Um ano se passou desde então, JP, estava com 19 anos,todo dia ele tentava contato com a irmã, mas ela não respondia, ela agora com 17 anos, mesmo que estivesse tentando mudar seu jeito, com o irmão ela ainda guardava mágoas.
Continua…
Nos primeiros dias, a raiva que Victória e o tio, sentiam um pelo outro, fazia com que as manhãs no carro no trajeto da escola/casa, casa/escola, fossem carregadas por um clima tenso,um silêncio sepulcral, mas se Melissa era fria e calculista, ela também era sedutora, e Rafael seu irmão possuía o mesmo charme, então de pouco a pouco ele foi quebrado o gelo, e Victória que no início só ia no banco de trás calada, depois de longos meses, ela também querendo descobrir um podre dos irmãos metralhas (Melissa e Rafael), começou a ceder, e já sentava no banco da frente, e conversava com o tio, não era papos profundos, mas os dois já não sentia tanto ranço,um do outro, e no final do ano, quando as férias estavam chegando, Victória entrou no carro, e o papo fluiu.
–Bom dia Victória.
–Bom dia Rafael.
–Você sabe que pode me chamar de tio, né?
–Ha ha ha, vai sonhando…
–Rsrsrsrs, e aí vai passar?
–Claro, nunca estudei tanto.
–Você mudou mesmo, e aí, está ansiosa pela chegada do seu irmão?
–Éééé, aquele traíra tá chegando né.
–Sim, pelo que Melissa me falou, ele vai ficar pouco tempo.
–Sério, porque?
–Rsrsrsrsrs, quem me dera saber, você sabe como é sua mãe; misteriosa!!! Só fala o necessário.
Victória não falou mais nada durante o caminho, mas ficou pensando, as férias,seriam pelo menos 45 dias, o que a víbora da mãe estava tramando, embora tenha ficado curiosa, mas infelizmente teria que esperar, como o tio (eca) falou, a mãe era misteriosa. Assim que o carro estacionou,ela entrou em casa, almoçou e foi pro quarto,ela amava o irmão,mas ao mesmo tempo, estava fazendo toda força do mundo para odiá-lo, mas não importa, aconteça o que acontecer, não vou dar a ele a satisfação do perdão. Victória achava que estava punindo o irmão, mas na verdade quem estava sofrendo era ela.
Então assim que João Pedro chegou, Victória o evitava de todas as formas possíveis. Mas Melissa não desgrudava do filho, levando ele para todos os lugares, mostrando pra sociedade o quanto seu filho estava bem, como era bonito, mas era só alguma garota da idade do JP se engraçar pro lado dele, que ela cortava imediatamente, ela sabia da pureza do filho, e se alguém investisse nele, poderia conquistar de uma forma, que os planos que ela tinha pro filho poderia ir por água abaixo. Mas o que JP, queria mesmo, era ficar a sós com a mãe. Mas ele tinha vergonha demais pra falar, mas o que foi notado por sua mãe, era que as corridas matinais iniciada pelo seu belo filho, já faziam efeitos, JP agora estava com as pernas tonificadas e fortalecidas, suas nádegas estavam bem mais firmes.
–Mãe, nós não vamos pra casa?
–Não meu amor, vamos almoçar e conhecer o gerente de uma empresa, para quando você voltar formado, você trabalhar.
–Mãe, eu não vou trabalhar pra nenhuma empresa aqui, vou trabalhar para alguma empresa multinacional.
–De jeito nenhum meu amor, você não vai deixar a mamãe aqui neste fim de mundo sozinha.
–Maaaaãe, claro que não, você é a mulher da minha vida, na computação, posso trabalhar de casa.
–Ah bom, se for assim tudo bem, mas como já marquei o almoço, seja gentil meu filho.
–Serei mãe, mas eu queria ficar a sós com você.
–Hummmm, porque o meu filho gostoso quer ficar sozinho comigo hein???
–Eu tenho vergonha, mas é que dá última vez, foi tão gostoso, eu não pensei em outra coisa enquanto estava na capital, mãe.
–Você fala quando a mamãe te chupou, e você gozou no meu rosto?
–Maãe, você sabe que eu tenho vergonha.
–Bom, se não quer falar, então não faço ideia do que você está falando, meu menino.
–Tá bom mãe, sim, se gozar a primeira vez, foi bom. Com sua boca, foi muito gostoso.
–Eu também gostei meu amor, mas tenho medo de você achar que sou uma promíscua, e perder o respeito por sua mãe, que te ama tanto.
–Mãe, se eu já te amava e admirava antes, imagina agora, eu adoraria repetir.
–Tá bom filho, eu admito que também quero sua rolona, vamos ver se teremos um tempinho pra nós, agora com todos em casa fica difícil.
–Você promete mãe, eu quero perder a virgindade com você mãe.
–U-A-U, assim você deixa a mamãe honrada, eu prometo amor, você vai comer a mamãe esse final de ano, nem que eu tenha que ir pra capital com você. Agora sossega.
A semana corria de forma normal, João Pedro querendo perder a virgindade com a mãe, mas sempre tinha gente em casa, e por outro lado ele queria conversar com Victória, mas sua irmã fugia.
–Oi Vic, podemos conversar?
–Oi, agora não posso, vou pra casa da vovó.
–Eu vou com você.
–Melhor não, de lá vou pros meus amigos.
E assim ela fugia dele, ele ia pra casa dos avós, e ela voltava pra casa, era como gato e rato. Na sexta feira, já nos últimos dias de JP na casa dos pais, André precisaria viajar para uma cidade vizinha e queria sua esposa com ele, então resolveu anunciar no café da manhã pra família.
–Meninos, o pai vai fazer uma viagem de trabalho, e sua mãe vai comigo, então você Victória e João Pedro vão ter que se ajeitar sozinhos.
Victória, com certeza iria fugir do irmão, mas não iria falar abertamente.
–Tudo bem papai, vamos ficar bem, podem ir tranquilos.
–Pai, mãe, vocês sabem que na segunda feira, meio dia, vou embora, eu achei que iam ficar comigo.
–Desculpa filhão, o pai está com essa viagem marcada há muito tempo, eu pensei que você ia passar todo final de ano conosco.
–Eu sei pai, tudo bem, mas e você mãe, não vai cumprir o que prometeu pra mim?
–Claro que vou meu amor, eu já falei para o seu pai, que eu volto amanhã a tarde, pra ficarmos juntos, até sua viagem de volta, e na segunda vou me encontrar com ele novamente.
–O que você prometeu pra ele hein, esse seu filho é muito mimado.
–Ai André, prometi que vou ficar grudada nele, fico muito tempo sem ver meu menino, não faz drama.
–Claro que não meu amor, fica grudadinha mesmo.
Ao ouvir aquela babação, a vontade de Victória era sair correndo, mas ela tinha um plano em mente, e mesmo tendo o estômago embrulhado, ela se segura, mas aquilo só fazia ela ficar mais chateada com o irmão.
Por volta das dez da manhã, André e Melissa vão embora, Rafael sai logo em seguida, e avisa pros sobrinhos que ele ia viajar também, e só voltaria segunda ou terça, a casa enorme fica lá pros dois irmãos.
–Bom Vic, a casa é toda nossa, vamos conversar?
–Ah desculpa nerdinha idiota, mas, tenho compromisso.
–Que pena irmã, estou com tanta saudades de você.
Victória balançou com as palavras do irmão, afinal seu irmão era seu herói, ela o amava, mas ela não conseguia perdoar. Ela se arrumou e saiu, mas desta vez, ela não foi repetir os antigos hábitos de bebidas e drogas, apenas fugir do irmão, e mais tarde ir dormir na casa dos avós.
JP ficou sozinho de novo, ele sempre estava sozinho, na faculdade ele vivia rodeado de pessoas que o deixava em um deserto de solidão, ele imaginava que em casa ele teria seu pai sua irmã, e principalmente sua mãe, desde a última vez que sua mãe o chupou, ele só pensava nisso, ele só pensava nela, e agora só teria o calor, o perfume da mulher da sua vida no outro dia, então o que restava era voltar pro mundo virtual, por volta das 14:00, a fome bateu, ele pediu seu avô para buscá-lo, seu avô foi em dois pés, ao chegar na casa da avó:
–Oi vó, você acredita que fiquei sozinho em casa?
–É mesmo meu netinho, que pena, vou pôr seu almoço e a gente conversa.
–Está bem vó, meu estômago está roncando.
–E sua irmã, ainda está te evitando?
–Sim vó, e eu só queria saber o que eu fiz.
–Meu neto, eu tenho uma ideia, a sua irmã está mais cabeça no lugar, ela não dorme mais fora como antes, quando não dorme na sua casa, ela dorme aqui.
–E qual a sua ideia, vó?
–Espera aí, vou ligar pra ela.
📞Oi Vic, é a vovó.
📞Oi vovó, aconteceu alguma coisa?
📞 Não amor, eu só queria te chamar pra dormir aqui, já que seus pais viajaram.
📞 Claro vovó, vou sim, umas 21:00, vou pra sua casa.
📞 Que bom meu amor, seu irmão já está aqui, ele vai dormir também pra não ficar só.
📞Ah tá, entendi, está bem vó, te aviso mais tarde se vou mesmo pra sua casa.
📞 Estamos ansiosos te esperando minha netinha preferida.
Clarissa desligou o telefone, e avisou pro neto:
–Pronto meu neto, o caminho está livre para os dois, espero que vocês se acertem.
–Como assim vovó, você acha que ela vai vir pra cá, sabendo que estou aqui.
Minha vó com um sorriso malicioso de experiência diz.
–Mas é claro que não, só que você vai voltar, e como vai estar tarde, ela não vai poder fugir, agora é com você meu neto.
Eu e meu avô nos olhamos com cara de bobo, tentando entender a sagacidade da minha avó, então meu avô sorri e diz.
–Sua avó não é fácil JP, por isso me apaixonei por ela, rsrsrsrs…
O tempo passa rápido, escurece, seu Antônio leva JP, e para evitar que Victória o veja chegando e tenta fugir, jp desce um quarteirão antes, e vai pra casa, entra no maior silêncio possível, Victória ainda não tinha chegado, e ele nem sabia que ela chegaria, ele foi pro seu quarto e esperou com o coração acelerado, o desejo de fazer as pazes com a irmã, mas o medo da rejeição, era grande na mesma proporção, passou mais de uma hora, então a porta da frente abriu, era Victória, ela bebeu água na geladeira e subiu, foi até seu quarto, nem se deu o trabalho de fechar a porta, afinal ela estava sozinha, pensara ela, depois de um banho revigorante e refrescante, ela deitou na cama, creme cheiroso pelo corpo, perfume feminino emanava de sua beleza, Vic estava cheinha é verdade, mas ainda sim com um corpo delicioso, deitou na cama, só de calcinha, celular na mão, olhando vídeos no celular, de repente uma garota semi nua, dançando, tinha muito tempo que Victória não gozava, sua vagina pulsou, e antes dela enfiar a mão em si mesma, ela ouviu passos na direção do seu quarto, ela ficou tensa,” merda, quem seria, Rafael, mas aquele merda falou que ia viajar, seu irmão, não, não, será…”
Ela desligou o celular, não dava tempo de fechar a porta do quarto, restava esperar, então ela ouviu a voz rouca, fraternal, e tão conhecida por ela.
–Vic, oi mana, sou eu, não quis ficar na casa dos avós, sabendo que estaria sozinha.
Victória fingiu estar dormindo, para ver se o irmão a deixava em paz.
–Vic, eu sei que está acordada irmã,vi você mexendo no celular.
–Afffff, tá…tá, o que você quer? Seu nerdinha idiota.
–Quero falar com você,eu te amo Vic, não sei porque está com raiva de mim, por favor irmã, me diz, pra eu te pedir perdão.
O “eu te amo”, quebrou Victória, e ela, além de não ter como fugir, resolveu dar uma chance ao irmão.
–Tá bom, espera eu …
Ela ia pedir pra ele fechar uma porta até ela vestir uma roupa, já que ela estava só de calcinha embaixo dos lençois, mas, João Pedro fechou a porta atrás de si e correu pra debaixo do lençol de Victória.
–Não João Pedro, estou pelada.
–Ahhh desculpa, mas por que está pelada?
–Porque vou dormir, gosto de dormir assim.
JP, sai debaixo dos lençois, mas antes ele sentiu o calor do corpo nu da irmã, e seu pênis reagiu, mas ele se manteve firme.
–Vic, por que está com raiva de mim?
–Ahhhh, você não sabe né, você nunca sabe.
–Por favor, Vic, você sabe que sou estranho, não entendo os sentimentos muito bem, sou desligado demais, me fala.
–Pra começar, você me tirou tudo, tudo…
–Ei tirei de você…
–Não me interrompa, se não eu corro com você do meu quarto.
–Tá bom, pode falar.
–Você estuda na melhor escola possível, eu, em uma pública fodida, olha só, suas roupas, só roupa de marca, eu visto trapos, se não fosse nossos avós, você tem o amor da nossa mãe, enquanto ela me odeia.
–Ela não te odeia, uma mãe não pode odiar um filho.
–Sim, ela me odeia, eu perdi muito tempo, tentando a aprovação dela, larguei pra lá, ela te protege te dá tudo, e a mim, só fico com as sobras, não tenho uma roupa legal, não tenho dinheiro pra comprar, até carro, você ganhou, e eu, e eu… sabe o que é pior seu nerdinha idiota, queria te odiar, mas não consigo…
Ela finaliza com voz embargada, lágrimas caindo, JP, instintivamente, a abraça por trás, seu corpo maior, seus braços longos envolve a irmã, ele então levanta e diz.
–Espera um pouco.
Sai, e volta com uma mochila, Victória estava sentada, agora com uma camiseta cobrindo seus seios volumosos.
–O que é essa mochila?
JP esvazia a mochila na cama de Vic, e começa a cair calças de marcas, camiseta caras, algumas ainda sem nunca ter sido usada.
–Vic, a mamãe gosta muito dessas coisas de marca, eu, eu não me importo, ela manda dinheiro, e eu compro mais simples, mas sempre compro uma ou outra pra casa ela querer ver, quando eu venho pra cá, eu uso na frente dela, mas lá na capital, uso as outras mais baratas.
–São muitas roupas sem uso meu irmão, aqui deve ter mais de 2 mil reais de roupa, mas porque tá me mostrando, quer jogar na minha cara que é o preferido?
JP, senta de frente com ela, tenta pegar no seu rosto, ela desvia.
–Vic, no caso do amor da mamãe, eu sinto muito.
Ela dá de ombros, como se não importasse.
–Agora quanto a escola, posso te ajudar, ela sempre me manda mais do que eu preciso, vou mandar pra você, eu até tenho dinheiro guardado, vou dividir com você, essas roupas, bom, você é mais descolada que eu, você consegue vendê-las, pegue o dinheiro pra você.
Pela primeira vez, Vic encara o irmão, e aquela ira começa a desaparecer.
–JP, todo mundo é mais descolado que você, e, porque quer me ajudar?
–Porque eu amo você Vic, você é minha irmã.
Victória finalmente se desarma, e ela abraça o irmão, e chora nos braços dele.
–Obrigado JP, eu também te amo meu irmão, você sempre foi o meu herói, eu fiquei com raiva de você ter se unido aquela cobra.
–Não fala assim Vic, não sei o motivo de vocês duas não se darem bem, mas eu amo a mamãe.
–Tá bom, tá bom, se você realmente está me dando, vou guardar essa mochila e depois eu vejo oque faço.
–Está bem, agora que você me perdoou, vou pro meu quarto.
–Rsrsrsrs, era só isso que queria?
–Sim Vic, eu te amo minha irmã, e tava doendo muito, você com raiva de mim.
–Confesso que estava doendo em mim também maninho.
JP vai a direção da porta, então Victória o chama.
–JP…
–Que foi?
–Não vai mano, fica aqui…
–Porque Vic?
–Lembra quando éramos crianças, e a luz acabava, eu corria pra cama dos nossos pais, a sua mãe me botava pra correr, você vinha, pegava minha mão, me levava pra cama, e dormia abraçado comigo, você lembra?
–Sim Vic, era tão bom sentir você em meus braços e te acalmar.
–Eu sinto saudades quando o meu irmãozinho cuidava de mim, você era o meu herói.
JP vai até a cama, deita, entra embaixo dos lençois, agarra a irmã, e a abraça de conchinha.
–Então não sou mais seu herói?
–Você está do lado dela agora, e isso me machuca, você se afastou de mim JP.
–Sabe Vic, eu não sei porque você e a mamãe tem essa rixa, mas eu amo você, e não quero me afastar de você.
–Eu prometo que não vou mais brigar com você, sabe, de todas as brigas que tive com ela, ter jogado o copo em você, foi a que mais me machucou, eu me puni muito por isso.
–Como assim,se puniu?
– JP,pega nos meus braços, está vendo essas ranhuras? Sempre que brigo com ela, eu me corto.
JP, passa a mão no braço, próximo ao pulso, e sente, na hora, ele se levanta, acende a luz do quarto, e volta pra ver o'que sua irmã falou, ela se levanta e os dois estão sentados de frente, então JP, pega o braço da irmã.
–Meu Deus, Vic, você está querendo morrer?
–Não bobinho, isso é superficial, é só pra eu aprender a ficar no meu lugar, sempre tive raiva dela, e toda vez que ela me fazia uma maldade, eu me cortava, é tudo culpa dela irmão.
–Mas oque a nossa mãe fez, pra você à odiar tanto?
Victória contou tudo, desde a gravidez, que sua avó tinha contado, até o estouro dela na festa. JP ficou estupefato, decepcionado com a mãe.
–Caramba Victória, como nossa mãe fez isso, a minha vontade é odiá-la por isso, mas eu não consigo, me perdoa Vic.
Com a voz embargada, e lágrimas nos olhos, JP a abraçou forte.
–Ei irmão, tá tranquilo, não quero que você a odeie, por que ela te ama, essa é a única coisa que gosto nela, o amor por você.
–É, mas…
–Nada irmão, você não vai falar nada pra ela, se não ela vai tomar satisfação comigo, e eu preciso estudar, e você disse que me ajudaria né.
–Sim, pode contar comigo, sempre. Eu só não quero que você se corte mais.
–Sabe JP, com você aqui, eu me sinto tão protegida, eu não preciso mais dela, do amor dela, eu já tenho o seu, o do papai, e de nossos avós, eu te prometo que não farei mais isso, e JP, me desculpa por ter jogado o copo em você.
–Esquece isso maninha, na verdade foi bom, que me despertou para vida, e eu descobri que você sofria, eu só não quero me afastar mais de você.
–Não vamos JP, mas vamos falar de outra coisa, e como é estudar fora.
–É bom, apesar de ter saudades de casa, mas eu gosto.
–Que bom, agora apaga a luz, deita aqui comigo abraçadinhos, igual quando éramos crianças.
JP apaga a luz,tira camisa e calça,e deitou só de cueca, mas fica um pouco afastado. Ao perceber isso, Victória puxa o irmão para mais próximo, levando sua mão até sua bunda e puxando para si.
–Mais perto mano, nossa JP,que bunda dura hein.
–Pega nas minhas coxas,você vai ver como estou forte.
Vic, faz uma inspeção rápida, sente as pernas grossas do irmão.
–Uau JP, ainda não tinha reparado, o que você está fazendo, até parece jogador de futebol?
–Jogar futebol, rsrsrsrs, nós sabemos que eu não faço né mana, mas mamãe me pediu pra correr pela manhã,eu odiei no início, mas agora, me faz tão bem.
–E ainda te deixa gostosão, hein, as meninas da capital caem matando em você né maninho?
–Quem me dera, você sabe que sou muito tímido. É difícil pra mim.
–Você não tem namorada? E como você faz quando está com vontade?
–Vontade de quê?
–De gozar JP, de relaxar.
–Ahhh, boom, não é com garotas …
–Então, você gosta de meninos?
–Não, claro que não, porque está dizendo isso?
–Ora, porque eu já transei com os dois, menino e menina.
–Sério, bom pra você,mas eu gosto é de mulher, só tenho vergonha, muita vergonha.
Victória, ficou de frente pro irmão, e apenas com a penumbra da luz da rua que teimava entrar pela janela, ela olhou nos olhos do irmão, e perguntou:
–Me diz uma coisa irmãozinho, é, você já beijou uma garota?
JP sentiu toda a alegria de estar com a irmã e ir embora, esse era um tema difícil pra ele, mas com voz embargada, ele confessou.
–Não, nunca, eu nem saberia como fazer, eu sou um fracasso Victória.
–Você não é um fracasso só porque nunca beijou, você sabe beijar?
–Como vou saber, nunca beijei?!?!?!
–Rsrsrsrs, verdade,vou te ensinar.
–Como vai fazer isso?
–Te beijando, lógico.
–Mas você é minha irmã?!?!?!
–Daaaawwww, claro que sou, mas é só pra te ensinar, sem língua.
–Tá bom, o que eu tenho que fazer?
–Fica bem pertinho de mim, isso, agora encosta seus lábios no meu, isso, abre a boca, vamos apenas sentir os lábios um do outro…
–Hummmmmm…
–Que foi JP, tá gostoso?
–Simmmmm, delicioso…
–Não esqueça, somos irmãos.
–Eu sei, mas está tão bom, seus lábios são quentinhos.
–Rsrsrsrsrsr, seus lábios são carnudos também…
–E isso é bom?
–É ótimo JP, faz as mulheres se arrepiarem.
–Você não se arrepiou.
–Ééérrr, bom,você é meu irmão, e não estamos usando as línguas né.
–Ahhh, entendi, bom, vamos fazer direito então.
–Quêêêê?
Antes de entender oque estava acontecendo, JP volta a beijar a irmã, forçando a língua, Victória não permitia, mas JP começou a passar mão pelo corpo da irmã, foi até sua nuca, entrelaçou seus dedos no cabelo dela, o calor e a tensão era notório, então Vic, cedeu, e as línguas roçaram com tanta força, era uma disputa por espaço, o beijo era quente, molhado, Victória percebeu que ela não ensinava, agora ela recebia a boca do irmão, como tantos outros beijos que ela já recebeu, a diferença é que era do seu irmão, a pessoa que ela mais amava na vida, e estava tão gostoso, tão bom, seu corpo a traia, e JP percebeu seu pelos da nuca se arrepiarem.
–Agora eu vi, você se arrepiou.
–Cala boca, e me beija, está tão gostoso, continua…
JP também sentiu a temperatura do seu corpo subir, seu pênis ficou rígido, cutucou as coxas de Vic, ela podia se afastar, mas o tesão já tinha tomado conta dos dois, ela empurrou o corpo contra o pau do irmão, as bocas não se desgrudaram, os mamilos de Vic se enrijeceram, a calcinha estava úmida, os dois estavam a poucos segundos de cometer um incesto, se deixasse por JP, era o'que ia acontecer, mas Vic em um rompante de lucidez, desgrudou a boca do irmão.
–Não, não, não podemos, meu Deus, isso é pecado.
Antes de se virar, deu um beijo no irmão, deu boa noite e se virou…
–Quer que eu vá pro meu quarto, Vic?
–Não precisa, só dorme JP.
Os dois estavam com muito tesão, mas acabaram dormindo pelo cansaço, no outro dia quando acordaram, os dois estavam com vergonha, JP, apesar de ser inexperiente, começou pedindo desculpas.
–Desculpa Vic, ontem quase fizemos uma besteira.
– Tranquilo JP, eu também fui culpada.
–Mas eu que ataquei você.
– Bom, eu gostei, não pode, mas eu gostei.
–Eu também, Vic, foi muito gostoso, mas ainda bem que paramos a tempo.
Victória assentiu, e ambos foram tomar café, passearam, almoçaram na rua, fazia tempo que os dois não faziam um programa de irmãos. Voltaram pra casa já a noite e quando chegaram encontraram a mãe, que apesar de disfarçar, estava brava com o filho, Melissa sabia que era difícil separar os irmãos, mas depois da briga da irmã, achou que os dois iam se afastar.
–Hummm, os dois fizeram as pazes, achei que estava com raiva da sua irmã, depois que ela te humilhou na sua festa filho?
–Claro que não mãe, amo minha irmã, e nós fizemos as pazes, foi maravilhoso, obrigado irmã.
JP, avisou que ia tomar banho, e saiu, deixando as duas.
–Eu também gostei muito, irmão.
Melissa não entendeu esse “maravilhoso” e questionou a filha.
–O que ele quis dizer com isso garota?
–Nada mãe, só fizemos programas de irmãos, que estávamos com saudades.
–Sei, sei, espero que se divertiram bastante, porque eu quero passar um tempo com meu filho a sós agora.
–Tudo bem mãe, eu vou sair mesmo, minha amiga e o marido dela vai vir me buscar aqui em casa, vou passar a noite na casa dela.
As duas foram cada uma pros seus quartos, enquanto Victória tomava banho pra esperar seus amigos, sua mãe, Melissa, foi ao quarto esperar seu filho sair do banho, assim que JP sai, encontra sua mãe só de lingerie vermelha, sexy, o sutiã mal tampa os seios volumosos da mãe, a calcinha pequena, deixa toda a púbis depilada da mãe exposta, deixando tudo mais excitante, JP ao ver a mãe muito gostosa, com um sorriso safado e guloso no rosto, se excita, seu pau endurece por baixo da toalha, sua mãe levanta, vai até ele, beija seu ombro, tira sua toalha, passa a mão no corpo da filho, aperta sua bunda e suas coxas agora fortalecida pelo seus exercícios matinais, ainda abraçando o filho por trás, suas mãos macias e pequenas passeia pelo corpo do filho, JP enlouquecendo de prazer, louco que sua mãe pegue logo em seu membro, mas Melissa era experiente, e queria aproveitar ao máximo aquela sensação, enquanto isso se passava no quarto da mãe, Victória já estava pronta pra sair, só estava esperando a amiga chegar, e como JP iria viajar cedo no outro dia, ela foi até seu quarto pra se despedir, seu quarto estava vazio, ela ficou pensativa, “ele disse que ia tomar banho”, então ela imaginou o irmão no quarto da mãe, e foi inocentemente bater no quarto da mãe, mas antes da primeira batida, ouviu sua mãe falar pra JP.
–Nossa filho,seu bumbum está bem durinho hein, e suas pernas,como está musculoso.
–Sim, mãe, eu não gostei muito de correr de manhã, mas confesso que estou gostando agora.
–Eu te disse filho, ia ser bom pra você, agora você poderia entrar na academia, e fazer musculação, vou pagar pra você.
Do outro lado da porta, Victória ficou puta:
“ Essa vadia escrota, comigo é me xingando de gorda, já com o bebezinho dela, ela apoia, incentiva e até paga academia, só não vou reclamar porque até que meu irmão ficou gostosinho, meu Deus,oque estou pensando?”. Ela continuava a ouvir pela porta, mas recebeu mensagem da sua amiga, avisando que tinham chegado, ela pediu pra amiga entrar que a porta estava aberta, enquanto no quarto, Melissa continuava a acariciar o filho, suas mãos nos peitos, abdômen, até que ela chega ao objeto de desejo dela, desde que viu o pau do filho, Melissa sonhava com aquela rola grossa, grande, dura, ela segura firme com a mão direita, com a esquerda ela passa saliva, e leva até a glande, enquanto punheta com a direita, a esquerda ela faz movimentos circulares na glande, JP suspirava de prazer, Melissa beija as costas do filho, passa a língua na orelha, e solta a frase que deixou Victória do outro lado da porta atônita.
–Que rola linda você tem filho.
Victória se perguntou, como assim, a mãe está vendo a rola do JP, ela queria invadir o quarto, mas sua amiga chegou chamando.
–Vamos Vic, meu marido tá lá esperando a gente.
–Sim, vamos sim.
Ela saiu contra vontade, ainda tentando entender o que estava acontecendo no quarto, mas ela deixou pra lá, pelo menos por enquanto, já que não ia comentar com a amiga.
No quarto, Melissa ouviu a filha sair e fechar a porta, então a casa era só dela e do filho.
–Pronto filho, eu te amo, e vai ser uma honra tirar sua virgindade, você tem certeza meu amor?
–Sim mãe, eu quero que você me ensine tudo.
Melissa, fica de frente para JP, sua mão ainda punhetando seu filho com o cacete grosso, pulsando forte, as veias saltando com vida própria, então ela aproxima os lábios dos lábios do filho, e os dois se beijam, JP suga a língua da sua mãe com tanta vontade, deixando Melissa tremendo de prazer.
–Que beijo gostoso filho, você aprendeu com quem?
JP lembrou da irmã, mas claro que ele não ia contar.
– Na internet mãe, mas não sei se estou fazendo certo.
–Ai aí ai, tá delicioso, continua meu amor, beija a mamãe, beija filho.
Então, Melissa ajoelha e chupa a pica do filho, a boca sendo preenchida pelo mastro delicioso dele, engolindo por completo, os olhos lacrimejando, mas ela só ia para quando seu queixo encostar nas bolas do filho, a boceta melíflua, de prazer, então ela não aguenta mais.
–Deita filho, eu vou sentar por cima, pra poder controlar a penetração.
JP obedece apaixonado pela mãe deliciosa, seu pau em riste, apoiado pelas mãos de Melissa, e ela vem por cima, encaixa a cabeça na entrada, a glande é engolida, o prazer explode entre os dois, JP nunca sentiu tanto prazer na vida, Melissa desce, e cada vez mais vai se sentindo preenchida, quando a glande encaixa na entrada do útero de Melissa, mesmo com tanta experiência, era a primeira vez em uma pica tão grande e grossa, e ainda do seu filho ela goza, e JP sentindo as contrações da boceta da mãe apertando seu pênis e ele também explode, enchendo a boceta da mãe de porra, ela apesar de gozar rápido também, reclama com o filho
–Porra JP, já gozou caralho, eu quero muito mais, você vai me deixar na mão?
–É o caralho mamãe, quero te foder mais, muito mais.
E começou a socar debaixo pra cima, Melissa ligou o modo vadia dela, e começou a cavalgar na pica do filho, a boceta extremamente molhada com a gozada dela e a porra de JP, ela saiu de cima, e ficou de lado, JP voltou a meter nela, a pica escorregava pra dentro, a bunda estalava em um som de sexo que deixava o quarto em um antro de prazer, cada vez que a pica ia até o fundo, Melissa revirava os olhos de um prazer único, JP entrava dentro da boceta da mãe dele com tanta força, que buraco delicioso quente, úmido, escorregadio.
–Mamãe, que delícia mamãe, eu nunca vou esquecer o dia de hoje, posso te xingar, deixa por favor.
–Xinga a puta da sua mãe, xinga, a mamãe é sua vadia pra sempre filho.
JP estocava de lado, firme forte, ele levantou, e como nos filmes pornôs que ele assistia, pôs a mãe de quatro, Melissa, mesmo sabendo que nessa posição, ela ia sentir o filho o mais profundo, e podia se machucar, deixou, e o que ela sentiu quando a pica foi onde nenhuma tinha ido antes, fez ela gozar de uma forma em que só uma mãe, sendo fodida profundamente pode sentir, seu corpo convulsionou, e se você acha que JP se importou, tá enganado, sua única preocupação era foder a boceta da mãe, como se sua vida dependesse disso, bem na verdade, naquele momento dependia, e ainda com sua mãe desfalecida após o orgasmo, ele encheu a boceta da mãe mais uma vez de porra, dessa vez, tanto ele como sua pica, precisava de um descanso… descanso que só durou até sua mãe, ir até sua pica, e lamber seu esperma deixando limpinho, e duro novamente, o que ela aproveitou e cavalgou mais uma vez, naquela noite Melissa fodeu até sua boceta esfolada não aguentar mais, por que se dependesse do seu primogênito, eles ia parar só na hora da viagem no outro dia na hora do almoço.
–Mãe, essa foi a melhor coisa que aconteceu na minha vida.
–A sua mãe já viveu de tudo filho, mas eu amei o que aconteceu hoje, e se você não contar pra ninguém, podemos repetir sempre.
João Pedro concordou, claro, e no outro dia depois de sua mãe fazer mais um boquete e ele gozar na boca dela, ele partiu rumo a capital, cada vez mais apaixonado por Melissa, sua mãe vadia…
Continua…