Minha namorada e eu aprendendo sobre sexo (5)

Um conto erótico de Theo
Categoria: Heterossexual
Contém 1824 palavras
Data: 31/05/2026 11:03:36

"Não era possível" - pensei.

Eu estava ouvindo algumas frases mas tinha muito medo de estar ouvindo corretamente. Lembro que já hora, meu corpo estava praticamente paralisado, dormente e tremia um pouco. Uma descarga de adrenalina enorme.

Dei pequenos passos em frente para chegar até a fresta da porta, onde vi uma cena que jamais vou esquecer.

Vitória estava de pé, vestindo um shortinho jeans bem curto, depois percebi que estava até com o zíper aberto. Além disso, vestia apenas um sutiã. Seu sutiã era preto com alguns detalhes em branco, já conhecia aquele peito, era parte de um conjunto de lingerie onde deixava seus peitinhos bem arrebitados. Seu cabelo estava molhado, o que indicava que ela já havia tomado banho.

Na frente dela, Marcelo estava sentado em cima do armário do banheiro...

Sem camisa... Vestindo uma cueca boxer branca... Mas seu pau enorme estava para fora...

O corpo negro claro dele brilhava ainda com alguma gotículas remanescentes do banho, sua rola estava dura e apontava para cima, aquele pau devia ter uns 21cm fácil, ou até mais.

Marcelo: É o primeiro pau de menino negro que você vê prima?

Vih: Sim, na verdade só tinha visto o do Theo até hoje.

Marcelo: Ah, o do Theo é grande, mas o meu né... (Riu)

Vih: Eu não imaginava que era tão grande assim. Nem sabia que podia ser tão grande.

Marcelo ouvia isso enquanto pegava em seu pau, masturbando bem devagar, pegava na base e balançava, parecia um pavão se exibindo.

Marcelo: Geralmente o de quem é negro é maior mesmo. Pode pegar se quiser.

Vih: Tá doido, primo? Eu tenho namorado e você também (riu)

Marcelo: Oxi, depois do que aconteceu lá no campo?

Ele estava se referindo a o que fizemos antes no campo. Onde Malu, a namorada do Marcelo, havia usado os pés para me bater uma punheta. E Marcelo usou os da vitória, deixando seus pezinhos cobertos de porra.

Vih: Ah, mas isso foi diferente.

Vitória não tirava os olhos do pau dele. Era visível que estava curiosa.

Vih: Nossa, eu fui chupar o pau do Theo hoje, e não consegui colocar todo na boca. Como a Malu consegue chupar você?

Marcelo: A Malu chupa bem pra caramba. Tens que aprender a chupar o Theo também, homem adora isso.

Marcelo já estava com um ritmo mais intenso na mão, vitória continuava encarando.

Vih: Será que ela não me ensina como faz? Tenho medo do Theo não gostar do meu...

Marcelo: boquete? (Marcelo termino sua frase)

Vih: É...

Marcelo: Eu posso te ensinar. A Malu também não tinha chupado um tão grande até me conhecer.

Meu ouvido não acreditava no que escutava. Eu não sei o por que, mas a minha mente estava extremamente enciumada, beirava ao ódio de ver o primo mais velho da Vitória exibir seu pau pra ela, mas ao mesmo tempo um tom de perversidade tomava minha mente, que deixava meu pau duro feito pedra.

Vih: Sério?

Marcelo: Sim, vem cá prima.

Marcelo levou sua mão para a nuca da Vitória. Começou a puxar lentamente sua cabeça em direção a ele.

Vitória parou ruptamente.

Vih: Calma! Pera! Mas eu não posso te chupar.

Marcelo: Por que não?

Vih: Marcelo? A gente é primo.

Marcelo: Justamente por isso que não tem problema. Ias chupar qualquer um na rua? Não né. Tais aprendendo com teu primo, a gente é família.

Vitória pareceu pensar seriamente no assunto.

Vih: Tá... Mas o Theo não pode saber.

Marcelo: Relaxa. Não vou contar. Até por que até a Malu não ia gostar tanto assim disso (riu)

Meu corpo tremia. Eu sentia a adrenalina percorrer minhas veias.

"Não não não!" - pensei.

Vih: Tá. Mas como faz?

Marcelo: Primeira coisa é deixar ele bem duro.

Vih: Ué? Já não tá?

Marcelo riu.

Marcelo: Não... Ele tá meia bomba. Pega ele e bate uma punheta.

Minha namorada novinha de apenas 16, pegou no pau de seu primo, de 19. Começou uma punheta desajeitada. A mão pequena da Vitória deixava o pau dele ainda maior. A pele branquinha dela contratava bem sem pau negro.

Marcelo: Ajuda se eu tiver um auxílio visual. Podias tirar teu sutiã.

Vih: Seu safado! Já quer ver os peitos da tua prima?

Marcelo só riu e foi direto tirar o sutiã dela. Ele caiu no chão e os peitinhos branquinhos de biquinho rosado ficaram a mostra. Agora vitória vestia apenas seu shortinho jeans. Marcelo não se controlou e foi logo acariciar os peitos dela. Passando os dedos no biquinho e apertando de leve.

Vih: aí... (Riu) Arrepia. Nossa, ele tá babando.

Marcelo: Sim, ele baba quando eu vejo uma cena gostosa assim.

Vitória riu

Vih: Tolo, eu sou sua prima.

Marcelo: isso não quer dizer que não tenha tesão em você.

Vih: Tens tesão em mim Marcelo?

Marcelo: Claro que tenho. Uma novinha dessa. Ia adorar ser teu primeiro.

Vitória só riu.

Marcelo: Agora vai, lambe ele pra deixar molhado e facilitar a entrada na boca.

Vih: aí... Não sei não.

Marcelo: Por que não? Já tá com ele na mão, até o melzinho dele já provou.

Vih: Eu não...

Marcelo rapidamente passou o dedo na cabeça de seu pau e colocou no lábio da vitória.

Vih: filho da puta! (Riu)

Marcelo: Pronto, agora já botou na boca. (Soltou um riso malicioso) Vem cá.

Marcelo puxou a cabeça de vitória, mas não pra seu pau. Mas pra sua própria boca.

Ele deu um beijo de língua nela, faminto e sedento. Cheio de luxúria e desejo. Um pecado consumado em tesão e ânsia. Uma priminha virgem, novinha e inexperiente cedendo à fantasia torta de seu primo mais velho.

Ele se desvinculou e não deu tempo a ela nem para pensar. Só desceu a cabeça dela até seu pau, fazendo vitória mamar feito uma bezerrinha, uma cadelinha cheia de sede por leite. Ela já descia e subia com vontade, visivelmente estava envergonhada, mas queria isso a todo momento, despejando saliva no mastro duro e preto de seu primo mais velho, obedecendo ao carnal e depravado desejo.

Marcelo: Isso vitória... Que boquinha gostosa prima..

Aquilo parecia dar ainda mais vontade nela. Marcelo baixava a cabeça dela com firmeza, mas sem força, parecia que sua boca deslizava na pele melada do pau dele sem nenhuma dificuldade.

Marcelo: Mama meu pau, vai. Suga ele todo. Chupa o primo aqui, vai....

Vitória soltava gemidos e urros baixinho. Parecia que o pau grosso dele prendia toda sua respiração, e quando ela subia com a cabeça para pegar fôlego, era só para descer e tentar colocar ainda mais fundo. A saliva dela e o fluido que saia do pau dele agora eram um só, que escorriam e pingavam nas bolas grandes e cheias de porra dele.

Marcelo agarrou um peito dela, fazendo ela levar um susto. Apertou e usou aquele peitinho pra saciar sua depravação. Com uma mão apertava e com a outra segurava o cabelo de sua priminha.

Marcelo: Isso, aprende direitinho comigo pra fazer depois no Theo. Aposto que ele vai gozar pra caralho nessa boquinha... Aaah porra, que delícia....

Vitória parecia satisfeita em ouvir isso, pois chupava ainda mais.

Não me segurei e coloquei meu pau pra fora. Parecia automático, meu desejo controlava meu corpo. Meu pau estava muito duro e quase dormente de tanto tesão.

Por um momento vitória levantou a cabeça e sorriu para Marcelo. Sua boca estava melada, seu rostinho angelical parecia estar nas nuvens ao chupar aquele pau grande e preto.

Vih: E aí? Eu faço direitinho?

Marcelo: Faz sim, uma delícia.

Vitória foi devagar até a boca de seu primo e beijou. Sua boca melada agora envolvida na boca dele, suas línguas se entrelaçando em um desejo vil.

Maliciosamente Marcelo saiu do beijo e ficou de pé na frente dela, se abaixou e tirou o short de sua prima. Vitória vestia uma calcinha vermelha de renda fio dental. Seu corpinho pequeno agora a disposição do seu primo.

Marcelo: Deixa eu te retribuir o favor.

Em um movimento firme, Marcelo pegou vitória no colo e a colocou sentada na pia. Não foi tão difícil, já que Marcelo era alto e forte, devia ter seus 1,80 e vitória era pequena e magrinha, tendo seus 1,67. Marcelo colocou a mão por cima da calcinha de renda da minha namorada e começou a apertar.

Vih: aí... Que gostoso... Cuidado primo, eu sou virgem.

Marcelo: Relaxa, Vih. Eu vou só retribuir.

Marcelo se abaixou e ajoelhou. Começou a beijar a perna da minha namorada e foi subindo até sua calcinha. Ao chegar na fina renda vermelha, come ou a dar beijinhos de leve. Vitória fechou os olhos e levantou a cabeça, visivelmente muito excitada.

Marcelo levou sua mão até sua virilha e colocou sua calcinha de lado, expondo sua bucetinha que até eu tinha visto poucas vezes. Era rosinha e pequena, parecia que até um pau abaixo da média iria ser difícil entrar.

Marcelo: Que bucetinha linda, prima.

Vih: Aí Marcelo...

Marcelo começou a lamber de leve sua xoxota, que pelo barulho dos lábios estava molhadinha com seu mel. Vitória fazia expressões de prazer e luxuria. Seus pezinhos se contorciam, e ela pegou na parte de trás da cabeça dele para forçar de leve contra seu grelinho.

Vih: Nossa... Eu não sabia que ser chupada era tão bom.

Aquilo entrou feito uma faca no meu ouvido, pois eu já tinha chupado ela.

"realmente, somos bem inexperientes" - pensei.

Naquele ponto já estava batendo uma punheta.

Marcelo levantou e beijou sua prima, sua rola enorme agora na altura da bucetinha dela, estava pincelando seu clitóris.

Vih: Não Marcelo... Cuidado...

Marcelo não escutava, continuava beijando seu pescoço e dando mordidas na sua orelha, uma mão estava na nuca dela e a outra segurava o pau, esfregando por baixo de sua calcinha.

Vih: Cuidado. Ele é muito grande. Vai me machucar.

Marcelo: eu vou bem devagarinho...

Vitória soltou um gemido. Da posição que eu estava não dava para ver direito se ele tinha entrado a cabeça dentro de sua bucetinha.

Malu: Marcelo??

Marcelo e Vitória levaram um susto. Assim como eu.

Maria Luiza havia chamado o nome dele da sala. Tratei de me vestir e eles também. Sai rápido do quarto e sentei no sofá.

Marcelo e Vitória saíram uns 15 segundos depois.

Vitória vestindo seu short jeans e o sutiã. Marcelo sua cueca box, botando uma bermuda enquanto anda com a tentativa de esconder o enorme volume.

Malu: Orra, até que enfim, o Theo foi atrás de vocês no quarto a um tempão. Que banho demorado.

Vitória gelou. Era visível em seu rosto que estava desesperada.

Marcelo estava igualmente assustado.

Melo: Vamos lá pra fora? A Camily já foi e levou umas ices para a gente.

Melo levantou e pegou na mão de Marcelo, que foi junto com ela. Eu levantei e estendi minha mão para a vitória, que em câmera lenta pegou. Ela estava com o olho arregalado.

Continua...

Pessoal, peço que comentem o que estão achando! Abçs

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