MEU FILHO E EU TRANSFORMAMOS MINHA SOGRA NUMA PUTA FAMINTA PT 12 FINAL

Um conto erótico de GABRIEL SILVA
Categoria: Heterossexual
Contém 684 palavras
Data: 31/05/2026 09:42:54

Na manhã seguinte ao confronto, ela desceu com duas malas grandes, olhos inchados de tanto chorar e um olhar que misturava nojo, tristeza e ódio profundo. Não disse uma palavra para Neide — sua própria mãe. Apenas olhou para ela com desprezo absoluto, como se estivesse vendo uma estranha. Para Maycon, balançou a cabeça negativamente, decepcionada. Para mim, restou apenas uma frase fria e cortante:

— Meus advogados vão te procurar.

A porta bateu forte. E com ela, bateu o fim de quase 18 anos de casamento.

Os dias seguintes foram um inferno silencioso.

Angela contou tudo para uma amiga próxima e, depois, para a família dela . O escândalo se espalhou rapidamente pela família. Ela registrou ocorrência por violência psicológica. O processo de divórcio foi aberto de forma litigiosa — ela queria metade da casa, pensão e uma quantia alta de indenização.

Maycon, para surpresa geral, decidiu ficar comigo. Aos 18 anos, ele tinha o direito de escolher. Disse que não queria morar com a mãe “depois de tudo isso”. Angela ficou devastada com a decisão do filho.

Enquanto isso, minha vida profissional desmoronava junto com o resto.

Eu estava tão vidrado na loucura dentro de casa que negligenciei completamente o trabalho. Perdi dois contratos importantes em sequência. Um cliente grande cancelou após vários atrasos, outro escolheu a concorrência. Em menos de dois meses, minha renda caiu quase 60%. As contas começaram a apertar. Tive que vender um dos carros e renegociar dívidas. Agora acordava às 5h da manhã e trabalhava até tarde da noite, tentando correr atrás do prejuízo.

Neide perdeu completamente o contato com a filha. Angela bloqueou o número dela e deixou claro que nunca mais queria vê-la. Neide passava dias trancada no quarto, chorando em silêncio.

Maycon, por sua vez, mergulhou ainda mais fundo na obsessão. Continuava comendo Gabi quase todos os dias. O pior era que Gabi agora vinha em casa até quando Angela ligava para falar com o filho. Maycon colocava o celular no viva-voz, e enquanto Angela tentava conversar com ele, Gabi estava de joelhos, gemendo alto com o pau dele na boca, chupando devagar para provocar. Maycon respondia à mãe com a voz rouca, segurando a cabeça de Gabi provocando a mãe. Era doentio, sádico e viciante.

Uma noite, depois de mais um dia exaustivo, cheguei em casa e encontrei Maycon e Neide na sala. O silêncio era pesado.

Sentei no sofá, exausto. Neide olhou para o chão, olhos vermelhos de tanto chorar. Maycon ficou em silêncio por um tempo, depois perguntou baixinho:

— Valeu a pena, pai?

Eu não respondi.

Porque, no fundo, eu ainda não sabia a resposta.

A casa grande, antes cheia de vida, agora parecia um túmulo silencioso. O preço da nossa loucura estava sendo cobrado todos os dias — financeiramente, emocionalmente e moralmente.

E o mais assustador era perceber que, mesmo destruídos, nenhum de nós três parecia realmente querer voltar atrás.

Maycon, de vez em quando, me chamava para participar quando estava com Gabi.

— Vem, pai… ela já tá acostumada. Pode comer junto.

Eu fui uma ou duas vezes. Gabi já não resistia mais, estava completamente dominada. Mas depois da segunda vez, eu parei. Não sentia mais prazer. Só um vazio enjoado. Recusei todos os outros convites.

Com Neide, eu ainda transava de vez em quando. Ela vinha ao meu quarto à noite, se oferecia, chupava, se entregava. Mas nunca mais foi como antes. O tesão tinha um gosto amargo. Era mecânico, vazio, quase triste. Nós dois sabíamos que era só uma forma de preencher o silêncio.

Maycon continuou sua vida. Gabi vinha quase todos os dias. Ele a tratava como sua propriedade particular. Ela estava cada vez mais submissa, mais quieta, mas estava gostando.

Eu trabalhava como um louco durante o dia e, à noite, ficava sentado na sala escura, olhando para o nada.

Às vezes, no meio da madrugada, eu me pegava pensando na Angela. No riso dela. Na vida que construímos juntos. No quanto eu destruí tudo.

E então eu entendia, finalmente, a resposta para a pergunta do Maycon.

Não.

Não tinha valido a pena.

Mas já era tarde demais para voltar atrás.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Gabriellll a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.
Foto de perfil genéricaGabriellllContos: 371Seguidores: 483Seguindo: 28Mensagem Escritor nas horas vagas se tiver ideias de conto me mande no e-mail lxvc1987@gmail.com ou lxvc1987@hotmail.com

Comentários