou, com a outra mão ele deu um tapa no rosto dele, Matheus se levantou e subiu em cima de um banco velho, ele ficou de quatro e aquele rapaz começou a dar uns tapas em sua bunda, dava pra notar que aquela bundinha branca ja estava bem vermelha de tanto apanhar...

O rapaz... Tinha um pau grande, ele começou a enfiar bem devagar, ele colocava e tirava, ficou assim por um prazo, até que de repente ele enfiou tudo de uma vez fazendo Matheus dar um gemido bem alto, e que gemido...Senti prazer em ouvir aquilo, parecia uma putinha, aquele gemido fino e femenino, quando aquele rapaz aumentou ritmo das estocadas, os gemidos dele aumentava, foi ae que percebi que quando olhei para baixo, meu pau estava duro feito pedra...

Decidi por o pau pra fora e comecei a bater uma punheta bem de leve, fiquei ali assistindo e assim ficou por uns 10 minutos... Os dois mudavam de posição e Matheus rebolava naquele pau como se fosse uma putinha profissional....

Mas ae aconteceu algo...Acabei me levantando um pouco e esbarrei em um cabo de vassoura que estava escorado no armário, quando o cabo bateu no chão fez um barulho enorme, os dois pararam na hora e olharam em minha direção, me abaixei rapidamente antes que notassem minha presença, mas eu estava sem saída, não dava pra sair dali sem ser notado...

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